O que estava feito, estava feito. Yes tinha tirado um peso das costas ao confessar na lata o que estava vivendo com Dom José, aproveitando pra deixar claro que não pretendia ficar de lado e que precisava do meu consentimento, não como uma permissão pra agir, mas como um acordo de casal que permitisse fazer sem cobranças nem consequências. Dava pra ver que ela tava mais solta, mais segura, já não escondia o que rolava no dia a dia dela. Na maioria dos dias, ela via Dom José, fosse de manhã ou de noite, ele passava pra buscá-la no trabalho ou simplesmente ficava na rua esperando só pra vê-la. Do jeito que fosse, quando chegava em casa, ela me contava tudo com um sorrisinho safado.
Isso pode soar familiar pra quem já viveu uma experiência parecida. O jeito que Yes falava de Dom José deixava claro que ele já não era indiferente pra ela. Não se limitava a contar as cantadas ou os duplos sentidos, mas me atualizava sobre as conversas comuns deles. Ela tava conhecendo ele mais a fundo, ele contava sobre a vida dele, a juventude, o casamento, os filhos, o trabalho, os vacilos e até as amantes. Ela começava a enxergar o homem que Dom José era, deixando de vê-lo só como um vizinho encrenqueiro. No começo, me incomodava ouvi-la falar dele, mas com o tempo e depois de escutar as histórias na voz da minha esposa, ter o nome dele na mesa virou rotina.
Yes também não perdia chance de me lembrar que eu precisava dar uma resposta. O assunto não tava encerrado. Ela tinha se segurado de ter outro encontro com ele por respeito a mim e pra me dar tempo de pensar, mas tudo tem limite e ela precisava da minha resposta, senão ia aplicar a lei de "quem cala, consente". De certa forma, ela também tava usando o sexo a favor dela. Caprichava na produção, se arrumava pra ficar o mais gostosa possível, saía todo dia decidida a seduzir ele um pouco mais. Pelas experiências dela, ela tava sempre no fogo. Mas quando chegava em casa, se comportava normal e fazia de tudo pra não transarmos, e quando rolava, era a coisa mais sem graça, sem emoção, expressão facial contida, e os orgasmos dela também.
Ela me deixava entre a espada e a parede. Podia ser minha esposa, mas mulher, no fim das contas, quando fica com uma obsessão na cabeça, não tem nada que segure. Chegava no fim de março, entrando a primavera, Seu José continuava fazendo visitas lá embaixo. Quando isso acontecia, a Yes se masturbava de noite e já não ligava se eu percebia ou não. Se era por causa da estação ou da abstinência, a Yes tava mais sensível que o normal. Eu também não aguentava mais de tesão, queria aproveitar o fogo dela, mesmo que eu não fosse o motivo. Numa dessas noites, quando lá embaixo tavam no auge e a Yes aliviava a vontade com os dedos, criei coragem e toquei nela. Ela me parou por um instante, mas eu falei pra ela se acalmar e me deixar fazer. Toquei com suavidade, passei a mão nos peitos dela e desci pela barriga, cheguei na entrada da buceta dela e na hora senti o calor e a umidade. Passei os dedos nas dobras sem invadir por dentro, fiz ela sofrer um pouco, mas já tava demais pra ela, então enfiei os dedos devagar, eles entraram fácil, e ela foi parando de resistir.
Ficamos atentos ao que se ouvia lá embaixo, quase no ritmo dos gemidos da minha tia, eu enfiava os dedos, como se seguisse o compasso deles. A Yes entrou no jogo, então acelerou a respiração. Eu aproximei meu rosto do dela pra falar, ela pensando que eu queria algo mais, colocou a mão na frente de novo. Tirei a mão dela e, cara a cara, falei: "Fica tranquila, curte o jogo." Continuei estimulando ela com movimentos suaves, mas constantes, sempre cuidando pra manter a harmonia com os sons lá de baixo. A Yes curtia junto, conforme os gritos lá embaixo aumentavam, ela ficava mais lubrificada. Logo meus dedos entravam e saíam com facilidade. até que comecei a sentir um espasmo na parede da buceta dela, "deixa sair", ela levantou o quadril e quando sentia que ia sair, segurava.
Fiquei assim por uns momentos, ela não queria soltar, talvez por não querer molhar os lençóis ou por vergonha do jogo, soube que tinha que ajudá-la a gozar, então coloquei nos lençóis as palavras que me condenariam, "relaxa, só deixa sair", ela se tensionou de novo, "não pensa em nada", fechou os olhos, "você sente ele dentro de você?", ela assentiu com a cabeça, "sente como entra e sai?", entre os dentes respondeu que sim, "você gosta de sentir... a pica do Dom José?" Agora sim, o espasmo não demorou e veio acompanhado do líquido saindo de dentro dela, foi abundante, molhou minhas mãos e os lençóis, mas não parei, continuei o movimento tocando o ponto dela, continuei, "você gosta como a pica dele entra, você gostaria de sentir ela de novo?", ela se queixava enquanto levantava mais o quadril tentando acompanhar meus movimentos, "você quer ser a putinha dele, quer transar com ele de novo?", ela gozou de novo, a vontade acumulada estava fazendo efeito.
Mas lá embaixo também chegava ao fim, ouviam-se gritos mais altos e acelerados, de repente houve um grito em uníssono e o silêncio se fez, Yes com a respiração ofegante também parou os movimentos, tirei meus dedos de dentro dela e me deitei, ela se ajeitou de novo e se deitou ao meu lado, depois de recuperar o fôlego se aproximou de mim, como se quisesse me retribuir o favor, agora fui eu quem a parou.
K: espera,
Y: o quê?, você não quer fazer?
K: não assim
Y: então como?
K: primeiro a gente precisa conversar sobre o que vem acontecendo
Y: não tem o que conversar
K: claro que tem, você tem andado distante
Y: você sabe, é só uma fase ruim, um pouco de estresse, nada pra se preocupar
K: não, tem algo mais acontecendo e você sabe do que estou falando
Y: do que você tá falando?
K: do que tem nos lençóis
Y: era só um jogo
K: isso já passou dos limites de um jogo, você realmente deseja tanto assim?
Y: ok Se é isso que você quer, vamos falar do Dom José.
Ele se aproximou de mim, mas ficou meio séria.
E: gostei desse jogo, só que...
K: O quê?
E: você não devia mais usar o Dom José pra brincar
K: é só um jogo
E: você não vai gostar aonde esse jogo pode nos levar, já conversamos sobre isso e acho que você não concorda
K: uma coisa é fazer de verdade, outra é o jogo, não precisa ser um problema
E: é sim, ainda mais quando...
K: quando o quê?
E: eu tive que me afastar um pouco dele, ele já me pediu pra ser tipo namorada dele, mas como não tenho resposta sua, decidi que o melhor é evitar
K: você fala como se fosse algo chato pra você
E: sendo sincera, quanto mais tempo passo com o Dom José, mais vontade tenho de ficar com ele de novo, mas sou sua esposa, não quero problemas com você, me afastar foi o mais sensato, mas como mulher, tá me custando muito
K: e eu tenho que te entender?
E: o que peço é que a gente não fale mais disso, toda vez que a gente fantasia com ele, eu curto e sei que você também, mas tá ficando perigoso
K: é como se você estivesse com tesão por ele?
E: algo assim, é só olhar os lençóis, é assim que fico só de pensar em estar com ele, tô tentando deixar isso de lado, você mencionar só enfia isso na minha cabeça cada vez mais
Eu fiz o que ela pediu, olhei os lençóis, toquei e senti como estavam molhados, veio na mente o que tinha rolado entre eles, me perguntei se ela tinha curtido tanto a ponto de dar nisso, enquanto me perdia nos pensamentos, notei que tava com uma ereção daquelas, me excitava muito o que passava na minha cabeça, mas mais ainda saber que minha esposa queria tanto ficar com ele, o que ela tava confessando não era pouca coisa, era um desejo genuíno de mulher, ela lutava pra segurar isso pelo bem do relacionamento, mesmo que no fundo me incomodasse o que ela sentia, na minha ereção eu soube que também me excitava.
Olhei nos olhos dela por um momento, segurei o rosto dela. e a beijei com ternura, agora sim ela correspondeu ao beijo, primeiro foi um longo, seguido por uma série de beijos menores, daqueles que namorados novatos dão, entre esses beijos eu falei.
K: tá bom
Y: vai parar de mencionar isso?
K: não é a isso que me refiro
Y: então a que você se refere?
K: tá bom, pode fazer
Y: sério?
K: sim, você tem minha aprovação
Ela pegou meu pau com a mão, me acariciando e começando um movimento suave, do mesmo jeito que eu tinha feito antes, se aproximou do meu rosto e, com a voz de uma gatinha, começou a falar.
Y: preciso que você fale exatamente como é
K: …
Y: me diz, a que você se refere?
K: aceito que você vá com ele
Y: com quem?
K: com o vizinho
Y: fala o nome dele
K: com seu José
Y: então, você aceita?
K: sim
Y: tem certeza?
K: acho que sim
Y: não, sem dúvidas
K: aceito que você transe com seu José
Y: não é isso que você tem que dizer
K: então o quê?
Y: o que seu José me pediu
K: …
Y: vamos, me pede
K: quero que você seja namorada do seu José e trate ele como tal
Y: tá bom, amor, aceito, vou ser namorada do seu José e você vai ser meu marido corno
K: obrigado, amor
Minha gozada foi forte, a situação me deixou muito excitado, então não consegui controlar a intensidade, mas diria que aproveitei muito, ela ficou do meu lado e continuamos aqueles beijos cheios de ternura e paixão, quando nos acalmamos um pouco, ela se preparou pra dormir, já deitada só me olhou e quando tentou me dizer algo, eu parei e falei:
K: é sério, pode fazer como quiser, só tenho algumas condições
Y: o quê?
K: quero saber tudo que vocês fazem
Y: tá bom, vou te contar
K: e se possível, quero participar
Y: acho que ele não vai aceitar você estar presente, nem acho que eu possa contar que você sabe
K: eu sei, você vai ter que sair sozinha, mas quero dizer que me inclua no jogo
Y: de que jeito?
K: não sei, coisas como deixar eu escolher sua roupa
Y: sim, acho que pode me ajudar com isso, mais alguma coisa?
K: bom, sei que não posso estar presente, mas talvez você pudesse…
Y: pudesse o quê?
K: uma videochamada ou algo assim
Y: bom, se eu puder, vou fazer. Então, é um trato?
K: é um trato
Agora sim, era fato consumado. As coisas tinham chegado até ali sem que eu percebesse, a fantasia tinha ultrapassado os limites e estava alcançando um ponto sem volta. Embora já tivéssemos experiência com cuckold, o acordo feito antes tinha ido pro caralho. Eu já não conseguia mais controlar a situação. No melhor dos casos, a Yes ia assumir o controle; no pior, o Dom José. Os medos aumentaram. Se questões como eu estar presente e acompanhar ela estavam sendo deixadas de lado, o que mais poderiam ignorar? Até onde o desejo poderia levar a Yes?
As ações da Yes não demoraram mais. De manhã, ela se levantou pra tomar banho e me pediu algo bem específico: que eu escolhesse a roupa que ela usaria naquele dia. Abri o guarda-roupa e peguei um vestido verde, combinado com um cinto preto e sandálias bege. Quando ela saiu, sorriu da minha escolha, mas lembrou que ainda faltava a roupa íntima, “por via das dúvidas”. Só escolhi uma calcinha fio dental preta. Na parte de cima, pedi pra ela não usar nada, porque o vestido ficava melhor com os ombros de fora. Ela terminou de arrumar o cabelo e se maquiar, se despediu de mim e saiu. Eu subi pra ver do alto do prédio. De fato, a caminhonete do Dom José buzinou e ela entrou.
Fiz minha rotina de trabalho, mas no emprego não conseguia parar de pensar no que estaria rolando. Ficava olhando o celular toda hora, esperando receber uma mensagem dela, mas o tempo passava e nada. Chegou a hora do almoço, fiquei tentado a ligar pra ela, mas algo dentro de mim dizia que, se algo estivesse acontecendo, era melhor não interromper. Lá pelas 5 da tarde, recebi uma mensagem. Era só um “tudo bem, não se preocupa”, seguido de um emoji de coração. Às 6, saí do trabalho e fui direto pra casa. Quando cheguei… a rua já tinha a caminhonete do Dom José no lugar de sempre, entrei em casa e a Yes ainda não tinha chegado, nesse momento decidi ligar pra ela, mas ela justamente estava entrando no prédio.
Quando chegou, me cumprimentou normal, tinha trazido sushi pra jantar, sentamos e ela me contou sobre o dia dela, tava muito animada, sorrindo, sem dúvida o dia dela tinha sido bom, não demorou muito pra eu tocar no assunto, tava impaciente pra saber o que tinha rolado. De manhã ela encontrou o Dom José, dias atrás não tinha ido com ele, então deu uma explicação se justificando que tinha que levar equipamento de trabalho e a própria empresa pagava o táxi, mas que já tinha terminado com isso e podia continuar levando ela pro trabalho, ele aceitou de boa, então seguiram caminho, não sem antes ele dizer como ela tava linda.
De novo no caminho, colocaram o papo em dia, coisas sobre o trabalho da Yes e os problemas com a esposa do Dom José por causa das ausências constantes dele, quase no final do trajeto ele disse que ia ficar ausente quinze dias porque ia com a esposa resolver uns assuntos na cidade natal dela, ela ficou meio chateada, pensava que iam se ver com mais frequência e agora ele não ia estar disponível. Ele disse que ia embora no fim da tarde, então a Yes pediu pra ele passar lá pra vê-la à tarde, mesmo que fosse só pra comer, e o Dom José aceitou, mas a Yes teve outra ideia, pediu pra sair mais cedo do trabalho, então teve que se virar e terminar os pendentes pra ter a tarde livre, por isso não falou comigo, às 2 da tarde saiu e, de fato, já tavam esperando ela.
A Yes convidou ele pra tomar uma cerveja num restaurante-bar, com o tempo apertado o Dom José aceitou, depois de comer e umas duas doses pagaram a conta e ele se preparou pra levar ela de volta ao trabalho, no meio do caminho a Yes pediu pra ele levar ela pra imprimir um documento num lugar perto, ele aceitou de novo e ela foi indicando o caminho. O Dom José reconheceu a rota até o lugar de sempre onde tinham parado outras vezes quando saíam pra farra, estacionou num lugar com pouca gente, ela se preparou pra descer, mas ele segurou o braço dela e puxou de volta, aproximando-a e beijando-a na boca.
DJ: para de brincar comigo
Y: o que você vai fazer a respeito?
DJ: te dar o que você veio buscar
Agora ela tinha o que estava procurando, subiu em cima dele e correspondeu ao beijo. Com o vestido que ela usava, facilitou o trabalho pra Don José, sem muita enrolação ele penetrou ela naquela posição, enroscou o vestido e deixou na cintura dela. Com as duas mãos, pegou as nádegas dela e puxava mais perto a cada empurrão da pica dele, enquanto aproveitava que os peitos dela estavam na altura da boca dele, então chupava e mordia os bicos dos peitos dela. Logo veio o orgasmo, Yes recebeu o esperma quente de Don José lá dentro. Foi algo rápido, mas satisfatório pros dois. Ela ficou um tempinho em cima dele, a pica dele ficou mole e escorregou pra fora dela. Yes subiu o vestido de novo e sentou no banco do carona. Don José ligou a caminhonete e arrancou rumo ao trabalho dela pra deixá-la, enquanto isso ela terminava de se arrumar. Quando percebeu pra onde ele tava indo, falou:
Y: cê vai pra onde?
DJ: pro seu trabalho, ué, já passou da hora
Y: fica tranquilo, não preciso voltar hoje
DJ: não vai se meter em encrenca?
Y: não, já tinha avisado
DJ: então já tinha planejado tudo?
Y: digamos que mais ou menos
DJ: então, onde te deixo agora?
Y: cê não vai me acompanhar o resto da tarde?
DJ: não, já tô atrasado, preciso preparar umas coisas pra viagem, só vim porque desconfiava que algo assim podia rolar
Y: e eu que queria ter a tarde toda
DJ: calma, putinha, quando eu voltar a gente vai ter tempo de sobra pra se acertar
Y: sei não, o que te faz pensar que vou te esperar?
DJ: vai sim, putinha, você vai vir porque precisa de sexo e porque eu tô mandando
Y: tá bom, já entendi, só tava brincando
DJ: vou brincar com você sim garotinha
Y: por enquanto, só me deixa numa praça perto
Seu José deixou ela e se despediu dando uma palmada na bunda dela, descendo ela da caminhonete como se tivesse largando uma puta que acabou de contratar. Ela foi ao banheiro do lugar e terminou de se limpar, passeou pela praça e passou pra jantar antes de voltar pra casa. Prestando atenção no que ela me contava, eu tava com uma ereção considerável. Na verdade, só bastou um sim da minha parte pra ela se entregar na hora pra ele. Levantei ela e beijei com paixão, ela correspondeu. Levei ela pro quarto e comecei a devorar o corpo dela. Cheirava a suor e sexo. Coloquei o vestido nela do mesmo jeito que o amante tinha feito antes e mandei ela me fazer um boquete.
Y: caramba, vejo que você tá excitado
K: sim, o que você me contou me deixou muito tesudo
Y: surpreso com o que aconteceu hoje?
K: nem tanto, imagino que você já tava esperando isso há um tempo
Y: sim, esperei muito, já tava precisando
K: agora você vai ter que esperar um pouco mais
Y: isso vai ser um horror, quinze dias sem sexo
K: quinze dias sem ficar com ele
Y: bom, talvez não venha ao caso
K: como assim?
Y: bom, é que ele me pediu mais uma coisa antes de ir
K: algo como o quê?
Y: não é grande coisa, mas preciso do seu apoio
K: quão ruim pode ser?
Y: não muito, ele pediu pra eu mandar fotos e vídeos me masturbando enquanto ele volta
K: por acaso você quer que eu tire as fotos?
Y: claro que não, ia notar que alguém tá gravando
K: então onde eu entro nisso?
Y: é que… ele pediu pra eu me masturbar… e não transar com ninguém nesses quinze dias, e isso inclui você
K: ele é louco!, quem ele pensa que é?
Y: quem ele pensa que é?! bom… meu macho, então é melhor você se tocar de uma vez, “cuck”
Continuei fazendo um boquete que, com toda a excitação vinda das palavras dela, me fez gozar pra caralho. Ela deixou meu gozo entrar na boca dela e, como uma profissional, engoliu tudo. Subiu em cima das minhas pernas, me olhando de frente.
Y: é isso que você queria, cuck?, gosta de me ver transformada numa Piranha, é assim que ele me chama?
K: sim, meu amor, adoro o quanto você é piranha
Y: que bom, porque vou ficar cada vez mais gostosa
K: tá bem, meu amor, pode fazer o que quiser
Y: então vem e me come
K: não, meu amor
Y: você não quer?
K: quero sim, mas o Dom José falou que não, desculpa, seu macho falou que não
Isso pode soar familiar pra quem já viveu uma experiência parecida. O jeito que Yes falava de Dom José deixava claro que ele já não era indiferente pra ela. Não se limitava a contar as cantadas ou os duplos sentidos, mas me atualizava sobre as conversas comuns deles. Ela tava conhecendo ele mais a fundo, ele contava sobre a vida dele, a juventude, o casamento, os filhos, o trabalho, os vacilos e até as amantes. Ela começava a enxergar o homem que Dom José era, deixando de vê-lo só como um vizinho encrenqueiro. No começo, me incomodava ouvi-la falar dele, mas com o tempo e depois de escutar as histórias na voz da minha esposa, ter o nome dele na mesa virou rotina.
Yes também não perdia chance de me lembrar que eu precisava dar uma resposta. O assunto não tava encerrado. Ela tinha se segurado de ter outro encontro com ele por respeito a mim e pra me dar tempo de pensar, mas tudo tem limite e ela precisava da minha resposta, senão ia aplicar a lei de "quem cala, consente". De certa forma, ela também tava usando o sexo a favor dela. Caprichava na produção, se arrumava pra ficar o mais gostosa possível, saía todo dia decidida a seduzir ele um pouco mais. Pelas experiências dela, ela tava sempre no fogo. Mas quando chegava em casa, se comportava normal e fazia de tudo pra não transarmos, e quando rolava, era a coisa mais sem graça, sem emoção, expressão facial contida, e os orgasmos dela também.
Ela me deixava entre a espada e a parede. Podia ser minha esposa, mas mulher, no fim das contas, quando fica com uma obsessão na cabeça, não tem nada que segure. Chegava no fim de março, entrando a primavera, Seu José continuava fazendo visitas lá embaixo. Quando isso acontecia, a Yes se masturbava de noite e já não ligava se eu percebia ou não. Se era por causa da estação ou da abstinência, a Yes tava mais sensível que o normal. Eu também não aguentava mais de tesão, queria aproveitar o fogo dela, mesmo que eu não fosse o motivo. Numa dessas noites, quando lá embaixo tavam no auge e a Yes aliviava a vontade com os dedos, criei coragem e toquei nela. Ela me parou por um instante, mas eu falei pra ela se acalmar e me deixar fazer. Toquei com suavidade, passei a mão nos peitos dela e desci pela barriga, cheguei na entrada da buceta dela e na hora senti o calor e a umidade. Passei os dedos nas dobras sem invadir por dentro, fiz ela sofrer um pouco, mas já tava demais pra ela, então enfiei os dedos devagar, eles entraram fácil, e ela foi parando de resistir.
Ficamos atentos ao que se ouvia lá embaixo, quase no ritmo dos gemidos da minha tia, eu enfiava os dedos, como se seguisse o compasso deles. A Yes entrou no jogo, então acelerou a respiração. Eu aproximei meu rosto do dela pra falar, ela pensando que eu queria algo mais, colocou a mão na frente de novo. Tirei a mão dela e, cara a cara, falei: "Fica tranquila, curte o jogo." Continuei estimulando ela com movimentos suaves, mas constantes, sempre cuidando pra manter a harmonia com os sons lá de baixo. A Yes curtia junto, conforme os gritos lá embaixo aumentavam, ela ficava mais lubrificada. Logo meus dedos entravam e saíam com facilidade. até que comecei a sentir um espasmo na parede da buceta dela, "deixa sair", ela levantou o quadril e quando sentia que ia sair, segurava.
Fiquei assim por uns momentos, ela não queria soltar, talvez por não querer molhar os lençóis ou por vergonha do jogo, soube que tinha que ajudá-la a gozar, então coloquei nos lençóis as palavras que me condenariam, "relaxa, só deixa sair", ela se tensionou de novo, "não pensa em nada", fechou os olhos, "você sente ele dentro de você?", ela assentiu com a cabeça, "sente como entra e sai?", entre os dentes respondeu que sim, "você gosta de sentir... a pica do Dom José?" Agora sim, o espasmo não demorou e veio acompanhado do líquido saindo de dentro dela, foi abundante, molhou minhas mãos e os lençóis, mas não parei, continuei o movimento tocando o ponto dela, continuei, "você gosta como a pica dele entra, você gostaria de sentir ela de novo?", ela se queixava enquanto levantava mais o quadril tentando acompanhar meus movimentos, "você quer ser a putinha dele, quer transar com ele de novo?", ela gozou de novo, a vontade acumulada estava fazendo efeito.
Mas lá embaixo também chegava ao fim, ouviam-se gritos mais altos e acelerados, de repente houve um grito em uníssono e o silêncio se fez, Yes com a respiração ofegante também parou os movimentos, tirei meus dedos de dentro dela e me deitei, ela se ajeitou de novo e se deitou ao meu lado, depois de recuperar o fôlego se aproximou de mim, como se quisesse me retribuir o favor, agora fui eu quem a parou.
K: espera,
Y: o quê?, você não quer fazer?
K: não assim
Y: então como?
K: primeiro a gente precisa conversar sobre o que vem acontecendo
Y: não tem o que conversar
K: claro que tem, você tem andado distante
Y: você sabe, é só uma fase ruim, um pouco de estresse, nada pra se preocupar
K: não, tem algo mais acontecendo e você sabe do que estou falando
Y: do que você tá falando?
K: do que tem nos lençóis
Y: era só um jogo
K: isso já passou dos limites de um jogo, você realmente deseja tanto assim?
Y: ok Se é isso que você quer, vamos falar do Dom José.
Ele se aproximou de mim, mas ficou meio séria.
E: gostei desse jogo, só que...
K: O quê?
E: você não devia mais usar o Dom José pra brincar
K: é só um jogo
E: você não vai gostar aonde esse jogo pode nos levar, já conversamos sobre isso e acho que você não concorda
K: uma coisa é fazer de verdade, outra é o jogo, não precisa ser um problema
E: é sim, ainda mais quando...
K: quando o quê?
E: eu tive que me afastar um pouco dele, ele já me pediu pra ser tipo namorada dele, mas como não tenho resposta sua, decidi que o melhor é evitar
K: você fala como se fosse algo chato pra você
E: sendo sincera, quanto mais tempo passo com o Dom José, mais vontade tenho de ficar com ele de novo, mas sou sua esposa, não quero problemas com você, me afastar foi o mais sensato, mas como mulher, tá me custando muito
K: e eu tenho que te entender?
E: o que peço é que a gente não fale mais disso, toda vez que a gente fantasia com ele, eu curto e sei que você também, mas tá ficando perigoso
K: é como se você estivesse com tesão por ele?
E: algo assim, é só olhar os lençóis, é assim que fico só de pensar em estar com ele, tô tentando deixar isso de lado, você mencionar só enfia isso na minha cabeça cada vez mais
Eu fiz o que ela pediu, olhei os lençóis, toquei e senti como estavam molhados, veio na mente o que tinha rolado entre eles, me perguntei se ela tinha curtido tanto a ponto de dar nisso, enquanto me perdia nos pensamentos, notei que tava com uma ereção daquelas, me excitava muito o que passava na minha cabeça, mas mais ainda saber que minha esposa queria tanto ficar com ele, o que ela tava confessando não era pouca coisa, era um desejo genuíno de mulher, ela lutava pra segurar isso pelo bem do relacionamento, mesmo que no fundo me incomodasse o que ela sentia, na minha ereção eu soube que também me excitava.
Olhei nos olhos dela por um momento, segurei o rosto dela. e a beijei com ternura, agora sim ela correspondeu ao beijo, primeiro foi um longo, seguido por uma série de beijos menores, daqueles que namorados novatos dão, entre esses beijos eu falei.
K: tá bom
Y: vai parar de mencionar isso?
K: não é a isso que me refiro
Y: então a que você se refere?
K: tá bom, pode fazer
Y: sério?
K: sim, você tem minha aprovação
Ela pegou meu pau com a mão, me acariciando e começando um movimento suave, do mesmo jeito que eu tinha feito antes, se aproximou do meu rosto e, com a voz de uma gatinha, começou a falar.
Y: preciso que você fale exatamente como é
K: …
Y: me diz, a que você se refere?
K: aceito que você vá com ele
Y: com quem?
K: com o vizinho
Y: fala o nome dele
K: com seu José
Y: então, você aceita?
K: sim
Y: tem certeza?
K: acho que sim
Y: não, sem dúvidas
K: aceito que você transe com seu José
Y: não é isso que você tem que dizer
K: então o quê?
Y: o que seu José me pediu
K: …
Y: vamos, me pede
K: quero que você seja namorada do seu José e trate ele como tal
Y: tá bom, amor, aceito, vou ser namorada do seu José e você vai ser meu marido corno
K: obrigado, amor
Minha gozada foi forte, a situação me deixou muito excitado, então não consegui controlar a intensidade, mas diria que aproveitei muito, ela ficou do meu lado e continuamos aqueles beijos cheios de ternura e paixão, quando nos acalmamos um pouco, ela se preparou pra dormir, já deitada só me olhou e quando tentou me dizer algo, eu parei e falei:
K: é sério, pode fazer como quiser, só tenho algumas condições
Y: o quê?
K: quero saber tudo que vocês fazem
Y: tá bom, vou te contar
K: e se possível, quero participar
Y: acho que ele não vai aceitar você estar presente, nem acho que eu possa contar que você sabe
K: eu sei, você vai ter que sair sozinha, mas quero dizer que me inclua no jogo
Y: de que jeito?
K: não sei, coisas como deixar eu escolher sua roupa
Y: sim, acho que pode me ajudar com isso, mais alguma coisa?
K: bom, sei que não posso estar presente, mas talvez você pudesse…
Y: pudesse o quê?
K: uma videochamada ou algo assim
Y: bom, se eu puder, vou fazer. Então, é um trato?
K: é um trato
Agora sim, era fato consumado. As coisas tinham chegado até ali sem que eu percebesse, a fantasia tinha ultrapassado os limites e estava alcançando um ponto sem volta. Embora já tivéssemos experiência com cuckold, o acordo feito antes tinha ido pro caralho. Eu já não conseguia mais controlar a situação. No melhor dos casos, a Yes ia assumir o controle; no pior, o Dom José. Os medos aumentaram. Se questões como eu estar presente e acompanhar ela estavam sendo deixadas de lado, o que mais poderiam ignorar? Até onde o desejo poderia levar a Yes?
As ações da Yes não demoraram mais. De manhã, ela se levantou pra tomar banho e me pediu algo bem específico: que eu escolhesse a roupa que ela usaria naquele dia. Abri o guarda-roupa e peguei um vestido verde, combinado com um cinto preto e sandálias bege. Quando ela saiu, sorriu da minha escolha, mas lembrou que ainda faltava a roupa íntima, “por via das dúvidas”. Só escolhi uma calcinha fio dental preta. Na parte de cima, pedi pra ela não usar nada, porque o vestido ficava melhor com os ombros de fora. Ela terminou de arrumar o cabelo e se maquiar, se despediu de mim e saiu. Eu subi pra ver do alto do prédio. De fato, a caminhonete do Dom José buzinou e ela entrou.
Fiz minha rotina de trabalho, mas no emprego não conseguia parar de pensar no que estaria rolando. Ficava olhando o celular toda hora, esperando receber uma mensagem dela, mas o tempo passava e nada. Chegou a hora do almoço, fiquei tentado a ligar pra ela, mas algo dentro de mim dizia que, se algo estivesse acontecendo, era melhor não interromper. Lá pelas 5 da tarde, recebi uma mensagem. Era só um “tudo bem, não se preocupa”, seguido de um emoji de coração. Às 6, saí do trabalho e fui direto pra casa. Quando cheguei… a rua já tinha a caminhonete do Dom José no lugar de sempre, entrei em casa e a Yes ainda não tinha chegado, nesse momento decidi ligar pra ela, mas ela justamente estava entrando no prédio.
Quando chegou, me cumprimentou normal, tinha trazido sushi pra jantar, sentamos e ela me contou sobre o dia dela, tava muito animada, sorrindo, sem dúvida o dia dela tinha sido bom, não demorou muito pra eu tocar no assunto, tava impaciente pra saber o que tinha rolado. De manhã ela encontrou o Dom José, dias atrás não tinha ido com ele, então deu uma explicação se justificando que tinha que levar equipamento de trabalho e a própria empresa pagava o táxi, mas que já tinha terminado com isso e podia continuar levando ela pro trabalho, ele aceitou de boa, então seguiram caminho, não sem antes ele dizer como ela tava linda.
De novo no caminho, colocaram o papo em dia, coisas sobre o trabalho da Yes e os problemas com a esposa do Dom José por causa das ausências constantes dele, quase no final do trajeto ele disse que ia ficar ausente quinze dias porque ia com a esposa resolver uns assuntos na cidade natal dela, ela ficou meio chateada, pensava que iam se ver com mais frequência e agora ele não ia estar disponível. Ele disse que ia embora no fim da tarde, então a Yes pediu pra ele passar lá pra vê-la à tarde, mesmo que fosse só pra comer, e o Dom José aceitou, mas a Yes teve outra ideia, pediu pra sair mais cedo do trabalho, então teve que se virar e terminar os pendentes pra ter a tarde livre, por isso não falou comigo, às 2 da tarde saiu e, de fato, já tavam esperando ela.
A Yes convidou ele pra tomar uma cerveja num restaurante-bar, com o tempo apertado o Dom José aceitou, depois de comer e umas duas doses pagaram a conta e ele se preparou pra levar ela de volta ao trabalho, no meio do caminho a Yes pediu pra ele levar ela pra imprimir um documento num lugar perto, ele aceitou de novo e ela foi indicando o caminho. O Dom José reconheceu a rota até o lugar de sempre onde tinham parado outras vezes quando saíam pra farra, estacionou num lugar com pouca gente, ela se preparou pra descer, mas ele segurou o braço dela e puxou de volta, aproximando-a e beijando-a na boca.
DJ: para de brincar comigo
Y: o que você vai fazer a respeito?
DJ: te dar o que você veio buscar
Agora ela tinha o que estava procurando, subiu em cima dele e correspondeu ao beijo. Com o vestido que ela usava, facilitou o trabalho pra Don José, sem muita enrolação ele penetrou ela naquela posição, enroscou o vestido e deixou na cintura dela. Com as duas mãos, pegou as nádegas dela e puxava mais perto a cada empurrão da pica dele, enquanto aproveitava que os peitos dela estavam na altura da boca dele, então chupava e mordia os bicos dos peitos dela. Logo veio o orgasmo, Yes recebeu o esperma quente de Don José lá dentro. Foi algo rápido, mas satisfatório pros dois. Ela ficou um tempinho em cima dele, a pica dele ficou mole e escorregou pra fora dela. Yes subiu o vestido de novo e sentou no banco do carona. Don José ligou a caminhonete e arrancou rumo ao trabalho dela pra deixá-la, enquanto isso ela terminava de se arrumar. Quando percebeu pra onde ele tava indo, falou:
Y: cê vai pra onde?
DJ: pro seu trabalho, ué, já passou da hora
Y: fica tranquilo, não preciso voltar hoje
DJ: não vai se meter em encrenca?
Y: não, já tinha avisado
DJ: então já tinha planejado tudo?
Y: digamos que mais ou menos
DJ: então, onde te deixo agora?
Y: cê não vai me acompanhar o resto da tarde?
DJ: não, já tô atrasado, preciso preparar umas coisas pra viagem, só vim porque desconfiava que algo assim podia rolar
Y: e eu que queria ter a tarde toda
DJ: calma, putinha, quando eu voltar a gente vai ter tempo de sobra pra se acertar
Y: sei não, o que te faz pensar que vou te esperar?
DJ: vai sim, putinha, você vai vir porque precisa de sexo e porque eu tô mandando
Y: tá bom, já entendi, só tava brincando
DJ: vou brincar com você sim garotinha
Y: por enquanto, só me deixa numa praça perto
Seu José deixou ela e se despediu dando uma palmada na bunda dela, descendo ela da caminhonete como se tivesse largando uma puta que acabou de contratar. Ela foi ao banheiro do lugar e terminou de se limpar, passeou pela praça e passou pra jantar antes de voltar pra casa. Prestando atenção no que ela me contava, eu tava com uma ereção considerável. Na verdade, só bastou um sim da minha parte pra ela se entregar na hora pra ele. Levantei ela e beijei com paixão, ela correspondeu. Levei ela pro quarto e comecei a devorar o corpo dela. Cheirava a suor e sexo. Coloquei o vestido nela do mesmo jeito que o amante tinha feito antes e mandei ela me fazer um boquete.
Y: caramba, vejo que você tá excitado
K: sim, o que você me contou me deixou muito tesudo
Y: surpreso com o que aconteceu hoje?
K: nem tanto, imagino que você já tava esperando isso há um tempo
Y: sim, esperei muito, já tava precisando
K: agora você vai ter que esperar um pouco mais
Y: isso vai ser um horror, quinze dias sem sexo
K: quinze dias sem ficar com ele
Y: bom, talvez não venha ao caso
K: como assim?
Y: bom, é que ele me pediu mais uma coisa antes de ir
K: algo como o quê?
Y: não é grande coisa, mas preciso do seu apoio
K: quão ruim pode ser?
Y: não muito, ele pediu pra eu mandar fotos e vídeos me masturbando enquanto ele volta
K: por acaso você quer que eu tire as fotos?
Y: claro que não, ia notar que alguém tá gravando
K: então onde eu entro nisso?
Y: é que… ele pediu pra eu me masturbar… e não transar com ninguém nesses quinze dias, e isso inclui você
K: ele é louco!, quem ele pensa que é?
Y: quem ele pensa que é?! bom… meu macho, então é melhor você se tocar de uma vez, “cuck”
Continuei fazendo um boquete que, com toda a excitação vinda das palavras dela, me fez gozar pra caralho. Ela deixou meu gozo entrar na boca dela e, como uma profissional, engoliu tudo. Subiu em cima das minhas pernas, me olhando de frente.
Y: é isso que você queria, cuck?, gosta de me ver transformada numa Piranha, é assim que ele me chama?
K: sim, meu amor, adoro o quanto você é piranha
Y: que bom, porque vou ficar cada vez mais gostosa
K: tá bem, meu amor, pode fazer o que quiser
Y: então vem e me come
K: não, meu amor
Y: você não quer?
K: quero sim, mas o Dom José falou que não, desculpa, seu macho falou que não
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