Valeu pelos comentários e pela boa energia. Aqui vai a parte 2, se quiserem seguir o fio, isso começouaqui-----------------------------------------------------------------------------------------
Assim que ficamos sozinhos dentro do apartamento, continuamos nos pegando furiosamente. Agora a história parecia diferente. Mordi seus lábios enquanto ela passava as unhas nas minhas costas, fui deslizando minhas mãos por baixo do vestido dela, até encontrar uma pele macia como seda, uma bunda redonda, dura e empinada, adornada com uma calcinha fio-dental minúscula. As janelas que davam para uma pequena sacada estavam abertas, e o tesão de algum vizinho nos ver no meio daquela cena de infidelidade apaixonada só aumentava a excitação.
Desesperada, ela desabotoou minha calça, libertando meu pau da prisão, enquanto se ajoelhava para começar a chupá-lo como uma louca. Não demorei um segundo pra perceber que essa puta sabia muito bem o que estava fazendo. Não era só a química entre nós, mas uma vocação de vadia que agora transbordava pelos poros, mostrando quem ela realmente era. Ela deslizou a boca, lambendo e babando nas laterais do meu pau, pelos lados, por baixo, desde a base, alternando até a ponta, que ela enfiava na boca aos poucos, salivando como se fosse um pirulito. Minha cabeça estava nas nuvens. Ela reboleava sem parar, fazendo uma pressão suave com os lábios, indo a cada movimento mais fundo que o anterior, até engolir meu pau inteiro, batendo na garganta dela.
— Mmmm, que pau gostoso que você tem.
— Como você chupa bem, putinha.
Com uma mão, levantei o vestido dela até deixar quase como um top, pra acariciar aquela bunda linda com uma calcinha fio-dental preta bem enfiada, e depois dar uns bons tapas.
— Tava afim de você desde a primeira vez que você chegou em mim.
— E eu de você, garota. Desde aquele dia você me deixou com tesão... E sabia que ia te foder...
Eu tinha todo o cabelo dela agarrado na minha mão, e com total controle da cabeça dela, a obrigava a engolir tudo, dessa vez num ritmo mais violento, comendo a boca dela.
— Toma, engole tudo, sua putinha.
— Você gosta de chupar ele, né? Enquanto seu namorado trabalha, o passeador de cães te come?"
—*Aggg-aggg*... Sim, adoro!
Assim que conseguiu recuperar o fôlego, com os olhos lacrimejando e a boca escorrendo saliva misturada com precum, ela se abaixou pra lamber minhas bolas. Passava a língua e chupava cada uma enquanto com uma mão me masturbava e com a outra se tocava na buceta por cima da calcinha fio dental. Elas entravam suavemente na boca dela, chupando, mas sem força demais, o que era extremamente prazeroso pra mim. Quando terminou aquilo, sem pedir permissão, continuou com a boquinha mais pra baixo, e enquanto deslizava de joelhos debaixo de mim, começou a procurar meu cu com a língua. Se tem uma coisa que me quebra a cabeça, é uma gostosa que curte dar beijo grego. Apoiei meu pé esquerdo no braço do sofá perto da porta da entrada pra dar um acesso melhor, e ela ficou um tempão lambendo meu rabo enquanto me punhetava com uma mão e com a outra se segurava na minha perna. Essa mina era uma puta total, e eu tava igual um animal enlouquecido.
Assim que ela saiu dali de baixo, agarrei ela pelo pescoço e fiz ela se levantar. Puxei ela pra perto e nos beijamos desesperadamente. A adrenalina, os cheiros do sexo oral, a saliva, os beijos soltos — parecia um quadro do Pollock de fluidos e sensações pervertidas. Tirei o vestido dela como quem tira uma camiseta, deixando os peitinhos dela no ar. Terminei de tirar minha roupa, chupei e mordi o pescoço dela, agarrando com força as nádegas dela pra levantar e levar pro quarto.
—Vem. Vou te arrebentar toda na cama onde você dorme com o corno do teu namorado.
—Me come logo, não aguento mais.
—Aqui quem manda sou eu, gostosa.
Joguei ela na cama e abri as pernas dela... Me ajoelhei ao lado da cama e mergulhei pra lamber e chupar aquela pussy linda, toda depiladinha. Era um mar de fluido, com gosto de paraíso. Enfiei minha língua no fundo daquela pussy, tentando levar todo aquele néctar delicioso. "Ahh... Ahhhh... siiiim", gemeu a Lau. enquanto eu percorria toda a buceta dela com minha boca, chupando, lambendo, sugando o clitóris, enquanto minhas mãos deslizavam pelas coxas, barriga e peitos dela, acariciando, arranhando, apertando...
—Porra, como você chupa bem. Vou gozar.
Peguei um dos meus dedos e fui abrindo caminho entre os lábios dela, guiando até a parte de cima da caverna... até tocar aquela área áspera onde todo o potencial de prazer se concentra. Ela soltou um grito abafado, assustada, enquanto minha mão continuava marcando o ritmo suavemente, e minha boca mantinha um ataque incessante na buceta dela.
—Ahhhhhhhhhhh—ela gritou enquanto as ondas de prazer chegavam, e as pernas dela se fechavam na possessão do orgasmo.
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Em breve posto a 3ª parte
Assim que ficamos sozinhos dentro do apartamento, continuamos nos pegando furiosamente. Agora a história parecia diferente. Mordi seus lábios enquanto ela passava as unhas nas minhas costas, fui deslizando minhas mãos por baixo do vestido dela, até encontrar uma pele macia como seda, uma bunda redonda, dura e empinada, adornada com uma calcinha fio-dental minúscula. As janelas que davam para uma pequena sacada estavam abertas, e o tesão de algum vizinho nos ver no meio daquela cena de infidelidade apaixonada só aumentava a excitação.
Desesperada, ela desabotoou minha calça, libertando meu pau da prisão, enquanto se ajoelhava para começar a chupá-lo como uma louca. Não demorei um segundo pra perceber que essa puta sabia muito bem o que estava fazendo. Não era só a química entre nós, mas uma vocação de vadia que agora transbordava pelos poros, mostrando quem ela realmente era. Ela deslizou a boca, lambendo e babando nas laterais do meu pau, pelos lados, por baixo, desde a base, alternando até a ponta, que ela enfiava na boca aos poucos, salivando como se fosse um pirulito. Minha cabeça estava nas nuvens. Ela reboleava sem parar, fazendo uma pressão suave com os lábios, indo a cada movimento mais fundo que o anterior, até engolir meu pau inteiro, batendo na garganta dela.
— Mmmm, que pau gostoso que você tem.
— Como você chupa bem, putinha.
Com uma mão, levantei o vestido dela até deixar quase como um top, pra acariciar aquela bunda linda com uma calcinha fio-dental preta bem enfiada, e depois dar uns bons tapas.
— Tava afim de você desde a primeira vez que você chegou em mim.
— E eu de você, garota. Desde aquele dia você me deixou com tesão... E sabia que ia te foder...
Eu tinha todo o cabelo dela agarrado na minha mão, e com total controle da cabeça dela, a obrigava a engolir tudo, dessa vez num ritmo mais violento, comendo a boca dela.
— Toma, engole tudo, sua putinha.
— Você gosta de chupar ele, né? Enquanto seu namorado trabalha, o passeador de cães te come?"
—*Aggg-aggg*... Sim, adoro!
Assim que conseguiu recuperar o fôlego, com os olhos lacrimejando e a boca escorrendo saliva misturada com precum, ela se abaixou pra lamber minhas bolas. Passava a língua e chupava cada uma enquanto com uma mão me masturbava e com a outra se tocava na buceta por cima da calcinha fio dental. Elas entravam suavemente na boca dela, chupando, mas sem força demais, o que era extremamente prazeroso pra mim. Quando terminou aquilo, sem pedir permissão, continuou com a boquinha mais pra baixo, e enquanto deslizava de joelhos debaixo de mim, começou a procurar meu cu com a língua. Se tem uma coisa que me quebra a cabeça, é uma gostosa que curte dar beijo grego. Apoiei meu pé esquerdo no braço do sofá perto da porta da entrada pra dar um acesso melhor, e ela ficou um tempão lambendo meu rabo enquanto me punhetava com uma mão e com a outra se segurava na minha perna. Essa mina era uma puta total, e eu tava igual um animal enlouquecido.
Assim que ela saiu dali de baixo, agarrei ela pelo pescoço e fiz ela se levantar. Puxei ela pra perto e nos beijamos desesperadamente. A adrenalina, os cheiros do sexo oral, a saliva, os beijos soltos — parecia um quadro do Pollock de fluidos e sensações pervertidas. Tirei o vestido dela como quem tira uma camiseta, deixando os peitinhos dela no ar. Terminei de tirar minha roupa, chupei e mordi o pescoço dela, agarrando com força as nádegas dela pra levantar e levar pro quarto.
—Vem. Vou te arrebentar toda na cama onde você dorme com o corno do teu namorado.
—Me come logo, não aguento mais.
—Aqui quem manda sou eu, gostosa.
Joguei ela na cama e abri as pernas dela... Me ajoelhei ao lado da cama e mergulhei pra lamber e chupar aquela pussy linda, toda depiladinha. Era um mar de fluido, com gosto de paraíso. Enfiei minha língua no fundo daquela pussy, tentando levar todo aquele néctar delicioso. "Ahh... Ahhhh... siiiim", gemeu a Lau. enquanto eu percorria toda a buceta dela com minha boca, chupando, lambendo, sugando o clitóris, enquanto minhas mãos deslizavam pelas coxas, barriga e peitos dela, acariciando, arranhando, apertando...
—Porra, como você chupa bem. Vou gozar.
Peguei um dos meus dedos e fui abrindo caminho entre os lábios dela, guiando até a parte de cima da caverna... até tocar aquela área áspera onde todo o potencial de prazer se concentra. Ela soltou um grito abafado, assustada, enquanto minha mão continuava marcando o ritmo suavemente, e minha boca mantinha um ataque incessante na buceta dela.
—Ahhhhhhhhhhh—ela gritou enquanto as ondas de prazer chegavam, e as pernas dela se fechavam na possessão do orgasmo.
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Em breve posto a 3ª parte
4 comentários - O passeador de cadelas: A cliente pt 2