Trouxe pra vocês uma história daquelas que surgem por acaso, mas que enchem a gente de experiência. Foi uns anos atrás, quando eu e minha então namorada Ceci estávamos andando por Flores. A gente tava caçando jaquetas e roupas de inverno. Procuramos uma jaqueta inflável por horas e nada. Cheios de sacolas, decidimos voltar, então fomos pegar o metrô na Plaza Flores. Lá tava cheio de vendedores ambulantes oferecendo jaquetas, então Ceci começou a perguntar um por um pela jaqueta vermelha dela.
Aí apareceu um senegalês magro, alto e muito simpático. Ele se apresentou, mostrou todas as jaquetas e moletons. Até que Ceci achou uma jaqueta inflável na cor que ela gostava. Mas infelizmente não tinha no tamanho dela. Ele se ofereceu pra conseguir um tamanho P e disse pra gente voltar na segunda ou terça. Então ficamos batendo papo, até nos despedir. Claro, na hora de ir embora, o primeiro comentário dela foi: "o preto deve ter uma pica enorme, vamos voltar na terça".
Naquela terça a gente voltou, ele lembrou da gente e cumprimentou na hora. "Eu sabia que vocês iam voltar", disse. Entre comentários e brincadeiras, ele espalhou jaquetas e moletons, tinha de tudo no P, mas não no vermelho que ela queria. "No depósito eu tenho, vou buscar, vocês esperam aqui", falou Luc. Na mesma hora sugeri: "A gente pode ir junto, assim ela prova a jaqueta, vamos". Luc concordou e falou algo no idioma dele pros colegas.
Andamos três quarteirões e entramos num local pequeno, cheio de sacos de roupa e com as portas e janelas pintadas de preto. Ele abriu um e outro saco, mostrando jaquetas de todas as cores e estilos no tamanho P.
Enquanto ela se olhava no espelho provando a jaqueta, ficava de olho na virilha do Luc. Ela provou uma e outra, até que piscou pra mim. Então, Ceci disse:
- Luc, te importa se eu provar essa calça?
- Não, prova, prova aí, eu vou sair.
- Não precisa - eu falei.
Então Ceci tirou a calça jeans apertada e ficou só de fio dental, na nossa frente. Novo amigo de ébano. A cara de empolgação do Luc era nítida. Então, falei pra ele:
- Ela é gostosa, viu?
- Não vou olhar, mano, tu não ia gostar, cara.
- Não me incomoda.
- É, mas vai te incomodar.
- Não. Sério.
- Pfff – disse Luc, com uma cara de espanto.
- O que eu te falei, ela é fortíssima – aí peguei ela na bunda. – Olha, sente isso aqui.
- Não, tá de boa.
- Me toca, não precisa ter medo – ela disse pra ele.
Aí, ele colocou a mão preta dele em cima da bunda rosada da Ceci. A pica do Luc já tava crescendo e dava pra ver pelo jeans escuro. A minha tava quase pulando pra fora da calça. Ele me deu um sorriso cúmplice, desabotoou a calça, abriu a braguilha e... Pois é, não tava de cueca. Pulou uma pica preta e dura. A pica era fina e comprida, uns 4 cm de grossura, mas uns 19 de comprimento.
Nem ela nem eu acreditávamos. Ele sorriu sem abrir a boca.
Aí apareceu um senegalês magro, alto e muito simpático. Ele se apresentou, mostrou todas as jaquetas e moletons. Até que Ceci achou uma jaqueta inflável na cor que ela gostava. Mas infelizmente não tinha no tamanho dela. Ele se ofereceu pra conseguir um tamanho P e disse pra gente voltar na segunda ou terça. Então ficamos batendo papo, até nos despedir. Claro, na hora de ir embora, o primeiro comentário dela foi: "o preto deve ter uma pica enorme, vamos voltar na terça".
Naquela terça a gente voltou, ele lembrou da gente e cumprimentou na hora. "Eu sabia que vocês iam voltar", disse. Entre comentários e brincadeiras, ele espalhou jaquetas e moletons, tinha de tudo no P, mas não no vermelho que ela queria. "No depósito eu tenho, vou buscar, vocês esperam aqui", falou Luc. Na mesma hora sugeri: "A gente pode ir junto, assim ela prova a jaqueta, vamos". Luc concordou e falou algo no idioma dele pros colegas.
Andamos três quarteirões e entramos num local pequeno, cheio de sacos de roupa e com as portas e janelas pintadas de preto. Ele abriu um e outro saco, mostrando jaquetas de todas as cores e estilos no tamanho P.
Enquanto ela se olhava no espelho provando a jaqueta, ficava de olho na virilha do Luc. Ela provou uma e outra, até que piscou pra mim. Então, Ceci disse:
- Luc, te importa se eu provar essa calça?
- Não, prova, prova aí, eu vou sair.
- Não precisa - eu falei.
Então Ceci tirou a calça jeans apertada e ficou só de fio dental, na nossa frente. Novo amigo de ébano. A cara de empolgação do Luc era nítida. Então, falei pra ele:
- Ela é gostosa, viu?
- Não vou olhar, mano, tu não ia gostar, cara.
- Não me incomoda.
- É, mas vai te incomodar.
- Não. Sério.
- Pfff – disse Luc, com uma cara de espanto.
- O que eu te falei, ela é fortíssima – aí peguei ela na bunda. – Olha, sente isso aqui.
- Não, tá de boa.
- Me toca, não precisa ter medo – ela disse pra ele.
Aí, ele colocou a mão preta dele em cima da bunda rosada da Ceci. A pica do Luc já tava crescendo e dava pra ver pelo jeans escuro. A minha tava quase pulando pra fora da calça. Ele me deu um sorriso cúmplice, desabotoou a calça, abriu a braguilha e... Pois é, não tava de cueca. Pulou uma pica preta e dura. A pica era fina e comprida, uns 4 cm de grossura, mas uns 19 de comprimento.
Nem ela nem eu acreditávamos. Ele sorriu sem abrir a boca.
1 comentários - Caçando pechinchas em Flores com Ceci, minha mina - pt.1