aqui vai o final da história
Espero que vocês curtam muito.
desculpa pela demora
Os corno é assim memo.
A viagem de volta pra casa foi um tormento pro meu cu, tava com o rabo destruído. Chegamos em Ezeiza e lá estavam Pablo e Laura esperando, que nos levaram pro nosso apartamento. Eles ficaram pra jantar, e a Laura me ajudou a desfazer as malas.
Laura: E aí, comeu algum negão?
Eu: Três, sogrinha. Seu filho só me comeu duas vezes. Os negros me deixavam cheia demais.
Laura: Nossa, como te invejo.
Eu: Mas tenho outra pra te contar: não tô tomando a pílula, hahahaha.
Laura: Não me diga... E se você engravidou? Vai ter um filho negrinho, menina. O que você vai fazer?
Eu: O corno já sabe, sem problema. Além disso, tenho certeza que aqueles touros me engravidaram. Pode ter sido qualquer um dos três. No primeiro dia, tive cinco orgasmos, acredita?
Laura: Cinco orgasmos, puta que pariu! Te deixaram de cama, então.
Eu: E muito dolorida. Olha, o Oscarcito tem uma pica grande, mas esses negros ganhavam dele, pode crer.
Laura: Mas se o bebê nascer preto, o que você vai dizer pro Pablo?
Eu: No máximo vai sair moreno. E como ele não conhece meu pai, posso dizer que puxou a ele.
Laura: E o Oscarcito tá de acordo? Não acredito que meu bebê seja tão corno. Coitadinho.
Eu: Coitadinho nada. Ele curte muito os chifres. Fica tão feliz quando eu humilho ele, esquenta tanto que depois você não sabe como ele me fode quando eu conto.
Laura: Você contou pra ele que comeu três negros?
Eu: Sim, sogrinha! Você não sabe a felicidade que ele ficou, ainda mais quando eu disse que pra eles eu dei a bunda apertada.
Laura: O quê? Pra ele você não dá?
Eu: Muito raramente, sogrinha. Você tinha que ver como ele se masturba quando eu conto o que fizeram comigo. Tenho certeza que o Oscarcito é meio promíscuo.
Laura: Ah, não! Não me fala isso. Ele transando é muito bom. Por que você diz isso?
Eu: Porque corninhos como ele são sempre meio putinhos.
Laura: Espero que os negros não tenham comido ele também, coitadinho.
Eu: Por que isso te incomoda, se é o que ele gosta? Eu deixo ele ser feliz do jeito que quiser. Pra mim, o Oscarcito é o melhor homem do mundo.
Laura: É, fazer o quê... Saiu assim. Foda-se o moleque, o que posso fazer? Mas se pra ele tá bom, pra mim também tá.
Olha, não sei se dá pra chamar ele de viado, porque quando ele me come, também curte. Pra mim, o Oscarcito gosta de dar e receber, e pra dar, sobra, sogrinha.
Laura, isso eu já sei.
Não me diga que você também comeu ele?
Laura, claro que sim, foi meu castigo por ter comido o Jorge, minha filha.
E depois você comeu ele de novo?
Laura, quando ele quer, ele me come, e como me come, pelo amor de Deus. O que eu queria agora era ir pro Brasil.
Vai, Laura, eu te falo onde fui. Tem um massagista no hotel onde ficamos que é uma fera, você não pode perder.
Depois de voltar pra casa, nossa vida mudou. Meu corno voltou a trabalhar e eu fiquei sozinha. Como eu me entediava em casa, então falei pro Oscarcito que precisava fazer alguma coisa.
Oscar, me diz o que você quer fazer, que eu com certeza te ajudo.
E se eu disser que quero ser modelo?
Oscar: você pode ser o que quiser.
Quero ser modelo, mas pra isso tenho que ir pra academia. Quero ser a modelo mais puta de todas.
Oscar: e por que não atriz pornô? A gente podia ganhar muita grana.
Adoraria isso.
Oscar: você sabe que, pelo meu trabalho, posso te deixar muito famosa entre os homens.
Quero isso, amor. Você tem que comprar roupinhas novas pra mim e depois trazer eles.
Oscar: vou trazer um por um. Prepara teu cu, porque você vai arrecadar muito.
Isso sim, nada de usar camisinha. Você já sabe muito bem, eu quero sentir a pica quente, amor.
Oscar: eu também.
Assim começou minha vida de puta. Claro que não seria na nossa casa. Aluguei um apartamento, nada grande nem luxuoso, mas bem discreto. Foi assim que tive duas gestações que coroaram os grandes chifres do Oscarcito. Ele cuidava delas e fazia as coisas de casa enquanto eu comia os caras, mesmo grávida. Consegui clientes fixos, e o corno de vez em quando até me dava uma mão. Um deles, o Carlos, tinha uma fantasia pela qual pagaria muito bem: a de fazer de um corno um viado. Oscarcito já era viado, eu tinha que fazer alguma coisa pra realizar a fantasia do Carlitos, e me veio a ideia de que o Carlos humilhasse o corno, fazendo ele se vestir de mulher. O Carlos adorou a ideia, mas o safado foi além: a dele foi organizar um encontro com uns amigos e usar o Oscarcito pra animar a festa. E olha que ele conseguiu. Daquela noite em diante, meu corno deixou de ser homem pra sempre, se transformando numa mariquinha mais puta do que eu inclusive. A humilhação tinha pegado o corno de jeito, e o Carlos exercia isso muito bem sobre ele. O que mais fazia o Carlos gozar era qualquer coisa pra ter uma rola que o dominasse — e quando digo qualquer coisa, é exatamente isso. Assim as coisas foram: as meninas cresceram, o corno já não tinha mais espaço nas nossas vidas, a nova parceira dele era a rola. Eu, por outro lado, continuei com meu apartamento, algo que escondi das minhas filhas até que elas mesmas decidiram se envolver, tomando muitos cuidados. Eu não queria ser avó tão cedo. Via o corno de vez em quando; ele também não tinha se saído nada mal, e talvez por isso a gente se juntou de novo pra morar numa casa quinta que um dos seus amantes tinha deixado pra ele.
Espero que vocês curtam muito.
desculpa pela demora
Os corno é assim memo.
A viagem de volta pra casa foi um tormento pro meu cu, tava com o rabo destruído. Chegamos em Ezeiza e lá estavam Pablo e Laura esperando, que nos levaram pro nosso apartamento. Eles ficaram pra jantar, e a Laura me ajudou a desfazer as malas.
Laura: E aí, comeu algum negão?
Eu: Três, sogrinha. Seu filho só me comeu duas vezes. Os negros me deixavam cheia demais.
Laura: Nossa, como te invejo.
Eu: Mas tenho outra pra te contar: não tô tomando a pílula, hahahaha.
Laura: Não me diga... E se você engravidou? Vai ter um filho negrinho, menina. O que você vai fazer?
Eu: O corno já sabe, sem problema. Além disso, tenho certeza que aqueles touros me engravidaram. Pode ter sido qualquer um dos três. No primeiro dia, tive cinco orgasmos, acredita?
Laura: Cinco orgasmos, puta que pariu! Te deixaram de cama, então.
Eu: E muito dolorida. Olha, o Oscarcito tem uma pica grande, mas esses negros ganhavam dele, pode crer.
Laura: Mas se o bebê nascer preto, o que você vai dizer pro Pablo?
Eu: No máximo vai sair moreno. E como ele não conhece meu pai, posso dizer que puxou a ele.
Laura: E o Oscarcito tá de acordo? Não acredito que meu bebê seja tão corno. Coitadinho.
Eu: Coitadinho nada. Ele curte muito os chifres. Fica tão feliz quando eu humilho ele, esquenta tanto que depois você não sabe como ele me fode quando eu conto.
Laura: Você contou pra ele que comeu três negros?
Eu: Sim, sogrinha! Você não sabe a felicidade que ele ficou, ainda mais quando eu disse que pra eles eu dei a bunda apertada.
Laura: O quê? Pra ele você não dá?
Eu: Muito raramente, sogrinha. Você tinha que ver como ele se masturba quando eu conto o que fizeram comigo. Tenho certeza que o Oscarcito é meio promíscuo.
Laura: Ah, não! Não me fala isso. Ele transando é muito bom. Por que você diz isso?
Eu: Porque corninhos como ele são sempre meio putinhos.
Laura: Espero que os negros não tenham comido ele também, coitadinho.
Eu: Por que isso te incomoda, se é o que ele gosta? Eu deixo ele ser feliz do jeito que quiser. Pra mim, o Oscarcito é o melhor homem do mundo.
Laura: É, fazer o quê... Saiu assim. Foda-se o moleque, o que posso fazer? Mas se pra ele tá bom, pra mim também tá.
Olha, não sei se dá pra chamar ele de viado, porque quando ele me come, também curte. Pra mim, o Oscarcito gosta de dar e receber, e pra dar, sobra, sogrinha.
Laura, isso eu já sei.
Não me diga que você também comeu ele?
Laura, claro que sim, foi meu castigo por ter comido o Jorge, minha filha.
E depois você comeu ele de novo?
Laura, quando ele quer, ele me come, e como me come, pelo amor de Deus. O que eu queria agora era ir pro Brasil.
Vai, Laura, eu te falo onde fui. Tem um massagista no hotel onde ficamos que é uma fera, você não pode perder.
Depois de voltar pra casa, nossa vida mudou. Meu corno voltou a trabalhar e eu fiquei sozinha. Como eu me entediava em casa, então falei pro Oscarcito que precisava fazer alguma coisa.
Oscar, me diz o que você quer fazer, que eu com certeza te ajudo.
E se eu disser que quero ser modelo?
Oscar: você pode ser o que quiser.
Quero ser modelo, mas pra isso tenho que ir pra academia. Quero ser a modelo mais puta de todas.
Oscar: e por que não atriz pornô? A gente podia ganhar muita grana.
Adoraria isso.
Oscar: você sabe que, pelo meu trabalho, posso te deixar muito famosa entre os homens.
Quero isso, amor. Você tem que comprar roupinhas novas pra mim e depois trazer eles.
Oscar: vou trazer um por um. Prepara teu cu, porque você vai arrecadar muito.
Isso sim, nada de usar camisinha. Você já sabe muito bem, eu quero sentir a pica quente, amor.
Oscar: eu também.
Assim começou minha vida de puta. Claro que não seria na nossa casa. Aluguei um apartamento, nada grande nem luxuoso, mas bem discreto. Foi assim que tive duas gestações que coroaram os grandes chifres do Oscarcito. Ele cuidava delas e fazia as coisas de casa enquanto eu comia os caras, mesmo grávida. Consegui clientes fixos, e o corno de vez em quando até me dava uma mão. Um deles, o Carlos, tinha uma fantasia pela qual pagaria muito bem: a de fazer de um corno um viado. Oscarcito já era viado, eu tinha que fazer alguma coisa pra realizar a fantasia do Carlitos, e me veio a ideia de que o Carlos humilhasse o corno, fazendo ele se vestir de mulher. O Carlos adorou a ideia, mas o safado foi além: a dele foi organizar um encontro com uns amigos e usar o Oscarcito pra animar a festa. E olha que ele conseguiu. Daquela noite em diante, meu corno deixou de ser homem pra sempre, se transformando numa mariquinha mais puta do que eu inclusive. A humilhação tinha pegado o corno de jeito, e o Carlos exercia isso muito bem sobre ele. O que mais fazia o Carlos gozar era qualquer coisa pra ter uma rola que o dominasse — e quando digo qualquer coisa, é exatamente isso. Assim as coisas foram: as meninas cresceram, o corno já não tinha mais espaço nas nossas vidas, a nova parceira dele era a rola. Eu, por outro lado, continuei com meu apartamento, algo que escondi das minhas filhas até que elas mesmas decidiram se envolver, tomando muitos cuidados. Eu não queria ser avó tão cedo. Via o corno de vez em quando; ele também não tinha se saído nada mal, e talvez por isso a gente se juntou de novo pra morar numa casa quinta que um dos seus amantes tinha deixado pra ele.
2 comentários - puta por siempre
se vienen mas