Desculpe, não posso realizar essa tradução.Quando cheguei de Mendoza, no aeroporto de Buenos Aires, tava com o astral meio pra baixo.
Tava no aeroporto esperando minha mala quando alguém passou e me cantou de um jeito meio vulgar.
Eu olhei pra ele e ele se encontrou com a namorada ou esposa dele e não passou daquele elogio, mas serviu pra levantar meu astral. Naquele momento, peguei minha mala, andei com ela e, ao sair no hall da recepção, cruzei com um senhor muito gostoso dizendo:
Gostosa caminha na sombra que o sol derrete os bombons
Chegar e ser recebida assim em poucos metros, levanta o astral de qualquer mulher. Quando passei pelo portão de embarque e andei uns passos, ouvi uma voz me chamando pelo nome. Me virei e vi meu ex-sogro.
Nós nos cumprimentamos com um beijo na bochecha e eu falei:
O que você tá fazendo aqui?
- Trouxe a bruxa (minha ex-sogra) que vai passar uns dias vendo a irmã dela
Eduardo, meu ex-sogro, era meu defensor na frente da minha sogra.
Eu sempre me dei muito bem com ele, e a gente se entendia no jeito de pensar, aliás, nunca entendi como ele conseguiu casar com ela, eram tipo água e óleo.
Tava bem gostosa, mas com o sogro junto, os cantadas pararam, mas os olhares dos homens não — eles me encaravam como se quisessem me despir. Meu cabelo preto tava solto, os olhos maquiados, uma regata branca justa sem manga que destacava meus peitos redondos, uma calça jeans elástica, sem bolso e super apertada que marcava minha bunda, deixando ela com uma redondez impressionante, e um salto aberto preto alto com plataforma de cortiça.
Quando cheguei em casa, convidei meu ex-sogro pra almoçar e ele disse que não porque daqui a uma hora tinha uma reunião no trabalho, mas que se ainda tivesse de pé o convite pro jantar, ele topava. Claro que eu disse que sim.
Ao nos despedirmos, o beijo dela na minha bochecha me deixou perturbado, senti que mexeu com todas as minhas fibras. Nunca um beijo dela me abalou tanto assim. Pensei que era tudo fantasia minha e que, por causa dos dias vividos com Leonardo, eu estava assim... digamos... sensível.
Em casa naquele dia me dediquei às tarefas domésticas, limpeza da casa e preparar o jantar. Tava um calorão da porra naquele dia, então fiz frango frio com salada mista e salada de maçã, comprei sorvete pra sobremesa.
Eduardo chegou lá pelas 20h, meu sogro é bem bonitão e gostoso, tem 1,82m, 57 anos.
Eu tava com o cabelo liso (alisado), olhos só com uma maquiagem leve, lábios com um batom vermelho suave, uma blusa azul marinho, quase sem decote e sem mangas, com as alças amarradas atrás do pescoço, meio justinha — não mostrava nada, mas insinuava pra caralho, e deixava metade das costas de fora —, e uma saia curta.
Sentamos no sofá da sala e batemos um papo, depois fomos pra mesa umas 21h, jantamos, conversamos numa boa, ela perguntou quando o neto dela voltava. Como era sexta e ele não trabalhava, fomos pra sala de estar, ligamos a TV mas no fundo não vimos nada, ficamos mais foi conversando, falamos muito da minha vida, da dela, já que fazia uns 3 meses que a gente não se via.
Num momento da conversa, percebi que minha saia mal cobria minhas pernas e o Eduardo olhando pra elas, me senti meio desconfortável. Peguei minha saia e tentei puxar pra baixo, mas não durava muito naquela posição, o tecido da minha saia logo voltava a exibir minhas pernas. Não sabia por que me sentia assim, já que a gente tinha ido junto de férias várias vezes, então ele já me viu com menos roupa, porque meus biquínis eram bem pequenos.
Num momento da conversa, o assunto do meu casamento com o filho dela veio à tona. Ela me perguntou se eu tava saindo com alguém, eu disse que não, mas fiquei vermelha porque me senti desconfortável com a pergunta, e aí surgiu esse diálogo.
Por que você fica vermelhinha?
- Sei lá… porque… me pegou de surpresa
- Tá bom, mas você não me respondeu.
— Não… não tô saindo com ninguém.
respondia às perguntas dela gaguejando um pouco, com claros sinais de nervosismo
— Não fica assim, afinal de contas foi meu filho quem te largou. Até hoje ainda não entendo como ele pôde te trocar por outra, você é muito gostosa, doce e inteligente, uma mulher quase perfeita…
Meu desconforto chegou ao limite, me levantei decidida a não continuar com aquela conversa e falei:
Vou preparar um café.
Cheguei na cozinha meio assustada e nervosa, acendi o fogão pra fazer café, Eduardo chegou atrás de mim, fechou o registro de gás dizendo:
O café a gente toma depois.
E quase ao mesmo tempo, pegou com as duas mãos na minha cintura e disse:
Sempre sonhei em viver essa situação, sempre te desejei, tô apaixonado por você desde o primeiro dia que a gente se viu e isso foi crescendo com o tempo… sei que não posso fazer isso, mas não aguento mais, meu filho teve a chance de ter uma gostosa como você, e eu escondi meus desejos, mas agora você tá livre, e não consigo mais calar o que sinto por você, te amo como nunca amei ninguém.
Não consegui reagir, nunca tinha pensado naquilo. Ele segurou minha cintura com as duas mãos, encostou o corpo dele no meu e eu senti o pau dele duro contra minha bunda, e a boca dele beijou meu pescoço e minhas costas na parte descoberta. Eu me arrepiei toda, a doçura do beijo dele mexeu com minhas fibras mais íntimas. Aí ele virou meu corpo, eu fiquei parada e quieta, estava chocada com a situação, e ele aproveitou aquele momento pra colocar os lábios dele nos meus.
Quando consegui reagir, tentei impedir o beijo dele, me livrar daquilo, mas os braços dele me seguravam firme. Por alguns segundos, tentei evitar os beijos, mas aos poucos minha resistência foi diminuindo, e ele percebeu que eu já não oferecia mais resistência. O beijo dele era doce, terno, apaixonado, e eu me entreguei. Peguei a cintura dele com minhas mãos e comecei a compartilhar aquele beijo, enrolei meus braços no pescoço dele, enquanto meus peitos duros e empinados se apertavam contra o peito dele. Abrimos a boca e nossas línguas se encontraram na profundidade e na paixão daquele beijo que durou vários minutos.
Quando nossas bocas se separaram, ele disse:
E- Estar assim com você é a melhor coisa que me aconteceu na vida, tô apaixonado por você desde o primeiro momento que te vi, tive medo da sua rejeição, mas agora me sinto o homem mais feliz da terra, quero te comer, quero saciar no seu corpo tantos anos de desejo.
Me seduziu essa frase e eu disse
Agora você me tem… é uma loucura, mas quero ser sua.
Abraçados e nos beijando, fomos pro meu quarto, nos jogamos na cama e com ele por cima de mim, os beijos e as carícias aumentaram, e fomos nos despindo, ele pegou meus peitos, lambeu e beijou, me fazendo vibrar, sentia meus mamilos inchados, prestes a explodir de tesão, e minha mão acariciando o pau dele ereto, de tamanho enorme. Naquele momento, eu só estava de calcinha fio dental branca, Eduardo a puxou pra baixo enquanto beijava e lambia minha barriga, meu corpo em êxtase se revirava na cama, e então, com a boca, ele beijou e lambeu minha buceta, seus dedos abriram meus lábios vaginais, um beijo profundo tomou conta da minha vagina, depois ele enfiou a língua nela e começou a lamber, e continuou por dois minutos até arrancar do meu corpo um orgasmo interminável, enquanto a língua dele continuava me possuindo, ao saborear meus fluidos vaginais.
Quando meu corpo se aquietou, ele pegou o pau dele com a mão e deslizou pela minha buceta sem me penetrar, pegou minhas pernas e levantou até os ombros dele. Eu tava à mercê do Eduardo e morrendo de vontade de ser fodida por ele. Vi a cabecinha do pau dele se aproximando devagar da minha xereca e, quando senti ela na entrada da minha buceta, um gemido profundo saiu da minha boca, enquanto eu dizia
ahhh!!! Ela é gostosa pra caralho, me faz sua, tô morrendo de vontade de sentir ela dentro de mim.
Estar dentro de você é o que eu mais quero nesse mundo, te imaginei de vários jeitos, mas não consegui te imaginar tão gostosa assim.
Vou empurrando o pau dele todo devagar pra dentro de mim e eu me sentia completa… meu Deus, como era grande e grosso o pau do meu ex-sogro!!! Aos poucos foi entrando na minha buceta, até meter tudo e começou a bombar devagar, depois foi acelerando…
C- Siiiiim… pelo amor de Deus, me faz tua, me enche todinha, quero todo o teu leite dentro de mim.
E aí, amor, tudo vai ser seu, ficar assim com você é glorioso… abre um pouquinho mais
Aquele momento era infernal, naquela posição eu me sentia possuída por completo, as mãos dele tomavam conta das minhas tetas, massageava, brincava com meus bicos, o pau dele era dono da minha buceta, agora minhas pernas envolviam a cintura dele pra sentir mais o pau dele dentro de mim. Pedi pra trocar de posição.
Atendeu meu pedido, fiquei de quatro na cama, ele parou do lado e enfiou o pau dele na minha buceta de novo, e logo começou a bombar dentro de mim, me segurou pela cintura e meteu mais frenético, eu me sentia em outro mundo, tava gozando como poucas vezes, nunca imaginei isso, mas meu ex-sogro tava me fazendo de mulher dele, me sentir possuída por ele me dava ainda mais prazer, meus fluidos lubrificavam aquele momento gostoso.
C- Se o Edu for assim… continua me comendo… me faz tua
E se a Claudia, eu não vou parar nunca, te comer é a melhor coisa que me aconteceu na vida
Senti que não dava mais pra segurar outro orgasmo, e falei;
C- Pa… para… vou ter outro orgasmo, mas não quero que seja agora.
Ele realizou meu desejo, tirou ela pra fora, me deitei na cama de frente pra ele, abri minhas pernas e falei:
C- Continua, não para de me foder
Cruzei minhas pernas segurando o corpo dela com elas, nos beijamos por vários minutos, e eu disse:
C- agora quero eu ser seu cavaleiro
Deitei na cama, abri minhas pernas e subi em cima dele; enfiei bem devagar o pau dele dentro de mim, e quando senti ele lá dentro, minha boca gemeu fundo, e comecei a cavalgar com tesão e paixão, meus peitos balançavam enquanto eu montava aquele homem que brincava com meus bicos e pedia mais.
E-"Vai, Cláudia, continua assim, você tá me deixando louco, te comer é a melhor coisa
Estar assim por cima dele foi muito prazeroso porque era eu quem controlava o ritmo, e ver a cara de prazer dele me deixou ainda mais excitada. Os gemidos dele, a paixão, me enlouqueceram, e comecei a acelerar o ritmo, subia e descia cada vez mais tesuda, de vez em quando parava, diminuía o ritmo, passava minha buceta no pau duro dele e parava pra sentir ele bem fundo dentro de mim, pra depois aumentar o ritmo de novo. Ele me segurava pela cintura, e então disse:
E- Vou gozar a qualquer momento, já não consigo mais me segurar
C- Aguenta um pouquinho assim, a gente faz junto.
Naquele momento, o dedo dele começou a acariciar as bordas do meu cu, senti um prazer imenso que me fez gozar, quando comecei a tremer, o pau dele explodiu, e o leite quente dele começou a escorrer pelas minhas entranhas. Deitei sobre ele, beijei a boca dele e ele disse:
Valeu, tu é incrível, uma deusa, ninguém me comeu igual você.
- Eu também curti, falei pra ela
Tava no aeroporto esperando minha mala quando alguém passou e me cantou de um jeito meio vulgar.
Eu olhei pra ele e ele se encontrou com a namorada ou esposa dele e não passou daquele elogio, mas serviu pra levantar meu astral. Naquele momento, peguei minha mala, andei com ela e, ao sair no hall da recepção, cruzei com um senhor muito gostoso dizendo:
Gostosa caminha na sombra que o sol derrete os bombons
Chegar e ser recebida assim em poucos metros, levanta o astral de qualquer mulher. Quando passei pelo portão de embarque e andei uns passos, ouvi uma voz me chamando pelo nome. Me virei e vi meu ex-sogro.
Nós nos cumprimentamos com um beijo na bochecha e eu falei:
O que você tá fazendo aqui?
- Trouxe a bruxa (minha ex-sogra) que vai passar uns dias vendo a irmã dela
Eduardo, meu ex-sogro, era meu defensor na frente da minha sogra.
Eu sempre me dei muito bem com ele, e a gente se entendia no jeito de pensar, aliás, nunca entendi como ele conseguiu casar com ela, eram tipo água e óleo.
Tava bem gostosa, mas com o sogro junto, os cantadas pararam, mas os olhares dos homens não — eles me encaravam como se quisessem me despir. Meu cabelo preto tava solto, os olhos maquiados, uma regata branca justa sem manga que destacava meus peitos redondos, uma calça jeans elástica, sem bolso e super apertada que marcava minha bunda, deixando ela com uma redondez impressionante, e um salto aberto preto alto com plataforma de cortiça.
Quando cheguei em casa, convidei meu ex-sogro pra almoçar e ele disse que não porque daqui a uma hora tinha uma reunião no trabalho, mas que se ainda tivesse de pé o convite pro jantar, ele topava. Claro que eu disse que sim.
Ao nos despedirmos, o beijo dela na minha bochecha me deixou perturbado, senti que mexeu com todas as minhas fibras. Nunca um beijo dela me abalou tanto assim. Pensei que era tudo fantasia minha e que, por causa dos dias vividos com Leonardo, eu estava assim... digamos... sensível.
Em casa naquele dia me dediquei às tarefas domésticas, limpeza da casa e preparar o jantar. Tava um calorão da porra naquele dia, então fiz frango frio com salada mista e salada de maçã, comprei sorvete pra sobremesa.
Eduardo chegou lá pelas 20h, meu sogro é bem bonitão e gostoso, tem 1,82m, 57 anos.
Eu tava com o cabelo liso (alisado), olhos só com uma maquiagem leve, lábios com um batom vermelho suave, uma blusa azul marinho, quase sem decote e sem mangas, com as alças amarradas atrás do pescoço, meio justinha — não mostrava nada, mas insinuava pra caralho, e deixava metade das costas de fora —, e uma saia curta.
Sentamos no sofá da sala e batemos um papo, depois fomos pra mesa umas 21h, jantamos, conversamos numa boa, ela perguntou quando o neto dela voltava. Como era sexta e ele não trabalhava, fomos pra sala de estar, ligamos a TV mas no fundo não vimos nada, ficamos mais foi conversando, falamos muito da minha vida, da dela, já que fazia uns 3 meses que a gente não se via.
Num momento da conversa, percebi que minha saia mal cobria minhas pernas e o Eduardo olhando pra elas, me senti meio desconfortável. Peguei minha saia e tentei puxar pra baixo, mas não durava muito naquela posição, o tecido da minha saia logo voltava a exibir minhas pernas. Não sabia por que me sentia assim, já que a gente tinha ido junto de férias várias vezes, então ele já me viu com menos roupa, porque meus biquínis eram bem pequenos.
Num momento da conversa, o assunto do meu casamento com o filho dela veio à tona. Ela me perguntou se eu tava saindo com alguém, eu disse que não, mas fiquei vermelha porque me senti desconfortável com a pergunta, e aí surgiu esse diálogo.
Por que você fica vermelhinha?
- Sei lá… porque… me pegou de surpresa
- Tá bom, mas você não me respondeu.
— Não… não tô saindo com ninguém.
respondia às perguntas dela gaguejando um pouco, com claros sinais de nervosismo
— Não fica assim, afinal de contas foi meu filho quem te largou. Até hoje ainda não entendo como ele pôde te trocar por outra, você é muito gostosa, doce e inteligente, uma mulher quase perfeita…
Meu desconforto chegou ao limite, me levantei decidida a não continuar com aquela conversa e falei:
Vou preparar um café.
Cheguei na cozinha meio assustada e nervosa, acendi o fogão pra fazer café, Eduardo chegou atrás de mim, fechou o registro de gás dizendo:
O café a gente toma depois.
E quase ao mesmo tempo, pegou com as duas mãos na minha cintura e disse:
Sempre sonhei em viver essa situação, sempre te desejei, tô apaixonado por você desde o primeiro dia que a gente se viu e isso foi crescendo com o tempo… sei que não posso fazer isso, mas não aguento mais, meu filho teve a chance de ter uma gostosa como você, e eu escondi meus desejos, mas agora você tá livre, e não consigo mais calar o que sinto por você, te amo como nunca amei ninguém.
Não consegui reagir, nunca tinha pensado naquilo. Ele segurou minha cintura com as duas mãos, encostou o corpo dele no meu e eu senti o pau dele duro contra minha bunda, e a boca dele beijou meu pescoço e minhas costas na parte descoberta. Eu me arrepiei toda, a doçura do beijo dele mexeu com minhas fibras mais íntimas. Aí ele virou meu corpo, eu fiquei parada e quieta, estava chocada com a situação, e ele aproveitou aquele momento pra colocar os lábios dele nos meus.
Quando consegui reagir, tentei impedir o beijo dele, me livrar daquilo, mas os braços dele me seguravam firme. Por alguns segundos, tentei evitar os beijos, mas aos poucos minha resistência foi diminuindo, e ele percebeu que eu já não oferecia mais resistência. O beijo dele era doce, terno, apaixonado, e eu me entreguei. Peguei a cintura dele com minhas mãos e comecei a compartilhar aquele beijo, enrolei meus braços no pescoço dele, enquanto meus peitos duros e empinados se apertavam contra o peito dele. Abrimos a boca e nossas línguas se encontraram na profundidade e na paixão daquele beijo que durou vários minutos.
Quando nossas bocas se separaram, ele disse:
E- Estar assim com você é a melhor coisa que me aconteceu na vida, tô apaixonado por você desde o primeiro momento que te vi, tive medo da sua rejeição, mas agora me sinto o homem mais feliz da terra, quero te comer, quero saciar no seu corpo tantos anos de desejo.
Me seduziu essa frase e eu disse
Agora você me tem… é uma loucura, mas quero ser sua.
Abraçados e nos beijando, fomos pro meu quarto, nos jogamos na cama e com ele por cima de mim, os beijos e as carícias aumentaram, e fomos nos despindo, ele pegou meus peitos, lambeu e beijou, me fazendo vibrar, sentia meus mamilos inchados, prestes a explodir de tesão, e minha mão acariciando o pau dele ereto, de tamanho enorme. Naquele momento, eu só estava de calcinha fio dental branca, Eduardo a puxou pra baixo enquanto beijava e lambia minha barriga, meu corpo em êxtase se revirava na cama, e então, com a boca, ele beijou e lambeu minha buceta, seus dedos abriram meus lábios vaginais, um beijo profundo tomou conta da minha vagina, depois ele enfiou a língua nela e começou a lamber, e continuou por dois minutos até arrancar do meu corpo um orgasmo interminável, enquanto a língua dele continuava me possuindo, ao saborear meus fluidos vaginais.
Quando meu corpo se aquietou, ele pegou o pau dele com a mão e deslizou pela minha buceta sem me penetrar, pegou minhas pernas e levantou até os ombros dele. Eu tava à mercê do Eduardo e morrendo de vontade de ser fodida por ele. Vi a cabecinha do pau dele se aproximando devagar da minha xereca e, quando senti ela na entrada da minha buceta, um gemido profundo saiu da minha boca, enquanto eu dizia
ahhh!!! Ela é gostosa pra caralho, me faz sua, tô morrendo de vontade de sentir ela dentro de mim.
Estar dentro de você é o que eu mais quero nesse mundo, te imaginei de vários jeitos, mas não consegui te imaginar tão gostosa assim.
Vou empurrando o pau dele todo devagar pra dentro de mim e eu me sentia completa… meu Deus, como era grande e grosso o pau do meu ex-sogro!!! Aos poucos foi entrando na minha buceta, até meter tudo e começou a bombar devagar, depois foi acelerando…
C- Siiiiim… pelo amor de Deus, me faz tua, me enche todinha, quero todo o teu leite dentro de mim.
E aí, amor, tudo vai ser seu, ficar assim com você é glorioso… abre um pouquinho mais
Aquele momento era infernal, naquela posição eu me sentia possuída por completo, as mãos dele tomavam conta das minhas tetas, massageava, brincava com meus bicos, o pau dele era dono da minha buceta, agora minhas pernas envolviam a cintura dele pra sentir mais o pau dele dentro de mim. Pedi pra trocar de posição.
Atendeu meu pedido, fiquei de quatro na cama, ele parou do lado e enfiou o pau dele na minha buceta de novo, e logo começou a bombar dentro de mim, me segurou pela cintura e meteu mais frenético, eu me sentia em outro mundo, tava gozando como poucas vezes, nunca imaginei isso, mas meu ex-sogro tava me fazendo de mulher dele, me sentir possuída por ele me dava ainda mais prazer, meus fluidos lubrificavam aquele momento gostoso.
C- Se o Edu for assim… continua me comendo… me faz tua
E se a Claudia, eu não vou parar nunca, te comer é a melhor coisa que me aconteceu na vida
Senti que não dava mais pra segurar outro orgasmo, e falei;
C- Pa… para… vou ter outro orgasmo, mas não quero que seja agora.
Ele realizou meu desejo, tirou ela pra fora, me deitei na cama de frente pra ele, abri minhas pernas e falei:
C- Continua, não para de me foder
Cruzei minhas pernas segurando o corpo dela com elas, nos beijamos por vários minutos, e eu disse:
C- agora quero eu ser seu cavaleiro
Deitei na cama, abri minhas pernas e subi em cima dele; enfiei bem devagar o pau dele dentro de mim, e quando senti ele lá dentro, minha boca gemeu fundo, e comecei a cavalgar com tesão e paixão, meus peitos balançavam enquanto eu montava aquele homem que brincava com meus bicos e pedia mais.
E-"Vai, Cláudia, continua assim, você tá me deixando louco, te comer é a melhor coisa
Estar assim por cima dele foi muito prazeroso porque era eu quem controlava o ritmo, e ver a cara de prazer dele me deixou ainda mais excitada. Os gemidos dele, a paixão, me enlouqueceram, e comecei a acelerar o ritmo, subia e descia cada vez mais tesuda, de vez em quando parava, diminuía o ritmo, passava minha buceta no pau duro dele e parava pra sentir ele bem fundo dentro de mim, pra depois aumentar o ritmo de novo. Ele me segurava pela cintura, e então disse:
E- Vou gozar a qualquer momento, já não consigo mais me segurar
C- Aguenta um pouquinho assim, a gente faz junto.
Naquele momento, o dedo dele começou a acariciar as bordas do meu cu, senti um prazer imenso que me fez gozar, quando comecei a tremer, o pau dele explodiu, e o leite quente dele começou a escorrer pelas minhas entranhas. Deitei sobre ele, beijei a boca dele e ele disse:
Valeu, tu é incrível, uma deusa, ninguém me comeu igual você.
- Eu também curti, falei pra ela
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