Una evangélica virgen

Antes de começar, vale deixar claro que essa história é real, por isso vou mudar nomes e alguns detalhes só por privacidade. Na minha época de faculdade, como qualquer um de nós, tava com os hormônios a mil, cheio de fantasias sexuais e metas pra cumprir. Pra não prolongar muito, depois do meu segundo ano de engenharia conheci uma estudante de direito, uma gostosa curvilínea em todo esplendor, peitos enormes e deliciosos, cintura larga, rabo e coxas grossas. Ela sentou do meu lado no ônibus e, como qualquer jovem, começamos a conversar de boa, trocamos números e começamos algo. Teve uns beijos, umas amassos, mas ela não me deixava tocar por causa da religião dela. Me disse que nunca tinha transado e nunca tinha feito amor, mas que já tinha tido namorados da mesma igreja. Aí eu levei pro pessoal, queria ser o primeiro na vida dela, queria sentir como era ficar com uma virgem. Claro que não fiz por maldade, porque no fim das contas a gente transou e muito, mas não deu pra fazer mais nada por causa da religião mesmo. Terminou bem mal. Fim.

Depois de uns meses saindo, falei pra gente namorar, e uns meses depois eu só pensava em sexo, ficava repetindo isso direto, até que ela disse que se eu aguentasse quatro meses, ela transava comigo. Nesse tempo, já deixava eu apalpar a bunda dela, aqueles peitões que ela tinha e lamber os bicos. Chegou a hora e numa festa de aniversário de algum parente, fiquei excitado e tava beijando o pescoço dela, roçando as pernas e brincando de tocar a virilha. Por algum motivo, ela pediu pra eu acompanhá-la até o quarto dela pra pegar um presente. O presente era pra mim e era ela. Ela me agarrou pelo pescoço e continuou me beijando com muita saliva, me tocando e disse aquelas palavras mágicas: 'Você tem camisinha? Por favor, vai com calma que é minha primeira vez.' Já imaginam o que passou na minha cabeça com essa frase. E como eu sempre carrego, tirei e comecei a despir ela, sendo o mais gentil que dava na excitação, sem parar de beijar e lamber ela. Peitos, ela me mordendo o ombro e lambendo meu pescoço, até que consegui tirar a calça e o sutiã dela. Com vergonha, ela tapou aqueles peitos lindos. Continuei beijando as coxas dela, tocando a buceta e a bunda dela. Sabia que ela tava molhada, senti quando enfiei meus dedos. Ela só lambeu eles e eu coloquei meu pau na mão dela. Meio sem jeito, ela começou a mover as mãos macias pra cima e pra baixo e deitou pra eu poder penetrar ela. Coloquei a camisinha, encostei a ponta devagar e fui entrando, penetrando o corpo dela com firmeza mas sem deixar de ser cuidadoso. Só lembro como ela mordeu os lábios e se agarrou na cama. Depois de uns 30 segundos que pareceram uma eternidade, comecei a me mexer pra comer ela de verdade. Com vergonha, ela colocou um travesseiro no rosto pra eu não ver ela, hahaha, mas ela tava bem aberta e eu tava penetrando ela, vendo os peitos dela balançando, o tesão e o êxtase no talo. Saber que era a primeira vez dela, que eu tava tirando a virgindade dela, que eu tava comendo ela na casa dela, onde a família toda tava, e ninguém sabia o que a gente tava fazendo naquele tempo. Claro que pelo contexto eu não podia aguentar muito, tinha que ser rápido. Falei pra ela e ela deixou eu gozar porque a gente tinha que ir entregar o presente. Sem mudar de posição, comecei a meter e tirar só a ponta do meu pau pra ter mais estímulo e gozar mais rápido. Funcionou, além de ser apertado, foi mais fácil. Depois de alguns minutos, consegui gozar, não sem antes apertar aqueles peitos e aquela bunda. Ela ficou olhando a camisinha com meu gozo e disse que queria fazer de novo, mas com mais tempo, e que eu ensinasse ela. Então foi isso que aconteceu... Mas essa foi a história, espero que vocês gostem.

2 comentários - Una evangélica virgen

Buen relato me gustan las evangélicas son bien tiernas en la calle con sus falsas largas pero bien putas en la cama.
Somos dos jeje
@Benadir somos 3