Tudo começou como uma brincadeira (15)
Estranhamente, quando chegou, Sol não me contou nada sobre o que aconteceu com seu pai. Omitiu completamente as partes sexuais e só disse que se divertiram muito em Mendoza.O que encontraram quando voltaram da viagem era pior do que imaginavam. A mãe de Sol continuava muito deprimida, tomava remédios e dormia o dia todo. Quando não estava dormindo, chorava e dizia que não tinha vontade de nada.
Sol rapidamente assumiu os cuidados da mãe novamente, e os dois dias que havia passado com o pai já faziam parte de uma lembrança linda e quente.
A próxima situação aconteceu uma noite enquanto Sol e eu estávamos dormindo. O celular de Sol nos acordou; era seu pai dizendo que a mãe dela tinha tentado se suicidar, porque encontraram um frasco de remédios vazio ao lado da cama e não conseguiam acordá-la.
Tudo resultou em chamar uma ambulância, paramédicos, nós indo para lá, a mãe dormindo, e Sol, o pai, o irmão e eu vivendo a situação triste.
Sol me pediu para ir para casa dormir, que ela ficaria por precaução. O mesmo disse ao irmão: "É melhor você ir descansar, talvez amanhã precise ficar ou a gente precise de você para alguma coisa."
A questão é que às 2 da manhã, a mãe de Sol estava completamente dormindo, já que, pelos cálculos, ela só tinha tomado quatro comprimidos em vez de dois.
Sol foi para seu quarto de solteira e sentou na cama. Seu pai não demorou a aparecer com um copo d'água. Acho que preciso de algo mais forte, se quiser pegar no sono – disse Sol Espera – disse o pai e saiu. Voltou com uma garrafa de uísque e dois copos com dois gelos em cada um. Ah, isso eu não esperava – disse Sol com um meio sorriso Vamos aproveitar enquanto podemos – disse ele Exatamente assim – disse Sol e bateu seu copo no do pai.
Ambos beberam e sorriram um para o outro. Estavam sozinhos de novo, juntos, e isso gerava uma certa tensão. Vou dar uma olhada na mamãe, já volto – disse Sol Sua mãe dormia exatamente como tinham dito que seria. No corredor, ao voltar, o rosto de Sol ficou vermelho e ela percebeu que o uísque estava subindo à cabeça. O estranho é que, além de relaxada, ela se sentia excitada. A pressão tinha baixado e agora ela estava com vontade de transar. Voltou ao seu quarto e lá estava seu pai. Como tá a mamãe? – ele perguntou Bom, acho que ele não vai acordar tão cedo Melhor, quer mais um gole de uísque? – o pai convida Bom, mas tenho que tomar cuidado porque com um pouco de bebida eu fico perigosa – ela solta com uma cara de safada Em que sentido? No sentido que você tá imaginando, pá – ela diz. Agora Sol está ardendo de tesão. Ela e o pai estão deitados lado a lado, e Horacio também começa a sentir o tesão pegando. Seu volume começa a inchar. Sol percebe e olha. Bom, quer mais um uísque? Hahaha – diz o pai com duplo sentido Se eu tomar mais um, sou capaz de qualquer coisa – ela avisa.
Horácio se senta e sua barraca está enorme. Ele pega a garrafa e estende para Sol. Ela olha nos olhos dele e, sem desviar o olhar, leva a garrafa à boca, toma um gole e, quando está parando de beber, põe a língua para fora e passa pela boca da garrafa, olhando para o pai de forma provocante. Sol, estamos em perigo – ele diz Vem – ela diz
Sol está sentada na sua cama, no seu quarto de adolescente, e seu pai se aproxima. Ela desabotoa o cinto dele e depois o botão. Abaixa o zíper e a calça para que ele fique mais confortável. A barraca que a cueca forma é enorme, e isso parece excitar ainda mais a Sol.
Ela tira o pau do pai e o observa enquanto o masturba. Ele inclina a garrafa e deixa cair uma gota de uísque no seu pau. Sol olha e passa a língua.
Ela começa a chupar o pau, subindo e descendo a cabeça. Ele só consegue acariciar o cabelo vermelho dela e olhá-la com amor filial.
É tão bom o boquete que a filha está fazendo que ele está à beira do orgasmo, mas… Horácio! – grita a mãe da Sol do quarto dela Lá vou eu, mãe – Sol tira o pau da boca para responder e se levanta. Horacio fica ali de pé com a ereção enfraquecendo enquanto Sol vai até o quarto da mãe. Me traz um pouco de água, meu amor – balbucia a mãe Tomá – diz Sol, estendendo um copo que está a um metro de distância.
A mãe não consegue segurar o copo direito, devolve-o a Sol como pode e parece desmaiar num sono profundo. Sol sente a mão do pai em seu ombro. Ele está atrás dela.
Sem pensar, Sol estica a mão e acaricia o volume do pai. Ele se sobressalta. Os dois estão de pé, observando a mãe e esposa, respectivamente, dormir, enquanto a filha sente a mão do pai sobre seu peito, dentro do decote. Os dedos de Horacio rapidamente encontram o mamilo rosado de sua filha.
Nenhum dos dois deixa de olhar para a mulher que dorme placidamente, e continuam com suas carícias.
Agora Horacio se posiciona bem atrás da filha, fazendo-a sentir sua ereção na bunda. Isso parece deixar Sol ainda mais excitada, e ela começa a desabotoar a própria calça. Agora, agarra o pai com as duas mãos, metendo uma dentro da calcinha.
A mãe de Sol e esposa de Horacio continua dormindo, e eles estão de pé, a um metro dela, dando prazer um ao outro.
Deveriam ir ao quarto de Sol, ambos sabem, mas o tesão é tão grande que não conseguem parar. Tanta é a excitação que ela leva a mão e começa a desabotoar a calça do pai, abaixa o zíper e tira o pau dele.
Começa a masturbá-lo ao mesmo tempo em que é masturbada por ele. A vontade que os dois sentem é total.
Sol não aguenta mais e, num movimento rápido, abaixa a calça e a calcinha. Inclina-se para frente e, segurando firmemente o pau do pai, coloca-o na entrada de sua buceta e brinca com a cabeça.
Horacio parece possuído pela situação. Abaixa um pouco mais a calça para ficar mais confortável e flexiona os joelhos, buscando penetrar Sol.
Sol, que percebe que não há... volta atrás, empurra para trás e o pau do seu pai começa a entrar na sua buceta lentamente. Aghhhh – o som escapa dela
A mãe se mexe, mas não acorda.
Horácio agora agarra os quadris de Sol e começa um movimento de bombeio e penetração muito intensos. Sol está inclinada e quase perde o equilíbrio. Agora tem que apoiar uma mão no colchão ao lado da perna da mãe.
Horácio não para de comê-la mecanicamente. Sol não para de se mexer acompanhando o movimento. A loucura é total.
Uma tosse da mãe parece trazê-los de volta à realidade. Sol tira o pau do pai e se levanta, subindo a calça. Horácio faz o mesmo.
É ela que se vira e, olhando nos olhos dele, diz séria: Vamos pro meu quarto – e ela pegou a mão dele Era tudo que Horácio precisava ouvir. Agora ele estava possuído pelo desejo e se deixou levar por ela. Mal entraram no quarto, Sol fechou a porta e tomou a iniciativa. Vem – ela disse
Segurou o rosto dele com as duas mãos e deu um beijo de língua que nenhum dos dois jamais esqueceria.
Começou a tirar toda a roupa dele enquanto ela também se despia completamente. Ajoelhou-se, chupou o pau do pai por alguns segundos e o jogou na cama. Me come, pá – ela disse Sim, meu amor, vem cá – disse ele com o pau totalmente ereto.
Sol colocou as pernas uma de cada lado. Estava apenas com uma calcinha preta transparente. Puxou-a para o lado e enfiou o pau do pai lentamente. Quando sentiu que estava totalmente penetrada até o fundo, apenas fechou os olhos e jogou a cabeça para trás.
Ele a observava de baixo. Seus seios médios, brancos, com algumas sardas e coroados por um mamilo rosa lindo. Não se conteve e levantou para chupar seus peitos.
Ela agarrou sua cabeça e empurrou-a contra seu corpo, para que ele soubesse que podia chupá-la o quanto quisesse.
Ele cobriu todo seu mamilo com a boca e pôs a língua para fora, brincando por toda sua superfície. Sentiu como ele endurecia ainda mais dentro de sua boca. Quando o tirou da boca e levantou a cabeça, viu o rosto vermelho dela, que o olhava enquanto aproximava sua boca da dele.
Ela abriu a boca o máximo que pôde e enfiou sua língua na boca dele. Quanto mais sua língua se movia, buscando contato com a dele, mais seu corpo se movia, buscando uma penetração mais profunda, se é que isso era possível.
Nenhum dos dois dizia nada. Apenas se deixavam levar pelo desejo. Os gemidos de ambos aumentavam. Ela percebeu que estava perto do orgasmo e intuía que ele também estava, então se aproximou do ouvido do pai e disse: Quero que a gente goze junto Aghhhh, siiim? – ele respondeu Quero sentir sua porra dentro de mim – ela disse Aghhhh aghhhh agora simmmm – disse ele se deixando levar Aghhhh vamos gozar juntos, porra, vaiiii aghhhh – ela dizia enquanto sentia os espasmos do pau dele dentro da sua buceta Aghhhh tô gozando, meu amor – ele dizia Eu também, aghhhh – ela disse, desmoronando de prazer.
Os dois se beijaram novamente enquanto ela segurava o rosto dele com as duas mãos. Depois, o abraçou forte e o deixou cair de costas na cama dela. Ela se levantou lentamente e se inclinou para frente, deixando todo o sêmen do pai escorrer pelo abdômen dele.
Foi engraçado vê-la esperar que tudo caísse. Então ela disse: Vou pegar algo para te limpar e olho para a mamãe Bom – ele dizia, se deixando fazer completamente.
Ela voltou com papel toalha e começou a limpar seu pai com a dedicação de uma enfermeira. Quem diria que eu acabaria ajudando meu pai em vez da minha mãe – Sol ria agora Sim, haha – dizia Horácio.
Ambos queriam se sentir culpados, mas o prazer tinha sido tanto que não conseguiram alcançar essa culpa.
Com o passar dos minutos, enquanto se trocavam, foram voltando à normalidade. Sooool – ouviu-se a voz da mãe dele Lá vou eu, mãe – disse ela saindo do quarto Continua… Podem deixar seus comentários em reybaco2005@gmail.com Ou no telegram @reybaco2005
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