Adoro que abusem de mim

Bom, sou a Casandra, da Cidade do México, tenho 38 anos e essa história eu carrego há uns 5 anos.

Antes de me casar, tive 4 parceiros: 2 namorados e 2 ficantes. A verdade é que o sexo com eles foi bom, não deixei de fazer nada. Depois conheci quem hoje é meu marido e pronto, casamos. E, bom, pra ele eu sou a primeira mulher. Praticamente vamos à missa uma vez por semana, duas vezes por semana na pastoral e ajudar os novos crentes na crisma. A gente é muito envolvido em várias coisas e temos um menino de 11 anos.

Há 5 anos, comecei com um desejo que me deixa mal até hoje: tenho vontade de ser abusada. Não quero que me entendam mal, não me imagino sendo assaltada ou algo assim, porque não sou louca. Mas sim que algum amigo ou alguém se aproveite de mim. Isso começou a crescer a ponto de eu não curtir mais o sexo com meu marido. Então procurei ajuda médica e conheci uma psicoterapeuta que começou a me ajudar. Aí entendi que sou muito cheia de complexos. Ela me fez várias perguntas sobre meus parceiros e, claramente, eles sempre me escondiam. Lembro que o primeiro se cansou de mim por eu ser muito possessiva, mas éramos moleques. E o segundo não contava pra ninguém que éramos um casal. Isso me deprimia tanto que o único jeito de ter afeto ou me sentir amada era com sexo e comida.

Quando conheci meu primeiro foda, o inesquecível, a gente transava 2 a 3 vezes por dia, todo santo dia. E o filho da puta me esfregava na cara, me usava como queria, e isso me excitava sem querer. Guardei isso dentro de mim. Eu gostava dele, mas ele só me queria pra foder. No final, ele conheceu uma mina e se juntou com ela, e eu fiquei destruída. Não demorou muito e conheci outro, e esse só me usava em todas as posições, mas era bruto e eu não gostava disso. Então terminei com ele quando conheci quem é meu marido hoje. Com ele foi tudo diferente, tinha amor e ele era muito bom, católico. Mas com o tempo, perdi a chama por ele e comecei a me sentir atraída por outros. No começo, a terapia... funcionei, mas ano passado no Natal, na bebedeira, um amigo nosso tava convidado em casa e ia dormir aqui. Meu marido se embebedou e eu não parava de pensar se nosso parceiro ia me comer ou não naquela noite. Então comecei a fingir que tava bêbada pra ver se pegava ele. Me sentia muito gostosa, mas tava com muito tesão. Por algum motivo, minha buceta pulsava, me senti muito cachorra. Sabia que era errado, mas precisava transar naquele momento. Pedi ajuda pra subir as escadas e, enquanto me carregava, porque achava que eu tava bêbada, ele ia passando a mão no meu cu mais do que devia. No fim, me deixou no quarto mais perto da escada, porque eu tava fingindo que tava bêbada. Sabia que era a única chance de transar de novo. Além disso, ele é mais novo, tem 28, e eu queria sentir alguém viril, forte, e me sentir usada pela última vez. No começo, ele me deixou lá e ia embora. Eu tava com um vestido curto e com certeza dava pra ver minha bunda, porque sentia ela gelada. No fim, ele não aguentou e começou a me tocar devagar. Quando viu que eu não reagia, puxou minha calcinha pro lado e começou a meter os dedos. Verdade seja dita, não curto dedos por causa das unhas, mas já tava rolando, e aí? Tava toda molhada, dava pra ouvir como água, parecia uma chinela molhada. Então entrou fácil, e ele subiu em cima de mim. Eu soltei um ar, por causa do peso dele, que não é tão magro. Ele tapou minha boca e começou a me comer por uns minutos que pareceram horas. Eu rebolava minha bunda e comecei a pedir pra ele parar, pra viver minha fantasia de que tava sendo forçada e fazer a inocente que não entendia nada. Me senti muito usada. Quando ele começou a pulsar dentro de mim, gozou e foi embora. Eu também comecei a gozar. Ele falou: "Velha" (porque é assim que me chama), "o que a gente fez?" Eu respondi: "Nada, não sei do que você tá falando." Ele disse: "Não, véi, vou dormir do lado. Te quero como irmã." E foi embora. Eu tava tão excitada que peguei meu vibrador e fui direto pro clitóris. Tive dois orgasmos. Tava destruída. No dia seguinte, tudo normal. Mas uns dias atrás, contei pro meu marido. Meu marido ficou bravo com ele, porque eu tava bêbada, mas ele... Disse que tava do mesmo jeito, bebum pra caralho, que nem percebeu. No fim, ficamos de boa como amigos. Meu marido é muito gente boa. E eu tava morrendo de culpa, mas tenho vergonha de contar pra ele meus gostos mais obscenos.

1 comentários - Adoro que abusem de mim

No es que quiera meterme pero sería bueno Q tu esposo sepa.tus fantasías. Yo con mi pareja trato de cumplir todos sus deseos sexuales por q me gusta q ella goze