Links dos Capítulos: Capítulo 1https://www.poringa.net/posts/relatos/6226792/Juguete-de-todos-Amor-mio---Capitulo-1.htmlCapítulo 2 https://www.poringa.net/posts/relatos/6227112/Juguete-de-todos-Amor-mio---Capitulo-2.htmlCapítulo 3 https://www.poringa.net/posts/relatos/6227476/Juguete-de-todos-Amor-mio---Capitulo-3.htmlCapítulo 4 https://www.poringa.net/posts/relatos/6228886/Juguete-de-todos-Amor-mio---Capitulo-4.htmlCapítulo 5https://m.poringa.net/posts/relatos/6229604/Juguete-de-todos-Amor-mio---Capitulo-5.htmlCapítulo 6https://m.poringa.net/posts/relatos/6232310/Juguete-de-todos-Amor-mio---Capitulo-6.htmlCapítulo 7https://m.poringa.net/posts/relatos/6237363/Juguete-de-todos-Amor-mio---Capitulo-7.htmlCapítulo 8https://m.poringa.net/posts/relatos/6244409/Juguete-de-todos-Amor-mio---Capitulo-8.htmlCapítulo 4 - Entre as tetas dela
O dia parecia não passar. Cada minuto era uma eternidade enquanto eu olhava pro celular, esperando a Maria avisar que tava a caminho. Minha mente não parava de repetir imagens dela: a camisa branca colada, o balanço das tetas dela, os vídeos que o Adrián tinha me mostrado. Tudo isso me deixava num estado entre tesão e ansiedade. Sabia que logo teria ela na minha frente, que as curvas, os peitos dela, ela toda, seriam reais e não só uma imagem na tela. Minha mente corria sem controle, imaginando cada centímetro do corpo dela, as tetas já tocadas e filmadas por outros, e como eu logo poderia aproveitar elas… mesmo que só na minha cabeça por enquanto. A mistura de tesão, ciúme e uma raiva molhada que eu não conseguia controlar percorria meu corpo inteiro, fazendo minhas mãos tremerem de desejo e meus pensamentos ficarem cada vez mais perversos. Finalmente, a mensagem chegou: —“Já tô indo praí 😏” Enquanto esperava, minha mente não parava de viajar. Imaginava cada detalhe das tetas dela, cada curva do corpo dela, como outros já tinham tocado e filmado elas, e como eu logo poderia aproveitar elas… mesmo que só na minha cabeça por enquanto. Pensava no Adrián, nos vídeos, em como ela deixava os outros verem ela tão fácil, e me sentia estranho: excitado, com ciúme, e ao mesmo tempo com uma raiva molhada que eu não conseguia controlar. E bem quando eu tava completamente preso na minha fantasia, ouvi o som da campainha. Tudo parou. Cada pensamento, cada imagem, cada gemido imaginário que tinha se formado na minha cabeça sumiu na hora. Meu coração disparou, minhas mãos tremeram e eu fiquei sem fôlego. Era ela. A Maria tava ali, na frente da minha porta, e agora não eram imaginações nem vídeos: seria real. Abri a porta e fiquei paralisado. A Maria tava ali, com uma camisa preta de gola alta bem colada no corpo, translúcida o suficiente pra não deixar nada pra imaginação. Ela não tava de sutiã, e cada curva das os peitos se marcavam descaradamente através do tecido. Era impossível desviar o olhar: os biquinhos mal insinuados debaixo da camisa, o jeito que o pano se ajustava quando ela se mexia… tudo me deixava completamente preso.
Seu sorriso, sabendo que eu tava olhando, tinha um toque safado. Era como se ela soubesse exatamente tudo que passava pela minha cabeça, e adorasse me ver ali, duro e nervoso, sem conseguir falar ou fazer nada. Meu pulso acelerou, minhas mãos tremeram, e uma ereção impossível de ignorar começou a crescer enquanto eu via ela se aproximar. Eu a cumprimentei, e, de verdade, ela me abraçou. Não consegui resistir: encostei ela no meu corpo de propósito, deixando os peitos dela pressionarem contra mim, sentindo cada curva e a maciez da pele dela através da camisa transparente. Ela não se afastou. Em vez disso, se mexeu de leve, de um jeito sensual, brincando com o contato, como se soubesse perfeitamente o efeito que tinha em mim. Me deu um beijo na bochecha e, com um sorriso provocante, falou: — Oi… não vai me soltar não, ou vai? A gente riu, mas por dentro a excitação disparou. Cada roçada, cada movimento, cada toque era como um lembrete de tudo que eu tinha imaginado e visto antes, e agora tava bem na minha frente, real e palpável, curtindo o efeito que tinha em mim. Sorrindo, olhei nos olhos dela e falei: — Quer entrar lá em casa um pouco? Ela inclinou a cabeça, com aquela expressão provocante que eu já conhecia, e os olhos dela brilharam um pouco mais. Sem dizer nada, concordou e me seguiu. Enquanto a gente andava, eu sentia cada movimento dela, cada balanço leve do quadril, e não conseguia parar de imaginar como aqueles peitos pressionados contra a camisa dela iam se mexer quando a gente ficasse sozinho. Ao cruzar a porta, senti meu corpo ficar ainda mais tenso. Cada passo dela fazia meus olhos não conseguirem desgrudar dos peitos marcados pela camisa preta, e foi impossível disfarçar. Ela percebeu na hora. O sorriso dela ficou um pouco mais safado, inclinou a cabeça e perguntou, com uma voz brincalhona: — Você sempre me olha assim? Minha respiração acelerou, e tive que engolir seco pra não responder gaguejando. A proximidade dela, o roçar do braço dela no meu, e A dureza na minha calça era um lembrete constante do que tava rolando: eu não conseguia parar de olhar pras tetas dela, e ela sabia disso perfeitamente. Enquanto a gente caminhava pra sala, tropecei leve nela, como se fosse sem querer. Naquele instante, minha mão roçou os peitos dela por cima do tecido, e eu não consegui evitar apertar um pouco mais do que o "normal" na desculpa do tropeço. Ela ficou parada por um segundo, com aquele olhar que misturava surpresa e cumplicidade, como se soubesse exatamente o que eu tava fazendo. Em vez de se afastar, ela se mexeu de um jeito sensual, deixando a pressão continuar, quase me provocando a seguir. O sorriso safado dela e aquela leve inclinada do corpo contra o meu deixaram claro que ela tava adorando o efeito que tinha em mim. — Ai… cuidado — ela disse com um suspiro brincalhão, a voz cheia de malícia —. Você sempre tropeça assim? Não precisava falar mais nada. A mensagem tava clara: ela sabia que eu tinha aproveitado a situação, e tava amando. Ela me olhou com aquele olhar provocante e varreu meu corpo de cima a baixo, devagar e de propósito, como se quisesse ter certeza de que eu via tudo. Depois, os olhos dela desceram pra minha virilha, e pararam por um instante. O sorriso safado dela aumentou, e num tom debochado ela soltou: — Nossa… tudo isso é culpa das minhas tetas, né? Eu ri nervoso, sem conseguir desviar o olhar dos olhos dela, e antes que eu pudesse responder, ela completou: — Se você já tá assim só de ver elas por cima da minha camisa… não quero nem imaginar o que você fez ontem à noite quando viu elas peladas. Senti um arrepio subir, e minha respiração ficou mais rápida. O tom dela não era de bronca, mas de diversão e provocação, adorando como ela me tinha na mão. — Eu gosto que as pessoas fiquem excitadas com minhas tetas — ela disse depois, com um meio sorriso cúmplice. Não consegui evitar perguntar, quase sem fôlego: — As pessoas… ou só eu? O olhar dela ficou um pouco mais intenso, e o sorriso, ainda mais safado. Ela ignorou minha pergunta e, Com aquela segurança safada que sempre tinha, ela me disse: — Toca elas... você mereceu pelo jeito que fica olhando. Não precisei que repetisse. Devagar, movi meu braço até o peito dela e, quando apoiei na buceta dela, senti a maciez e firmeza na hora. A pressão era perfeita, e não consegui evitar apertar um pouco mais, deixando a fome e o desejo que sentia de tocar ela transparecer sem controle.
Ela não se afastou; pelo contrário, deixou minhas mãos fazerem o que quisessem, a respiração dela ficou mais pesada e o olhar dela me dizia tudo o que as palavras não precisavam. Cada toque, cada movimento, era um convite pra eu me perder completamente nos peitos dela, e eu não queria desperdiçar nem um segundo.
Depois ela soltou algo que eu não esperava: —Ah, se o Adrián soubesse disso… não sei o que pensaria. E na mesma hora mudou de assunto, como se quisesse me distrair dos meus pensamentos: —Sei que ele deve ter te falado algo sobre mim… tomara que seja coisa boa. Na real, não sei o que pensar dele, não sei mais o que fazer pra ele me dar atenção. Ele só me chama quando quer, e eu sei que no fundo ele não me leva a sério… mas não consigo evitar atender. Quando ouvi isso, minha mente voltou pro comentário do Adrián ontem: que ele só procurava ela quando queria transar, usar os peitos dela como brinquedo e depois ignorar todo o resto. Não falei nada. Só fiquei em silêncio, deixando aquelas palavras me percorrerem enquanto minha ereção aumentava. Ela continuou, com um tom quase inocente: —Na real… não sei por que estou aqui com você. Não porque mostrei meus peitos pra você ontem… sei que é errado, mas de algum jeito senti que alguém se importava. É bom. Minha calça apertou na hora, sem conseguir segurar o que eu tava sentindo. Cada palavra dela me excitava mais. A ideia de que o Adrián só usava ela quando queria, e que eu naquele momento tava derretendo por ela, morrendo de vontade de tocar nela, era intoxicante. Aquele sentimento de que ela tinha controle sobre mim enquanto ele só a tratava como objeto… estranhamente me deixou no limite. Ela soltou um comentário, meio sem graça: —Desculpa se isso que eu falei te broxou… só precisava dizer, e quero que você saiba o que passa na minha cabeça. O que ela não sabia era que, bem ao contrário, a confissão dela sobre o Adrián me excitou ainda mais. Cego de tesão, não hesitei nem um segundo: —Não se preocupa… tô mais excitado do que antes. Ela me olhou com uma expressão confusa, como se não entendesse o que eu queria dizer. Mas não dei tempo pra ela pensar. Peguei a mão dela e guiei direto pra minha ereção, deixando ela sentir com os dedos o que ela tinha provocado em mim. A combinação da presença dela, do toque e da lembrança de tudo que O que o Adrián tinha feito com ela me fez explodir numa mistura de desejo, perversão e antecipação impossível de controlar. Tirei minha ereção pra fora da calça. Ela não hesitou nem um segundo: seguiu meu impulso, pegando meu pau com as mãos. O contato era perfeito: macio, quente, exato. Os movimentos dela, pra cima e pra baixo, eram tão fluidos e naturais que entregavam na hora que não era a primeira vez que ela fazia isso com alguém.
Cada giro dos dedos dela, cada pressão medida, me levava além da expectativa. A combinação do toque experiente dela com a excitação que eu tinha acumulado pensando no Adrián me fazia sentir preso entre prazer, perversão e ciúme, incapaz de resistir ao que ela me provocava. Enquanto as mãos dela continuavam subindo e descendo, senti a voz dela cortar o ar com suavidade e malícia: — Tô vendo que você não prestou muita atenção no que eu falei sobre o Adrián… — disse ela, com um tom que misturava curiosidade e diversão. Respondi, entre gemidos e respiração ofegante: — Prestei, sim… Ela arqueou uma sobrancelha, claramente confusa, enquanto continuava com o movimento experiente: — Prestou, sim… e não ligou? — perguntou, com uma mistura de deboche e provocação, como se quisesse me desafiar enquanto me deixava completamente à mercê dela. Aproveitei um instante e, com cuidado mas decidido, puxei ela pra perto de mim. Peguei minha ereção com uma mão enquanto com a outra segurava a cintura dela, e comecei a dar umas batidinhas com meu pau nos peitos dela.
— Agora não ligo pro Adrián —sussurrei, sentindo o corpo dela reagir ao toque. —Agora só me importa você. Mas, na real, o Adrián ainda tava na minha cabeça. Me excitava pensar que as mesmas tetas que eu tinha na minha frente agora tinham sido o brinquedo sexual dele, que ele tinha gozado ali, que tinha aproveitado elas antes. Cada pensamento perverso me acendia ainda mais, e eu não conseguia me questionar se sentir aquilo era errado ou estranho. Tudo que importava era a mistura de ciúme, desejo e perversão que me consumia. Com um olhar carregado de tesão, ela disse: —Só por você falar que agora o Adrián não importa… e pelo jeito que você deseja e olha pras minhas tetas, você merece isso. Ela se ajoelhou na minha frente, com um sorriso safado e as mãos descansando nas minhas coxas. As palavras dela me fizeram tremer de antecipação. —Adoro que minhas tetas sejam o centro das atenções… e agora você vai aproveitar elas —disse, enquanto minha ereção chegava num nível impressionante. Eu tava prestes a experimentar na pele o que o Adrián tinha curtido e gravado em vídeo. Nunca imaginei que um dia teria isso na minha frente, e agora tava prestes a fazer. Não hesitei. Peguei meu pau e comecei a esfregar devagar contra os peitos dela, de cima pra baixo. O tecido da blusa mal cobria eles, e a sensação era perfeita, intensa e viciante. Maria fechou os olhos por um instante, com uma expressão de prazer que me fez queimar ainda mais.
—Você gosta, né? —ela me perguntou, com a voz baixa e sensual, sabendo do efeito que causava em mim. —Adoro! —falei, com a voz trêmula—. Seus peitos… são a melhor coisa do mundo. Ela sorriu cúmplice, inclinou a cabeça e disse: —Óbvio… enquanto eu levantava devagar a camisa, deixando ver mais do que eu imaginava—. Aproveita eles, falou.
Não deu pra evitar. Assim que levantei a camisa dela, um impulso incontrolável me fez enfiar a cara entre os peitos dela, como se eu precisasse me perder ali na hora. A maciez da pele dela, o formato perfeito das tetas me apertando, o calor… tudo era demais. Respirei fundo, tentando absorver cada centímetro do corpo dela, e fiquei ali por um instante, como se quisesse me afogar na perfeição que tinha na minha frente.
Depois de aproveitar os peitos dela no meu rosto, não consegui mais resistir. Levantei e enfiei meu pau entre os peitos dela, me deixando envolver pela maciez e firmeza deles. Cada movimento dela, cada pequeno rebolado, intensificava a sensação até quase ficar insuportável. Minhas mãos seguravam a cintura dela pra manter ela perto enquanto eu me movia pra cima e pra baixo, sentindo como os peitos dela abraçavam minha ereção perfeitamente.
Ela soltou um suspiro baixinho, virou a cabeça na minha direção com um sorriso safado e disse: —Puxa… sempre soube que minhas tetas causam esse efeito nas pessoas, mas não imaginei que fosse tão intenso com você. Meus pensamentos transbordaram sem controle. Sabia que outros já tinham sentido a mesma coisa, tocado, chupado, curtido esse mesmo corpo antes de mim… e isso me enlouqueceu. A ideia de que os peitos dela tinham sido um brinquedo, que Adrián e provavelmente mais gente já tinha possuído eles de maneiras que eu mal conseguia imaginar, misturada com a sensação de ter meu pau entre as tetas dela, me deu um prazer sujo, intenso, proibido. Cada quicada, cada pressão, cada roçada me levava mais longe. Era perverso, era excitante, e acima de tudo, era meu… pelo menos por um instante. Minha respiração ficou ofegante e meu corpo tremia. Cada movimento do meu pau entre os peitos dela me aproximava do limite, e eu sentia que o clímax estava prestes a explodir, tão perto que parecia impossível segurar. A combinação de prazer com aquela sensação proibida, de saber que outros já tinham curtido a mesma coisa, me consumia por completo. Bem na hora em que meu clímax ia estourar, o celular dela começou a tocar. A tela mostrou o nome do Adrián. Minha respiração parou. Enquanto meu pau deslizava entre os peitos dela, meu corpo tremia, e a ideia de que ele estava ligando naquele exato momento, talvez para fazer a mesma coisa que eu estava fazendo, me deu um calor estranho, molhado, perverso.
Ela deslizou o dedo na tela e atendeu a ligação. — Oi! — disse com naturalidade —, beleza? — Nada, só queria saber como você está… e… consegue me ver agora? — a voz de Alexandre soou clara e decidida. Ela inclinou a cabeça e soltou uma risada baixa, quase brincalhona, enquanto mexia na tela sem desviar o olhar de mim. — Hum… me dá um minuto — disse, com a voz suave —. Vem me buscar na casa da Alexandra. — Agora mesmo? — perguntou Alexandre. — Sim, sim… já vem — respondeu ela, escondendo a verdade —. Só batendo papo com a Alexandra. Eu continuava ali, com meu pau entre os peitos dela, focado só na sensação, enquanto ouvia ela mentir com toda a naturalidade. A perversão do momento me consumia: eu estava explodindo de prazer enquanto ela escondia nossa intimidade. Quando desligou a ligação, não consegui me segurar mais. Me entreguei de vez e gozei nos peitos dela, sentindo cada centímetro, intoxicado pelo prazer e pela situação tão suja que me fazia explodir.
Ela me olhou com um sorriso satisfeito e safado, me varrendo com o olhar enquanto meu gozo ainda cobria os peitos dela. — Nossa… — sussurrou —. Parece que você gostou mais do que eu esperava. Não falei nada; ainda tava me recuperando do orgasmo, com o coração acelerado e a respiração ofegante, mas minha mente fervilhava a mil por hora. Em só alguns minutos, o Adrián ia chegar, e ela esperava por ele na porta como se nada tivesse acontecido. Ela se levantou devagar, deixando eu admirar cada centímetro do corpo dela, ainda coberto do meu leite. Minha ereção continuava dura, tensa, enquanto eu via ela andar até o espelho. Com movimentos lentos e calculados, ela arrumou a roupa, limpou com papel o que restava do meu gozo, e me lançou um olhar que fez um arrepio percorrer meu corpo inteiro. — Não conta pra ninguém… muito menos pro Adrián — sussurrou com a voz baixa e sensual, enquanto arqueava as costas de leve, deixando meus olhos se deliciarem em cada curva —. Isso é nosso segredinho. Um som interrompeu o momento: o motor de um carro se aproximando. Ela virou pra mim com um sorriso cheio de cumplicidade e perversão: — Ele já veio me buscar… o Adrián — disse, a voz carregada de malícia —. Não sai, tá? Ele não sabe que eu tava com você. Depois te mando mensagem. Fiquei ali, paralisado, vendo ela se preparar pra receber ele, enquanto minha mente explodia entre excitação, ciúme e perversão. Vi ela pela janela subindo no carro do Adrián, como se nada tivesse rolado antes. Ele deu um beijo apaixonado nela, e ela sorriu, brincalhona, como se guardasse o segredinho só pra mim. Depois, foram embora, me deixando com a imagem das curvas dela, do sorriso e da lembrança do que tinha acabado de acontecer, completamente preso entre o desejo e o ciúme.
O dia parecia não passar. Cada minuto era uma eternidade enquanto eu olhava pro celular, esperando a Maria avisar que tava a caminho. Minha mente não parava de repetir imagens dela: a camisa branca colada, o balanço das tetas dela, os vídeos que o Adrián tinha me mostrado. Tudo isso me deixava num estado entre tesão e ansiedade. Sabia que logo teria ela na minha frente, que as curvas, os peitos dela, ela toda, seriam reais e não só uma imagem na tela. Minha mente corria sem controle, imaginando cada centímetro do corpo dela, as tetas já tocadas e filmadas por outros, e como eu logo poderia aproveitar elas… mesmo que só na minha cabeça por enquanto. A mistura de tesão, ciúme e uma raiva molhada que eu não conseguia controlar percorria meu corpo inteiro, fazendo minhas mãos tremerem de desejo e meus pensamentos ficarem cada vez mais perversos. Finalmente, a mensagem chegou: —“Já tô indo praí 😏” Enquanto esperava, minha mente não parava de viajar. Imaginava cada detalhe das tetas dela, cada curva do corpo dela, como outros já tinham tocado e filmado elas, e como eu logo poderia aproveitar elas… mesmo que só na minha cabeça por enquanto. Pensava no Adrián, nos vídeos, em como ela deixava os outros verem ela tão fácil, e me sentia estranho: excitado, com ciúme, e ao mesmo tempo com uma raiva molhada que eu não conseguia controlar. E bem quando eu tava completamente preso na minha fantasia, ouvi o som da campainha. Tudo parou. Cada pensamento, cada imagem, cada gemido imaginário que tinha se formado na minha cabeça sumiu na hora. Meu coração disparou, minhas mãos tremeram e eu fiquei sem fôlego. Era ela. A Maria tava ali, na frente da minha porta, e agora não eram imaginações nem vídeos: seria real. Abri a porta e fiquei paralisado. A Maria tava ali, com uma camisa preta de gola alta bem colada no corpo, translúcida o suficiente pra não deixar nada pra imaginação. Ela não tava de sutiã, e cada curva das os peitos se marcavam descaradamente através do tecido. Era impossível desviar o olhar: os biquinhos mal insinuados debaixo da camisa, o jeito que o pano se ajustava quando ela se mexia… tudo me deixava completamente preso.
Seu sorriso, sabendo que eu tava olhando, tinha um toque safado. Era como se ela soubesse exatamente tudo que passava pela minha cabeça, e adorasse me ver ali, duro e nervoso, sem conseguir falar ou fazer nada. Meu pulso acelerou, minhas mãos tremeram, e uma ereção impossível de ignorar começou a crescer enquanto eu via ela se aproximar. Eu a cumprimentei, e, de verdade, ela me abraçou. Não consegui resistir: encostei ela no meu corpo de propósito, deixando os peitos dela pressionarem contra mim, sentindo cada curva e a maciez da pele dela através da camisa transparente. Ela não se afastou. Em vez disso, se mexeu de leve, de um jeito sensual, brincando com o contato, como se soubesse perfeitamente o efeito que tinha em mim. Me deu um beijo na bochecha e, com um sorriso provocante, falou: — Oi… não vai me soltar não, ou vai? A gente riu, mas por dentro a excitação disparou. Cada roçada, cada movimento, cada toque era como um lembrete de tudo que eu tinha imaginado e visto antes, e agora tava bem na minha frente, real e palpável, curtindo o efeito que tinha em mim. Sorrindo, olhei nos olhos dela e falei: — Quer entrar lá em casa um pouco? Ela inclinou a cabeça, com aquela expressão provocante que eu já conhecia, e os olhos dela brilharam um pouco mais. Sem dizer nada, concordou e me seguiu. Enquanto a gente andava, eu sentia cada movimento dela, cada balanço leve do quadril, e não conseguia parar de imaginar como aqueles peitos pressionados contra a camisa dela iam se mexer quando a gente ficasse sozinho. Ao cruzar a porta, senti meu corpo ficar ainda mais tenso. Cada passo dela fazia meus olhos não conseguirem desgrudar dos peitos marcados pela camisa preta, e foi impossível disfarçar. Ela percebeu na hora. O sorriso dela ficou um pouco mais safado, inclinou a cabeça e perguntou, com uma voz brincalhona: — Você sempre me olha assim? Minha respiração acelerou, e tive que engolir seco pra não responder gaguejando. A proximidade dela, o roçar do braço dela no meu, e A dureza na minha calça era um lembrete constante do que tava rolando: eu não conseguia parar de olhar pras tetas dela, e ela sabia disso perfeitamente. Enquanto a gente caminhava pra sala, tropecei leve nela, como se fosse sem querer. Naquele instante, minha mão roçou os peitos dela por cima do tecido, e eu não consegui evitar apertar um pouco mais do que o "normal" na desculpa do tropeço. Ela ficou parada por um segundo, com aquele olhar que misturava surpresa e cumplicidade, como se soubesse exatamente o que eu tava fazendo. Em vez de se afastar, ela se mexeu de um jeito sensual, deixando a pressão continuar, quase me provocando a seguir. O sorriso safado dela e aquela leve inclinada do corpo contra o meu deixaram claro que ela tava adorando o efeito que tinha em mim. — Ai… cuidado — ela disse com um suspiro brincalhão, a voz cheia de malícia —. Você sempre tropeça assim? Não precisava falar mais nada. A mensagem tava clara: ela sabia que eu tinha aproveitado a situação, e tava amando. Ela me olhou com aquele olhar provocante e varreu meu corpo de cima a baixo, devagar e de propósito, como se quisesse ter certeza de que eu via tudo. Depois, os olhos dela desceram pra minha virilha, e pararam por um instante. O sorriso safado dela aumentou, e num tom debochado ela soltou: — Nossa… tudo isso é culpa das minhas tetas, né? Eu ri nervoso, sem conseguir desviar o olhar dos olhos dela, e antes que eu pudesse responder, ela completou: — Se você já tá assim só de ver elas por cima da minha camisa… não quero nem imaginar o que você fez ontem à noite quando viu elas peladas. Senti um arrepio subir, e minha respiração ficou mais rápida. O tom dela não era de bronca, mas de diversão e provocação, adorando como ela me tinha na mão. — Eu gosto que as pessoas fiquem excitadas com minhas tetas — ela disse depois, com um meio sorriso cúmplice. Não consegui evitar perguntar, quase sem fôlego: — As pessoas… ou só eu? O olhar dela ficou um pouco mais intenso, e o sorriso, ainda mais safado. Ela ignorou minha pergunta e, Com aquela segurança safada que sempre tinha, ela me disse: — Toca elas... você mereceu pelo jeito que fica olhando. Não precisei que repetisse. Devagar, movi meu braço até o peito dela e, quando apoiei na buceta dela, senti a maciez e firmeza na hora. A pressão era perfeita, e não consegui evitar apertar um pouco mais, deixando a fome e o desejo que sentia de tocar ela transparecer sem controle.
Ela não se afastou; pelo contrário, deixou minhas mãos fazerem o que quisessem, a respiração dela ficou mais pesada e o olhar dela me dizia tudo o que as palavras não precisavam. Cada toque, cada movimento, era um convite pra eu me perder completamente nos peitos dela, e eu não queria desperdiçar nem um segundo.
Depois ela soltou algo que eu não esperava: —Ah, se o Adrián soubesse disso… não sei o que pensaria. E na mesma hora mudou de assunto, como se quisesse me distrair dos meus pensamentos: —Sei que ele deve ter te falado algo sobre mim… tomara que seja coisa boa. Na real, não sei o que pensar dele, não sei mais o que fazer pra ele me dar atenção. Ele só me chama quando quer, e eu sei que no fundo ele não me leva a sério… mas não consigo evitar atender. Quando ouvi isso, minha mente voltou pro comentário do Adrián ontem: que ele só procurava ela quando queria transar, usar os peitos dela como brinquedo e depois ignorar todo o resto. Não falei nada. Só fiquei em silêncio, deixando aquelas palavras me percorrerem enquanto minha ereção aumentava. Ela continuou, com um tom quase inocente: —Na real… não sei por que estou aqui com você. Não porque mostrei meus peitos pra você ontem… sei que é errado, mas de algum jeito senti que alguém se importava. É bom. Minha calça apertou na hora, sem conseguir segurar o que eu tava sentindo. Cada palavra dela me excitava mais. A ideia de que o Adrián só usava ela quando queria, e que eu naquele momento tava derretendo por ela, morrendo de vontade de tocar nela, era intoxicante. Aquele sentimento de que ela tinha controle sobre mim enquanto ele só a tratava como objeto… estranhamente me deixou no limite. Ela soltou um comentário, meio sem graça: —Desculpa se isso que eu falei te broxou… só precisava dizer, e quero que você saiba o que passa na minha cabeça. O que ela não sabia era que, bem ao contrário, a confissão dela sobre o Adrián me excitou ainda mais. Cego de tesão, não hesitei nem um segundo: —Não se preocupa… tô mais excitado do que antes. Ela me olhou com uma expressão confusa, como se não entendesse o que eu queria dizer. Mas não dei tempo pra ela pensar. Peguei a mão dela e guiei direto pra minha ereção, deixando ela sentir com os dedos o que ela tinha provocado em mim. A combinação da presença dela, do toque e da lembrança de tudo que O que o Adrián tinha feito com ela me fez explodir numa mistura de desejo, perversão e antecipação impossível de controlar. Tirei minha ereção pra fora da calça. Ela não hesitou nem um segundo: seguiu meu impulso, pegando meu pau com as mãos. O contato era perfeito: macio, quente, exato. Os movimentos dela, pra cima e pra baixo, eram tão fluidos e naturais que entregavam na hora que não era a primeira vez que ela fazia isso com alguém.
Cada giro dos dedos dela, cada pressão medida, me levava além da expectativa. A combinação do toque experiente dela com a excitação que eu tinha acumulado pensando no Adrián me fazia sentir preso entre prazer, perversão e ciúme, incapaz de resistir ao que ela me provocava. Enquanto as mãos dela continuavam subindo e descendo, senti a voz dela cortar o ar com suavidade e malícia: — Tô vendo que você não prestou muita atenção no que eu falei sobre o Adrián… — disse ela, com um tom que misturava curiosidade e diversão. Respondi, entre gemidos e respiração ofegante: — Prestei, sim… Ela arqueou uma sobrancelha, claramente confusa, enquanto continuava com o movimento experiente: — Prestou, sim… e não ligou? — perguntou, com uma mistura de deboche e provocação, como se quisesse me desafiar enquanto me deixava completamente à mercê dela. Aproveitei um instante e, com cuidado mas decidido, puxei ela pra perto de mim. Peguei minha ereção com uma mão enquanto com a outra segurava a cintura dela, e comecei a dar umas batidinhas com meu pau nos peitos dela.
— Agora não ligo pro Adrián —sussurrei, sentindo o corpo dela reagir ao toque. —Agora só me importa você. Mas, na real, o Adrián ainda tava na minha cabeça. Me excitava pensar que as mesmas tetas que eu tinha na minha frente agora tinham sido o brinquedo sexual dele, que ele tinha gozado ali, que tinha aproveitado elas antes. Cada pensamento perverso me acendia ainda mais, e eu não conseguia me questionar se sentir aquilo era errado ou estranho. Tudo que importava era a mistura de ciúme, desejo e perversão que me consumia. Com um olhar carregado de tesão, ela disse: —Só por você falar que agora o Adrián não importa… e pelo jeito que você deseja e olha pras minhas tetas, você merece isso. Ela se ajoelhou na minha frente, com um sorriso safado e as mãos descansando nas minhas coxas. As palavras dela me fizeram tremer de antecipação. —Adoro que minhas tetas sejam o centro das atenções… e agora você vai aproveitar elas —disse, enquanto minha ereção chegava num nível impressionante. Eu tava prestes a experimentar na pele o que o Adrián tinha curtido e gravado em vídeo. Nunca imaginei que um dia teria isso na minha frente, e agora tava prestes a fazer. Não hesitei. Peguei meu pau e comecei a esfregar devagar contra os peitos dela, de cima pra baixo. O tecido da blusa mal cobria eles, e a sensação era perfeita, intensa e viciante. Maria fechou os olhos por um instante, com uma expressão de prazer que me fez queimar ainda mais.
—Você gosta, né? —ela me perguntou, com a voz baixa e sensual, sabendo do efeito que causava em mim. —Adoro! —falei, com a voz trêmula—. Seus peitos… são a melhor coisa do mundo. Ela sorriu cúmplice, inclinou a cabeça e disse: —Óbvio… enquanto eu levantava devagar a camisa, deixando ver mais do que eu imaginava—. Aproveita eles, falou.
Não deu pra evitar. Assim que levantei a camisa dela, um impulso incontrolável me fez enfiar a cara entre os peitos dela, como se eu precisasse me perder ali na hora. A maciez da pele dela, o formato perfeito das tetas me apertando, o calor… tudo era demais. Respirei fundo, tentando absorver cada centímetro do corpo dela, e fiquei ali por um instante, como se quisesse me afogar na perfeição que tinha na minha frente.
Depois de aproveitar os peitos dela no meu rosto, não consegui mais resistir. Levantei e enfiei meu pau entre os peitos dela, me deixando envolver pela maciez e firmeza deles. Cada movimento dela, cada pequeno rebolado, intensificava a sensação até quase ficar insuportável. Minhas mãos seguravam a cintura dela pra manter ela perto enquanto eu me movia pra cima e pra baixo, sentindo como os peitos dela abraçavam minha ereção perfeitamente.
Ela soltou um suspiro baixinho, virou a cabeça na minha direção com um sorriso safado e disse: —Puxa… sempre soube que minhas tetas causam esse efeito nas pessoas, mas não imaginei que fosse tão intenso com você. Meus pensamentos transbordaram sem controle. Sabia que outros já tinham sentido a mesma coisa, tocado, chupado, curtido esse mesmo corpo antes de mim… e isso me enlouqueceu. A ideia de que os peitos dela tinham sido um brinquedo, que Adrián e provavelmente mais gente já tinha possuído eles de maneiras que eu mal conseguia imaginar, misturada com a sensação de ter meu pau entre as tetas dela, me deu um prazer sujo, intenso, proibido. Cada quicada, cada pressão, cada roçada me levava mais longe. Era perverso, era excitante, e acima de tudo, era meu… pelo menos por um instante. Minha respiração ficou ofegante e meu corpo tremia. Cada movimento do meu pau entre os peitos dela me aproximava do limite, e eu sentia que o clímax estava prestes a explodir, tão perto que parecia impossível segurar. A combinação de prazer com aquela sensação proibida, de saber que outros já tinham curtido a mesma coisa, me consumia por completo. Bem na hora em que meu clímax ia estourar, o celular dela começou a tocar. A tela mostrou o nome do Adrián. Minha respiração parou. Enquanto meu pau deslizava entre os peitos dela, meu corpo tremia, e a ideia de que ele estava ligando naquele exato momento, talvez para fazer a mesma coisa que eu estava fazendo, me deu um calor estranho, molhado, perverso.
Ela deslizou o dedo na tela e atendeu a ligação. — Oi! — disse com naturalidade —, beleza? — Nada, só queria saber como você está… e… consegue me ver agora? — a voz de Alexandre soou clara e decidida. Ela inclinou a cabeça e soltou uma risada baixa, quase brincalhona, enquanto mexia na tela sem desviar o olhar de mim. — Hum… me dá um minuto — disse, com a voz suave —. Vem me buscar na casa da Alexandra. — Agora mesmo? — perguntou Alexandre. — Sim, sim… já vem — respondeu ela, escondendo a verdade —. Só batendo papo com a Alexandra. Eu continuava ali, com meu pau entre os peitos dela, focado só na sensação, enquanto ouvia ela mentir com toda a naturalidade. A perversão do momento me consumia: eu estava explodindo de prazer enquanto ela escondia nossa intimidade. Quando desligou a ligação, não consegui me segurar mais. Me entreguei de vez e gozei nos peitos dela, sentindo cada centímetro, intoxicado pelo prazer e pela situação tão suja que me fazia explodir.
Ela me olhou com um sorriso satisfeito e safado, me varrendo com o olhar enquanto meu gozo ainda cobria os peitos dela. — Nossa… — sussurrou —. Parece que você gostou mais do que eu esperava. Não falei nada; ainda tava me recuperando do orgasmo, com o coração acelerado e a respiração ofegante, mas minha mente fervilhava a mil por hora. Em só alguns minutos, o Adrián ia chegar, e ela esperava por ele na porta como se nada tivesse acontecido. Ela se levantou devagar, deixando eu admirar cada centímetro do corpo dela, ainda coberto do meu leite. Minha ereção continuava dura, tensa, enquanto eu via ela andar até o espelho. Com movimentos lentos e calculados, ela arrumou a roupa, limpou com papel o que restava do meu gozo, e me lançou um olhar que fez um arrepio percorrer meu corpo inteiro. — Não conta pra ninguém… muito menos pro Adrián — sussurrou com a voz baixa e sensual, enquanto arqueava as costas de leve, deixando meus olhos se deliciarem em cada curva —. Isso é nosso segredinho. Um som interrompeu o momento: o motor de um carro se aproximando. Ela virou pra mim com um sorriso cheio de cumplicidade e perversão: — Ele já veio me buscar… o Adrián — disse, a voz carregada de malícia —. Não sai, tá? Ele não sabe que eu tava com você. Depois te mando mensagem. Fiquei ali, paralisado, vendo ela se preparar pra receber ele, enquanto minha mente explodia entre excitação, ciúme e perversão. Vi ela pela janela subindo no carro do Adrián, como se nada tivesse rolado antes. Ele deu um beijo apaixonado nela, e ela sorriu, brincalhona, como se guardasse o segredinho só pra mim. Depois, foram embora, me deixando com a imagem das curvas dela, do sorriso e da lembrança do que tinha acabado de acontecer, completamente preso entre o desejo e o ciúme.
0 comentários - Brinquedo de todos, meu amor - Capítulo 4