Com meu amigo, a gente saía pra curtir como absolutamente todo mundo todo fim de semana há um ano. Quatro horas na balada, dando like nos stories do Instagram e dando em cima de cada gostosa que a gente cruzava pra absolutamente nada. Não pegávamos nem um resfriado, já tava até engraçado. A gente ficou os dois frustrados, não sabíamos se a gente era feio, não sabíamos chegar nas minas ou simplesmente nem nossas mães nos queriam. Foram exatamente 67 fins de semana que a gente passou, um ano e meio sem dar nem um beijo.
A gente tava numa seca de mulher estrondosa, nunca tinha visto uma coisa dessas. Nenhum dos dois tinha tido sorte, a gente tentou de tudo: saía todo fim de semana pra dançar, instalamos Tinder, Grindr, fomos pra academia, absolutamente tudo que se usa pra pegar gente, mas nada. A gente tava mais seco que bolso de pobre no fim do mês.
No meio do desespero, a gente tentou buscar a solução. O que a gente podia fazer?
Ches: Não sei, mano, na real. Quero pelo menos uma foda fixa, deixa namorada, isso eu vejo impossível.
Catriel: Kkkkkkkkk, tá mais difícil, mano. Meu Deus, tô a nada de virar viado.
Ches: Se você virar viado, eu te como.
Catriel: Kkkkkkkk sonha. Se eu virar viado, arrumo um bonitão.
Enquanto a gente tava rindo e zoando, a irmã do Ches entrou no quarto dele, pra buscar uma jaqueta porque ia sair com o namorado.
Ches: Mica, como você conseguiu seu namorado?
Mica: Ele me deu em cima na faculdade, mas você nunca vai conseguir uma namorada assim porque você é um zero pra estudar, então nem se esforça. Vou sair, a gente se vê depois. Cuidem-se e não quebrem nada.
Ches: Tchau.
Catriel: Tchau.
Catriel: Kkkkkkkk ela tem razão, estudar não é sua praia.
Ches: Você também não vai conseguir uma parceira assim, você estuda engenharia mecânica, não tem uma buceta num raio de 50km nessa faculdade.
Catriel: Você tem razão.
Desistimos da nossa conversa profunda pós-rolê e fomos comer uns biscoitinhos enquanto jogávamos FIFA, que, aliás, eu passei a perna no Ches tipo... sempre. Na real, o final de semana não foi tão ruim, a gente saiu, dançou, ficou bêbado e acabou jogando um FIFA enquanto comia uns salgadinhos, mesmo que tivesse sido mais divertido estar transando, não dava pra reclamar.
Durante a semana, enquanto eu tava estudando e ele trabalhando, chega uma mensagem dele: "Olha, amigo, você acha que isso funciona?" Olhei o celular, e ele tinha mandado uma foto de um anúncio tirado da internet, sobre umas pílulas mágicas que têm o poder de te transformar em mulher. Explicito ele não disse nada, mas implicitamente deu a entender tudo, foi uma mensagem oculta disfarçada no meio do que parecia ser uma conversa normal.
Mensagem de Catriel: Kkkkkkk e isso????? Naaaa amigo, deve ser furada.
Mensagem de Chess: Não sei, quer ver qual é? Já comprei.
Mensagem de Catriel: Ctz que te passaram a perna.
Uma semana depois ele me manda uma foto.
Mensagem de Chess: Olha o que chegou.
Mensagem de Catriel: Kkkkkkk e isso????? Comprou droga, negão?
Mensagem de Chess: São as pílulas, vamos experimentar?
Mensagem de Catriel: Mmmm não sei.
Dessa vez ele veio na minha casa, já que eu era um forasteiro na cidade grande, e mesmo não tendo um apartamento muito grande, era bem confortável. Chess veio porque aqui a gente tava sozinho, trouxe a bolsa "mágica", colocou em cima da mesa e a gente ficou olhando. Na real, tava curioso pra ver qual era, mas também tava com um pouco de medo. Será que funcionava mesmo?
Chess: Bom, tenho uma ideia, vamos experimentar. Supostamente o efeito é temporário.
Catriel: Mmmm não sei, e se der alguma merda?
Chess: E foda-se, amigo, no máximo você vai pra faculdade do mesmo jeito e não é como se alguém na sua casa fosse perceber que agora você é mulher.
Catriel: Hã? Eu que tenho que tomar?
Chess: Amigo, eu não posso, como vou trabalhar? Ou pior, como vou voltar pra casa sendo mulher? Não posso sumir por uns dias.
Chess: Além do mais, não te dá curiosidade experimentar?
Fiquei pensando, na real tava com muita curiosidade mesmo, mas também tava com medo, então... que eu não fiz nada, mas o Chess me conhecia, trouxe um rum pra gente beber, no meio dos drinks ele sabia que eu não tinha medo de nada e, na real, ele mandou bem, porque acabei bebendo. No começo não senti nada, mas depois de um tempo comecei a sentir meu corpo inchando, meu peito queimando e minha bunda ficando mais redondinha, enquanto minhas pernas e costas encolhiam um pouco. Tinha as unhas e o cabelo mais compridos, o rosto um pouco mais fino, os lábios mais grossos e os cílios mais longos, mas meu pau continuava igual. Depois de mais um tempo, já tinha feito mais efeito, tanto que até meu amigo tinha encolhido, parecia que eu tinha um micropênis, mas naquela hora nós dois já estávamos dormindo. No dia seguinte, quando acordamos, destruídos de ressaca, mas tudo bem porque era domingo, eu já tinha virado mulher completamente.
Me olhei no espelho enquanto agarrava minhas novas tetas. "Ai, meu Deus", gritei. Chess se levantou atrás de mim, mais fodido do que eu.
Chess: O que foi? Ahhh, caralho, hahahahaha funcionou. Puta que pariuuuu e esses peitos, que bunda linda você tem, amigo (enquanto apertava minha bunda)
Catriel: Tira a mão, degenerado, não acredito que isso funcionou. Quanto tempo isso dura?
Chess: Não sei, diz que o efeito dura entre 3 a 4 dias.
Catriel: Então vou ficar assim até sexta? Ótimo. Como é que vou assistir às aulas?
Chess: Fácil, você não vai, Catalina.
Catriel: Catalina?
Chess: É assim que vou te chamar quando você for mulher, Cata.
Catalina: Bom, acho que é um bom nome.
Chess começou a dar em cima de mim. Era óbvio o que ele queria, mas antes tínhamos que estabelecer regras. Eu não era nenhum viado, não ia chupar o pau dele, ele não ia gozar em mim e, claro, não ia me comer pelo cu. Depois disso, eu estava disposta a qualquer coisa. Não demorou muito mais. Dava pra ver o quanto ele estava duro desde que me viu me olhando no espelho.
Ele não me deixou falar muito mais, logo me agarrou e me jogou na cama, abrindo minhas pernas e começando a chupar minha buceta.
Catriel: Sisi, como você disser, Cata.
Enquanto ele lambia meus lábios e começava a enfiar a língua dentro da minha ppk, foi tudo muito rápido. Fiquei paralisada no começo, senti um formigamento, a língua gelada dele, os lábios grossos me davam uma sensação estranha, mas prazerosa. Não demorei muito para fazer algum barulho, até que ele começou a chupar ela inteira e aí sim comecei a gemer, bem alto. Era estranho, mas excitante. Minha cara sumia enquanto eu suspirava de prazer e pedia para ele continuar, até que senti em primeira mão um orgasmo feminino, algo muito diferente do masculino, realmente não tinha nem comparação. Nem com 500 punhetas senti o prazer que acabei de sentir com uma chupada de buceta.
Eu continuei suspirando, mas ele estava mais duro que nunca, me colocou de lado, levantou um pouco minha perna e começou a me comer, nem me deixou recuperar. Passei de gemer e ofegar a gemer de novo, mas dessa vez porque ele estava me dando pau, ele se aproveitou e começou a controlar a situação, bem colado em mim, enquanto agarrava meus peitos e beijava meu pescoço, sussurrou no meu ouvido.
Catriel: Hoje, Chess, você vai ser minha.
Depois disso, ele começou a me dar mais forte enquanto suspirava no meu ouvido e eu gemía, sem muita força, enquanto tinha seus braços me envolvendo, sendo subjugada por ele.
Fodemos por um tempo, mas Catriel explodiu logo, a gente tava em seca mesmo, mal durou 12 minutos, ele tirou e começou a gozar em cima da cama, consegui gozar também, um pouco respingou na minha perna, mas quase tudo caiu na cama, manchando meus lençóis. Obviamente fiquei brava com ele e ia ter que lavar e trocar.
Depois disso, nos levantamos e fomos tomar algo na cozinha, enquanto ele primeiro botou os lençóis para lavar. Ficamos na cozinha conversando, ainda os dois pelados, enquanto tomávamos uma coca bem gelada recuperando as forças. Não durou muito, já que enquanto conversávamos, vi que ele estava ficando duro de novo, pronto para o segundo round.
Logo começamos a transar, apoiada na mesa enquanto ele me agarrava, com a bunda ao vento e as costas sobre a mesa, eu estava à mercê dele enquanto ele me fodia.
Era a posição ideal para cada centímetro do pau dele, que já não estava no máximo como antes, mas ainda bem duro, batendo no meu útero enquanto eu gemía. Pra ser sincera, como homem eu nunca tinha feito na cozinha, e fazer como mulher, em cima da mesa recebendo pau, era extremamente excitante, tanto que quase gozei de novo. Cheguei ao clímax, mas dessa vez ele gozou antes de mim, embora eu tenha ficado super satisfeita.
Foi assim que a gente passou os outros dias, ele veio na minha casa e a gente transou pra caralho, todas as vezes que deu, pra falar a verdade eu comecei a ficar meio viciada no pau dele, mas principalmente no prazer de mulher, o sexo como mulher era incrível, e principalmente quando ele era quem tomava a iniciativa, tipo quando ele sentou no sofá testando poses novas e eu comecei a cavalgar, mas ele não gostava que eu fosse quem se mexia, aí ele me imobiliza com as mãos e começa a se mover ele, me dando estocadas fortes com o pau dele enquanto eu estava sentada por cima, enfiando tudo bem fundo, perfurando minha buceta enquanto eu gemía como a putinha dele.
Quando chegou a sexta e eu voltei ao normal, pra falar a verdade eu tava exausto, tentei descansar mas não consegui me recuperar, fiquei com tesão na hora, foram 3 dias e meio de muito sexo, meu corpo já tinha começado a se acostumar a transar, me dei uma punheta mas não aliviou o tesão.
Aquele final de semana a gente não se viu, só nos encontramos no outro final de semana, eu cheguei naquele final de semana super inquieto, com muito tesão, com abstinência sexual, tava com muita vontade de repetir a experiência, minha mente tava se quebrando aos poucos, as pílulas estavam com ele.
Quando a gente se viu de novo, joguei a ideia, mas ele ficou de difícil, eu sabia que ele tava morrendo de vontade, mas obviamente queria algo em troca, então não me restou outra alternativa a não ser aceitar, no fundo eu sabia que ia ter que chupar ele.
Ele me deu as pílulas, e a gente saiu por aí pra passear até dar o tempo da transformação, mas dessa vez eu me transformei em mulher bem rápido, antes de anoitecer já tinha me transformado, então depois do jantar eu peguei no pau como mulher, pra falar a verdade eu tentei não mostrar meu tesão pra ele não se aproveitar mas não sei se consegui.
Ele só me daria os comprimidos se eu chupasse ele dessa vez.
Catriel: Calma, Cata, você é mulher, não é viado.
Cata: Tá bom, como você quiser. É a coisa mais viada do mundo.
Enquanto eu começava a chupar ele, a verdade é que a ideia não me agradava, me sentia sujo, mal, mas meu corpo não, o gosto não era ruim, eu já conhecia o pau dele, já tinha tido ele dentro de mim, mas conhecê-lo pela boca me pareceu muito. Fiz o que pude para chupar, a verdade é que eu não sabia bem como fazer e parei várias vezes para tossir porque me engasguei, mas isso parece que o excitou, ver minhas tentativas de satisfazê-lo.
Quando ele começou a gozar, não me avisou, só pegou minha cabeça e começou a despejar toda a porra. Senti o pau começando a pulsar na minha boca, tirei ele e ele começou a gozar enquanto jorrava na minha cara e na boca. Entrou bastante na minha boca, foi meio nojento, não deu tempo de fechar, mas não sei por que tive o impulso de engolir. Engoli bastante, era grosso, intenso e meio amargo. Na real, não gostei, mas também não achei nojento. Mas esse simples gesto o deixou muito excitado. Não esperou nem um pouco, mal consegui terminar de limpar a cara e ele já estava em cima de novo.
Dessa vez fizemos de missionário, nos olhando nos olhos enquanto os dois gemíamos, obviamente eu muito mais alto que ele, afinal era eu quem recebia o pau lá dentro, mas os dois estávamos ali, sendo um, sincronizando respiração e batimentos, nos unindo no suor e fechando tudo com um beijo, foi um impulso, meio gay na real beijar seu melhor amigo, mas saiu de dentro, não sei o que deu em mim, mas aquele foi o ponto de ruptura, a partir dali minha vida como homem tinha acabado.
Depois de outra semana super intensa onde transamos por todos os cantos, não havia mais regras, já tinha chupado ele, engolido, e me mexia como queria, basicamente era sua submissa, transávamos como ele queria, me levou ao cinema de saia, no parque de noite e até me comeu na varanda do prédio em plena luz do dia.
Cada vez mais isso de tomar os comprimidos tinha se tornado recorrente e eu tinha virado viciada em sexo como mulher, e principalmente no pau dele. Era uma devoção, eu adorava chupar, o gosto era especial, ainda mais quando estava meio suado, aquele cheiro de homem. Ele me fez chupar as bolas, e eu obviamente aceitei, não neguei nenhum dos pedidos dele. Me dava muito tesão ser a submissa da relação, ele mandar e eu realizar as fantasias dele. E ali estava eu, obedecendo, passando a língua das bolas até a ponta, chupando como se fosse um picolé o pau do meu melhor amigo, que depois disso ia se tornar o homem da minha vida.
Obviamente não podia faltar: um dos desejos dele era me desprender completamente da minha masculinidade, e esse era o passo final. Já tinha mamado ele, tinha engolido a porra, ele tinha gozado dentro e eu tinha chupado as bolas. A última coisa que faltava pra eu me tornar 100% mulher era dar o cu. Com isso, eu ia deixar pra trás qualquer vestígio do homem que fui.
Catriel: Quero que me dê essa bunda.
Não foi um pedido, pareceu mais uma ordem, ele tinha tomado o lugar de dominante, mas eu não reclamei, aceitei, me coloquei de quatro com o cu o mais aberto possível, enquanto me segurava no lençol e juntava forças, ele bateu com o pau em cima do meu ânus, mostrando sua superioridade e enfiou, devagar mas até o fundo, entrou tudo, até as bolas enquanto eu no começo reclamava, dessa vez não gostei, foi dolorido, obsceno, mas ali estava obedecendo enquanto ele me arrombava o cu literalmente, e eu gemida mas de dor, enquanto me tornava uma puta feita e acabada.
Esse foi o ponto de virada definitivo, depois disso não teve volta, o que Catriel não me disse é que se abusasse das pílulas eu ia virar mulher pra sempre, e assim foi, depois de foder esperei voltar ao normal (não queria) e não voltei, me levantei como mulher e com o cu dolorido, mesmo feliz não ia durar muito porque iam me arrombar de novo, mas enfim esse era meu destino, e aceitei com gosto, a partir de agora ia ser a puta do Catriel e sua nova namorada, o que tinha começado como uma medida de desespero virou a melhor decisão da minha vida e minha rotina de agora em diante. Fim.
A gente tava numa seca de mulher estrondosa, nunca tinha visto uma coisa dessas. Nenhum dos dois tinha tido sorte, a gente tentou de tudo: saía todo fim de semana pra dançar, instalamos Tinder, Grindr, fomos pra academia, absolutamente tudo que se usa pra pegar gente, mas nada. A gente tava mais seco que bolso de pobre no fim do mês.
No meio do desespero, a gente tentou buscar a solução. O que a gente podia fazer?
Ches: Não sei, mano, na real. Quero pelo menos uma foda fixa, deixa namorada, isso eu vejo impossível.
Catriel: Kkkkkkkkk, tá mais difícil, mano. Meu Deus, tô a nada de virar viado.
Ches: Se você virar viado, eu te como.
Catriel: Kkkkkkkk sonha. Se eu virar viado, arrumo um bonitão.
Enquanto a gente tava rindo e zoando, a irmã do Ches entrou no quarto dele, pra buscar uma jaqueta porque ia sair com o namorado.
Ches: Mica, como você conseguiu seu namorado?
Mica: Ele me deu em cima na faculdade, mas você nunca vai conseguir uma namorada assim porque você é um zero pra estudar, então nem se esforça. Vou sair, a gente se vê depois. Cuidem-se e não quebrem nada.
Ches: Tchau.
Catriel: Tchau.
Catriel: Kkkkkkkk ela tem razão, estudar não é sua praia.
Ches: Você também não vai conseguir uma parceira assim, você estuda engenharia mecânica, não tem uma buceta num raio de 50km nessa faculdade.
Catriel: Você tem razão.
Desistimos da nossa conversa profunda pós-rolê e fomos comer uns biscoitinhos enquanto jogávamos FIFA, que, aliás, eu passei a perna no Ches tipo... sempre. Na real, o final de semana não foi tão ruim, a gente saiu, dançou, ficou bêbado e acabou jogando um FIFA enquanto comia uns salgadinhos, mesmo que tivesse sido mais divertido estar transando, não dava pra reclamar.
Durante a semana, enquanto eu tava estudando e ele trabalhando, chega uma mensagem dele: "Olha, amigo, você acha que isso funciona?" Olhei o celular, e ele tinha mandado uma foto de um anúncio tirado da internet, sobre umas pílulas mágicas que têm o poder de te transformar em mulher. Explicito ele não disse nada, mas implicitamente deu a entender tudo, foi uma mensagem oculta disfarçada no meio do que parecia ser uma conversa normal.
Mensagem de Catriel: Kkkkkkk e isso????? Naaaa amigo, deve ser furada.
Mensagem de Chess: Não sei, quer ver qual é? Já comprei.
Mensagem de Catriel: Ctz que te passaram a perna.
Uma semana depois ele me manda uma foto.
Mensagem de Chess: Olha o que chegou.
Mensagem de Catriel: Kkkkkkk e isso????? Comprou droga, negão?
Mensagem de Chess: São as pílulas, vamos experimentar?
Mensagem de Catriel: Mmmm não sei.
Dessa vez ele veio na minha casa, já que eu era um forasteiro na cidade grande, e mesmo não tendo um apartamento muito grande, era bem confortável. Chess veio porque aqui a gente tava sozinho, trouxe a bolsa "mágica", colocou em cima da mesa e a gente ficou olhando. Na real, tava curioso pra ver qual era, mas também tava com um pouco de medo. Será que funcionava mesmo?
Chess: Bom, tenho uma ideia, vamos experimentar. Supostamente o efeito é temporário.
Catriel: Mmmm não sei, e se der alguma merda?
Chess: E foda-se, amigo, no máximo você vai pra faculdade do mesmo jeito e não é como se alguém na sua casa fosse perceber que agora você é mulher.
Catriel: Hã? Eu que tenho que tomar?
Chess: Amigo, eu não posso, como vou trabalhar? Ou pior, como vou voltar pra casa sendo mulher? Não posso sumir por uns dias.
Chess: Além do mais, não te dá curiosidade experimentar?
Fiquei pensando, na real tava com muita curiosidade mesmo, mas também tava com medo, então... que eu não fiz nada, mas o Chess me conhecia, trouxe um rum pra gente beber, no meio dos drinks ele sabia que eu não tinha medo de nada e, na real, ele mandou bem, porque acabei bebendo. No começo não senti nada, mas depois de um tempo comecei a sentir meu corpo inchando, meu peito queimando e minha bunda ficando mais redondinha, enquanto minhas pernas e costas encolhiam um pouco. Tinha as unhas e o cabelo mais compridos, o rosto um pouco mais fino, os lábios mais grossos e os cílios mais longos, mas meu pau continuava igual. Depois de mais um tempo, já tinha feito mais efeito, tanto que até meu amigo tinha encolhido, parecia que eu tinha um micropênis, mas naquela hora nós dois já estávamos dormindo. No dia seguinte, quando acordamos, destruídos de ressaca, mas tudo bem porque era domingo, eu já tinha virado mulher completamente.
Me olhei no espelho enquanto agarrava minhas novas tetas. "Ai, meu Deus", gritei. Chess se levantou atrás de mim, mais fodido do que eu.Chess: O que foi? Ahhh, caralho, hahahahaha funcionou. Puta que pariuuuu e esses peitos, que bunda linda você tem, amigo (enquanto apertava minha bunda)
Catriel: Tira a mão, degenerado, não acredito que isso funcionou. Quanto tempo isso dura?
Chess: Não sei, diz que o efeito dura entre 3 a 4 dias.
Catriel: Então vou ficar assim até sexta? Ótimo. Como é que vou assistir às aulas?
Chess: Fácil, você não vai, Catalina.
Catriel: Catalina?
Chess: É assim que vou te chamar quando você for mulher, Cata.
Catalina: Bom, acho que é um bom nome.
Chess começou a dar em cima de mim. Era óbvio o que ele queria, mas antes tínhamos que estabelecer regras. Eu não era nenhum viado, não ia chupar o pau dele, ele não ia gozar em mim e, claro, não ia me comer pelo cu. Depois disso, eu estava disposta a qualquer coisa. Não demorou muito mais. Dava pra ver o quanto ele estava duro desde que me viu me olhando no espelho.
Ele não me deixou falar muito mais, logo me agarrou e me jogou na cama, abrindo minhas pernas e começando a chupar minha buceta. Catriel: Sisi, como você disser, Cata.
Enquanto ele lambia meus lábios e começava a enfiar a língua dentro da minha ppk, foi tudo muito rápido. Fiquei paralisada no começo, senti um formigamento, a língua gelada dele, os lábios grossos me davam uma sensação estranha, mas prazerosa. Não demorei muito para fazer algum barulho, até que ele começou a chupar ela inteira e aí sim comecei a gemer, bem alto. Era estranho, mas excitante. Minha cara sumia enquanto eu suspirava de prazer e pedia para ele continuar, até que senti em primeira mão um orgasmo feminino, algo muito diferente do masculino, realmente não tinha nem comparação. Nem com 500 punhetas senti o prazer que acabei de sentir com uma chupada de buceta.
Eu continuei suspirando, mas ele estava mais duro que nunca, me colocou de lado, levantou um pouco minha perna e começou a me comer, nem me deixou recuperar. Passei de gemer e ofegar a gemer de novo, mas dessa vez porque ele estava me dando pau, ele se aproveitou e começou a controlar a situação, bem colado em mim, enquanto agarrava meus peitos e beijava meu pescoço, sussurrou no meu ouvido.Catriel: Hoje, Chess, você vai ser minha.
Depois disso, ele começou a me dar mais forte enquanto suspirava no meu ouvido e eu gemía, sem muita força, enquanto tinha seus braços me envolvendo, sendo subjugada por ele.
Fodemos por um tempo, mas Catriel explodiu logo, a gente tava em seca mesmo, mal durou 12 minutos, ele tirou e começou a gozar em cima da cama, consegui gozar também, um pouco respingou na minha perna, mas quase tudo caiu na cama, manchando meus lençóis. Obviamente fiquei brava com ele e ia ter que lavar e trocar.
Depois disso, nos levantamos e fomos tomar algo na cozinha, enquanto ele primeiro botou os lençóis para lavar. Ficamos na cozinha conversando, ainda os dois pelados, enquanto tomávamos uma coca bem gelada recuperando as forças. Não durou muito, já que enquanto conversávamos, vi que ele estava ficando duro de novo, pronto para o segundo round.
Logo começamos a transar, apoiada na mesa enquanto ele me agarrava, com a bunda ao vento e as costas sobre a mesa, eu estava à mercê dele enquanto ele me fodia.Era a posição ideal para cada centímetro do pau dele, que já não estava no máximo como antes, mas ainda bem duro, batendo no meu útero enquanto eu gemía. Pra ser sincera, como homem eu nunca tinha feito na cozinha, e fazer como mulher, em cima da mesa recebendo pau, era extremamente excitante, tanto que quase gozei de novo. Cheguei ao clímax, mas dessa vez ele gozou antes de mim, embora eu tenha ficado super satisfeita.
Foi assim que a gente passou os outros dias, ele veio na minha casa e a gente transou pra caralho, todas as vezes que deu, pra falar a verdade eu comecei a ficar meio viciada no pau dele, mas principalmente no prazer de mulher, o sexo como mulher era incrível, e principalmente quando ele era quem tomava a iniciativa, tipo quando ele sentou no sofá testando poses novas e eu comecei a cavalgar, mas ele não gostava que eu fosse quem se mexia, aí ele me imobiliza com as mãos e começa a se mover ele, me dando estocadas fortes com o pau dele enquanto eu estava sentada por cima, enfiando tudo bem fundo, perfurando minha buceta enquanto eu gemía como a putinha dele.Quando chegou a sexta e eu voltei ao normal, pra falar a verdade eu tava exausto, tentei descansar mas não consegui me recuperar, fiquei com tesão na hora, foram 3 dias e meio de muito sexo, meu corpo já tinha começado a se acostumar a transar, me dei uma punheta mas não aliviou o tesão.
Aquele final de semana a gente não se viu, só nos encontramos no outro final de semana, eu cheguei naquele final de semana super inquieto, com muito tesão, com abstinência sexual, tava com muita vontade de repetir a experiência, minha mente tava se quebrando aos poucos, as pílulas estavam com ele.
Quando a gente se viu de novo, joguei a ideia, mas ele ficou de difícil, eu sabia que ele tava morrendo de vontade, mas obviamente queria algo em troca, então não me restou outra alternativa a não ser aceitar, no fundo eu sabia que ia ter que chupar ele.
Ele me deu as pílulas, e a gente saiu por aí pra passear até dar o tempo da transformação, mas dessa vez eu me transformei em mulher bem rápido, antes de anoitecer já tinha me transformado, então depois do jantar eu peguei no pau como mulher, pra falar a verdade eu tentei não mostrar meu tesão pra ele não se aproveitar mas não sei se consegui.
Ele só me daria os comprimidos se eu chupasse ele dessa vez.Catriel: Calma, Cata, você é mulher, não é viado.
Cata: Tá bom, como você quiser. É a coisa mais viada do mundo.
Enquanto eu começava a chupar ele, a verdade é que a ideia não me agradava, me sentia sujo, mal, mas meu corpo não, o gosto não era ruim, eu já conhecia o pau dele, já tinha tido ele dentro de mim, mas conhecê-lo pela boca me pareceu muito. Fiz o que pude para chupar, a verdade é que eu não sabia bem como fazer e parei várias vezes para tossir porque me engasguei, mas isso parece que o excitou, ver minhas tentativas de satisfazê-lo.
Quando ele começou a gozar, não me avisou, só pegou minha cabeça e começou a despejar toda a porra. Senti o pau começando a pulsar na minha boca, tirei ele e ele começou a gozar enquanto jorrava na minha cara e na boca. Entrou bastante na minha boca, foi meio nojento, não deu tempo de fechar, mas não sei por que tive o impulso de engolir. Engoli bastante, era grosso, intenso e meio amargo. Na real, não gostei, mas também não achei nojento. Mas esse simples gesto o deixou muito excitado. Não esperou nem um pouco, mal consegui terminar de limpar a cara e ele já estava em cima de novo.
Dessa vez fizemos de missionário, nos olhando nos olhos enquanto os dois gemíamos, obviamente eu muito mais alto que ele, afinal era eu quem recebia o pau lá dentro, mas os dois estávamos ali, sendo um, sincronizando respiração e batimentos, nos unindo no suor e fechando tudo com um beijo, foi um impulso, meio gay na real beijar seu melhor amigo, mas saiu de dentro, não sei o que deu em mim, mas aquele foi o ponto de ruptura, a partir dali minha vida como homem tinha acabado.Depois de outra semana super intensa onde transamos por todos os cantos, não havia mais regras, já tinha chupado ele, engolido, e me mexia como queria, basicamente era sua submissa, transávamos como ele queria, me levou ao cinema de saia, no parque de noite e até me comeu na varanda do prédio em plena luz do dia.
Cada vez mais isso de tomar os comprimidos tinha se tornado recorrente e eu tinha virado viciada em sexo como mulher, e principalmente no pau dele. Era uma devoção, eu adorava chupar, o gosto era especial, ainda mais quando estava meio suado, aquele cheiro de homem. Ele me fez chupar as bolas, e eu obviamente aceitei, não neguei nenhum dos pedidos dele. Me dava muito tesão ser a submissa da relação, ele mandar e eu realizar as fantasias dele. E ali estava eu, obedecendo, passando a língua das bolas até a ponta, chupando como se fosse um picolé o pau do meu melhor amigo, que depois disso ia se tornar o homem da minha vida.Obviamente não podia faltar: um dos desejos dele era me desprender completamente da minha masculinidade, e esse era o passo final. Já tinha mamado ele, tinha engolido a porra, ele tinha gozado dentro e eu tinha chupado as bolas. A última coisa que faltava pra eu me tornar 100% mulher era dar o cu. Com isso, eu ia deixar pra trás qualquer vestígio do homem que fui.
Catriel: Quero que me dê essa bunda.
Não foi um pedido, pareceu mais uma ordem, ele tinha tomado o lugar de dominante, mas eu não reclamei, aceitei, me coloquei de quatro com o cu o mais aberto possível, enquanto me segurava no lençol e juntava forças, ele bateu com o pau em cima do meu ânus, mostrando sua superioridade e enfiou, devagar mas até o fundo, entrou tudo, até as bolas enquanto eu no começo reclamava, dessa vez não gostei, foi dolorido, obsceno, mas ali estava obedecendo enquanto ele me arrombava o cu literalmente, e eu gemida mas de dor, enquanto me tornava uma puta feita e acabada.Esse foi o ponto de virada definitivo, depois disso não teve volta, o que Catriel não me disse é que se abusasse das pílulas eu ia virar mulher pra sempre, e assim foi, depois de foder esperei voltar ao normal (não queria) e não voltei, me levantei como mulher e com o cu dolorido, mesmo feliz não ia durar muito porque iam me arrombar de novo, mas enfim esse era meu destino, e aceitei com gosto, a partir de agora ia ser a puta do Catriel e sua nova namorada, o que tinha começado como uma medida de desespero virou a melhor decisão da minha vida e minha rotina de agora em diante. Fim.
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