no perdi la oportunidad

Meu marido fez aniversário e resolvi fazer um almoço em casa. Ele convidou vários amigos e alguns parentes. Alguns amigos chegaram com as esposas, mas o Mário, mesmo sendo casado, veio sozinho. Ele, o Mário, é um cara bonitão e dois anos mais novo que meu marido, e ainda por cima é o melhor amigo dele.
Desde bem cedinho, Javier (meu marido) começou a tomar umas cervejas com os irmãos dele e, quando a comida chegou, já tava meio tonto. Antes da comida chegar, eu me arrumei pra ficar de olho em toda a logística da festa.
Tentei me vestir de um jeito mais provocante, não só para agradar o Javier, mas também para ficar bonita pros convidados. Uma blusa fina de alcinha, que valoriza muito meus peitos. Uma minissaia rodada na altura da coxa, meia-calça acetinada cor natural, uma fio dental cor de pele e um tênis. Não me gabando, mas com certeza eu chamava atenção, tanto de homens quanto de mulheres; mas, principalmente, os olhares do Javier, que com cada convidado que chegava, me exibia toda, simplesmente porque eu era o melhor presente dele.
Mario chegou depois do almoço; na verdade, ele não comeu em casa. Segundo ele, estavam pra sair de casa e ele teve uma discussão com a esposa, inclusive, ela quase o obrigou a comer e depois deixou ele todo vestido e alvoroçado, mas isso não impediu ele de chegar em casa.
Pouco a pouco e conforme o tempo ia passando, o pessoal foi saindo de casa e o Javier tava cada vez mais bêbado; especialmente quando começou a tomar tequila, justamente o presente que o Mario tinha dado pra ele.
Eram quase 11 da noite quando Javier apagou de vez na sala. Enquanto isso, Mario me ajudou a arrumar parte da bagunça que tinha ficado em casa. Terminando, sentei do lado do Javier e o Mario ficou sentado no sofá da frente. Ele me ofereceu uma tequila e, sinceramente, acho que eu tava precisando mesmo, tomei quase tudo em três goles. Depois tomei mais dois ou três, igual o Mario.
Falei pra ele: "Me desculpa, não sou grossa, mas tô morta de cansaço, quero tirar essas sapatilhas, meus pés tão doendo pra caralho." Quando tirei as sapatilhas, ele não parava de olhar pros meus pés. Ele disse: "Se quiser, posso te dar uma massagem." Como não vi nada demais nisso, aceitei. Ele chegou perto de mim e começou a tocar a sola dos meus pés. Algo tava me dizendo alguma coisa, mas sinceramente não lembro direito, só sei que tava tão gostoso e satisfatório que, aos poucos, o cansaço foi tomando conta e comecei a fechar os olhos.
Provavelmente dormi uns 5 ou 10 minutos. Na real, só acordei quando senti as mãos do Mario nos meus muslos, por baixo da minha saia. Não é por nada, não, mas ele acariciava tão gostoso que eu não consegui resistir. Abri os olhos e fiquei olhando nos olhos dele, ele não se afastou, pelo contrário, me disse: "como você é linda e gostosa". Ele me forçou a abrir as pernas e enfiou o rosto no meio, e por cima da meia-calça e da calcinha fio dental, ele ficava mordiscando minha pussy.
Assim ela fez por um bom tempo e eu comecei a ficar molhada. Enquanto Javier roncava.



Enquanto ele enfiava a cara no meio das minhas pernas, eu acariciava a cabeça dele e empurrava ele mais pra perto de mim; ele é um expert. Ele se levantou do chão, ficou na minha frente, abriu o cinto e baixou a calça. Passei a mão na pica dele por cima da cueca e, quando puxei pra baixo, percebi que ele tinha uma pica linda; grossa e mais comprida que a do meu marido. Dei uns beijinhos e depois enfiei ela toda na boca. Chupei ele por uns 5 minutos até sentir que ele começava a babar; parei de chupar a pica dele e falei: já tá pronta.
Levei ele pela mão até o sofá da frente, ele baixou a calça inteira e sentou. Eu levantei a saia e desci a meia-calça e a calcinha fio dental até os joelhos, sentei no pau do Mario de costas bem devagar, mas quando senti a cabeça dele dentro de mim, desci de uma vez só, enfiei tudo até o fundo e, sim, verdade seja dita, o dele é mais gostoso que o do meu marido. Eu mexia a cintura bem suave, fazendo círculos, ele levantou minha blusa e segurou meus peitos. Comecei a me mexer de um jeito mais agressivo; levantava e descia devagar, cada vez sentindo ele mais gostoso. Aumentei a velocidade e, quando estava quase gozando, ele apertou meus peitos bem forte e disse: vou gozar, vou gozar.
Foi tanta a minha excitação que gozamos juntos, algo que quase nunca acontece com meu marido. Fiquei sentada no pau dele até sentir que não tinha mais porra; depois me ajoelhei e, bem devagar, coloquei o pau dele na minha boca pra limpar; o esperma que sobrou fui engolindo aos poucos.
Levantei, me vesti como pude e agradeci com um beijo; foi aí que ele me confessou que a esposa dele não quis ir porque tem ciúmes de mim.

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