A amiguinha gostosa da minha namorada

Areli é amiga muito íntima da minha namorada.
Não gosto muito da Foxy, ela é uma morena de peitos normais, meio gordinha, mas com uma bunda muito boa, grande e redonda. Não gosto dela porque uma vez ela confessou pra gente que traiu o namorado, agora ex-namorado, ele nunca descobriu. O ex dela se chama Raul, cara gente boa, mas nunca tive chance de falar com ele pra contar que a mina dele deu pra outro. Não gosto dela por isso, porque sei que é uma puta. E aí, minha namorada, imagino que antes também era puta ou pelo menos uma esquentada.

Enfim, uma vez a gente ficou na casa dela bebendo e conversando sobre a vida. Ela começou a se inclinar muito quando pegava uma cerveja, e eu via aquela bundona. Minha namorada me beijava, e aquele gosto de cerveja e saliva dos dois ficava. Eu sou de ficar olhando pra minha namorada, abrindo os olhos de vez em quando durante o beijo. E quando a gente se beija, ela esquenta muito quando eu uso a língua. No terceiro beijo, usei a língua e ela cedeu. Peguei ela bem quietinha, bem inocente, e acabei fazendo ela virar uma puta. Ela me mamava no carro, em parques, eu comia ela no carro também, com gente passando. Enfim, fiz ela do meu jeito.

Eu não sou de gostar que me chupem o cu, mas sempre faço todas fazerem isso pra humilhar as vadias. Todas as minhas namoradas eu tratei assim KKKKK. Amo elas e tudo, mas mulher é mulher, e serve pra isso.

Enfim, tô beijando ela e vejo que a Areli fica meio desconfortável. Aí penso: "foda-se, é minha mina". Continuo até que vejo a Areli pegar no peito dela com a desculpa de que caiu cinza do cigarro que ela tava fumando. Isso acendeu o neurônio KKKK, igual o macaquinho do meme. Vi aquilo e pensei: "essa puta quer pica". Pensei em um ménage e tal, mas minha namorada na época não topava essas coisas, então me acalmei.

O ponto chegou quando fomos dormir. Ela tinha uma cama grande, e a gente deitou os três na beirada. Eu e minha namorada no meio. Comecei a beijar ela e passar a mão, comecei a tirar a calça dela. Ela falou que não, que assim não, porque estava... Areli, alada, falei: "Vamos pro sofá". E fomos. Peguei ela por um tempo, ela ficou bem molhada, porque fazia muito barulho. Eu tenho a pica grossa e abro bem a minha namorada. Continuo metendo e ouço um barulho. Vejo que é a Areli assistindo. Eu tiro de dentro da minha mina e boto ela pra mamar, pra Areli ver bem minha pica. Ela foi embora. Achei que não tinha gostado ou algo assim. Naquela noite, comi ela de novo e falei: "Bota a carinha aqui". Gozei ali. Falei: "Dá beijinhos na minha pica". E foi assim. Minha namorada não se limpou direito e eu passei a porra nela com o dedo, ficou impecável. Nos vestimos e fomos pra cama. Quando chegamos, cheirava a buceta, muito gostoso. Achei que era minha namorada, mas duas semanas depois descobri que não, que na verdade era a Areli. Aquele era o cheiro dela.

Passam as semanas e combinamos de nos ver pra ir numa festa. Fomos. Areli tava com um vestido branco colado. Ela era morena. Repito: era meio gordinha, mas com um rabão e uma cara muito bonita, e, principalmente, maquiada. Tava uma delícia. Eu vi ela com outros olhos. Já não achava ela tão chata, hahaha. Agora queria comer ela. No total, bebemos. Eu bebi menos porque ia dirigir. Chega a hora de ir embora. Minha namorada tava muito bêbada e a Areli me ajudou a colocar ela dentro de casa. Nisso, vi como os peitos dela escapavam um pouco. Eu me fiz de desentendido e ela virou o rosto. E pronto. Subimos no carro, coloco música e a Areli começa a rir de que minha namorada não aguentou a bebida. Eu entrei na brincadeira e ela grudou muito em mim. Comecei a ficar de pau duro só pelo perfume dela. Vou pra casa dela pra deixar ela. Quando deixo ela na frente da casa, ela me dá um beijo de despedida, mas mais direcionado pra boca do que pra bochecha. E eu pensei: "Puta que pariu, que vadiazinha". Mas não vou cair tão fácil. E pronto, ela fecha a porta do meu carro e caminha até a porta dela pra abrir. Vejo que ela tira o celular e escreve. Eu fiquei esperando ela entrar e também pra ver aquele rabão, hahaha. De repente, chega uma notificação do Messenger. Era ela me dizendo: "Não quer ficar?" Hahaha. Vejo isso, começo a estacionar e desço do carro. Carro, me aproximo dela que já tinha aberto a porta e ela fala: "é que já é tarde e você bebeu". Eu corto seco: "só tomei dois". Agarro ela na cintura e pergunto: "quer que eu durma aqui com você?". Ela responde "siimm", com o hálito excitado. Aperto ela mais forte, colo ela em mim, beijo o pescoço dela e depois a boca. Ela já cedendo, fala: "vem, entra, os vizinhos podem ver a gente". E eram umas 4 da manhã, já ia amanhecer. A gente vai andando até a porta da casa dela, ela nem se preocupou em fechar o portão. No caminho, dou uns tapas na bunda dela, ela vira e me olha toda safada. Mal entramos na sala, ela me beija com força. Eu abaixo o vestido dela na parte dos peitos e amasso eles, os dois em pé. Ela tira minhas mãos dos peitos dela e me beija de novo enquanto segurava minha pica. Ela se afasta um segundo, com a boca toda babada dos nossos beijos, e fala "ssss, que gostosa, bem grossa, igual sua ex falou". Ela me masturba um pouco enquanto a gente se beijava, os dois em pé. Eu pergunto: "o que mais eu te contei?" Ela responde: "você se gabava de como pulsava dentro dela quando gozava, bem gostoso, e que mexia a porra, que aguentava muito". Nisso, eu tiro ela, viro ela de costas e empino ela. Ela tenta se segurar no sofá e com uma mão tenta tirar os saltos que tava usando. Eu falo: "não, assim tá muito gostosa". Ela diz que tinha uns saltos mais putões, se eu deixava ela ir se arrumar um pouco, voltava mais putona pra me comer. Eu falei que sim e dei um tapa na bunda dela. Ela foi andando, rebolando muito. Volta 15 minutos depois, no mesmo vestido, com umas meias por baixo. O vestido era comprido mas justo. Isso sim, um pouco mais maquiada. Eu falei que demorou muito só pra trocar de salto e colocar meia. Ela disse: "agora você vai ver o que eu arrumei". Me beija e eu apalpo a bunda dela. Ela se afasta e rebola um pouco, vai se abaixando pra chupar minha pica. Chupou como uma verdadeira puta, de pernas abertas, de cócoras. Como era de noite, não dava pra ver muito, só a pele gostosa morena dela. O vestido, ela tira ele pra fora, me chupa e diz: "Não troca meu vestido porque eu sei que você gosta de vestidos brancos — Maria me contou." E eu me excitei quando ela disse isso. Respondi: "Ah é? E o que mais ela te disse? Que você é um filho da puta pra foder, que bate, morde e dá tapas?" Eu bati nela com meu pau e ela riu. Nisso, ela ficou de quatro, ainda chupando meu pau, e disse: "Sempre quis que você me comesse desde que começou a falar com Maria, via você beijando ela, até quando comeu ela na minha casa. Eu vi vocês e vi esse pauzão." Enquanto falava isso, ela batia a língua no meu pau. Eu só gemia a cada roçada. A putinha disse: "Quero que você goze pra me comer mais tempo." E chupou muito bem, a safada. Gozei na boca dela, ela me mostrou meu gozo na boca e engoliu, mostrando a língua. E disse algo que acabou de despertar o animal que tinha em mim: "Como eu queria que esse gozo fosse o que você deixou na Maria naquele dia que comeu ela." Levantei como se estivesse bravo, mas não tava — tava era muito tesudo. Peguei ela pelo cabelo crespo, levantei ela de quatro no sofá e comecei a dar tapas na bunda dela. Ela meio que se assustou, mas depois se deixou levar. Toquei a buceta dela, que tava molhadíssima, meti um dedo e — uff — chupei e meti de novo. Fiquei viciado naquela puta preta. Eu também sou preto, hahaha, não tem nada de racismo aqui. Continuei no meu: dava tapas na bunda, ia beijar ela, metia o dedo só por cima, saía a pontinha bem babada e dava pra ela provar. Ela, submissa, com o cabelo esticado por mim, provava e dizia: "Tenho uma surpresa pra você." Tirei a calcinha fio dental que ela tava usando e vi um plug anal — uff, bem gostoso. Não perdi a chance: tirei, chupei e coloquei de novo. Ela gemeu. Eu afiei meu pau e meti rápido na buceta dela. Ela se contorceu um pouco, mas felizmente tava muito molhada e entrou delicioso. A essa altura, ela era minha puta, um pedaço de carne. Comi ela gostoso, dava tapas, sentia tudo apertadinho por causa do plug. Tirei ele pra meter meu dedão lá. estava humilhando aquela foxy, ela me dizia que era isso que ela queria, que eu tratasse ela como uma puta. E eu, todo excitado, falei: "abre essas nádegas". Ela abriu, e eu coloquei a ponta no cu dela. Ela, com medo, disse: "não, ainda não". Eu falei: "cala a boca, vagabunda", e meti. Doeu mesmo, ela se arqueou toda, e pensei em tirar, mas meu papel de dominador venceu. Fui colocando devagar, cuspindo no meu pau pra lubrificar, já que ela começou a se acostumar. Fui me movendo aos poucos, ela gemia igual uma puta no cio, bem forte, e eu curtia tudo. Toquei a buceta dela, que tava molhadíssima, virei ela de barriga pra cima, masturbei ela e fiz ela dar um squirt delicioso. E de novo no cu. Chegou uma hora que fomos pro quarto dela, mas eu levei ela de quatro, igual uma puta, segurando o cabelo dela como se fosse uma coleira. E a puta me dizia: "me dá seu gozo". Já eram 5:30 da manhã e eu ainda não tinha gozado. Comi ela de quatro por uns 10 minutos, tirei outro orgasmo gostoso que fez tremer todas as nádegas dela, e eu castiguei ela dando tapas. Meti de novo no cu. Já nessa posição, queria gozar. Parei e joguei a porra na cara dela. Ela, feliz, se deitou e ficou dizendo que tudo foi gostoso, que adorou ser minha puta. Eu, ofegante, e ela me vendo vulnerável, foi e me chupou, me fez torcer de prazer, e disse que tava gostoso. Ela mesma lambeu meu cu, a puta sabia o que eu gostava. Tirei ela porque senti aquela vontade de mijar, e ela reclamou com voz de criança: "nãooo, me dá esse gozo". Falei que não era gozo, levantei e fui no banheiro mijar. Ela disse: "vem, mija em mim". Ela se colocou no chuveiro, e eu mijei o pouco que tinha. Ela abriu a água e se molhou pra tirar a urina, e isso me excitou muito. Fodi ela de novo, dessa vez humilhei mais: cuspi na cara dela e falei que sabia que ela era uma puta por ser corna, e que com certeza minha namorada também era assim, tentando arrancar informação. Mas nada, ela não disse nada. Só falou: "não, com um pau como o seu". Eu jamais seria infiel. Ela me disse pra deixar minha mina e ficar com ela. Eu ri e falei: "Pra quê, gata? Se de qualquer jeito já tenho você e tenho ela também. Ou vai dizer que vou te comer?" E ela respondeu que não, a não ser que eu não comesse ela. E isso é um problema, porque ela tem câmeras na casa dela, tem provas de tudo. Não ia parar de fuder ela, mas não curti ela ter algo contra mim. No final, gozei na cara dela, tirei uma foto da puta, e a gente se vestiu enquanto ela falava: "Quase 4 horas transando, que gostoso." Eu respondi: "Não fode, já tá amanhecendo." Aí ela disse: "Olha, a corna mandou mensagem" — tipo, a Maria, minha namorada. Perguntei: "O que ela disse?" Ela respondeu: "Nada, só falou que achou que eu ia dormir na casa dela." Eu falei: "Se ela soubesse que você tava dando a buceta esse tempo todo." Ela respondeu: "Ou o quê?" Eu ri e falei: "Não, idiota, eu dormi e não sei como, mas capotei. Acordei às 3 da tarde na cama dela, com ela dormindo do meu lado. Levantei, peguei o celular, vi a hora e um monte de mensagem da minha namorada falando pra gente almoçar junto. Levantei a Areli e falei: 'Vou embora, vou almoçar com essa mina.' Ela disse: 'Me leva.' Falei: 'Não, mano, como a gente vai explicar isso?' Ela respondeu: 'Ah, é verdade. Bom, vou mandar mensagem pra gente almoçar junto e colar com vocês.' Falei que sim, levantei, fui embora, me despedi com um beijo na sala, e ela falou: 'Deixa eu te chupar um pouquinho.' Me chupou umas duas vezes, deu um beijinho na ponta do meu pau e se despediu. O que rolou no almoço é outra história, conto depois.

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