Oi Tava em casa sozinha, de férias, tinha 19 anos. Tudo começou numa segunda-feira de manhã, quando acordei com o barulho de uns pedreiros na casa do vizinho. Eles estavam levantando o muro um pouco mais por questão de segurança, já que no bairro entraram pra roubar em várias casas. Enfim, saí no quintal pra me espreguiçar porque tinha acabado de acordar.
É assim que gosto de me vestir em casa. Só ouvia vozes e barulho, mas não via os pedreiros. E eu, toda curiosa, sabendo que pedreiro é bom pra cantada de todo tipo, saí pra ver com que elogio iam me encher o saco. Fiquei um tempinho no quintal sentada numa cadeira, até que ouvi uma voz grossa de um homem maduro: "Bom dia, mocinha: espero que o barulho não te incomode, a gente tá trabalhando e isso vai levar pelo menos duas semanas." Eu: "Ah, bom dia, senhor, pode ficar tranquilo, não me incomoda não, até porque tô de férias, então sem problema, senhor." Levantei e falei: "Com licença.
Até logo, senhorita. Não sei o que deu em mim, fiquei nervosa por falar com o pedreiro que só ficava olhando minhas pernas e meus peitinhos. No dia seguinte, saí de novo no quintal com meu shortinho de dormir, do jeito que eu gosto. Quando escuto uma voz que diz: "Vem rápido, olha a vizinha, tá uma delícia a garota com esses shortinhos, olha que bundinha gostosa aparece. Claro que ela sai assim pra gente ver a bunda dela daqui, a putinha." Por um momento, fiquei assustada, mas as palavras deles tinham um fundo de verdade. Ao ouvi-los, comecei a fingir que fazia exercício, agachamentos ou flexões, um pouco de abdominal. Não sei por que, mas comecei a ficar com tesão e minha bucetinha ficou molhada. Pedreiros: "Uff, olha ela, puta gostosa, como essa bunda quica quando ela faz exercício, mamacita me deixou com o pau bem duro, queria que ela olhasse pra ele, sei que ela ia gostar do meu pau só de ver." Eu: disfarçadamente virei pra olhar eles e só sorri e falei: "Oi, bom dia, senhores." Enquanto continuo na minha.
Pedreiros: Oi, dona, valeu por alegrar nossa manhã com essa presença linda e esse corpo escultural de deusa. Tá parecendo uma obra de arte, gostosa!!
Eu: Ai, como cê acha, não é pra tanto, só gosto de me manter em forma, mas muito obrigada pelos elogios.
Pedreiro 1: Com todo respeito, dona, a gente viu que a senhora tá sozinha em casa, não tem medo de ficar só nesse bairro tão perigoso? Ou quando sai pra venda, os vagabundos não te desrespeitam?
Eu: Não tenho medo não, senhor, e se às vezes me desrespeitaram, mas foi só isso. Por que a pergunta?
Pedreiro 1: Que coisas te falaram ou como te desrespeitam...
Eu: Ah, com putaria, palavras obscenas. Enquanto eles tocam nos paus deles.
Pedreiro: Ai, dona, e isso não te incomoda? Que ao te ver, eles toquem nos paus na sua frente?
Eu: Ué, não ligo pra isso.
Pedreiro: Então não te incomoda saber ou ver um cara se masturbando olhando pra você, né? Porque queria te falar uma coisa, espero que não fique brava.
Eu: Tá bom, fala.
Pedreiro: Tô me masturbando agora mesmo olhando pra essa sua buceta gostosa, dona, deixa eu te mostrar pra você ver minha pica enorme e como você me deixa de pau duro te vendo fazer esses exercícios.
E como ele me disse que não se importava, espero que não se importe muito de me olhar assim, né putinha. Você me deixa com o pau explodindo só de te olhar e imaginar como você gozaria de prazer, meu amor.
Eu: fiquei só olhando pro pedreiro com o short dele lá embaixo e aquela porra de uma piroca enorme aparecendo, maior que a do meu namorado ou de outros caras com quem já transei ou só masturbei. Sem dizer nada, só olhava pra ele, e ele batia uma de cima pra baixo enquanto me encarava e sorria na minha frente. Eu, feito uma boba, sem tirar os olhos daquele pau.
Pedreiro: o que foi, gatinha? Ficou muda e dura de olhar pro meu pau? Te assustei ou será que nunca viu um igual ao meu, mamacita? E ele é amigável, pode cumprimentar com aperto de mão ou beijo quando quiser, meu amor. Fico de dar um pulo na sua casa pra passar o tempo gostoso na minha hora de almoço. O que me diz, aceita, mocinha?
Sem pensar, meu subconsciente falou: deixa ele passar pra você provar essa pica, e outra parte de mim dizia: não seja piranha, você tem namorado, pedreiro. Então, meu amor, você topa me ver de perto? Te prometo que ela não morde se você acariciar com amor.
Eu: Ok, mas que seja rápido... Ela pulou pra dentro da minha casa e me disse: "Espera, mami, é todo seu, toca nele, é o que você deseja, sua puta.
Fiz ele entrar em casa, rapidinho ele se pelou todo, ficando na minha frente um corpo muito bem definido pelo trampo pesado e uma pica enorme. Me ajoelhei na frente dele e falei: só vou bater uma pra você até gozar nos meus peitos, ok. Pedreiro: sim, sua putinha, o que você quiser, meu amor 😘 mas se liga que só tenho uma hora de almoço. Comecei a masturbar devagar o pau dele de cima pra baixo, sentindo aquela grossura, aqueles 23 cm ou talvez um pouco mais, fiquei besta olhando pra aquela pica gigante e ele só ria. Pedreiro: Que gostoso você faz, putinha, dá pra ver que você tem experiência com pica. Essa carinha te entrega, dá pra ver que você engole tudo pela buceta e pela boquinha, meu amor, vamos lá, chupa meu pau, putinha, yummy. Lá estava eu, feita uma puta, chupando pica de um pedreiro desconhecido.
Não importava o que ela pensasse de mim, eu só tava curtindo o momento de ter aquela pica no meu poder kkk. E as palavras ofensivas dela me deixavam mais puta do que o normal, foi tipo dar um boost na minha vadia.
Já me deixou semi nua, com os peitos pra fora do top, ficava apalpando, apertando meus bicos sem se importar se tava me machucando. Enquanto eu continuava bem focada no boquete, eu falava: "cê gosta de como eu chupo, pai? vai gozar na minha boca, love?" Pedreiro, se sua putinha, continua chupando, ordenha essa puta, foca, vamos, chupa minhas bolas inchadas, uff, puta, isso, vamos, vamos, puta, cê tá com cara de quem precisa me ordenhar todo dia, puta. Eu, bem concentrada no boquete que tava dando, sem me importar com nada, ouvi um barulho de câmera. Mas não dei bola e continuei na minha, chupando o pau. Quando escuto ele falar: "Olha, seus arrombados, que gostosa tá me chupando o pau, essa putinha, mora aqui do lado do lugar que nos contrataram, a mina é uma delícia e a mãe é super gostosa, vira pra câmera, puta." Eu virei pra câmera do celular dele, achando que era só brincadeira de estar me gravando, mas ele tava mesmo. Não me importei, tava com muito tesão.
Ele me diz: "Vou gozar, sua putinha, vou gozar.
Toma, sua putinha de porra, é toda sua, você mereceu por ser tão vadia, uma puta boqueteira de primeira.
Ele começou a gozar na minha cara, saía muito leite da piroca dele, jato após jato, enquanto não parava de filmar cada segundo.
Acabou enchendo minha cara toda de porra, grossa, quente, que foi escorrendo pros meus peitos nus.
Enquanto sorria triunfante. Quando tudo terminou, só me disse: "que delícia, sua puta velha do caralho. Espero que amanhã você me chupe do mesmo jeito, puta gostosa, e se recusar, eu compartilho esse vídeo na internet, ok? Então, a partir de amanhã, você vai ser minha putinha.
É assim que gosto de me vestir em casa. Só ouvia vozes e barulho, mas não via os pedreiros. E eu, toda curiosa, sabendo que pedreiro é bom pra cantada de todo tipo, saí pra ver com que elogio iam me encher o saco. Fiquei um tempinho no quintal sentada numa cadeira, até que ouvi uma voz grossa de um homem maduro: "Bom dia, mocinha: espero que o barulho não te incomode, a gente tá trabalhando e isso vai levar pelo menos duas semanas." Eu: "Ah, bom dia, senhor, pode ficar tranquilo, não me incomoda não, até porque tô de férias, então sem problema, senhor." Levantei e falei: "Com licença.
Até logo, senhorita. Não sei o que deu em mim, fiquei nervosa por falar com o pedreiro que só ficava olhando minhas pernas e meus peitinhos. No dia seguinte, saí de novo no quintal com meu shortinho de dormir, do jeito que eu gosto. Quando escuto uma voz que diz: "Vem rápido, olha a vizinha, tá uma delícia a garota com esses shortinhos, olha que bundinha gostosa aparece. Claro que ela sai assim pra gente ver a bunda dela daqui, a putinha." Por um momento, fiquei assustada, mas as palavras deles tinham um fundo de verdade. Ao ouvi-los, comecei a fingir que fazia exercício, agachamentos ou flexões, um pouco de abdominal. Não sei por que, mas comecei a ficar com tesão e minha bucetinha ficou molhada. Pedreiros: "Uff, olha ela, puta gostosa, como essa bunda quica quando ela faz exercício, mamacita me deixou com o pau bem duro, queria que ela olhasse pra ele, sei que ela ia gostar do meu pau só de ver." Eu: disfarçadamente virei pra olhar eles e só sorri e falei: "Oi, bom dia, senhores." Enquanto continuo na minha.
Pedreiros: Oi, dona, valeu por alegrar nossa manhã com essa presença linda e esse corpo escultural de deusa. Tá parecendo uma obra de arte, gostosa!! Eu: Ai, como cê acha, não é pra tanto, só gosto de me manter em forma, mas muito obrigada pelos elogios.
Pedreiro 1: Com todo respeito, dona, a gente viu que a senhora tá sozinha em casa, não tem medo de ficar só nesse bairro tão perigoso? Ou quando sai pra venda, os vagabundos não te desrespeitam?
Eu: Não tenho medo não, senhor, e se às vezes me desrespeitaram, mas foi só isso. Por que a pergunta?
Pedreiro 1: Que coisas te falaram ou como te desrespeitam...
Eu: Ah, com putaria, palavras obscenas. Enquanto eles tocam nos paus deles.
Pedreiro: Ai, dona, e isso não te incomoda? Que ao te ver, eles toquem nos paus na sua frente?
Eu: Ué, não ligo pra isso.
Pedreiro: Então não te incomoda saber ou ver um cara se masturbando olhando pra você, né? Porque queria te falar uma coisa, espero que não fique brava.
Eu: Tá bom, fala.
Pedreiro: Tô me masturbando agora mesmo olhando pra essa sua buceta gostosa, dona, deixa eu te mostrar pra você ver minha pica enorme e como você me deixa de pau duro te vendo fazer esses exercícios.
E como ele me disse que não se importava, espero que não se importe muito de me olhar assim, né putinha. Você me deixa com o pau explodindo só de te olhar e imaginar como você gozaria de prazer, meu amor. Eu: fiquei só olhando pro pedreiro com o short dele lá embaixo e aquela porra de uma piroca enorme aparecendo, maior que a do meu namorado ou de outros caras com quem já transei ou só masturbei. Sem dizer nada, só olhava pra ele, e ele batia uma de cima pra baixo enquanto me encarava e sorria na minha frente. Eu, feito uma boba, sem tirar os olhos daquele pau.
Pedreiro: o que foi, gatinha? Ficou muda e dura de olhar pro meu pau? Te assustei ou será que nunca viu um igual ao meu, mamacita? E ele é amigável, pode cumprimentar com aperto de mão ou beijo quando quiser, meu amor. Fico de dar um pulo na sua casa pra passar o tempo gostoso na minha hora de almoço. O que me diz, aceita, mocinha?
Sem pensar, meu subconsciente falou: deixa ele passar pra você provar essa pica, e outra parte de mim dizia: não seja piranha, você tem namorado, pedreiro. Então, meu amor, você topa me ver de perto? Te prometo que ela não morde se você acariciar com amor.
Eu: Ok, mas que seja rápido... Ela pulou pra dentro da minha casa e me disse: "Espera, mami, é todo seu, toca nele, é o que você deseja, sua puta.
Fiz ele entrar em casa, rapidinho ele se pelou todo, ficando na minha frente um corpo muito bem definido pelo trampo pesado e uma pica enorme. Me ajoelhei na frente dele e falei: só vou bater uma pra você até gozar nos meus peitos, ok. Pedreiro: sim, sua putinha, o que você quiser, meu amor 😘 mas se liga que só tenho uma hora de almoço. Comecei a masturbar devagar o pau dele de cima pra baixo, sentindo aquela grossura, aqueles 23 cm ou talvez um pouco mais, fiquei besta olhando pra aquela pica gigante e ele só ria. Pedreiro: Que gostoso você faz, putinha, dá pra ver que você tem experiência com pica. Essa carinha te entrega, dá pra ver que você engole tudo pela buceta e pela boquinha, meu amor, vamos lá, chupa meu pau, putinha, yummy. Lá estava eu, feita uma puta, chupando pica de um pedreiro desconhecido.
Não importava o que ela pensasse de mim, eu só tava curtindo o momento de ter aquela pica no meu poder kkk. E as palavras ofensivas dela me deixavam mais puta do que o normal, foi tipo dar um boost na minha vadia.
Já me deixou semi nua, com os peitos pra fora do top, ficava apalpando, apertando meus bicos sem se importar se tava me machucando. Enquanto eu continuava bem focada no boquete, eu falava: "cê gosta de como eu chupo, pai? vai gozar na minha boca, love?" Pedreiro, se sua putinha, continua chupando, ordenha essa puta, foca, vamos, chupa minhas bolas inchadas, uff, puta, isso, vamos, vamos, puta, cê tá com cara de quem precisa me ordenhar todo dia, puta. Eu, bem concentrada no boquete que tava dando, sem me importar com nada, ouvi um barulho de câmera. Mas não dei bola e continuei na minha, chupando o pau. Quando escuto ele falar: "Olha, seus arrombados, que gostosa tá me chupando o pau, essa putinha, mora aqui do lado do lugar que nos contrataram, a mina é uma delícia e a mãe é super gostosa, vira pra câmera, puta." Eu virei pra câmera do celular dele, achando que era só brincadeira de estar me gravando, mas ele tava mesmo. Não me importei, tava com muito tesão.
Ele me diz: "Vou gozar, sua putinha, vou gozar.
Toma, sua putinha de porra, é toda sua, você mereceu por ser tão vadia, uma puta boqueteira de primeira.
Ele começou a gozar na minha cara, saía muito leite da piroca dele, jato após jato, enquanto não parava de filmar cada segundo.
Acabou enchendo minha cara toda de porra, grossa, quente, que foi escorrendo pros meus peitos nus.
Enquanto sorria triunfante. Quando tudo terminou, só me disse: "que delícia, sua puta velha do caralho. Espero que amanhã você me chupe do mesmo jeito, puta gostosa, e se recusar, eu compartilho esse vídeo na internet, ok? Então, a partir de amanhã, você vai ser minha putinha.
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