Me entregando pro Carlos

Arranco com outra história que desde o começo já fica quente e tarada, do jeito que meus leitores gostam.
Espero que vocês curtam muito.


NÃO ESQUEÇAM DE COMENTAR ELA


E SE VOCÊS ACHAREM LEGAL, DEIXEM ALGUM PONTO


ASSIM ELES INCENTIVAM A GENTE A CONTINUAR CONTANDO








OBRIGADO COMO SEMPRE POR LER MEUS CONTOS


















Já sei, tu acha que eu sou um otário, mas tá enganada.
Carlos, olha, eu não te entendo. Como você pode deixar a Susana te botar chifre?
Olha, isso pra mim é o de menos, eu não vejo ela, então sempre fico na dúvida e, sinceramente, não tô nem aí pro que ela faz quando tá sozinha.
Carlos, como assim não te importa? É a tua esposa, porra.
Isso eu já sei, mas eu não sou dono dela, ela tem as coisas dela e eu tenho as minhas, o importante é que nada disso nos afeta, também não é como se ela estivesse dando por aí todo dia, eu como ela direto e o mais importante é que ela sabe muito bem como me cuidar.
Carlos sim, você tem razão, mas ainda não tô te entendendo.
Você comeu ela? Pra mim parece que não, tenho certeza de que você tá afim dela.
Carlão, todo mundo quer comer a Susana, mano.
Mas ninguém comeu ela, a Susy é muito seletiva nessa parte.
Carlos sim, claro, além do mais a ideia de comer a mulher do teu amigo não é lá muito boa, depois não sei se ia conseguir olhar na tua cara de novo


Então você tá me pedindo permissão? Já te falei, não me incomoda, pode comer ela de boa, isso não mudaria nada. A Susana já deu em cima de você alguma vez?


Carlos, mil vezes otário, por acaso tu não vê como ela me trata?


Claro que vejo, com muito carinho.


Carlos, tu é cego, porra? Não tá vendo como ela fica mostrando as tetas pra mim? Toda vez que vou ver vocês, ela não para de exibir a bunda com essas saias curtas que nem sei como você deixa ela usar, mal cobrem o rabo dela.


Já te falei, come ela se for assim, faz ela feliz, o que você tá esperando


Carlos, cê tá aí? Olha que eu vou arrebentar essa sua buceta.


Por mim, ela que me rache no meio, Carlitos. Ela aguenta firme, com certeza. E se não aguentar, que se foda, isso é o que acontece com as putas, não é mesmo?


Carlos, quer ver como eu racho ela no meio?


Agora que você falou, pode ser bom, adoro essa ideia, com certeza você deve ter uma piroca enorme pra rachar ela no meio


Carlos, eu tenho sim, quer ver? Olha, o que você acha? Eu racho ela com isso ou não?


A puta da mãe, é uma rola tremenda essa, não sei o que faria com a bundinha minúscula dela, coitadinha.


Carlos, viu que gostosa que ela é? É maior que a sua, não é mesmo?


É uma rola divina e assim tá morta, nem imagino essa rola acordada


Carlos, faz uma punheta pra mim e ele acorda.


Para otário, eu não sou viado.


Carlos, vai lá, tira essa vontade.


Você quer me arrebentar a bunda.


Carlos, você quer que eu arrombe isso? Por que não deixa ele acordar na sua boca, vai, filho da puta, chupa um pouco aqui.


Tá bom, mas só um pouquinho.


Me ajoelhei na frente do meu amigo e coloquei a pica dele na minha boca, comecei a chupar o pau dele como dava, nunca tinha chupado um pau antes, tava muito quente, o Carlos segurou minha cabeça e guiou o boquete, não deixou eu parar de chupar a pica dele que já tava duríssima, aí ele me disse


Carlos, que bem que você faz issso, toma o leitinhooo aaaaah aaaaah engole tudinhooo aaaaah aaaaah aí está, não, não resiste, faz igualzinho sua mulher, continua chupando corno, continua chupando ou eu arrebento teu cu


Já tinha me soltado, não consegui evitar engolir toda a porra dele, que era pra caralho. Assim que ele me soltou, tirei minha boca da pica dele, senti nojo, queria cuspir, mas era inútil, já tinha engolido quase tudo. Não percebi nada até sentir o Carlos baixando minha calça.


Não, o que cê tá fazendo, não, sério que quer me comer? Não, por favor não faz isso, me solta, não, meu cu não, não, nãooo, vai me matar aiii aiii aiii


Já tava com a bunda lambuzada de saliva dela e os dedos dela já tinham me penetrado


Carlos, fica tranquilo, você vai sentir o mesmo que sua mulher vai sentir, você vai adorar ser corno, vai ver.


O pau dele começou a querer abrir meu cu, não dava pra acreditar, ele ia me comer do mesmo jeito que comia minha mulher. Lembrei que relaxar era o melhor e fiz isso, praticamente me entreguei, não tinha outra saída, tava vencido, totalmente vencido. A dor era tremenda, mas o prazer também era tremendo, sentir aquela pica enorme forçando pra entrar no meu cu, só queria que entrasse toda de uma vez, queria sentir o que minha esposa sente quando é comida e puta merda se eu senti. Mal entrou a cabeça, de uma só metida ele enfiou até o fundo e sem me dar trégua começou a cavalgar meu cu com o único objetivo de destruir ele. Minha piroca tava duríssima, a sensação era estranha, meu corpo adorava, me fazia tremer de satisfação apesar da vergonha que sentia junto com a dor. Foi aí que me entreguei, perdendo completamente toda a dignidade, não queria que acabasse, ficava louco sentindo aquele pau arrombando meu cu e por isso implorava pro Carlos não parar de arrombar meu cu. Quando finalmente encheu ele de porra, tirou o pau e foi pro banheiro, eu não conseguia acreditar como tinha perdido. Me sentia derrotado, vencido, um total perdedor e sabia muito bem que disso não se voltava jamais. Era patética a situação, ali estava eu com o cu bem arrombado depois de ter sido subjugado e humilhado, desejando ser comido de novo.


Carlos, vai pra casa, porra, que amanhã vou comer a Susana.


Não falei nada, obedeci em silêncio, saí da casa dela chorando.



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