E aí, comunidade do Poringa! Somos novos por aqui, tô explorando o site há uns meses e curti pra caramba, dá pra ver que tem conteúdo pra todo tipo de público, mas o que mais chamou minha atenção foi ver como vários casais compartilham suas experiências. Ela é a Karina, minha esposa, e sem mais delongas, vou mostrar ela pra vocês.
Ela tem 30 anos, cuida da casa. Olha, a gente é um casal há mais de 5 anos já. O que mais importa pra mim nessa vida é minha família, ou seja, minha mulher e nosso filho pequeno de 3 anos. Podia dizer que somos uma família normal, mas não é o caso. Prefiro não revelar minha idade, mas vamos dizer que tem uma diferença considerável de idade entre eu e a Kari, porque quando a conheci foi no colégio, só com o detalhezinho de que ela era minha aluna e eu era o professor dela. No meu caso, foi difícil arrumar emprego na cidade onde eu morava, e me deram a oportunidade de dar aula num povoado perto. A vida naquele lugar ainda era bem simples, gente de roça, festa de padroeiro, feira, igreja, uma praça. O povoado tem sua história, tradições e cultura que celebram todo ano. Foi nesse povoado que conheci quem hoje é minha esposa. No começo, eu percebia o interesse dela pelos olhares, pelos comentários que fazia, até me escrevia cartas e me entregava quando eu revisava o caderno dela pra ninguém notar, esses tipos de detalhe quando uma mulher tá dando em cima. Mas como professor e pra não arrumar problema no trabalho, eu levava na brincadeira ou ignorava. No fim, naquela época a Kari era só uma adolescente. Ela se formou, e eu perdi o contato, porque parei de vê-la todo dia. A vida lá era mais antiga, por assim dizer. O pessoal é educado, te cumprimenta quando passa, não tem muita criminalidade, mas ao mesmo tempo tem muita liberdade e confiança entre as pessoas, porque a maioria se conhece. Como professor, os pais de família, que eram com quem eu tinha contato por causa dos filhos, me tratavam com muito respeito. Fiquei surpreso com a hospitalidade com que me receberam. As famílias dos meus alunos me convidavam pra almoçar na casa delas e me apoiavam pra eu me adaptar rápido. Claro, durante minha estadia lá, eu tive um caso com uma confeiteira que era mãe de um dos meus alunos. Era viúva, não era bonita, mas tinha o melhor corpo de toda a cidade. Ela queria oficializar comigo, insistia demais pra eu parar de usar camisinha pra engravidar de novo, mas eu não tava seguro por vários motivos. Ela até me ofereceu pra morar com ela e o filho dela na casa dela, e isso eu aceitei pra parar de pagar aluguel e juntar mais dinheiro. Morei com eles por 3 anos e comi ela o máximo que pude. O coitado do filho dela sofria bullying porque falavam que o professor tava comendo a mãe dele. Inclusive, iam muito visitar ele, mas era pra olhar a bunda dela. Eu ouvia o que falavam e tentava animar o moleque, dizendo pra ignorar, mas ele não me dava muita bola. Na real, eu sentia que ele não gostava de mim, o que era compreensível, porque no fundo era verdade: eu tava ali pra comer a mãe dele o quanto pudesse. Tinha noites que a gente não aguentava o tesão e, sem dúvida, o filho dela nos ouvia, tenho certeza.
Assim a gente foi até que ela cansou de esperar. Percebeu que eu não tava afim de casar com ela e mandou eu vazar. Voltei a alugar uma casa perto do colégio e, de vez em quando, via a Karina. Eu só cumprimentava, e ela também. Sempre fiquei com aquela curiosidade pela Kari. Com o passar dos anos, ela parecia mais desenvolvida, mais gostosa. Eu lembrava quando ela era safada comigo e me vinham umas ideias na cabeça, mas eu me segurava. Depois de um tempo, ela parava mais do que só pra me cumprimentar, me contava coisas que aconteciam com ela. Fiquei sabendo que teve uns namoradinhos na época, se formou e, um ano depois disso, ela começou a me procurar. Ia na minha casa sem avisar e fazia comida pra mim. Uma vez chegou bêbada de madrugada e eu tive que abrir a porta antes que ela fizesse um escândalo na rua.
Sinceramente, eu tinha medo do que os outros iam pensar de mim. Um professor como eu, com uma novinha como ela. Ela já era maior de idade, mas ainda assim, o que iam falar? Os pais dela? Eu imaginava o pior, porque já tinha uma certa reputação na cidade. Mas também tinha uns amigos que me incentivavam a cair matando. deram oportunidade porque viam que a Karina era quem insistia e me procurava, dava pra notar que a atração por mim era maior, a verdade é que eu também me sentia muito atraído por ela, mas como homem maduro eu sabia como esconder isso. Uma vez não consegui me controlar e cedi à tentação, ela parecia que vinha de uma festa, as amigas tinham trazido ela e depois foram embora, abri a porta e notei que ela estava meio bêbada, não dava pra levar ela pra casa porque os pais iam desconfiar, então ofereci pra ela ficar e ela dormiu na sala, cobri ela com um cobertor e fui dormir também. Pra minha surpresa, de manhã acordei e ela estava deitada do meu lado, semi nua, de fio dental, acordou também e começou a me paquerar, tentava me beijar e me apalpar enquanto se esfregava em mim aos poucos e meu instinto tomou conta, segurei ela pela cintura e chupei a buceta dela como ninguém nunca tinha chupado antes, ela mesma me disse, enlouqueci ela, ver ela se contorcendo de prazer enquanto tinha espasmos de orgasmo, a Karina era uma delícia de novinha. Ver a boquinha dela percorrendo todo o meu pau de cima pra baixo, ver ela brincar com a língua, nunca vou esquecer nossa primeira vez, meti nela com toda a vontade que tinha acumulada, me soltei e literalmente fiz de tudo, tomei ela pra mim, ela tinha adorado tanto ficar comigo que só tomamos um banho e fizemos de novo várias vezes naquele fim de semana, depois a gente fazia quase todo dia, dava um jeito de se ver sem os vizinhos perceberem. A gente adorava o tesão e a adrenalina que dava fazer aquilo escondido de todo mundo, sempre que dava ela vinha de madrugada na minha casa e a gente aproveitava. Aquela época em que a gente se via em segredo foi a melhor pra mim porque a situação fazia meu sangue ferver, passamos muitas noites gostosas assim, mas os meses passaram e ela insistia pra gente oficializar as coisas e eu tive que aceitar pra ela não me largar. Começamos a ter encontros como casal normal, mas vocês já imaginam. O que aconteceu foi que as pessoas começaram a nos olhar mal, aconteceu o que eu temia: tinha pais de família que falavam mal de mim e agora desconfiavam. Pra mim, foi uma fase muito desconfortável na minha vida. A Karina não ligava e me dizia que queria continuar comigo. No começo, a mãe dela não me aceitava, mas com o tempo viu que nosso relacionamento era sério. Pra acalmar as coisas, decidimos casar. Mas isso não acabou com o desconforto, a gente já tinha fama ruim de professor e aluna. Por sorte, um tempo depois, surgiu uma oportunidade de dar aula em outra escola, numa cidade onde ninguém nos conhecia, e a gente se mudou. Desde então, vivemos uma vida mais tranquila. Aqui ninguém nos julgou, pelo menos até onde a gente sabe. Se ouvimos comentários sobre nossa diferença de idade, é só isso, não se meteram com a gente a nível pessoal nem nada. Cada um cuida da sua vida.
A situação agora é que a vida da minha mulher ficou muito chata pra ela. Ela deixou a família, os amigos, a cidade dela, tudo por mim, e agora é dona de casa, cuida do nosso filho e me trata super bem. Mas me preocupa que ela me diz e dá pra perceber que sente que a vida dela é entediante. Não quero que ela peça divórcio ou me deixe em algum momento, por isso me dei a missão de tornar a vida dela mais interessante. A gente começou a ir pra academia. No começo, eu ia junto com ela, mas a verdade é que me dava preguiça e deixei ela ir sozinha.
Quando eu ia com ela, notava como outros caras olhavam pra ela. E olha, apesar de ser magrinha, ela é gostosa, ainda mais porque deixo ela se vestir de forma sensual. Ela compra aqueles leggings que deixam bem claro que por baixo vai pelada e rachada, e também adora mostrar o decote, às vezes apertado, às vezes solto. Ela me contou que fez uma amiga na academia. Como eu parei de ir, entrei em contato com a amiga dela sem a Karina saber e ofereci pagar uma grana pra ela me informar o que rola quando elas vão juntas pra academia. Assim, deixo ela bem vigiada. Sim, fui informado de que vários caras se aproximam dela e puxam papo, alguns até já tiveram a coragem de convidar ela pra sair, mas ela recusa todos. Ela conversa com eles, brinca, mas fora isso, a Kari mantém eles bem longe. Como eu disse, tenho ela muito bem vigiada e sei o que ela faz o dia inteiro. E bom, o ponto de tudo isso é que nos últimos meses notei mudanças na minha esposa. Ela está entrando na maturidade e sinto que o apetite sexual dela aumentou. Não sei se é só por causa da idade ou também porque agora ela é mais ativa fisicamente com a academia. Ela não vai todo dia, no máximo umas 3 a 4 vezes por semana. Tem dias que do nada ela quer transar a qualquer hora do dia, ou me acorda fazendo um boquete, e eu adoro isso, mas sinto que não consigo mais acompanhar o ritmo dela. Não me interpretem mal, eu curto muito o sexo com a Kari, mas a gente percebe quando a outra pessoa começa a dominar. E ultimamente ela me domina muito mais do que eu domino ela na cama. Tem dias que tô ocupado ou preciso sair, e ela quer continuar. Tão me entendendo? Isso começou a me preocupar porque sou um cara experiente e sei que se uma mulher não é bem satisfeita, mais cedo ou mais tarde ela vai procurar um homem que faça ela se sentir completa. E ali na academia tem testosterona de sobra, tudo disposto a ter uma aventura com ela. Com certeza não quero perder minha família ou me separar por causa de questões puramente sexuais. Não digo isso só por mim, mas também pelo meu filho, que não tem culpa de nada e não quero que ele cresça com pais separados. Então, antes que ela decida me botar chifre com qualquer desconhecido, vou tomar a decisão de que ela me traia, mas vai ser com quem eu escolher. E pretendo escolher alguém que: 1. Esteja à altura de satisfazer ela como ela merece. 2. Alguém que eu consiga controlar sem problemas, ou seja, que faça o que eu mandar e me relate tudo que rolar. E o mais importante: 3. Que não tenha nenhuma intenção de me separar dela, ou seja, que só esteja interessado nisso. No campo sexual... Talvez pra muitos isso seja motivo de piada, mas com certeza vocês não entendem agora que são jovens. Como eu disse, já tenho uma idade e sinto que não consigo mais acompanhar minha mulher. E pra não perdê-la e mantê-la ao meu lado e feliz, sou capaz de dividi-la com alguém que possa dar a ela o que eu já não consigo por causa da idade e também da falta de tempo. Já pensei num candidato que se encaixa perfeitamente no que estou dizendo, e quero continuar compartilhando essa experiência com vocês aqui no Poringa.
São bem-vindos todos os comentários, recomendações e sugestões, e até ofertas, por que não? Mas estejam cientes de que isso é sério, não é brincadeira e não quero que peçam meu contato só pra falar com ela e mais nada. Só vou ouvir ofertas de homens que concordem com os pontos estabelecidos acima ☝🏻 E que, acima de tudo, estejam completamente seguros de que conseguem satisfazer minha mulher como ela tanto deseja e merece. Saudações a todos.
Ela tem 30 anos, cuida da casa. Olha, a gente é um casal há mais de 5 anos já. O que mais importa pra mim nessa vida é minha família, ou seja, minha mulher e nosso filho pequeno de 3 anos. Podia dizer que somos uma família normal, mas não é o caso. Prefiro não revelar minha idade, mas vamos dizer que tem uma diferença considerável de idade entre eu e a Kari, porque quando a conheci foi no colégio, só com o detalhezinho de que ela era minha aluna e eu era o professor dela. No meu caso, foi difícil arrumar emprego na cidade onde eu morava, e me deram a oportunidade de dar aula num povoado perto. A vida naquele lugar ainda era bem simples, gente de roça, festa de padroeiro, feira, igreja, uma praça. O povoado tem sua história, tradições e cultura que celebram todo ano. Foi nesse povoado que conheci quem hoje é minha esposa. No começo, eu percebia o interesse dela pelos olhares, pelos comentários que fazia, até me escrevia cartas e me entregava quando eu revisava o caderno dela pra ninguém notar, esses tipos de detalhe quando uma mulher tá dando em cima. Mas como professor e pra não arrumar problema no trabalho, eu levava na brincadeira ou ignorava. No fim, naquela época a Kari era só uma adolescente. Ela se formou, e eu perdi o contato, porque parei de vê-la todo dia. A vida lá era mais antiga, por assim dizer. O pessoal é educado, te cumprimenta quando passa, não tem muita criminalidade, mas ao mesmo tempo tem muita liberdade e confiança entre as pessoas, porque a maioria se conhece. Como professor, os pais de família, que eram com quem eu tinha contato por causa dos filhos, me tratavam com muito respeito. Fiquei surpreso com a hospitalidade com que me receberam. As famílias dos meus alunos me convidavam pra almoçar na casa delas e me apoiavam pra eu me adaptar rápido. Claro, durante minha estadia lá, eu tive um caso com uma confeiteira que era mãe de um dos meus alunos. Era viúva, não era bonita, mas tinha o melhor corpo de toda a cidade. Ela queria oficializar comigo, insistia demais pra eu parar de usar camisinha pra engravidar de novo, mas eu não tava seguro por vários motivos. Ela até me ofereceu pra morar com ela e o filho dela na casa dela, e isso eu aceitei pra parar de pagar aluguel e juntar mais dinheiro. Morei com eles por 3 anos e comi ela o máximo que pude. O coitado do filho dela sofria bullying porque falavam que o professor tava comendo a mãe dele. Inclusive, iam muito visitar ele, mas era pra olhar a bunda dela. Eu ouvia o que falavam e tentava animar o moleque, dizendo pra ignorar, mas ele não me dava muita bola. Na real, eu sentia que ele não gostava de mim, o que era compreensível, porque no fundo era verdade: eu tava ali pra comer a mãe dele o quanto pudesse. Tinha noites que a gente não aguentava o tesão e, sem dúvida, o filho dela nos ouvia, tenho certeza.Assim a gente foi até que ela cansou de esperar. Percebeu que eu não tava afim de casar com ela e mandou eu vazar. Voltei a alugar uma casa perto do colégio e, de vez em quando, via a Karina. Eu só cumprimentava, e ela também. Sempre fiquei com aquela curiosidade pela Kari. Com o passar dos anos, ela parecia mais desenvolvida, mais gostosa. Eu lembrava quando ela era safada comigo e me vinham umas ideias na cabeça, mas eu me segurava. Depois de um tempo, ela parava mais do que só pra me cumprimentar, me contava coisas que aconteciam com ela. Fiquei sabendo que teve uns namoradinhos na época, se formou e, um ano depois disso, ela começou a me procurar. Ia na minha casa sem avisar e fazia comida pra mim. Uma vez chegou bêbada de madrugada e eu tive que abrir a porta antes que ela fizesse um escândalo na rua.
Sinceramente, eu tinha medo do que os outros iam pensar de mim. Um professor como eu, com uma novinha como ela. Ela já era maior de idade, mas ainda assim, o que iam falar? Os pais dela? Eu imaginava o pior, porque já tinha uma certa reputação na cidade. Mas também tinha uns amigos que me incentivavam a cair matando. deram oportunidade porque viam que a Karina era quem insistia e me procurava, dava pra notar que a atração por mim era maior, a verdade é que eu também me sentia muito atraído por ela, mas como homem maduro eu sabia como esconder isso. Uma vez não consegui me controlar e cedi à tentação, ela parecia que vinha de uma festa, as amigas tinham trazido ela e depois foram embora, abri a porta e notei que ela estava meio bêbada, não dava pra levar ela pra casa porque os pais iam desconfiar, então ofereci pra ela ficar e ela dormiu na sala, cobri ela com um cobertor e fui dormir também. Pra minha surpresa, de manhã acordei e ela estava deitada do meu lado, semi nua, de fio dental, acordou também e começou a me paquerar, tentava me beijar e me apalpar enquanto se esfregava em mim aos poucos e meu instinto tomou conta, segurei ela pela cintura e chupei a buceta dela como ninguém nunca tinha chupado antes, ela mesma me disse, enlouqueci ela, ver ela se contorcendo de prazer enquanto tinha espasmos de orgasmo, a Karina era uma delícia de novinha. Ver a boquinha dela percorrendo todo o meu pau de cima pra baixo, ver ela brincar com a língua, nunca vou esquecer nossa primeira vez, meti nela com toda a vontade que tinha acumulada, me soltei e literalmente fiz de tudo, tomei ela pra mim, ela tinha adorado tanto ficar comigo que só tomamos um banho e fizemos de novo várias vezes naquele fim de semana, depois a gente fazia quase todo dia, dava um jeito de se ver sem os vizinhos perceberem. A gente adorava o tesão e a adrenalina que dava fazer aquilo escondido de todo mundo, sempre que dava ela vinha de madrugada na minha casa e a gente aproveitava. Aquela época em que a gente se via em segredo foi a melhor pra mim porque a situação fazia meu sangue ferver, passamos muitas noites gostosas assim, mas os meses passaram e ela insistia pra gente oficializar as coisas e eu tive que aceitar pra ela não me largar. Começamos a ter encontros como casal normal, mas vocês já imaginam. O que aconteceu foi que as pessoas começaram a nos olhar mal, aconteceu o que eu temia: tinha pais de família que falavam mal de mim e agora desconfiavam. Pra mim, foi uma fase muito desconfortável na minha vida. A Karina não ligava e me dizia que queria continuar comigo. No começo, a mãe dela não me aceitava, mas com o tempo viu que nosso relacionamento era sério. Pra acalmar as coisas, decidimos casar. Mas isso não acabou com o desconforto, a gente já tinha fama ruim de professor e aluna. Por sorte, um tempo depois, surgiu uma oportunidade de dar aula em outra escola, numa cidade onde ninguém nos conhecia, e a gente se mudou. Desde então, vivemos uma vida mais tranquila. Aqui ninguém nos julgou, pelo menos até onde a gente sabe. Se ouvimos comentários sobre nossa diferença de idade, é só isso, não se meteram com a gente a nível pessoal nem nada. Cada um cuida da sua vida.
A situação agora é que a vida da minha mulher ficou muito chata pra ela. Ela deixou a família, os amigos, a cidade dela, tudo por mim, e agora é dona de casa, cuida do nosso filho e me trata super bem. Mas me preocupa que ela me diz e dá pra perceber que sente que a vida dela é entediante. Não quero que ela peça divórcio ou me deixe em algum momento, por isso me dei a missão de tornar a vida dela mais interessante. A gente começou a ir pra academia. No começo, eu ia junto com ela, mas a verdade é que me dava preguiça e deixei ela ir sozinha.
Quando eu ia com ela, notava como outros caras olhavam pra ela. E olha, apesar de ser magrinha, ela é gostosa, ainda mais porque deixo ela se vestir de forma sensual. Ela compra aqueles leggings que deixam bem claro que por baixo vai pelada e rachada, e também adora mostrar o decote, às vezes apertado, às vezes solto. Ela me contou que fez uma amiga na academia. Como eu parei de ir, entrei em contato com a amiga dela sem a Karina saber e ofereci pagar uma grana pra ela me informar o que rola quando elas vão juntas pra academia. Assim, deixo ela bem vigiada. Sim, fui informado de que vários caras se aproximam dela e puxam papo, alguns até já tiveram a coragem de convidar ela pra sair, mas ela recusa todos. Ela conversa com eles, brinca, mas fora isso, a Kari mantém eles bem longe. Como eu disse, tenho ela muito bem vigiada e sei o que ela faz o dia inteiro. E bom, o ponto de tudo isso é que nos últimos meses notei mudanças na minha esposa. Ela está entrando na maturidade e sinto que o apetite sexual dela aumentou. Não sei se é só por causa da idade ou também porque agora ela é mais ativa fisicamente com a academia. Ela não vai todo dia, no máximo umas 3 a 4 vezes por semana. Tem dias que do nada ela quer transar a qualquer hora do dia, ou me acorda fazendo um boquete, e eu adoro isso, mas sinto que não consigo mais acompanhar o ritmo dela. Não me interpretem mal, eu curto muito o sexo com a Kari, mas a gente percebe quando a outra pessoa começa a dominar. E ultimamente ela me domina muito mais do que eu domino ela na cama. Tem dias que tô ocupado ou preciso sair, e ela quer continuar. Tão me entendendo? Isso começou a me preocupar porque sou um cara experiente e sei que se uma mulher não é bem satisfeita, mais cedo ou mais tarde ela vai procurar um homem que faça ela se sentir completa. E ali na academia tem testosterona de sobra, tudo disposto a ter uma aventura com ela. Com certeza não quero perder minha família ou me separar por causa de questões puramente sexuais. Não digo isso só por mim, mas também pelo meu filho, que não tem culpa de nada e não quero que ele cresça com pais separados. Então, antes que ela decida me botar chifre com qualquer desconhecido, vou tomar a decisão de que ela me traia, mas vai ser com quem eu escolher. E pretendo escolher alguém que: 1. Esteja à altura de satisfazer ela como ela merece. 2. Alguém que eu consiga controlar sem problemas, ou seja, que faça o que eu mandar e me relate tudo que rolar. E o mais importante: 3. Que não tenha nenhuma intenção de me separar dela, ou seja, que só esteja interessado nisso. No campo sexual... Talvez pra muitos isso seja motivo de piada, mas com certeza vocês não entendem agora que são jovens. Como eu disse, já tenho uma idade e sinto que não consigo mais acompanhar minha mulher. E pra não perdê-la e mantê-la ao meu lado e feliz, sou capaz de dividi-la com alguém que possa dar a ela o que eu já não consigo por causa da idade e também da falta de tempo. Já pensei num candidato que se encaixa perfeitamente no que estou dizendo, e quero continuar compartilhando essa experiência com vocês aqui no Poringa.
São bem-vindos todos os comentários, recomendações e sugestões, e até ofertas, por que não? Mas estejam cientes de que isso é sério, não é brincadeira e não quero que peçam meu contato só pra falar com ela e mais nada. Só vou ouvir ofertas de homens que concordem com os pontos estabelecidos acima ☝🏻 E que, acima de tudo, estejam completamente seguros de que conseguem satisfazer minha mulher como ela tanto deseja e merece. Saudações a todos.
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