Um rapidinho com meu sogrão
No fim de semana fomos pro clube dos meus sogros aproveitar a piscina e o conforto daquela casa linda. Minha sogra passa o verão em Mar del Plata, de onde ela é natural, uma família tradicional e numerosa da Cidade Feliz. Pra quem não acompanha meus relatos, fui amante do meu sogro antes de casar com o filho dele. Obviamente, a gente tem encontros casuais, aprendi a curtir, pra mim é um recreio nostálgico. Jantamos e já vi no olho do meu sogro a vontade dele. Meu marido corno, formalmente não sabe da minha história com o pai dele, mas mesmo nunca tendo me perguntado, não ignora os boatos na empresa sobre minha proximidade com o presidente da firma. Achava que ele tolerava, mas não era o tesão dele saber. Terminamos de jantar e fomos pra sala ver TV, mas o programa era River - Peñarol, meu marido pegou as chaves da caminhonete e falou: "Vou buscar sorvete". Uau, o que rolou aqui? Meu marido liberou a gente pra transar!!! Mal tinha saído na rua e meu sogro já chegou pra me beijar de língua. Tava desorientada com o que tava rolando, consegui falar: "Tranca a porta!!" "Fica tranquila, ele vai ver o jogo no bar Terceiro Tempo." Pronto, me relaxei. Pai e filho tinham combinado. Meu sogro já tinha tomado o comprimidinho Ayudin (como ele chama), então os 30/40 minutos antes já tavam correndo e fui sentindo o efeito na minha boca. Quando se sentiu seguro, fiquei de quatro e ele começou com a dele. Com quase 70 anos, ele manda bem e tem aquela experiência de me excitar com a língua nos dois sentidos, tanto chupando minha buceta (lugar que há tempo não se anima) quanto falando putaria suja que desperta minha fantasia e me excita pra caralho. O jogo continuava, meu sogrão também. Como não entendo muito de futebol, não tinha noção do tempo que a gente tinha, então senti as batidas do coração dele e a respiração. Ele gozou. Caiu em cima de mim naquele torpor pós-gozo e em uns minutos se recuperou. Pedi pra ele me ajudar a arrumar o Lugar do pecado (que ironia, todo mundo sabe o que a gente fez, mas (precisamos disfarçar) fui tomar um banho pra tirar o cheiro de puta e meu sogrão voltou pra outra paixão dele, o River, quando eu tava escolhendo a fio dental pra receber meu maridinho, senti ele me chamando porque o sorvete tinha chegado.
No country!!
No fim de semana fomos pro clube dos meus sogros aproveitar a piscina e o conforto daquela casa linda. Minha sogra passa o verão em Mar del Plata, de onde ela é natural, uma família tradicional e numerosa da Cidade Feliz. Pra quem não acompanha meus relatos, fui amante do meu sogro antes de casar com o filho dele. Obviamente, a gente tem encontros casuais, aprendi a curtir, pra mim é um recreio nostálgico. Jantamos e já vi no olho do meu sogro a vontade dele. Meu marido corno, formalmente não sabe da minha história com o pai dele, mas mesmo nunca tendo me perguntado, não ignora os boatos na empresa sobre minha proximidade com o presidente da firma. Achava que ele tolerava, mas não era o tesão dele saber. Terminamos de jantar e fomos pra sala ver TV, mas o programa era River - Peñarol, meu marido pegou as chaves da caminhonete e falou: "Vou buscar sorvete". Uau, o que rolou aqui? Meu marido liberou a gente pra transar!!! Mal tinha saído na rua e meu sogro já chegou pra me beijar de língua. Tava desorientada com o que tava rolando, consegui falar: "Tranca a porta!!" "Fica tranquila, ele vai ver o jogo no bar Terceiro Tempo." Pronto, me relaxei. Pai e filho tinham combinado. Meu sogro já tinha tomado o comprimidinho Ayudin (como ele chama), então os 30/40 minutos antes já tavam correndo e fui sentindo o efeito na minha boca. Quando se sentiu seguro, fiquei de quatro e ele começou com a dele. Com quase 70 anos, ele manda bem e tem aquela experiência de me excitar com a língua nos dois sentidos, tanto chupando minha buceta (lugar que há tempo não se anima) quanto falando putaria suja que desperta minha fantasia e me excita pra caralho. O jogo continuava, meu sogrão também. Como não entendo muito de futebol, não tinha noção do tempo que a gente tinha, então senti as batidas do coração dele e a respiração. Ele gozou. Caiu em cima de mim naquele torpor pós-gozo e em uns minutos se recuperou. Pedi pra ele me ajudar a arrumar o Lugar do pecado (que ironia, todo mundo sabe o que a gente fez, mas (precisamos disfarçar) fui tomar um banho pra tirar o cheiro de puta e meu sogrão voltou pra outra paixão dele, o River, quando eu tava escolhendo a fio dental pra receber meu maridinho, senti ele me chamando porque o sorvete tinha chegado.
No country!!
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