Meu filho e a mãe dele 2

Naquela noite, quando cheguei em casa depois de passar a tarde toda fora e pensando em quanto tempo eles estavam fazendo aquilo pelas minhas costas, me senti muito mal. E não parava de lembrar o que tinha visto: meu filho estava dentro da mãe, no cu dela, estavam transando anal, mãe e filho. A simples ideia fazia meu estômago revirar e ao mesmo tempo me deixava duro. Mas eu não parava de vê-la de cabeça pra baixo, com as pernas abertas e o pau do filho dentro do cu dela, entrando e saindo enquanto a dor a excitava ainda mais. O jeito que ela pedia pra ele gozar, como se tivesse vergonha do que fazia, mas ainda assim queria continuar, e principalmente como ela pegou o pau dele e tirou de dentro dela. Como se o maldito não quisesse sair nunca. Me senti um idiota, um corno, um perdedor — outro cara tava comendo minha mulher, e não era qualquer um que teria que esperar ela estar sozinha, não, era meu próprio filho, que passava o dia inteiro com ela. Pensei naquilo a tarde toda e, pra ser sincero, entrei em vários banheiros públicos pra me masturbar com as imagens na minha cabeça, mas eu precisava fazer algo pra parar eles. Não podia continuar deixando eles comerem minha esposa. Mas também não queria um escândalo. Finalmente cheguei em casa e hesitei muito antes de entrar. Quando passei pela sala, não consegui evitar ver eles de novo na minha mente, transando no sofá. Minha esposa me viu primeiro, estava na cozinha, e me recebeu e me cumprimentou como sempre, com um beijo suave na boca e um abraço. Como se não tivesse me chifrado com nosso filho poucas horas antes, quem sabe quantas vezes eles tinham feito aquilo no mesmo dia. Ela me sentou à mesa e me serviu o jantar, chamou nosso filho, que desceu do quarto e sentou à mesa pra comer, não sem antes me dar um abraço. Tudo aquilo me fez perguntar se realmente tinha acontecido o que eu vi, me fez duvidar. A relação deles era como a de uma mãe e um filho normal. Naquela noite, depois do jantar e de tomar um banho, eu comi a minha mulher. esposa que me recebeu como sempre, não me rejeitou nem me fez amor com nojo. A gente transou como nunca e terminamos muito cansados, isso sim, tentei meter por trás mas ela não deixou, cuida da bunda dela como se não fosse minha. Por mais que insisti em meter por trás, ela não deixou. De manhã cedo acordei como sempre e já estava muito mais calmo, talvez eu tenha imaginado tudo. Que idiota eu era. Demorei um pouco mais pra ir tomar banho e me arrumar naquela manhã, e a porta do quarto abriu, era nosso filho. —Mãe, posso dormir com você? Tive um pesadelo muito feio— —Não, claro que não— falei na hora, esse tarado não pode esperar nem eu sair pra ficar com a mãe dele, minha esposa. —Deixa ele, coitadinho— —Falei que não, agora volta pro seu quarto— O ciúme tava me corroendo por dentro, já não via ele como meu filho, mas como meu rival no amor. O moleque foi embora sem dizer nada, meio chateado como qualquer filho normal faria. —O que há com você, por que disse não?— —Ele já é muito grande pra dormir com a mãe, não acha?— —Ele sempre vai ser meu bebê— —Além disso, lembra daquilo que você me falou sobre os sonhos que ele tinha com você?— —Sim, mas você tava certa, foi só uma fase, ele não tem mais— —E como você sabe disso?— —Sou a mãe dele, só sei— —Ainda assim, não devia dormir com você, não é certo— —Ah, pelo amor, vai ter ciúme do próprio filho?— Levantei porque tava ficando tarde e fui tomar banho, e enquanto me lavava, lembrei do kit de câmeras que eu tinha guardado no armário. Elas conectavam pela internet num celular e dava pra ter imagem quase em tempo real se não tivesse interferência de sinal. Assim que saí do banho, procurei elas, arriscando chegar atrasado no trabalho, achei rápido porque sempre sei onde guardo tudo e coloquei escondida com vista pra sala. Escondida no centro de entretenimento, perto da TV, tinha uma vista bem ampla de tudo. Conectei no meu celular com um aplicativo e fui embora. Enquanto Trabalhava de vez em quando, dava uma olhada no app pra dar uma espiada, mas nada. Até que vi eles várias vezes pela casa, mas nada fora do normal. Uma coisa que não curti nada: foram pro banheiro juntos e ficaram lá vários minutos. Com certeza estavam transando no banheiro, porque não saíam. Liguei pra ver o que tava rolando, mas não atenderam. Não parei de tentar, até que o maldito garoto finalmente saiu... pelado! E com uma ereção, pra atender o telefone. – Alô? – Moleque, o que cê tá fazendo? Cadê sua mãe? – Ô, oi pai, a mãe tá no banho, se lavando. – E o que cê tá fazendo com ela? – Com ela? Não, ela tá só tomando banho. Quer que eu vá lá e passe o telefone pra ela? – Sim... Digo, não. – Então o que eu falo? – Fala pra ela me ligar, é urgente. – Ok. – Dá pra ver na câmera que, quando desligou, ele foi pulando de volta pro banheiro com ela. E dessa vez nem fechou a porta. Depois de um tempo, minha mulher saiu enrolada numa toalha, com os peitos de fora, recém-lavada. Depois saiu ele, já sem a ereção, mas ainda pelado. Esses malditos já me chifraram de novo. O sangue ferveu, e liguei de novo. – Alô? – Mulher, o que cê tá fazendo? – Oi, meu amor, por que cê liga nessa hora? – O que cê tá fazendo? – Calma aí, tá tudo bem? – Responde a pergunta, mulher. – Tava tomando banho, ok? E cuida esse tom comigo. – Desculpa, coração, é que tô pensando muito em você e... – Ela desligou. Vi o moleque correndo pela sala com o celular na mão, e ainda pelado! Tentei ligar de novo, mas o telefone tava desligado. Filho da puta. Bateu mais trabalho que não pude ignorar, e continuei. De tarde, na hora do almoço, dei outra espiada. Tavam entrando na sala. O filho da puta tava apressando ela pra sentar, puxando ela pra fazer rápido. Ela tava meio irritada, mas foi na onda. Ele sentou ela no sofá e saiu. Minutos depois, trouxe um par de meias pretas e pediu alguma coisa. No começo ela disse que não, mas o moleque era Muito insistente. Ela, irritada, acabou cedendo e foi embora, o garoto pulava de empolgação, o que ele daria pra ter um microfone embutido. Minutos depois, minha mulher voltou, estava de meia-calça e nua da cintura pra baixo. O sangue ferveu de novo. Esses malditos vão fazer de novo. Peguei minhas coisas e fui pro carro. Dessa vez não ia deixar eles, sem pensar, só entrei no carro e liguei. Depois caí em mim, nunca chegaria a tempo de pegá-los no flagra, a casa ficava a quase uma hora com o trânsito da cidade, então só podia testemunhar o que ia rolar. Entrei no app de novo e lá estavam eles, transando, ele tinha ela no sofá de pernas abertas, ele tava de novo de pau duro e batendo uma antes de meter. Ela só via ele vindo na direção dela com uma expressão quase de tédio e balançando a cabeça dizendo não. Mas não fechava as pernas, antes se tocava pra se preparar pra ele. O filho da puta pegou as pernas dela e levantou ainda mais, deixando o cu dela mais ao alcance. Aproximou o pau do cu dela e começou a empurrar pra entrar, ela só fazia caretas de dor, mas não entrava. O garoto continuava tentando meter, empurrando mais forte, mas só fazia doer mais. — Coloca saliva, cara — eu tinha falado alto, como se tivesse vendo um pornô e o cara pudesse me ouvir. Porra, eu tava com uma ereção enorme de novo. Minha esposa empurrou ele e ela mesma passou saliva no cu pra deslizar melhor e enfiou um dedo, se contorceu um pouco de dor, mas depois convidou ele de novo pra tentar. O garoto fez o mesmo com o pau dele, molhou na saliva e tentou de novo, dessa vez eu vi como ela quase gritou de dor quando entrou, fechou os olhos e deixou ele fazer o que queria. Ele segurava as pernas dela pra cima pra não cansar e olhava meio irritado, o garoto só curtia cada metida que dava. Ele mudou ela de posição várias vezes e até de sofá, enquanto isso metia mais e mais fundo até que tirou o pau do cu da mãe e gozou. na barriga dela. Ela abaixou as pernas e relaxou, ficou passando a mão na bunda porque tava doendo, mas parecia que tava gostando. Porra, não aguentei mais, me masturbei no carro e sujei tudo. Quando me recuperei, olhei o app de novo e vi ela, deitada no sofá onde tinham comido ela. Vendo TV e comendo pipoca, com o esperma ainda na barriga dela, e o cara provavelmente jogando videogame no quarto dele.Meu filho e a mãe dele 2

cu

madura

4 comentários - Meu filho e a mãe dele 2

Rughig +1
esta buenísima la historia seguila