Drogado arromba o cu da minha irmã

Esta é a segunda parte, ou melhor, a segunda vez que vi minha irmã com o viciado do bairro. Foi numa sexta-feira, estávamos sozinhos em casa porque meus pais estavam trabalhando. Era umas uma da tarde quando decidi sair pra dar uma volta com meus amigos pra não ficar entediado em casa. Quando ia saindo, minha irmã estava largada no sofá vendo TV, com uma regata sem sutiã, deixando quase à mostra as tetonas enormes dela, e um shortinho minúsculo, como de costume, que engolia a bunda enorme dela. Falei que ia dar uma volta e que voltava em duas ou três horas. Ela disse que tudo bem e continuou largada no sofá vendo TV. Saí de casa e, depois de umas duas quadras, encontrei o viciado que tinha comido minha irmã — esqueci de falar, o nome dele é Jorge. Notei que ele tava indo na direção da minha casa, não dei importância até lembrar do que aconteceu no aniversário da minha irmã. Então decidi cancelar meus planos com os amigos, voltei e comecei a seguir o Jorge sem ele perceber, pra ver pra onde ele ia. E que bela surpresa tive quando notei que ele tava indo pra minha casa mesmo. Ele bateu na porta e a puta da minha irmã saiu pra recebê-lo com um beijo, enfiando ele rápido pra dentro de casa pra ninguém ver. Eu, vendo eles entrarem, caminhei pra entrar em casa sem ser notado. Entrei rápido, mas com cuidado, fui até o quarto da minha irmã, que tava com a porta aberta. Consegui ver e ouvir tudo. Começaram com beijos bem apaixonados enquanto Jorge apalpava a bunda enorme da minha irmã. Ela fazia a parte dela, pegando na pica dele por cima da calça que ele tava usando. Depois de um tempinho assim, ele tirou a regata dela pra soltar as tetonas da minha irmã. Ele levou uma à boca e, com uma mão, beliscava o mamilo da outra. Chupava com muita vontade, mordendo os mamilos e esticando eles, o que fazia minha irmã gemer pra caralho. Depois de um bom tempo, ele a colocou de joelhos e disse:

Jorge: Ó, vagabunda, tira logo o que você tanto quer. Minha irmã, sem dizer uma palavra, baixou a calça dele, revelando o pau já bem duro e com umas gotinhas de pré-gozo. Minha irmã pegou ele com as mãos e, antes de chupar, cheirou.

Irmã: Esse cheiro me deixa louca, papai.

Ela deu uns beijinhos e começou a chupar, fazia meio sem jeito, porque acho que era das primeiras vezes que tava mamando um pau. Mesmo assim, o Jorge tava doido, e como não, se minha irmã, mesmo não fazendo tão bem, chupava as bolas dele e tentava enfiar tudo. Depois de um tempo, ele colocou ela de pé, deu uns beijos e mandou ela ficar de quatro na cama. Minha irmã obedeceu sem falar nada. Subiu na cama, se ajoelhou, colou a cara no colchão, deixando aquele rabo enorme, gordo e gostoso à mercê do Jorge, que tava terminando de tirar a calça e a camiseta. Ele ficou atrás dela, tirou o short dela. Minha irmã tava tão molhada que, quando ele tirou, eu vi uns fios de melado da buceta dela. Ele também notou e falou:

Jorge: Uff, que molhada você tá, vagabunda. Gosta tanto do meu pau?
Irmã: Sim, papai, adoro. Tô desde meu aniversário querendo esse seu pau.

Ele não respondeu, só enfiou a cara no rabo da minha irmã, que soltou um gemidão quando sentiu a língua dele. Depois de uns 5 ou 10 minutos chupando toda a buceta dela, minha irmã não aguentou mais e implorou pra ele meter o pau:

Irmã: Mete logo, por favor, papai.
Jorge: Haha, já vou, vagabunda.

Ele ficou atrás dela e, sem mais, enfiou tudo de uma vez.
Irmã: Aaahhh, que gostoso, caralho, ahh, que delícia de pau, papai.
Jorge: Tá gostando, vagabunda?
Irmã: Adoro, papai, me dá mais forte, ahh.

Ele, com uma mão, puxou o cabelo dela e, com a outra, começou a dar tapas fortes no rabo dela, fazendo minha irmã gemer de um jeito delicioso:

Irmã: Ahh, ahh, sim, papai, sim, assim, ah, ah, me dá mais, papai, ah.
Jorge: Tá gostando? Tá gostando, vagabunda?
Irmã: Sim, sim, ah, sim, ah.
Jorge: Sim, o quê, vagabunda?
Irmã: Sim, papai, tô gostando, ahh, mais, papai, não para, ah, que... gostoso ah Jorge: assim que eu gosto, puta, agora me diz o que você é? Irmã: sou sua puta, papai ah ah seu depósito de porra ah ah Jorge: isso mesmo, puta, só serve pra isso, pra encher de porra quando eu quiser Irmã: sim, papai ah sim sim, sou sua puta, me enche de porra ahh ah não aguento mais ah que pau gostoso Ele aumentou o ritmo e minha irmã começou a ter um orgasmo, molhando a cama, ele tirou o pau e disse pra minha irmã: Jorge: vou arrebentar teu cu, puta Irmã: faz o que quiser comigo, papai, sou sua Ele riu e cuspiu no cu dela pra depois começar a meter o pau, começou devagar, enfiando a ponta enquanto minha irmã mordia um travesseiro pra abafar os gritos, depois de várias estocadas conseguiu enfiar o pau inteiro, fazendo minha irmã soltar um grito enorme Irmã: aaaaiii papai, tá arrebentando meu cu ahh aii Jorge: calma, puta, já entrou tudo, relaxa o cu Ela voltou a morder o travesseiro e ele começou a meter e tirar devagar, depois de uns 10 ou 15 minutos arrebentando o cu dela, o pau já entrava e saía como se nada fosse, e os gritos de dor dela agora eram de prazer. Irmã: ahh que gostoso, papai, ah que gostoso você arrebenta minha bunda ah ah Jorge: te falei, puta, que você ia gostar Continuou metendo forte no cu dela, puxando o cabelo e batendo na bunda enquanto minha irmã tava louca de prazer, tendo o segundo orgasmo, nessa hora eu já tinha gozado no chão e tava me masturbando de novo, vendo eles estrearem a bunda da minha irmã. Depois de mais uns 5 ou 10 minutos, ele começou a acelerar as estocadas e disse pra minha irmã: Jorge: vou encher teu cu de porra, puta Irmã: sim, papai ah sim, me enche ah me dá teu leite quente no meu cu ah Ele deu mais umas estocadas e começou a gozar, soltando uns bons jatos de porra no cu da minha irmã, depois tirou o pau, deixando eu ver a porra escorrendo do cu aberto dela. Ele se jogou na cama e mandou minha irmã limpar o pau dele. Com a boca dela, sem dizer nada, ela começou a chupar a pica dele até ele ficar duro. Depois disso, deu um beijo nele e pediu pra ele ir embora, porque eu não ia demorar pra chegar. Ele deu um último beijo e chupada nos peitos dela, e depois começou a se vestir. Eu, vendo aquilo, limpei o sêmen do chão como pude e saí de casa sem fazer barulho. Uns 5 minutos depois, ele saiu de casa com um sorriso de orelha a orelha. Eu entrei depois que vi ele ir embora e ouvi minha irmã tomando banho, provavelmente pra limpar o sêmen do cu dela, kkk. Essa foi a segunda parte do relato que escrevi pra vocês dias atrás sobre um viciado que comeu minha irmã. Infelizmente não tem mais partes, porque nunca mais vi eles transando, já que o cara sumiu da noite pro dia. Ninguém na vizinhança soube mais dele, então não sei se depois disso ele comeu minha irmã de novo ou não. Mas tenho mais histórias da minha irmã, assim como da minha prima e da minha tia. Essas eu conto em outro relato. Sem mais, obrigado por ler e espero que gostem tanto quanto eu gostei de lembrar daquele momento.

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