Brinquedo de todos, meu amor - Capítulo 4

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O dia parecia não passar. Cada minuto era uma eternidade enquanto eu olhava pro celular, esperando a Maria avisar que tava a caminho. Minha mente não parava de repetir imagens dela: a camisa branca colada, os movimentos das tetas dela, os vídeos que o Adriano tinha me mostrado. Tudo isso me deixava num estado entre tesão e ansiedade. Sabia que logo teria ela na minha frente, que as curvas dela, os peitos dela, ela toda, seriam reais e não só uma imagem na tela. Minha cabeça corria sem controle, imaginando cada centímetro do corpo dela, as tetas dela já tocadas e filmadas por outros, e como eu logo poderia aproveitar elas… mesmo que só na minha cabeça por enquanto. A mistura de tesão, ciúme e uma raiva molhada que eu não conseguia controlar percorria meu corpo todo, fazendo minhas mãos tremerem de desejo e meus pensamentos ficarem cada vez mais perversos. Finalmente, a mensagem chegou: —“Já tô indo praí 😏” Enquanto esperava, minha mente não parava de correr. Imaginava cada detalhe das tetas dela, cada curva do corpo dela, como outros já tinham tocado e filmado elas, e como eu logo poderia aproveitar elas… mesmo que só na minha cabeça por enquanto. Pensava no Adriano, nos vídeos, em como ela deixava os outros verem ela tão fácil, e me sentia estranho: excitado, com ciúme, e ao mesmo tempo com uma raiva molhada que eu não conseguia controlar. E bem quando eu tava completamente preso na minha fantasia, ouvi o som da campainha. Tudo parou. Cada pensamento, cada imagem, cada gemido imaginário que tinha se formado na minha cabeça sumiu na hora. Meu coração disparou, minhas mãos tremeram e eu fiquei sem fôlego. Era ela. A Maria tava ali, na minha porta, e agora não eram imaginações nem vídeos: seria real. Abri a porta e fiquei paralisado. A Maria tava ali, com uma camisa preta de gola alta coladíssima no corpo, translúcida o suficiente pra não deixar nada pra imaginação. Não tava de sutiã, e cada curva das os peitos se marcavam sem vergonha através do tecido. Era impossível desviar o olhar: os bicos dos peitos mal insinuados debaixo da camisa, o jeito que o pano se ajustava quando ela se mexia… tudo me deixava completamente preso.Brinquedo de todos, meu amor - Capítulo 4Seu sorriso, sabendo que eu tava olhando, tinha um toque safado. Era como se ela soubesse exatamente tudo que passava na minha cabeça, e adorasse me ver ali, duro e nervoso, sem conseguir falar ou fazer nada. Meu pulso acelerou, minhas mãos tremeram, e uma ereção impossível de ignorar começou a crescer enquanto eu a via se aproximar. Eu a cumprimentei, e, de verdade, ela me abraçou. Não consegui resistir: encostei ela no meu corpo de propósito, deixando os peitos dela se pressionarem contra mim, sentindo cada curva e a maciez da pele dela através da camisa transparente. Ela não se afastou. Em vez disso, se mexeu de leve, de um jeito sensual, brincando com o contato, como se soubesse perfeitamente o efeito que tinha em mim. Me deu um beijo na bochecha e, com um sorriso provocante, falou: — Oi… não vai me soltar não, é? A gente riu, mas por dentro a excitação disparou. Cada roçada, cada movimento, cada toque era como um lembrete de tudo que eu tinha imaginado e visto antes, e agora tava bem na minha frente, real e palpável, adorando o efeito que tinha em mim. Sorrindo, olhei nos olhos dela e falei: — Quer entrar lá em casa um pouco? Ela inclinou a cabeça, com aquela expressão provocante que eu já conhecia, e os olhos dela brilharam um pouco mais. Sem dizer nada, ela concordou e me seguiu. Enquanto a gente caminhava, eu sentia cada movimento dela, cada leve balanço do quadril, e não conseguia parar de imaginar como aqueles peitos apertados contra a camisa dela iam se mexer quando a gente ficasse sozinho. Quando a gente passou pela porta, senti meu corpo ficar ainda mais tenso. Cada passo dela fazia meus olhos não conseguirem desgrudar dos peitos dela marcados pela camisa preta, e foi impossível disfarçar. Ela percebeu na hora. O sorriso dela ficou um pouco mais safado, ela inclinou a cabeça e perguntou, com uma voz brincalhona: — Você sempre me olha assim? Minha respiração acelerou, e eu tive que engolir seco pra não responder gaguejando. A proximidade dela, o roçar do braço dela no meu, e A dureza das minhas calças era um lembrete constante do que tava rolando: eu não conseguia parar de olhar pras tetas dela, e ela sabia disso perfeitamente. Enquanto a gente caminhava pra sala, tropecei de leve nela, como se fosse sem querer. Naquele instante, minha mão roçou os peitos dela por cima do tecido, e eu não resisti em apertar um pouco mais do que o "normal" na desculpa do tropeço. Ela ficou parada por um segundo, com aquele olhar que misturava surpresa e cumplicidade, como se soubesse exatamente o que eu tava fazendo. Em vez de se afastar, ela se mexeu de um jeito sensual, deixando a pressão continuar, quase me provocando a seguir. O sorriso safado dela e aquela leve inclinada do corpo contra o meu deixaram claro que ela tava adorando o efeito que causava em mim. —Uai… cuidado — ela falou com um suspiro brincalhão, a voz cheia de malícia—. Você sempre tropeça assim? Não precisava falar mais nada. A mensagem tava clara: ela sabia que eu tinha aproveitado a situação, e tava amando. Ela me encarou com aquele olhar provocante e varreu meu corpo de cima a baixo, devagar e de propósito, como se quisesse ter certeza de que eu via tudo. Depois, os olhos dela desceram pro meio das minhas pernas e pararam por um instante. O sorriso safado dela aumentou, e com um tom de zoação ela soltou: —Nossa… tudo isso é culpa das minhas tetas, né? Eu ri nervoso, sem conseguir desviar o olhar dos olhos dela, e antes que eu pudesse responder, ela completou: —Se você já tá assim só de ver elas pela minha camisa… nem quero imaginar o que você fez ontem à noite quando viu elas peladas. Senti um arrepio percorrer o corpo, e minha respiração ficou mais rápida. O tom dela não era de bronca, mas de diversão e provocação, adorando como ela me tinha na mão. —Eu gosto que o povo se excite com minhas tetas — ela falou depois, com um meio sorriso cúmplice. Eu não resisti em perguntar, quase ofegante: —O povo… ou só eu? O olhar dela ficou um pouco mais intenso, e o sorriso, ainda mais safado. Ela ignorou minha pergunta e, Com aquela segurança safada que sempre tinha, ela me disse: —Toca elas… você mereceu pelo jeito que fica olhando. Não precisei que repetisse. Devagar, movi meu braço até o peito dela, e quando apoiei na buceta dela, senti a maciez e firmeza na hora. A pressão era perfeita, e não consegui evitar apertar um pouco mais, deixando a fome e o desejo que sentia de tocar ela transbordarem sem controle.relatoEla não se afastou; pelo contrário, deixou minhas mãos fazerem o que quisessem, a respiração dela ficou mais pesada e o olhar dela me dizia tudo que as palavras não precisavam falar. Cada toque, cada movimento, era um convite pra eu me perder completamente nos peitos dela, e eu não queria desperdiçar nem um segundo.cuckDepois ela soltou algo que eu não esperava: —Ai, se o Adriano soubesse disso… não sei o que pensaria. E na mesma hora mudou de assunto, como se quisesse me distrair dos meus pensamentos: —Sei que ele deve ter falado algo de mim… tomara que coisa boa. Na real, não sei o que pensar dele, não sei mais o que fazer pra ele me dar atenção. Ele só me chama quando quer, e eu sei que no fundo ele não me leva a sério… mas não consigo evitar atender. Ao ouvir aquilo, minha mente voltou pro comentário do Adriano de ontem: que ele só procurava ela quando queria transar, usar os peitos dela como brinquedo e depois largar de mão o resto. Não falei nada. Só fiquei em silêncio, deixando aquelas palavras me percorrerem enquanto minha ereção aumentava. Ela continuou, com um tom quase inocente: —Na real… não sei por que tô aqui com você. Não por ter mostrado meus peitos ontem… sei que é errado, mas de algum jeito senti que alguém se importava. É bom. Minha calça apertou na hora, sem conseguir segurar o que eu tava sentindo. Cada palavra dela me excitava mais. A ideia de que o Adriano só usava ela quando queria, e que eu naquele momento tava derretendo por ela, morrendo de vontade de tocar nela, era intoxicante. Aquele sentimento de que ela tinha controle sobre mim enquanto ele só a tratava como objeto… estranhamente me deixou no limite. Ela soltou um comentário, meio sem graça: —Desculpa se isso que eu falei te broxou… só precisava dizer, e quero que você saiba o que passa na minha cabeça. O que ela não sabia é que, bem ao contrário, a confissão dela sobre o Adriano me excitou ainda mais. Cego de tesão, não hesitei nem um segundo: —Fica tranquila… tô mais tarado do que antes. Ela me olhou com uma expressão confusa, como se não entendesse o que eu queria dizer. Mas não dei tempo pra ela pensar. Peguei a mão dela e guiei direto pra minha ereção, deixando ela sentir com os dedos o que ela tinha provocado em mim. A combinação da presença dela, do toque dela e da lembrança de tudo aquilo O que o Adrián tinha feito com ela me fez explodir numa mistura de desejo, perversão e antecipação impossível de controlar. Tirei minha ereção pra fora da calça. Ela não hesitou nem um segundo: seguiu meu impulso, pegou meu pau com as mãos. O contato era perfeito: macio, quente, exato. Os movimentos dela, pra cima e pra baixo, eram tão fluidos e naturais que entregavam na hora que não era a primeira vez que ela fazia isso com alguém.cuckoldCada giro dos dedos dela, cada pressão medida, me levava além da expectativa. A combinação do toque experiente dela com a excitação que eu tinha acumulado pensando no Adrián me fazia sentir preso entre prazer, perversão e ciúme, incapaz de resistir ao que ela me provocava. Enquanto as mãos dela continuavam subindo e descendo, senti a voz dela cortar o ar com suavidade e malícia: — Tô vendo que você não prestou muita atenção no que eu falei sobre o Adrián… — disse ela, com um tom que misturava curiosidade e diversão. Respondi, entre gemidos e respiração ofegante: — Prestei, sim… Ela arqueou uma sobrancelha, claramente confusa, enquanto continuava com o movimento experiente: — Prestou, sim… e não se importou? — perguntou, com uma mistura de deboche e provocação, como se quisesse me desafiar enquanto me deixava completamente à mercê dela. Aproveitei um instante e, com cuidado mas decidido, puxei ela pra perto de mim. Peguei minha ereção com uma mão enquanto com a outra segurava a cintura dela, e comecei a dar umas batidinhas com meu pau nos peitos dela.esposa puta— Agora não ligo pro Adrián —sussurrei, sentindo o corpo dela reagir ao toque. —Agora só você importa. Mas, na real, o Adrián tava sim na minha cabeça. Me excitava pensar que as mesmas tetas que eu tinha na minha frente tinham sido o brinquedo sexual dele, que ele tinha gozado ali, que tinha curtido elas antes. Cada pensamento perverso me acendia ainda mais, e eu não conseguia me questionar se sentir aquilo era errado ou estranho. Tudo que importava era a mistura de ciúme, desejo e perversão que me consumia. Com um olhar carregado de tesão, ela disse: — Só por falar que agora o Adrián não importa… e pelo jeito que você deseja e olha pras minhas tetas, você merece isso. Ela se ajoelhou na minha frente, com um sorriso safado e as mãos descansando nas minhas coxas. As palavras dela me fizeram tremer de antecipação. — Adoro que minhas tetas sejam o centro das atenções… e agora você vai aproveitar elas — falou, enquanto minha ereção chegava num nível impressionante. Eu tava prestes a experimentar na pele o que o Adrián tinha curtido e gravado em vídeo. Nunca imaginei que um dia teria isso na minha frente, e agora tava prestes a fazer. Não hesitei. Peguei meu pau e comecei a esfregar ele de leve contra os peitos dela, de cima pra baixo. O tecido da blusa mal cobria eles, e a sensação era perfeita, intensa e viciante. Maria fechou os olhos por um instante, com uma expressão de prazer que me fez queimar ainda mais.esposa gostosa






cuck consentido—Você gosta, né? —ela me perguntou, com a voz baixa e sensual, sabendo do efeito que causava em mim. —Adoro! —falei, com a voz trêmula—. Seus peitos… são a melhor coisa do mundo. Ela sorriu cúmplice, inclinou a cabeça e disse: —Óbvio… enquanto eu levantava devagar a camisa, me deixando ver mais do que tinha imaginado—. Aproveita eles, falou.esposa compartilhadaNão consegui evitar. Assim que levantei a camisa dela, um impulso incontrolável me fez enfiar a cabeça entre os peitos dela, como se eu precisasse me perder ali na hora. A maciez da pele dela, o jeito perfeito dos seios apertando meu rosto, o calor… era tudo demais. Respirei fundo, tentando absorver cada centímetro do corpo dela, e fiquei ali por um instante, como se quisesse me afogar na perfeição que tinha na minha frente.Brinquedo de todos, meu amor - Capítulo 4Depois de aproveitar os peitos dela na minha cara, não consegui mais me segurar. Levantei e enfiei meu pau entre os peitos dela, me deixando envolver pela maciez e firmeza deles. Cada movimento dela, cada pequeno rebolado, intensificava a sensação até quase ficar insuportável. Minhas mãos seguravam a cintura dela pra mantê-la por perto enquanto eu me movia pra cima e pra baixo, sentindo como os peitos dela abraçavam minha ereção perfeitamente.relato






cuckEla soltou um suspiro baixinho, virou a cabeça na minha direção com um sorriso safado e disse: —Puxa… sempre soube que minhas tetas causam esse efeito nas pessoas, mas não achei que fosse tão intenso com você. Meus pensamentos transbordaram sem controle. Sabia que outros já tinham sentido a mesma coisa, já tinham tocado, chupado, curtido esse mesmo corpo antes de mim… e isso me enlouqueceu. A ideia de que os peitos dela tinham sido um brinquedo, que Adrián e provavelmente mais gente já tinha possuído eles de um jeito que eu mal podia imaginar, misturada com a sensação de ter meu pau entre as tetas dela, me fez sentir um prazer sujo, intenso, proibido. Cada quicada, cada pressão, cada roçada me levava mais longe. Era perverso, era excitante, e acima de tudo, era meu… pelo menos por um instante. Minha respiração ficou ofegante e meu corpo tremia. Cada movimento do meu pau entre os peitos dela me aproximava do limite, e eu podia sentir o clímax prestes a explodir, tão perto que parecia que eu não ia conseguir segurar. A combinação de prazer com aquela sensação proibida, de saber que outros já tinham curtido a mesma coisa, me consumia por completo. Bem na hora em que meu clímax ia explodir, o celular dela começou a tocar. A tela mostrou o nome do Adrián. Minha respiração parou. Enquanto meu pau deslizava entre os peitos dela, meu corpo tremia, e a ideia de que ele estava ligando naquele exato momento, talvez para fazer a mesma coisa que eu estava fazendo, me deu um calor estranho, molhado, perverso.cuckoldEla deslizou o dedo na tela e atendeu a ligação. —Alô! —disse com naturalidade—, beleza? —Nada não, só queria saber como você tá… e… consegue me ver agora? —a voz do Alejandro veio clara e decidida. Ela inclinou a cabeça e soltou uma risada baixa, quase brincalhona, enquanto mexia na tela sem desviar o olhar de mim. —Mmm… me dá um minuto —falou, com a voz suave—. Vem me buscar na casa da Alejandra. —Agora mesmo? —perguntou Alejandro. —É, é… já vem —respondeu ela, escondendo a verdade—. Só batendo um papo com a Alejandra. Eu continuava ali, com meu pau entre os peitos dela, focado só na sensação, enquanto ouvia ela mentir com toda a naturalidade. A perversão do momento me consumia: eu tava explodindo de prazer enquanto ela escondia nossa intimidade. Quando desligou a chamada, não aguentei mais. Me entreguei de vez e gozei nos peitos dela, sentindo cada centímetro, intoxicado pelo prazer e pela situação tão suja que tava me fazendo explodir.esposa putaEla me olhou com um sorriso satisfeito e safado, me varrendo com o olhar enquanto meu gozo ainda cobria os peitos dela. —Nossa… —sussurrou—. Parece que você gostou mais do que eu esperava. Não falei nada; ainda tava me recuperando do orgasmo, com o coração acelerado e a respiração ofegante, mas minha mente tava a mil por hora. Em só alguns minutos, o Adrián ia chegar, e ela esperava ele na porta como se nada tivesse acontecido. Ela se levantou devagar, deixando meu olhar percorrer cada centímetro do corpo dela, ainda cheio do meu esperma. Minha ereção continuava dura, tensa, enquanto eu via ela andar até o espelho. Com movimentos lentos e calculados, ela arrumou a roupa, limpou com papel o que restava do meu gozo, e me lançou um olhar que fez um arrepio percorrer meu corpo inteiro. —Não conta nada pra ninguém… muito menos pro Adrián —sussurrou com a voz baixa e sensual, enquanto arqueava as costas de leve, deixando meus olhos se deliciarem em cada curva—. Isso é nosso segredinho. Um som interrompeu o momento: o motor de um carro se aproximando. Ela virou pra mim com um sorriso cheio de cumplicidade e perversão: —Ele já veio me buscar… o Adrián —disse, a voz cheia de malícia—. Não sai, tá? Ele não sabe que eu tava com você. Depois te mando mensagem. Fiquei ali, paralisado, vendo ela se preparar pra receber ele, enquanto minha mente explodia entre excitação, ciúme e perversão. Vi ela pela janela enquanto subia no carro do Adrián, como se nada tivesse rolado antes. Ele deu um beijo apaixonado nela, e ela sorriu, brincalhona, como se guardasse o segredinho só pra mim. Depois, foram embora, me deixando com a imagem das curvas dela, o sorriso e a lembrança do que tinha acabado de rolar, completamente preso entre o desejo e o ciúme.

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