Última aventura de 2025 no Galvez

Mateo, meu melhor amigo desde o ensino médio, me chamou pra acompanhar ele no Galvez. Ele anda de kart há anos e o amigo dele, Matías, montou um carro pra testar nas arrancadas de ¼ de milha. Mateo queria estar lá com a equipe, passar ferramentas, gritar quando ganhasse, e eu não tinha planos melhores. "Vem, vacilona, vai ser bom. Além disso, tem sol, cerveja gelada e caras cheios de adrenalina", ele me mandou no WhatsApp.

Me vesti pra arrasar, legging preta bem justinha que grudava nas minhas pernas e marcava cada curva da minha bunda e um top pequeno da McLaren laranja vibrante, tão curto que deixava toda a minha barriga de fora, os lados dos meus peitos aparecendo de leve, e os bicos sutilmente marcados pelo tecido fino quando o vento batia.

Chegamos cedo, o autódromo era um caos de roncos, fumaça de pneu e cheiro de gasolina. Mateo me apresentou ao Matías e à equipe, e eu ajudei no que pude... ou seja, quase nada. Não entendo porra nenhuma de motores nem de carros, pra mim é tudo barulho e peças que não sei pra que servem.

No box ao lado tinha um cara sozinho, sem equipe, trabalhando num Peugeot 207 cinza. Alto, moreno, com músculos marcados debaixo de uma camiseta suja de graxa, olhos pretos que pareciam saber de tudo. Ele se chamava Ezequiel.

Na primeira vez, me aproximei porque Mateo me mandou pedir uma chave de 10 mm.

— Com licença — falei, me inclinando um pouco sobre o capô do carro dele, sentindo meu top esticar e mostrar mais decote do que eu pretendia. — Cê tem uma chave de 10? Tamo ajustando um negócio aqui do lado e a nossa quebrou. Ele levantou o olhar, os olhos dele percorreram devagar meu corpo: dos meus olhos pra minha barriga definida, descendo pela legging que colava nas minhas coxas e na minha bunda. Ele sorriu de lado.

— Claro, gostosa. Toma aqui — Nossos dedos se roçaram quando ele me entregou, e senti um choque elétrico.

— Valeu — falei com um sorriso.

Voltei uns minutos depois. Mateo me mandou de novo, dessa vez pra pedir uma ferramenta pra tirar uma vela de ignição. Não fazia a menor ideia do que era. — Que foi, só repeti o que ele me disse. Me aproximei de novo, dessa vez me apoiando mais no capô, arqueando um pouco as costas pra leggings marcar ainda mais minha bunda.
— Desculpa de novo... Primeiro, como você se chama? E depois, você tem alguma coisa pra tirar uma vela de ignição? Não sei bem o nome, mas é tipo uma chave comprida com uma cabeça estranha —
Eze deu uma risada baixa, limpando as mãos num pano.
— Me chamo Ezequiel e sim, sei qual é. Vem, te mostro — Ele se aproximou, o corpo quase colado no meu enquanto procurava na caixa de ferramentas. O braço dele roçou minha cintura e senti o calor, o cheiro de homem misturado com gasolina.
— Tá aqui — Disse entregando pra mim, os dedos dele demorando nos meus.
— Se precisar que eu explique como usar... ou qualquer outra coisa, é só falar. Eu mordi o lábio inferior.
— Valeu, Eze. Capaz que depois eu volte pra pedir ajuda —
Naquele momento, percebi que ele tava sozinho. Todos os carros tinham entre 4 e 8 pessoas trabalhando neles, mas ele tava sozinho. Por outro lado, eu tava há muito tempo sem ação, então tava meio no cio.
A primeira arrancada do Eze foi brutal. Fiquei na beira da pista com o Mateo e o Matías. Quando o 207 cinza saiu disparado e ganhou por um triz, aplaudi forte, sentindo um calor subir pelo corpo. Quando ele voltou pelo box pra pista de novo, corri até ele.
— Impressionante, teu carro anda pra caralho — falei, me aproximando mais do que o necessário.
— Essa largada foi uma loucura — Ele enxugou a testa, a camisa colada no peito definido.
— Valeu. Você me deu sorte, com esse top que fica... bom demais em você — Os olhos dele desceram pros meus peitos, pro abdômen brilhando de suor, pra leggings que moldava minhas curvas. Eu ri baixinho, roçando o braço dele.
— Se precisar de uma mão... ou duas... pra preparar a próxima, tô aqui —
Entre as corridas, fiquei com ele. Enquanto ele ajustava o carro, me explicava coisas que eu não entendia porra nenhuma, mas fingia interesse, me inclinando sobre o motor, deixando minha bunda bem marcada na leggins, que meu top subisse um pouco mais. Ele se aproximava por trás "pra me mostrar uma coisa", o peito dele roçando minhas costas, a respiração dele na minha nuca.
- Sente o calor do motor? - ele perguntava.
- Sinto... muito calor - eu respondia, com a voz baixa e fazendo olhinhos pra ele.

Mateo me mandou mensagens:
- Cadê você? -
- Aqui, vendo - respondi. Mas não voltei.

No fim do dia, quando tudo acabava, Mateo me ligou:
- Vamos com o Matías, cê vem? Ou vai ficar enrolando? - Eze me olhou, estendendo a mão.
- Fica. Te levo eu - Senti o pulsar entre minhas pernas, o calor acumulado o dia todo.
- Vai sem mim, Mateo. Fico mais um pouco -

A voz dele soou tensa - ok... se cuida -

Eze ficou mais porque se classificou pras finais e teve que esperar correrem outras categorias no meio, enquanto isso a gente conversava, ria e se aproximava devagar, sentados no capô do carro dele.

Quando chegou a vez dele correr de novo, a primeira arrancada foi espetacular, tirando meio segundo do outro. Eu fiquei na largada sentindo os olhares dos outros. Quando veio a próxima arrancada, ele perdeu porque errou ao passar a segunda e engatou a quarta, perdeu a corrida. Ele meio puto deixou o carro no box e foi me buscar na largada.

- Até aqui chegou a noite, podia ter terminado melhor, mas não deu - ele falou com tom sério.
- Bom, não tem problema, quem sabe de outro jeito a noite pode terminar melhor - falei com um sorriso.
- haha, é, vamos que te levo pra casa assim vou dormir que é tarde -

Entramos no 207 e saímos do Gálvez, tinha cheiro de gasolina, borracha queimada e muito cheiro de homem. Toda essa situação me deixou bem excitada, e no primeiro semáforo vermelho assim que saímos do Gálvez, aproveitei pra beijar ele, apoiei uma mão no joelho dele e a outra no pescoço. Quando o sinal ficou verde, Eze arrancou tão rápido que minha mão de apoio foi parar no volume dele. Eu, sem reação, deixei a mão por uns segundos e ele falou:
- Então era assim que queria melhorar minha noite? -
- Melhor a gente ir pra sua casa - falei.

Eu fui apalpando ele um pouco. enquanto o volume cresce, eu me ajoelho no banco e trato de melhorar a noite dele, abaixo a calça dele e uma rola de tamanho médio e um pouco fina sai disparada, eu masturbo ela um pouco e direto enfio na minha boca. Primeiro brinco um pouco com a cabeça dela e minha língua, lambendo em círculos e enfiando até a garganta, umas voltas com a língua na cabeça e de volta até a garganta, um pouco de língua nas bolas e quando enfio ela toda de novo até a garganta sinto ela se contrair mais que o normal e saem 5 jatos quentes de porra dentro da minha boca, eu, pelo bem do carro de racha, engoli tudo.

Assim que chegamos no apartamento dele, a gente se pelou rápido. Masturbei ele devagar, sentindo o calor na minha palma, a porra escorrendo pela ponta. Eu tava ensopada, minha calcinha fio dental molhada, o cheiro da minha excitação misturado com o dele enchendo o ar.

Sem perder tempo, ele me virou e me colocou de quatro no sofá. Meus joelhos afundaram nas almofadas, minha raba pra cima, Eze se ajoelhou atrás de mim, as mãos dele apertando minhas nádegas separando elas. Entrou devagar, me metia devagar no começo, saindo quase tudo pra entrar de novo.

Ele acelerou, o quadril dele batendo com força na minha raba, o impacto fazendo minhas nádegas quicarem, um calor subindo pela minha espinha. Depois a gente trocou, empurrei ele pra deitar no sofá e montei em cima, cavalgando ele. A rola dele entrou fácil, girei o quadril devagar, depois acelerei, subindo e descendo, o prazer crescendo de novo, minha barriga se contraindo visivelmente, meus peitos quicando a cada descida.

Mas eu queria mais. Enquanto cavalgava ele, senti aquele desejo profundo, o que vem do proibido. Tirei a rola dele da minha buceta e guiei pra trás, pro meu cu. Era fina, perfeita pra isso, escorregadia com meus fluidos e lubrificante. Enfiei devagar, sentindo o estiramento inicial, desci centímetro por centímetro, meu cu apertando ele, o prazer cru irradiando dali. Comecei a Mexer, cavalgando o pau dele no meu cu, o roçar por dentro massageando os nervios que me faziam ver estrelas.
Virei de costas pra ele, minha raba quicando na pélvis dele. Agora podia me inclinar pra frente, sentindo ele entrar mais fundo, o ângulo acertando aquele ponto interno que me deixava louca. As mãos dele apertavam minhas nádegas, separando elas, e eu girava os quadris, sentindo o prazer crescer como uma tempestade.
— Vou gozar, Lola... no teu cu — ele grunhiu, e senti o pau dele se contrair e inchar, gozando em pulsos quentes dentro de mim.
Naquela noite, tirei o atraso depois de meses sem levar uma sacudida, foi uma experiência foda pra fechar 2025.

3 comentários - Última aventura de 2025 no Galvez

alguien estuvo muy traviesa ultimamente... 😏
That dark-haired girl is a snack... I’d put her on a plane and do it all to her