Minha filha, minha esposa

Naquela época…

MariferPortillo tinha acabado de fazer 18 anos, mas já fazia tempo que sua presença roubava suspiros de meio mundo. É uma beleza bem latina, daquelas que parecem esculpidas com carinho por mãos experientes. Tem cerca de 1,65m, mas sua proporção é tão perfeita que parece mais alta quando anda. Sua pele é um tom de mel quente, macia como veludo, com um brilho natural que se destaca especialmente no colo e na curva dos ombros.

O rosto… ai, o rosto é daqueles que fazem as pessoas ficarem quietas por um segundo. Olhos grandes, cor de avelã escuro com cílios longuíssimos que emolduram um olhar entre doce e perigosamente provocante. Suas sobrancelhas são grossas e perfeitamente arqueadas, mas o que mais impacta é o delineado felino, preto intenso, que alonga os olhos e dá aquele ar de "sei exatamente o que estou causando". Os lábios carnudos, sempre pintados de um rosa morango ou nude brilhante, se curvam num sorriso que parece prometer segredos.

O cabelo comprido, liso como seda, castanho escuro com reflexos chocolate que brilham sob a luz, cai até quase a metade das costas. Quando ela se mexe, balança como uma cortina tentadora.

E aí tem o corpo… Meu Deus, o corpo.

Marifer tem uma silhueta de ampulheta dos sonhos: cintura fina, daquelas que convidam a ser abraçada com as mãos, peito redondo, firme e generoso (o tipo de taça C-D que fica espetacular em qualquer decote), quadris largos e marcados que contrastam deliciosamente com aquela cintura minúscula.

Mas se tem uma coisa que realmente enlouquece qualquer um que a veja de costas… é a suabundaUm bum de encanto absoluto. Redondo, empinado, perfeitamente arrebitado, daqueles que parecem desafiar a gravidade. Carne macia mas firme, com o formato exato de um coração invertido quando está parado. Cada passo que ela dá faz ele se mexer com uma cadência hipnótica, suave mas evidente, como se tivesse vida própria. Quando usa jeans apertados ou leggings, o tecido se abraça nele de um jeito quase indecente, marcando cada curva, cada redondeza. E se ela usa saia… o jeito que o pano cai e se move com cada rebolado é simplesmente criminoso.

É o tipo de raba que faz as pessoas "acidentalmente" deixarem o celular cair atrás dela só pra ter uma desculpa pra olhar um pouco mais. Pequena em comparação com as cinturas exageradas, mas tão bem colocada, tão harmônica e tão provocante que vira a protagonista silenciosa de qualquer sala que a Marifer entra.

Resumindo: cara de anjo com maquiagem de demônio, corpo de pecado perfeitamente equilibrado e uma bucetinha que deveria ter seu próprio CEP de tanto que se destaca.

Ofélia Martínez, aos seus 49 anos, era o epítome de uma mulher presa num ciclo de frustração eterna. Vivia amargurada, com um temperamento azedo que transformava cada dia num campo minado pra família dela. Como esposa, era insuportável pro Pedro: por exemplo, num jantar em família recente, quando Pedro chegou exausto do trabalho e só queria um momento de paz, Ofélia bombardeou ele com reclamações intermináveis sobre o preço da comida, criticando cada garfada que ele dava como se fosse um desperdício pessoal, terminando numa discussão onde o acusou de não valorizar os "sacrifícios" invisíveis dela, deixando Pedro com um nó na garganta e desejando fugir pra qualquer boteco. Como mãe, a Marifer sofria igual: noutra ocasião, quando a Marifer pediu permissão pra sair com as amigas pra uma festa inocente, Ofélia interrogou ela como se fosse uma criminosa, lembrando "o quanto ingrata você é por não ajudar mais em casa", e no fim proibiu ela de sair só pra se ficou limpando a cozinha, reclamando que "garotas como você só pensam em se divertir enquanto eu me mato de trabalhar". Tanto a Marifer quanto o Pedro estavam de saco cheio dela; Pedro, em particular, lembrava com nostalgia do dia em que casou com a Ofélia, quando ela era menos ranzinza — nunca tinha sido alegre, sempre com aquela sombra de ressentimento —, mas pelo menos não sufocava tanto ele. Casaram jovens, empurrados por uma gravidez inesperada que resultou na Marifer, a única filha deles, e desde então a vida virou uma rotina cinzenta onde a Ofélia mandava com mão de ferro.

A Ofélia odiava o próprio corpo com uma paixão que a consumia. Mesmo tentando dietas rigorosas — keto, jejum intermitente, o que fosse — e caminhando quilômetros toda manhã, o corpo dela se recusava a cooperar: era gorda, com curvas que tinham ficado flácidas e uma barriga que saltava como um lembrete cruel dos anos. Media 1,60, mas o peso dela girava em torno dos 95 quilos, e cada espelho era um inimigo que devolvia uma imagem de cansaço, com rugas prematuras e um rosto que parecia permanentemente franzido. Essa insatisfação se transformava numa inveja profunda da Marifer, a própria filha dela. Como era possível? A Ofélia tinha sido uma jovem mais ou menos atraente na juventude, mas o tempo, o estresse e talvez uma genética caprichosa tinham transformado ela em alguém que se sentia invisível, enquanto a Marifer desabrochava como uma flor exótica na mesma casa. A inveja nascia de ver na Marifer tudo o que a Ofélia tinha perdido: juventude, beleza, vitalidade. Era como se a Marifer, sem esforço, roubasse o protagonismo que a Ofélia ansiava recuperar, lembrando ela diariamente da própria decadência.

Numa ocasião, durante uma reunião de família na praia, a Marifer usou um biquíni justo que realçava a silhueta de ampulheta dela, com aquela bunda empinada balançando enquanto andava na areia; a Ofélia, enfiada numa roupa de banho larga que escondia os pneuzinhos, sentiu uma pontada aguda ao ver como os primos e tios olhavam pra Marifer com admiração, enquanto ela era ignorada.

"Olha só como ela se exibe", murmurou Ofélia entre os dentes, mas na verdade ardia de ciúmes, desejando secretamente ter aquele corpo que fazia virar cabeças. Em outra ocasião, num casamento de um parente, Marifer apareceu com um vestido justo que marcava sua cintura fina e seus quadris largos, dançando com graça e atraindo cantadas; Ofélia, com uma roupa larga e sem forma, sentou-se num canto, invejando como Marifer irradiava confiança, pensando consigo: "Na idade dela eu não era nem metade disso... por que ela é?".

Marifer, no fundo, sabia que a mãe a odiava — ou pelo menos a ressentia —, mas com seu coração nobre, atribuía a "dias ruins" e não aprofundava além das brigas do dia a dia. Brigavam por bobagens, como a roupa que Marifer usava ou o tempo que passava no celular, mas Marifer sempre cedia, ajudando em casa com um sorriso resignado, sem imaginar a profundidade do veneno que fervia em Ofélia. No entanto, quem ainda não tinha olhado para Marifer com olhos de homem era Pedro... mas isso estava prestes a mudar muito em breve.

Numa manhã ensolarada, Ofélia tinha saído para o mercado com Pedro, deixando Marifer encarregada das tarefas de casa: varrer o chão, lavar a louça e arrumar a sala, como sempre com ordens severas e um tom de repreensão. Marifer, sozinha em casa, decidiu tornar a tarefa mais leve. Ligou o som no talo, colocando reggaeton puro fogo — aquela música latina com batidas pesadas e letras provocantes que fazia vibrar as paredes —. Começou com "Despacito" remixado, mas logo passou para algo mais intenso, tipo "Gasolina" do Daddy Yankee, e seu corpo respondeu instintivamente. Enquanto varria o chão da sala, Marifer começou a rebolgar no ritmo: seus quadris balançavam de um lado para o outro com uma cadência sensual, como se a vassoura fosse um parceiro de dança. Girava nos calcanhares, deixando sua bunda empinada subir e descer num movimento hipnótico, redondo e firme sob o shorts de algodão justinhos que mal cobriam a curva perfeita. A cintura dela se torcia, marcando aquele shape violão, e os peitos dela balançavam levemente a cada passo, o suor começando a brilhar na pele morena dela por baixo da camiseta larga que grudava um pouco por causa do calor. Ela dançava de olhos fechados, mordendo o lábio inferior, perdida no ritmo, rebolando a bunda com uma graça natural que parecia saída de um videoclipe — pra cima, pra baixo, círculos lentos que faziam a rabeta dela parecer ter vida própria, desafiando a gravidade a cada rebolado.

Ignorando completamente que o pai dela tinha voltado pra pegar a carteira esquecida — Ofélia tinha mandado ele voltar enquanto ela continuava fazendo compras —, Pedro entrou na surdina pela porta da frente, esperando não atrapalhar. Mas quando viu ela... PELO AMOR DE DEUS! Pensou Pedro, paralisado na entrada, o coração batendo igual um tambor descontrolado. Era a primeira vez que ele olhava pra ela daquele jeito, não como filha, mas como uma mulher — uma deusa no auge do êxtase do ritmo. Ele viu a bunda gostosa dela rebolando com aquela perfeição redonda, empinada e firme, como se convidasse pra ser tocada; os shorts eram tão justos que marcavam cada curva, cada redondeza que subia e descia no ritmo da música, fazendo Pedro sentir um calor repentino na virilha, uma ereção involuntária que o pegou de surpresa. Os olhos dele desceram pelas pernas torneadas dela, subiram pela cintura fininha que se torcia com uma graça felina, e pararam nos peitões dela quicando por baixo do pano, o suor fazendo a camiseta ficar meio transparente, revelando o contorno dos bicos dos peitos. Como homem, ele sentiu uma onda de desejo proibido: o pulso acelerado, a boca seca, um nó no estômago que se transformava numa luxúria crua, imaginando por um segundo como seria abraçar aquela cintura com as mãos, apertar aquela bunda que parecia esculpida pro pecado.

"É minha filha... mas porra, que mulher gostosa", pensou ele, envergonhado mas incapaz de desviar o olhar, a mente dele traindo ele com flashes de fantasias
que nunca tinha admitido. Ele ficou ali, escondido na sombra da porta,
observando cada movimento, sentindo o mundo dele desabar naquele
instante eterno.

Não era à toa que Pedro se sentia como se um raio tivesse atravessado ele ao ver Marifer
dançando daquele jeito. Fazia mais de cinco anos que ele não transava com Ofélia, a esposa dele. No
começo, eles tentaram mais algumas vezes, mas sempre terminava em
fracasso: Pedro, estressado com o trabalho e a rotina sufocante, não conseguia uma
ereção firme, se sentindo humilhado e frustrado enquanto Ofélia olhava pra ele com
uma mistura de pena e reprovação. Ela, por sua vez, confessou que já não
tinha mais vontade; o rancor acumulado, o cansaço do dia a dia e a
própria insatisfação com o corpo dela tinham apagado ela por completo. "Melhor
a gente não forçar nada, Pedro", disse ela uma noite, virando de costas na
cama. "Somos velhos demais pra essas besteiras". Desde então,
combinaram tacitamente deixar pra lá, como se o sexo fosse um luxo esquecido, e
Pedro se afundou numa rotina cinzenta: trabalho, trabalho e mais trabalho no emprego
dele de contador numa empresa pequena, ganhando o suficiente pra viver
"bem" — pagando as contas, comprando o essencial, mas sem luxos
como férias ou jantares chiques. Sempre foi um homem nobre, submisso e
capachão, cooperativo com todo mundo, prestativo a ponto de os colegas usarem
ele como lenço de lágrimas sem retribuição. Aos 47 anos, estava barrigudo,
com uma pança que pendia sobre o cinto, e já estava ficando careca, com
entradas pronunciadas que faziam ele parecer mais velho do que era, escondidas debaixo de um
boné quando saía.

Mas quando ele viu Marifer
naquela manhã, algo ativou nele, tanto psicologicamente quanto fisiologicamente.
Psicologicamente, foi como se uma rachadura se abrisse no muro de resignação dele:
pela primeira vez em anos, ele sentiu um desejo cru, proibido, que fazia
ele questionar toda a vida de submissão dele. "Como é que eu não percebi Antes?", pensou, enquanto a mente repetia em loop o balanço daquela bunda perfeita, redonda e empinada, como um ímã que o puxava para pensamentos obscuros e libertadores. Fisiologicamente, seu corpo traiu a idade: o pulso acelerou, o sangue correu forte para a virilha, endurecendo ele de um jeito que não lembrava desde a juventude, um calor pulsante que o deixou ofegante e com as palmas suadas. Era como se a Marifer, com a juventude vibrante e o corpo de deusa, tivesse ligado um interruptor adormecido, lembrando ele que ainda era um homem com necessidades, não só uma engrenagem na máquina da rotina.

Não interrompeu ela; não conseguia. Simplesmente pegou a carteira no móvel da entrada, onde tinha deixado esquecida, e saiu de casa em silêncio, com o coração batendo forte e a mente fervendo. No caminho de volta ao mercado, pensou no caminho que devia seguir dali em diante: chega de submissão, chega de se curvar diante da vida. A Marifer tinha despertado algo selvagem nele, e precisava agir, precisava de poder para reivindicar o que desejava.

Assim que chegou na Ofélia, pagou às pressas as compras — frutas, verduras, carne para a semana — e ajudou a carregar as sacolas com uma eficiência incomum, ignorando as reclamações dela sobre o preço dos tomates. "Vamos rápido, que tenho que ir ver meu pai", murmurou, ansioso pra escapar e botar em prática o plano recém-nascido. Ofélia franziu a testa, mas não protestou muito; tava acostumada que o Pedro corresse pra ajudar a família dele.

Depois, saiu rumo à casa do pai, um velho de 78 anos que morava sozinho numa propriedade modesta mas valiosa nos arredores da cidade. Geralmente, um ajudante ficava com ele — um enfermeiro contratado que dava os remédios e ajudava nas necessidades diárias —, mas dessa vez, por sorte ou destino, o ajudante tinha saído pra farmácia pegar umas receitas. O pai do Pedro tava nos últimos dias de vida, de cama por causa de um câncer avançado. com os irmãos do Pedro — três irmãs e dois irmãos — esperando feito urubus pela herança. O velho tinha muitas propriedades: uma casa no centro, terrenos no campo avaliados em centenas de milhares, e uma conta bancária robusta de economias de uma vida inteira de trabalho duro como comerciante. Os irmãos já tinham começado a cochichar sobre divisões, pressionando o velho pra assinar testamentos a favor deles, mas Pedro, sempre o nobre, tinha ficado de fora... até agora.

Nessa visita, Pedro dobrou a moral pela primeira vez na vida, uma moral que nunca tinha torcido nem em momentos de tentação. Entrou no quarto do velho, que o recebeu com um sorriso fraco, e depois de um tempo de conversa fiada sobre o tempo e a saúde, Pedro criou coragem. "Pai, preciso que você me dê a senha do cofre", disse com a voz trêmula, inventando uma desculpa sobre "documentos importantes pro seguro". O velho, confuso por causa dos analgésicos e confiando cegamente no filho mais submisso, deu a senha sem resistência: 5491, o ano do nascimento dele ao contrário. Pedro abriu o cofre no armário e esvaziou o conteúdo numa mala que levava consigo, escondendo ela debaixo da jaqueta ao entrar. O butim foi impressionante: 109 mil dólares em dinheiro vivo, amarrados em maços organizados; 378 mil pesos mexicanos em notas novas; 120 onças de prata em barras brilhantes; 9 centenários de ouro, cada um brilhando com valor histórico; joias da falecida mãe — anéis com diamantes, colares de pérolas, um relógio de ouro antigo —; e outras coisas de valor que ele pegou sem pensar duas vezes. As mãos tremiam enquanto empacotava tudo, o suor escorrendo na testa quase careca.

Depois, pra cobrir os rastros, deu pro pai um comprimido extra de sonífero — um daqueles que o enfermeiro deixava na mesinha — dissolvido num copo d'água. "Toma, pai, pra você descansar melhor", disse, vendo o velho dormir profundamente, garantindo que ele não lembrasse muito da visita. Acordar. Antes disso, fez ele assinar uns papéis improvisados: autorizando "créditos pós-vida" que podiam ser cobrados direto com bens como as propriedades, sem precisar de um tabelião — um golpe sujo que Pedro tinha aprendido com um colega do trabalho, embora nunca pensasse em usar. O velho assinou com a mão trêmula, já meio dormindo, sem entender direito.

Saiu de lá se sentindo mal, com o estômago embrulhado de culpa, como se tivesse traído a própria essência nobre. Mas também se dizia, se justificando no caminho: "Se não fizer isso, vou acabar a vida como sempre vivi, de cabeça baixa e servindo todo mundo, enquanto meus irmãos e irmãs sempre se aproveitando e abusando do pai, levando o melhor sem mover um dedo". Era verdade; eles eram os ambiciosos, os que visitavam só pra pedir dinheiro, enquanto Pedro era quem limpava e cuidava.

Saiu e entrou no seu carro modesto, um sedã de 10 anos, todo amassado e com a pintura desbotada, ligando com um ronco enferrujado. "Isso tem que mudar", disse pra si mesmo, apertando o volante enquanto acelerava. "Pra fazer umas sacanagens, preciso de dinheiro de reserva. Dinheiro dá poder, e poder dá luxos como aquela gostosa...". Lembrava da dança da linda Marifer, a bunda dela rebolando hipnotizante, e um sorriso torto se formou no seu rosto barrigudo. Pela primeira vez, sentia que o controle estava nas mãos dele.

No dia seguinte da visita ao pai, Pedro acordou com uma determinação de ferro, como se o fogo que Marifer tinha acendido nele tivesse virado um motor imparável. Saiu cedo pra caminhar e correr no parque perto de casa, ofegante no começo por causa da barriga e da falta de preparo, mas empurrado por uma visão clara: "Preciso estar preparado pra ela", repetia mentalmente a cada passo, imaginando a primeira vez com Marifer como um sonho proibido se realizando. Na mente dele, via ela no quarto, com aquela bunda gostosa levantada pra ele, aquelas cadeiras largas... tremendo sob as mãos dele enquanto ele, forte e vigoroso, a penetrava devagar no começo, sentindo o calor apertado da juventude dela, seus gemidos suaves se transformando em gritos de prazer enquanto ele a tomava para si, marcando cada curva daquele corpo perfeito com beijos e carícias possessivas. "Vai ser suave, mas intensa... vou fazer dela minha para sempre", fantasiava, o suor se misturando com a excitação que o endurecia até enquanto gozava.
Não parou por aí: naquela mesma tarde, comprou um banco de exercícios multifuncional numa loja local, pagando em dinheiro com parte dos pesos mexicanos roubados, e instalou na garagem. Começou a treinar diariamente — pesos para fortalecer os braços e o peito, abdominais para reduzir a barriga, agachamentos que doíam mas motivavam ao pensar em como o corpo renovado ia impressionar a Marifer. Completou tudo com proteína em pó, shakes de aveia e banana, e suplementos que pesquisou online: viagra genérico pra potência sexual, testosterona em cápsulas pro vigor, e ginseng com maca pra aquela força extra que faria ele se sentir um touro no cio. Em poucas semanas, a barriga começou a diminuir, os músculos a definir levemente, e a libido, adormecida por anos, rugia com vida própria.
Começou a se aproximar mais da filha Marifer, se interessando pelos gostos e rotinas dela como nunca antes. Perguntava sobre as séries favoritas dela na Netflix, sobre as músicas de reggaeton que ela dançava, sobre os sonhos dela de estudar design gráfico na faculdade. Marifer, surpresa no começo, recebeu bem a companhia dele; sempre viu o pai como um homem distante e submisso, mas agora o achava atento, quase cúmplice. "Pai, por que de repente você quer saber tanto de mim?", perguntou um dia com um sorriso provocante, e Pedro só respondeu com uma piscada: "Porque você é o que tenho de melhor, filha". Logo, começou a mimá-la em segredo: comprava roupas justas que realçavam a figura dela de ampulheta — tops decotados, jeans que abraçavam aquela bunda —, maquiagem de marcas caras tipo MAC pra destacar os olhos puxados e os lábios carnudos, e produtos de cabelo que deixavam ele brilhando igual seda. "Nem uma palavra pra sua mãe, hein, cê sabe como ela reclama de grana", sussurrava Pedro pra ela quando entregava os presentes em particular, e Marifer concordava, toda feliz com o segredo compartilhado, se sentindo valorizada pela primeira vez.
Graças a esses mimos, Marifer começou a se vestir melhor: saias curtas que mostravam as pernas torneadas, blusas que marcavam o peitão generoso e a cinturinha fina, sempre com um toque sexy mas elegante. A maquiagem dela ficou impecável — delineado perfeito, lábios brilhantes em tons de vermelho que pediam beijos —, e o cabelo, que antes era simples, agora era ondas suaves ou liso chapado que caía feito uma cascata tentadora. Tudo melhorou, e ela já tava mais gostosa do que nunca, uma deusa que fazia todo mundo virar a cabeça na rua. Pedro, vendo ela assim, começou a ficar mais ciumento: não aguentava a ideia de outros caras olhando pra ela, especialmente os amigos dele. Começou a dar um jeito de isolar ela aos poucos — sugeria filmes em casa em vez de sair com as amigas, comprava um celular novo com apps de streaming pra ela ficar "relaxada" no quarto, ou inventava desculpas tipo "hoje tá um trânsito danado, melhor ficar e me ajudar com o jantar" —. Marifer, toda feliz com a atenção e os luxos — joias discretas, perfumes caros, até uma bolsa nova de grife —, já preferia ficar em casa, onde se sentia uma princesa mimada, dançando sozinha no quarto com o som alto, ignorando o mundo lá fora.
Pedro começou gastando os pesos mexicanos nesses caprichos e na transformação dela, mas logo trocou as 120 onças de prata e os 9 centenários de ouro num câmbio discreto do mercado negro, pegando uma grana boa que investiu em imóveis: comprou um apartamento pequeno no centro da cidade e um terreno nos arredores, tudo no nome de uma empresa fantasma que criou com a ajuda de um contato suspeito. Isso ele fez em pouco tempo, em apenas dois meses de manobras frenéticas, trabalhando à noite em planos e reuniões secretas. Logo, o pai faleceu — uma noite tranquila, sem dor, como se o sonífero daquela visita tivesse sido um presságio —. Pedro contratou um advogado voraz, um tubarão sem escrúpulos que, armado com os papéis assinados pelo velho, e outras artimanhas como testemunhas compradas e documentos retroativos, deixou seus irmãos quase na rua da amargura. Ele processou as propriedades em nome de Pedro, alegando dívidas pendentes e preferências testamentárias "esquecidas", penhorando casas e terrenos que os abutres cobiçavam. Os irmãos gritaram traição, mas o advogado os esmagou no tribunal, deixando Pedro com a maior parte: milhões em propriedades e contas que multiplicaram sua fortuna inicial.

Pedro, sem que Ofelia percebesse — ela continuava na sua rotina amargurada, reclamando do preço de tudo —, já amassava uma grana da porra: vendia e comprava imóveis, investia em ações por aplicativos, e guardava o dinheiro vivo num cofre novo na garagem. Ofelia notou as mudanças em Marifer — as roupas novas, a maquiagem brilhante, o ar de confiança que a deixava ainda mais gostosa —, e um dia explodiu: "De onde tá saindo tudo isso, hein? Tá roubando ou o quê?". Marifer, com calma, mentiu como Pedro tinha instruído: "O vô me deixou herança, mãe, umas economias que ele me deu antes de morrer". Ofelia, invejosa até o osso — vendo na filha a beleza e os luxos que ela nunca teve —, discutiu ferozmente com ela: "Mentirosa! Esse velho não te queria tanto assim, sempre fui eu que cuidava dele. Cê tá gastando tudo em besteira enquanto eu me mato de trabalhar em casa!". A briga escalou pra gritos, com Ofelia acusando ela de ser uma "mimada exibicionista", até que Marifer, de saco cheio e com lágrimas nos olhos, se refugiou no quarto, soluçando na cama, a bunda perfeita se curvando por baixo da saia enquanto se encolhia.

É quando Pedro, como um bom caçador sentindo o cheiro A oportunidade, entrou no quarto de Marifer sem bater, fechando a porta atrás de si com um clique suave. Aproximou-se da cama, sentou-se na borda e, com voz grave mas terna, disse: "Filha... preciso falar com você... vou me divorciar da sua mãe...".

Marifer ergueu o olhar para o pai, com os olhos ainda brilhando de lágrimas, o delineado felino escorrido em finas linhas pretas que lhe davam um ar tragicamente lindo. Ela se sentou um pouco na cama, a bunda empinada se curvando sob a saia curta enquanto se ajeitava sobre os joelhos.

— Papai... por favor, não faça isso — sussurrou com voz trêmula —. Ou se fizer... me leva com você. Não me deixa aqui com ela. Não aguento mais.

Pedro sentiu um calor subir pelo peito, mas manteve a expressão de pai preocupado, nobre, sofrido. Inclinou-se para ela, acariciando o cabelo dela com ternura fingida.

— Filha... quem dera eu pudesse. Mas legalmente não é possível. Você é maior de idade, mas NÃO para se independentizar sem o consentimento dos dois pais, e sua mãe nunca deixaria você ir. Se eu me divorciar e for embora sozinho, ela vai te prender aqui por pura vingança. A lei é clara: guarda compartilhada até você completar 21, ou até um juiz decidir o contrário... e isso levaria anos. Não quero que você viva numa guerra.

Marifer desabou a chorar de novo, cobrindo o rosto com as mãos.

— Não... não, papai, por favor... não me abandona aqui. Eu te imploro!

Pedro a abraçou, sentindo o corpo jovem e quente dela se grudar ao seu, o perfume doce do cabelo dela invadindo seus sentidos. Deixou ela chorar contra o peito dele por mais alguns minutos, até que, com voz grave e resignada, disse:

— Escuta... ainda hoje à tarde vamos ver um advogado profissional em divórcios. Um dos melhores. Vamos ver se tem alguma saída, tá? Não prometo nada, mas pelo menos vamos tentar.

Marifer assentiu, fungando, e pela primeira vez no dia, uma centelha de esperança brilhou nos olhos castanhos dela.

Naquela mesma tarde, Pedro dirigiu até um escritório elegante numa área exclusiva da cidade. O Advogado, um homem de uns 55 anos, terno impecável e sorriso de tubarão, recebeu os dois num escritório com janelas do chão ao teto. Pedro tinha comprado ele semanas antes com um maço generoso dos dólares do cofre; o cara sabia exatamente qual papel desempenhar.

Depois de cumprimentar e oferecer café, o advogado sentou na frente deles, juntou as mãos e começou o discurso calculado, falando pra caralho mas dizendo pouca coisa concreta no começo:

— Senhor Portillo, senhorita Marifer… a situação que vocês apresentam é complexa, muito complexa. A legislação familiar no nosso país é rígida, protecionista, feita para “o bem do menor”… mas às vezes essa proteção vira uma gaiola. O divórcio litigioso, com disputa de guarda, pode levar de dois a cinco anos. Durante esse tempo, a menor — é assim que a lei chama uma mulher de 18 anos —, mesmo já tendo 18, continua sob o poder familiar compartilhado até os 21, a menos que provem negligência grave de um dos pais, o que não é o caso aqui. A mãe, embora… digamos, difícil, não cometeu crimes que justifiquem a perda total dos direitos. E enquanto isso, a jovem ficaria num limbo emocional e prático devastador.

Ele fez uma pausa teatral, olhou pro Pedro com uma cumplicidade disfarçada, e depois pra Marifer com uma falsa compaixão.

— No entanto… existe um único caminho alternativo, mas vai contra muitas normas morais e sociais. Não é ilegal, tecnicamente, mas é… excepcional. Muito excepcional.

Marifer olhou pra ele confusa, nervosa, com medo nos olhos.

— Qual é? — perguntou com a voz quase sumindo.

O advogado suspirou, como se doesse falar.

— Vocês teriam que se casar. Ser marido e mulher.

Silêncio absoluto. Marifer arregalou os olhos, o lábio inferior tremendo.

— Casar…? Ser a esposa do meu… pai?

— Sim — confirmou o advogado, inclinando-se pra frente —. Legalmente, o casamento cria um novo vínculo civil que automaticamente substitui o poder familiar. Ao se tornar cônjuge, a jovem passa a ser adulta plena no âmbito Familiar e patrimonial. A mãe perde toda a autoridade legal sobre ela, porque agora o laço prioritário é o matrimonial. É um mecanismo antigo, quase esquecido, mas ainda vigente no código civil. Foi usado em casos extremos de orfandade ou abandono, e a jurisprudência o avalizou em raras ocasiões. Não é incesto no sentido penal — porque não há consanguinidade direta que o proíba nesse contexto civil —, e o registro civil aceitaria sem maiores burocracias se for apresentado como um casamento voluntário entre adultos. Claro… a sociedade veria com horror, mas a lei não pergunta sobre moral, só sobre formalidades.

Pedro fingiu indignação perfeita. Levantou-se, andando pelo escritório como um homem ultrajado.

— Isso é um absurdo! Como é possível que a justiça nos obrigue a algo tão… aberrante só pra proteger minha filha de uma mãe tóxica? Cadê a humanidade nas leis desse país? É uma vergonha! Uma vergonha absoluta a gente ter que chegar a isso!

O advogado concordou com seriedade, como se compartilhasse da indignação dele.

— Concordo, senhor Portillo. Mas é o que está escrito. É o único jeito de tirá-la do controle da mãe sem anos de processo.

Marifer estava pálida, as mãos apertadas no colo, o corpo tremendo levemente.

De volta pra casa, Marifer não disse uma palavra. Olhava pela janela do carro, perdida nos pensamentos, a maquiagem borrada pelas lágrimas secas. Pedro, por sua vez, já tinha preparado o terreno: naquela mesma manhã, tinha dissolvido uma dose leve, mas potente, de ansiolítico na garrafa de água que Ofelia sempre deixava na mesa da cozinha. Não era pra deixá-la completamente dormindo, só pra descontrolar o temperamento dela, deixá-la mais irritada, mais explosiva. Sabia que, ao chegar, Marifer seria recebida por uma louca desequilibrada.

E foi o que aconteceu. Mal cruzaram a porta, Ofelia saiu da cozinha com os olhos vermelhos, o rosto inchado pela raiva contida e o comprimido já fazendo efeito.

— Cadê você, hein? Você desaparece a tarde inteira com seu pai e nem uma mensagem! Você é uma sem-vergonha! Olha só como você vem, toda maquiada que nem uma putinha de balada!

Marifer, já com os nervos à flor da pele, explodiu.

— Chega, mãe! É sempre a mesma coisa com você! Nunca me deixa em paz!

A discussão escalou em segundos. Ofélia, desinibida pela droga, perdeu todo o controle. Levantou a mão e deu um tapa forte em Marifer, o som seco ecoando pela sala. Marifer levou a mão ao rosto, os olhos cheios de lágrimas, e saiu correndo para o quarto, soluçando.

Pedro interveio então, fingindo uma calma paterna.

— Ofélia, chega. Já, se acalma. Vai descansar, por favor. Isso não ajuda ninguém.

Ofélia murmurou insultos entre os dentes e se trancou no quarto, tremendo de raiva. Pedro esperou alguns minutos, certificando-se de que a casa estava em silêncio, e então caminhou até o quarto de Marifer.

Assim que abriu a porta, Marifer pulou da cama, correu até ele e se jogou nos braços dele, abraçando-o com força, o rosto enterrado no peito dele.

— Vamos fazer isso… — ela soluçou. — Vamos fazer isso, pai.

Pedro a envolveu com os braços, mantendo o corpo levemente inclinado para trás para que ela não sentisse a enorme ereção que já esticava as calças dele, dura como pedra.

— Fazer o quê, filha? — perguntou com voz suave, fingindo inocência.

Marifer levantou o rosto, os olhos vermelhos, mas decididos.

— Vamos casar, pai… Quero ser sua esposa. Quero ir embora daqui com você. Não aguento mais isso… por favor.

Pedro sorriu satisfeito, um sorriso que escondeu contra o cabelo dela. Naquele momento, uma onda de pura vitória o invadiu: "Consegui. Tenho ela exatamente onde queria. Essa bunda perfeita, esse corpo de deusa, essa juventude que me enlouquece… em breve será toda minha. Minha esposa. Na minha cama. Na minha vida. Ninguém vai tirar ela de mim. Todo o dinheiro, todo o poder, todo o plano… valeu cada maldito segundo." O pau dele pulsava com força, já imaginando a primeira noite, as pernas de Marifer abertas para ele. Ele, aquele bum de tesão subindo enquanto a possuía como homem, como dono.
Abraçou ela mais forte, sussurrando no ouvido:
— Tá tudo bem, filha… a gente vai fazer isso. Vai dar tudo certo.
E na mente dele, a vitória era absoluta.

Naquela noite, depois da conversa no quarto, Marifer se encolheu na cama, o rosto ainda vermelho das lágrimas e do tapa da mãe. Fechou os olhos, tentando acalmar o turbilhão na cabeça. "É só papelada", repetia pra si mesma, como um mantra pra não enlouquecer. Imaginava assinando documentos frios num escritório empoeirado, nada além de tinta no papel pra quebrar as correntes da prisão que era viver com Ofélia — os gritos constantes, as invejas, o controle sufocante. "Vamos ser marido e mulher no papel, só isso", pensava, ignorando o arrepio que subia pelas costas ao lembrar do abraço do pai. "Papai vai me proteger, vai me tirar daqui, e depois… depois tudo volta ao normal. Não tem mais nada." Dormiu com essa ilusão inocente, alheia ao predador que espreitava no quarto ao lado.

Os preparativos do casamento secreto começaram naquela mesma noite, com Pedro se movendo como um predador astuto nas sombras da nova fortuna, mas agora com um tesão que o consumia por dentro, um fogo perverso que o fazia ofegar em silêncio enquanto planejava. "Aquela boquinha carnuda… aquele bum que me deixa louco… logo vai ser meu de verdade", pensava enquanto discava números no celular novo, a mão livre descendo instintivamente pra entreperna pra ajustar a ereção que não o largava desde o abraço. Usando contatos obscuros conseguidos pelo advogado voraz, contratou um jovem ambicioso de 25 anos, um assistente de cartório com dívidas de jogo, pra fingir ser oficial do registro civil. Mas Pedro não deixou nada ao acaso: antes da cerimônia, subornou um juiz corrupto com 100 mil pesos em dinheiro vivo — a corrupção que impera no sistema judicial mexicano facilitou um divórcio relâmpago de Ofélia, assinado Em menos de 48 horas, sob pretextos de "incompatibilidade irreconciliável" e sem notificar ela imediatamente. "Toma, filho da puta, e garante que a certidão de casamento com minha 'filha' seja cem por cento válida", disse Pedro ao juiz num bar escuro, deslizando o envelope por baixo da mesa com um sorriso safado. "Imagina só, casar com aquela gostosa... mas legal, hein, tudo nos trâmites". O juiz riu por entre os dentes: "Por essa grana, até faço um pacote com noite de núpcias incluída. México é assim, parceiro". Paralelamente, conseguiu uma certidão de casamento válida com a Marifer, manipulando registros pra parecer um tramite de rotina, tudo carimbado com mais dinheiro garantindo sigilo absoluto. "Isso é México, tudo se resolve com grana", pensou Pedro enquanto assinava os cheques, a cabeça já no prêmio: Marifer como esposa legítima, presa a ele por lei e desejo, imaginando como ia despir ela naquela noite, explorando cada curva com mãos famintas. Enquanto isso, Marifer continuava achando que era só papelada, uma tábua de salvação burocrática. "Papai tá fazendo tudo isso por mim", pensava ao vê-lo ocupado em ligações, sem desconfiar da sacanagem que fervia nele. Pedro, por sua vez, intensificou a transformação com um fervor obsessivo: treinava todo dia com mais força na garagem, adicionando cardio furioso — corridas na esteira que deixavam ele suado e ofegante, pensando em como a resistência ia deixar ele foder a Marifer a noite inteira sem cansar —. "Preciso estar como um touro pra aquela putinha inocente", murmurava entre séries de pesos, o pau endurecendo ao imaginar ela gemendo debaixo dele. Foi se consultar com um urologista discreto, pagando em dinheiro por um exame completo: "Doutor, quero que isso funcione na perfeição... ereção forte, duração, tudo. Me dá tudo: comprimido, injeção se precisar". O urologista, subornado com um extra, receitou Viagra de dose alta e testosterona injetável. "Pra sua 'esposa novinha', né? Fica tranquilo, senhor, com isso ela vai ficar gritando". Pedro saiu com um sorriso perverso. sentindo já o vigor renovado, seu pau pulsando na expectativa.
Não economizou nos luxos: comprou um terno caro de lã italiana numa boutique exclusiva, experimentando na frente do espelho enquanto se imaginava tirando ele na suíte, com a Marifer ajoelhada na frente dele. "Olha só como eu tô... pronto pra reivindicar meu prêmio", pensou, ajustando a gravata. Pediu um perfume caro, um Armani intenso e masculino, borrifando no pescoço enquanto cheirava: "Isso vai deixar ela com tesão, mesmo que ela ainda não saiba". E reservou uma suíte no melhor hotel da cidade, o Four Seasons, com hidromassagem, cama king size e vista panorâmica — "Pra noite de núpcias, quero o melhor: champanhe, rosas e privacidade total", disse ao gerente por telefone, adicionando um suborno pra não registrarem nomes reais. "Vai ser épico... vou fazer ela minha até ela implorar". Tudo isso ele integrava em conversas casuais com a Marifer, mantendo a fachada: "Filha, isso é só pra te proteger, um tramite rápido", falava com voz paternal, enquanto os olhos devoravam a bunda dela ao vê-la andar pela casa. Marifer concordava, aliviada: "Sim, pai, só papelada... obrigada por me salvar".
A cerimônia "secreta" aconteceu alguns dias depois, num escritório dos fundos do cartório, a portas fechadas e fora do horário, só com o jovem fingindo autoridade, um fotógrafo pago pelo Pedro e um par de testemunhas compradas. Marifer tava lindíssima, como uma noiva saída de um sonho erótico: vestida com um vestido branco simples mas justo que abraçava a cintura fina e o corpão violão, o decote sutil destacando os peitões generosos e a saia caindo na altura dos joelhos, mostrando as pernas torneadas. O cabelo castanho com reflexos chocolate caía em ondas suaves nos ombros, a maquiagem impecável — olhos de gata delineados de preto, lábios rosados brilhantes — e um toque de perfume floral que deixava o ar carregado de tentação. Aquela bundinha gostosa se marcava sutilmente por baixo do tecido, redonda e elevado, como se convidasse a ser admirado. Pedro, por sua vez, já tava mais elegante e transformado: o terno cinza escuro sob medida escondia os últimos vestígios da barriga que ele tinha, agora reduzida por semanas de treino e suplementos; a calvície disfarçada com um corte curto e bem cuidado, e uma confiança nova na postura que fazia ele parecer dez anos mais novo, vigoroso, com aquela testosterona fervendo debaixo da pele.Minha filha, minha esposaTudo parecia uma mera formalidade: assinaturas rápidas, troca de alianças simples de ouro compradas naquela manhã e declarações monótonas lidas pelo jovem oficial. Marifer estava nervosa, mordendo o lábio inferior, as mãos tremendo levemente enquanto assinava, mas decidida a escapar de Ofélia. Pedro, por outro lado, observava cada detalhe com um sorriso interno, sua ereção latente sob as calças lembrando-lhe o verdadeiro propósito. No final, o oficial — seguindo as ordens precisas de Pedro, que havia pagado a mais por esse "detalhe" — pigarreou e disse com seriedade fingida: "Para validar o casamento conforme o protocolo civil, vocês devem selá-lo com um beijo conjugal. É um requisito indispensável; caso contrário, a ata é invalidada e tudo se desfaz."

Marifer reagiu com um suspiro abafado, seus olhos castanhos arregalando-se como pires, o rosto corado de nervosismo e medo. "Um beijo? Aqui?", murmurou, dando um passo para trás, sua bunda pressionando-se contra a mesa num movimento instintivo que só avivou o desejo de Pedro. O oficial insistiu: "Sim, senhorita. É a lei; sem o beijo capturado em foto como prova, não há validade. O fotógrafo deve registrar o momento para o processo." Marifer olhou para Pedro em pânico, lágrimas brotando, mas ele fingiu resignação, estendendo as mãos: "Filha... esposa... amor... não tem outra saída. Vamos fazer isso pelo bem dos dois." Sem mais delongas, e com essa desculpa como escudo, Pedro a pegou pela cintura fina, puxando-a para si com firmeza possessiva, sentindo o calor do corpo jovem dela contra o seu.

O beijo foi elétrico, proibido e carregado de emoções cruzadas. Pedro pressionou os lábios contra os de Marifer com uma paixão contida, sua boca devorando a dela num movimento profundo, sua língua roçando tentativamente a dela, saboreando o dulçor do batom e a inocência trêmula. Sentia uma torrente de vitória e luxúria: "Minha... finalmente minha", pensava, sua ereção endurecendo ao máximo enquanto As mãos dele desciam sutilmente até os quadris largos, roçando a borda daquela bunda de dar água na boca que tanto o obcecava. O coração batia descontrolado, um calor primitivo invadindo ele, já imaginando o que viria depois. Marifer, por sua vez, se tensou no começo, nervosa e com medo, o corpo duro feito uma estátua, sentindo um redemoinho de confusão — "É... é meu pai... mas é pra escapar" —, mas logo uma onda inesperada de calor tomou conta dela, os lábios respondendo instintivamente, macios e carnudos, um gemido abafado escapando enquanto fechava os olhos, o medo se misturando com uma excitação estranha que a fazia tremer. O fotógrafo clicou a imagem uma, duas, três vezes, o flash branco capturando o momento eterno: os corpos deles unidos, o beijo se aprofundando, Marifer se entregando de leve com as mãos no peito dele, Pedro dominando com fome voraz. Quando se separaram, Marifer ofegava, corada até o decote, evitando o olhar dele; Pedro, com um sorriso disfarçado, sentia que o mundo era dele.
Ao sair do cartório, com a certidão recém-assinada nas mãos de Pedro, o jovem "oficial" — ainda com a toga improvisada — se aproximou deles com um sorriso profissional, mas carregado de cumplicidade. Baixou a voz, como se fosse compartilhar um segredo grave.
— Senhor Portillo, senhora Portillo... — disse, se dirigindo a Marifer pela primeira vez com esse título —. Só mais uma coisa pra tudo ficar completamente válido. A lei exige aconsumaçãodo casamento na noite de núpcias. Não é só um beijo; tem que ter união carnal. Sem isso, o casamento pode ser anulado por falta de intenção real, e em casos extremos... pode ser interpretado como fraude no registro civil. Recomendo fortemente que façam isso esta noite. É para o bem de vocês.
Marifer sentiu o chão se abrir debaixo dos pés. O pânico a invadiu de repente; ela não conseguiu mais disfarçar. Os olhos se arregalaram, as mãos tremeram, e a voz saiu num sussurro trêmulo:
— Papai... o quê? Isso não nos contaram... Não! Não pode ser! Era só papelada, né? Né?
Pedro fingiu surpresa e concordou na hora, colocando a mão no ombro dela com cara de pai indignado.
— Você tem toda razão, filha. Isso é uma loucura... ninguém nos avisou. É uma exigência absurda, mas... olha, não tem opção. Vamos nos acalmar, tá? Respira. Tudo vai dar certo.
Naquele momento, o advogado interveio com tom grave:
— Se não consumarem, podem ir para a cadeia por falsidade ideológica e simulação de casamento. É raro fiscalizarem, mas há protocolos rígidos nesses casos "excepcionais". Não arrisquem.
Na mesma hora, como num passe de mágica, dois policiais fardados se aproximaram — outros pagos por Pedro, atores perfeitos com distintivos falsos. Um deles, com voz autoritária, perguntou:
— São os noivos? Pedro Portillo e Marifer Portillo?
Pedro, sem se abalar, abraçou Marifer pela cintura e respondeu com naturalidade:
— Sim, oficiais. Acabamos de casar. Somos marido e mulher.
Marifer, aterrorizada, gaguejou mas entrou no jogo:
— S-sim... estamos... apaixonados. Foi decisão nossa.
O policial mais velho sorriu com ceticismo:
— Apaixonados, hein? Que bonitinho. Para não ter dúvida, provem.
Pedro aproveitou o instante. Sem hesitar, virou Marifer para ele e a beijou nos lábios — um beijo casual no começo, mas que aprofundou rápido, a língua dele roçando a dela com descaramento, aproveitando o teatro para saboreá-la de novo. Marifer se tensou, Ela respondeu o mínimo para não quebrar a farsa, os lábios carnudos tremendo contra os dele. O beijo durou uns segundos eternos; Pedro sentiu a ereção pressionando contra ela, disfarçada pelo ângulo. Os policiais assentiram, satisfeitos.

—Beleza. Vamos ficar de olho. Vamos vigiar de perto. E sobre a noite de núpcias... onde vão passar?

Pedro, com voz firme:

—No Four Seasons, suíte presidencial. Reservada para hoje à noite.

O policial anotou:

—Perfeito. Podemos passar para verificar de surpresa em algum momento da noite. Só pra confirmar que tá tudo em ordem. Não queremos problemas.

Eles foram embora, deixando um silêncio pesado.

Pedro, Marifer e o advogado ficaram conversando mais uns minutos no corredor. Marifer parecia resignada, mas ainda nervosa: braços cruzados sobre o peito, mordendo o lábio, olhos baixos.

—Não tem saída... né? —murmurou.

Pedro acariciou a bochecha dela:

—Não, meu amor. Mas confia em mim. Tudo vai ficar bem.

Depois, Pedro pegou a mão dela e a levou até o carro velho — o mesmo sedã de 10 anos que ele ainda não tinha trocado. No caminho pro restaurante, com a mão na coxa dela (um toque "protetor"), disse com voz grave:

—Temos que fingir, Marifer. Se não fizermos direito, se não consumarmos... vamos pra cadeia. Os policiais falaram. Não é brincadeira. Tem que ser convincente, entendeu?

Marifer assentiu em silêncio, as lágrimas presas.

Ele a levou a um restaurante chique no coração da cidade: velas, toalhas brancas, música suave. Ostentou ela o tempo todo como sua mulher — puxava a cadeira, beijava a mão dela, pedia o vinho mais caro. Bebeu pra relaxar; Marifer, pouco acostumada com álcool, se soltou com o vinho tinto. As bochechas ficaram rosadas, os olhos brilharam mais, e quando Pedro a beijava — agora com mais frequência, nos lábios, no pescoço —, ela já não se afastava. Respondia: lábios macios contra os dele, um gemidinho tímido escapando, o vinho fazendo o medo se dissolver num calor confuso.

Saíram De mãos dadas, rumo à suíte. O hotel recebeu eles da melhor forma: o manobrista pegou o carro velho sem nenhum gesto de desprezo (Pedro tinha avisado), o concierge chamou eles de "senhor e senhora Portillo" com reverência, e levaram eles direto para o elevador privativo. Pedro abriu a porta da suíte presidencial. Marifer entrou e ficou de boca aberta diante de tanto luxo: cama king com pétalas de rosa, hidromassagem iluminada, champanhe gelando, vista panorâmica da cidade noturna.

— Nossa... — sussurrou.

Pedro sorriu e tirou uma caixinha de veludo.

— Pra você, minha esposa.

Dentro: um colar lindo de diamantes, uma pulseira de ouro delicada e um relógio elegante. Atrás do relógio, gravado: "Para sempre, seu marido Pedro - 10/01/2026".

Marifer se emocionou, mas aí viu um chaveiro com duas chaves modernas.

— E essas?

Pedro olhou nos olhos dela, voz rouca:

— São as chaves da sua nova casa. Assim que sairmos daqui, vou te levar pra morar comigo na sua nova casa. Só nós dois. Sem Ofélia. Sem mais ninguém.

Foi o estopim. Marifer, sobrecarregada pelo luxo, pelo vinho, pela promessa de liberdade e por algo mais profundo que começava a despertar, se jogou em cima dele. Beijou ele com paixão verdadeira pela primeira vez: lábios abertos, língua procurando a dele, mãos na nuca dele, corpo colado no dele com entrega total. Pedro recebeu ela com um grunhido baixo, as mãos descendo pra aquela bunda gostosa que ele tanto sonhava, apertando com posse enquanto o beijo ficava selvagem.

Naquele instante, Marifer se entregou por completo — ao homem, ao marido, ao futuro que ele prometia pra ela.

Na suíte presidencial, com as luzes baixas e o champanhe borbulhando nas taças, Pedro fechou a porta com um clique definitivo, o coração batendo igual um tambor de guerra. Marifer, ainda agarrada nele depois daquele beijo apaixonado, sentia uma mistura de gratidão, vinho nas veias e uma excitação confusa que empurrava ela. Os lábios deles se encontraram de novo num beijo profundo, voraz: Pedro devorando a boca dela com língua. insistente, saboreando o dulçor do vinho nela, enquanto as mãos grandes dele desciam pelas costas dela, apertando aquela bunda gostosa que o tinha obcecado desde aquela manhã fatídica. Marifer respondia com inocência ardente, as mãos na nuca careca dele, gemendo baixinho contra a boca dele, o corpo se pressionando contra o dele como se buscasse refúgio no pecado.

Pedro a levantou no colo com a força nova dele, levando ela pra cama king size coberta de pétalas. Depositou ela com ternura possessiva, e começaram a se despir um ao outro. Ele tirou o vestido branco justo dela, deslizando pelos ombros, revelando o sutiã de renda que segurava os peitões dela e a calcinha combinando que abraçava as cadeiras largas dela. Marifer, tremendo mas entregue, desabotoou a camisa do terno dele, expondo o peito agora definido, sem a barriga de antes, e depois a calça, abaixando com mãos inexperientes. Pedro ficou de cueca, o pau duro na mostra; Marifer de lingerie, a pele morena brilhando sob a luz suave.

Ele beijou ela toda, começando pelo pescoço — beijos molhados que fizeram ela arquear —, descendo pro colo, lambendo o vale entre os peitos enquanto tirava o sutiã. Liberou os peitos redondos e firmes dela, chupando os biquinhos rosados com fome, alternando mordidinhas leves que arrancavam gemidos de Marifer. Seguiu pela barriga lisa, beijando a cintura fininha, e depois as cadeiras, virando ela pra beijar a curva da bunda empinada, mordiscando a carne macia como se fosse um manjar proibido. Marifer gemia, as pernas tremendo, sentindo um calor molhado entre as coxas que nunca tinha conhecido tão intenso.

Então, Pedro se levantou e abaixou a cueca, revelando o pau duro, grosso e de tamanho médio — uns 16 centímetros —, com uma curva pra cima que prometia roçar pontos de prazer internos. Marifer viu ele pela primeira vez, os olhos castanhos dela se abrindo em choque e curiosidade virgem. "Meu Deus... é... grande", pensou, sentindo um nó na garganta. estômago de medo e fascinação. Nunca tinha feito algo assim; suas experiências anteriores eram beijos inocentes com garotos da escola. A pica pulsava, venosa e vermelha na ponta, e Marifer sentiu um latejo entre as pernas, imaginando como aquela curva poderia preenchê-la de um jeito que a faria gritar.

Pedro, notando seu olhar, guiou a mão dela até ela.
— Me toca, meu amor... aprende a me satisfazer como esposa.

Marifer, nervosa, segurou com dedos trêmulos, sentindo o calor e a dureza. Pedro a instruiu com voz rouca: "Beija ela... chupa devagar". Ela se ajoelhou na cama, aproximando os lábios carnudos da ponta, lambendo tentativamente a glande salgada. Pedro grunhiu de prazer, guiando sua cabeça: "Mais fundo, filha... assim, como uma boa esposa". Marifer aprendeu rápido, chupando com inocência, a boca cheia daquela grossura que a fazia babar, a curva roçando seu céu da boca. Sentia náusea no começo, mas o gemido de aprovação de Pedro a motivou, e logo chupava com ritmo, as bochechas encovadas, sentindo um orgulho perverso ao vê-lo extasiado.

Depois de minutos eternos, Pedro a levantou e a deitou na cama, tirando a calcinha para expor sua intimidade virgem, molhada e rosada. Lambeu ali, sua língua experiente explorando as dobras, chupando o clitóris até Marifer se arquear gritando de prazer pela primeira vez. Pouco antes de desvirgá-la, Pedro se posicionou entre suas pernas, a ponta do pau roçando sua entrada.
— Te prometo amor eterno, Marifer... você será minha para sempre, minha esposa, meu tudo — murmurou, beijando-a com paixão.

Então, empurrou devagar, desvirgando-a com um movimento firme. Marifer sentiu uma dor aguda, como um rasgo, e gritou:
— Papai... tira! Dói muito!

Pedro, cheio de triunfo e êxtase — "Finalmente... minha por completo" —, a acalmou com beijos na testa, sussurrando:
— Shh, meu amor... relaxa. É normal na primeira vez. Respira... já passa.

Ficou parado um momento, deixando que ela se acostumasse. Marifer choramingou, mas logo a dor cedeu a Uma plenitude estranha, o calor daquela rola curva roçando as paredes internas dela.
Começou a se mover devagar, e Marifer foi se acostumando, gemendo de prazer misturado.
Trocaram de posição: primeiro de papai e mamãe, depois ela por cima, cavalgando ele com a cintura se mexendo instintivamente, a bunda quicando; depois de quatro, onde Pedro admirava aquela rabeta perfeita enquanto a penetrava fundo.
Antes de soltar o sêmen, Pedro ofegou:
— Vou gozar... dentro de você.
Marifer, em pânico, implorou:
— Não, pai... tira! Eu não quero...
Mas ele não ligou, empurrando mais forte e soltando todo o leite quente em jorros potentes, enchendo ela por completo. Marifer sentiu o calor inundando ela, um êxtase traiçoeiro, mas depois desabou num choro leve, com medo de engravidar.
— Pai... e se eu engravidar? Não posso!
Pedro abraçou ela, acalmando com carícias:
— Calma, meu amor. Amanhã a gente vai no médico e eles te dão remédio pra evitar. Pílula do dia seguinte. Tudo vai ficar bem.
Marifer se acalmou, exausta, e dormiram juntos, entrelaçados na cama luxuosa.
No meio da noite, Pedro acordou com o desejo renovado, a ereção pressionando contra a bunda de Marifer enquanto ela dormia de lado. Aproveitou pra arrombar o cu dela: passou lubrificante do frigobar na rola e nela, acordando ela com beijos nas costas. Marifer se tensou, mas o vinho que ainda tava no sangue e o cansaço fizeram ela ceder. Pedro empurrou devagar naquela entrada virgem, a bundinha empinada resistindo no começo. Marifer chorou de dor — uma ardência forte, como se tivesse sendo partida —, mas logo o prazer se misturou, a curva da rola roçando nervos novos que fizeram ela gemer. Pedro montou ela como touro no cio, metendo com grunhidos de animal, as mãos apertando aquelas nádegas perfeitas, finalmente fazendo seu aquele cu tão desejado e lindo — redondo, firme, se erguendo a cada estocada. Marifer soluçou de dor e prazer ao mesmo tempo, se arqueando, até que os dois chegaram num clímax selvagem, ele gozando fundo dentro dela.
No dia seguinte, Se ducharam juntos na jacuzzi enorme: Pedro ensaboando ela com carinho, beijando cada curva, Marifer meio nervosa mas relaxada, a água lavando os pecados da noite. Saíram de mãos dadas, feito um casal real, e Pedro levou ela no carro velho até a casa nova — uma vila moderna nos arredores, comprada com a fortuna roubada dele.

Marifer ficou de boca aberta quando chegou: jardins enormes, piscina brilhando, interiores elegantes com móveis de design. "Isso é um palácio!", exclamou, girando na sala principal.

Mal entraram, bateram na porta. Era o advogado, com cara séria.

— Senhor Portillo, senhora... sobre a consumação: nesses casos excepcionais, significa gravidez como prova definitiva. Precisam ter certeza, senão o casamento pode ser questionado.

Assim que fecharam a porta, Pedro olhou pra Marifer com olhos famintos, pegou ela no colo e levou pro quarto principal — uma cama enorme com lençóis de seda.

— Temos que garantir que você engravide, meu amor... por segurança — falou com voz rouca, a desculpa perfeita pra fazer dela dele de novo.

Jogou ela na cama, beijando com paixão, e meteu fundo, socando com vigor renovado, Marifer gemendo entregue, o corpo dela respondendo ao ritmo familiar. Pedro soltou o leite dentro mais uma vez, selando a união proibida com cada gota. Marifer, dessa vez, não reclamou — só se agarrou nele, perdida no turbilhão de prazer e posse.

Enquanto a consumação rolava na suíte e a vida nova começava na casa, Ofelia Martínez ficou sabendo do divórcio do jeito mais cruel possível. No dia seguinte ao casamento secreto, enquanto Pedro e Marifer tomavam banho juntos no hotel, um mensageiro bateu na porta da casa velha da família. Ofelia abriu, franzindo a testa com a amargura de sempre, e recebeu um envelope lacrado com a papelada do divórcio relâmpago. Os olhos dela arregalaram quando leu: "Divórcio por incompatibilidade irreconciliável, guarda nula da filha maior de idade, e divisão de bens mínima". Gritou de raiva, jogando o envelope no chão, mas antes que pudesse chamar Pedro, o advogado voraz — o mesmo que tinha deixado os irmãos de Pedro na rua — apareceu na porta, convidado pelo mensageiro.
O advogado, um homem de olhar frio e sorriso sádico, entrou sem permissão, fechando a porta atrás de si.
"Senhora Martinez... ou melhor, ex-senhora Portillo", disse com voz melosa, mas cortante. "Seu marido foi generoso: te deixa a casa velha e uma merreca de economias, mas você... você é um estorvo. Gorda, amargurada, com inveja da própria filha... cê acha mesmo que alguém vai te querer agora? Pedro te trocou por algo fresco, algo que você nunca foi". Ofelia ficou vermelha de raiva, balbuciando insultos, mas o advogado a cortou: "Cala a boca. Se fizer escândalo, se tentar contatar Marifer ou Pedro, juro que te afundo. Tenho provas falsas de sonegação fiscal no seu nome, contatos na polícia que vão te enfiar na cadeia por anos. Ou... pega esse cheque de 200 mil pesos e some da cidade em silêncio. Vai pra um povoado esquecido, onde ninguém te lembre". Ofelia, humilhada até as lágrimas — seu corpo flácido e ego destruído expostos como nunca —, assinou o acordo com mãos trêmulas. No dia seguinte, abandonou a cidade num ônibus barato, carregando uma mala com suas coisas, jurando vingança em silêncio, mas sabendo que estava derrotada. Nunca mais se ouviu falar dela na vida de Pedro e Marifer.

Depois daquele dia, Pedro e Marifer trepavam como coelhos a toda hora, virados num casal devorado pelo desejo proibido. A nova vila virou o ninho de luxúria deles: na piscina, Marifer montava em Pedro com água espirrando, a bunda empinada quicando enquanto ele enchia ela de porra quente; na cozinha, ele empurrava ela contra a bancada, as cadeiras largas dela tremendo a cada estocada funda; na cama majestosa, passavam noites inteiras explorando posições — ela de quatro, gemendo enquanto aquela rola curva roçava por dentro dela, Ele lambendo a buceta dela até ela implorar pra ser fodida. Marifer, virgem até aquela noite de núpcias, ficou viciada: chupava o pau dele com maestria aprendida, engolindo cada gota, e se deixava sodomizar com gemidos de dor-prazer, o cuzinho perfeito apertando ele até fazê-lo rugir. Pedro, com o vigor renovado por suplementos e testosterona, enchia ela todo dia — de manhã, tarde e noite —, o esperma grosso inundando ela sem piedade, como se marcasse território. Marifer sabia que tava grávida; era inevitável com tanta porra acumulada no útero dela, os peitos já sensíveis e a barriga com um leve inchaço. Pedro, orgulhoso e cheio de desejo, imaginava que seria um menino — o filho que sempre quis, mas agora numa vida de luxo absoluto: mansões, carros novos (tinha trocado o velho por um Mercedes brilhante), viagens e uma "esposa" como Marifer, uma modelo de curvas perfeitas que fazia ele se sentir um rei. "Um filho forte, igual a mim... criado na opulência, com uma mãe que é uma deusa", pensava enquanto fodia ela, a mente cheia de visões paternas e eróticas.

Finalmente, a notícia da gravidez chegou numa manhã ensolarada, semanas depois. Marifer, com um teste positivo na mão — duas linhas rosadas que confirmavam o inevitável —, sentou na borda da piscina, olhando a água com lágrimas confusas. Felicidade pela vida nova, confusão pelo incesto, o segredo, o futuro torto. Chorou em silêncio, o delineado felino borrado pelas lágrimas, a mão na barriga ainda lisa. Pedro entrou, viu o teste e sorriu com triunfo paternal. "Meu amor... é nosso", disse, ajoelhando na frente dela, beijando as mãos dela. Marifer levantou o olhar, soluçando: "Papai... tô feliz, mas... o que a gente vai fazer? É tão... confuso". Ele acalmou ela com beijos suaves, prometendo o mundo: "Vamos criar ele como reis, filha. Você vai ser a mãe perfeita". Mas o desejo não esperou: naquele dia, ele enfiou nela com força numa fodida majestosa. Levantou ela contra a parede da sala principal — majestosa com teto alto e janela

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