Foderam minha prima no estacionamento

Vou começar essa história descrevendo minha prima, ela se chama Maria, tem 23 anos hoje, mas na época tinha 22. Ela é morena, baixinha, tem 1,50m, o rosto é bonito, os peitos são pequenos mas gostosos, abdômen trincado de tanto malhar, porque ela adora ir pra academia e se cuidar pra ficar em forma. Quadris e coxas largas, e o que mais me chama atenção — e a maioria dos caras também — é a bunda enorme e redonda dela. Bom, já que vocês têm uma ideia de como ela é fisicamente, vou contar que isso aconteceu há um ano, quando ela voltou pra cidade onde eu moro e onde a gente cresceu. Ela tinha saído da cidade e do país por causa de trabalho e outras coisas, mas voltou depois de um tempo, bem diferente de quando foi embora. Ela sempre foi gostosa, mas não tanto quanto quando voltou, do jeito que descrevi. O caso é que quando fui buscá-la, fiquei de boca aberta de tão gostosa que ela tava, e ela percebeu na hora. Maria: "Primo, fecha essa boca senão vai entrar uma mosca, haha." Eu: "Haha, desculpa, prima, é que você mudou demais." A gente riu e foi andando até minha caminhonete pra ir pra minha casa, onde ela ia ficar uns dias. No caminho, a gente conversou sobre um monte de coisas e colocou a fofoca em dia sobre tudo que tinha rolado nas nossas vidas. Chegamos em casa, mostrei o quarto onde ela ia ficar. Ela disse que ia tomar um banho e, depois de um tempo, saiu pra continuar conversando. Fiquei de boca aberta de novo quando vi ela com uma camiseta solta, sem nada por baixo, que parecia um vestido, e um short tão curto que a camiseta cobria. Ela sentou no sofá e a gente continuou a conversa pra atualizar as novidades. Estávamos sozinhos porque meus pais tavam trabalhando e minha irmã na escola. A gente seguiu conversando e, pra não alongar muito a história, no meio do papo ela pediu pra gente sair pra uma balada, porque tava há muito tempo sem festar por causa do trabalho. Como eu tava de férias, topei. Já era umas 10 da noite quando ela começou a se vestir e se arrumar pra sair. Depois de Tipo assim, umas hora e meia depois, ela apareceu com uma regata bem decotada que, mesmo eu tendo uns peitões, fazia os dela ficarem uma delícia. Embaixo, uma minissaia bem curtinha que batia bem no fim da bunda gostosa dela, deixando quase toda amostra. Falei que ela tava linda, ela agradeceu e saímos de casa rumo à balada.

Já na balada, começamos a beber e dançar. No começo, ela dançava meio longe de mim, mas com o passar das doses, começou a rebolar e esfregar aquela bunda enorme no meu pau. Meu pau ficou durasso na hora, e acho que ela percebeu, mas não ligou. Continuou rebolando em mim por mais um tempo até que falou que precisava ir ao banheiro. Perguntei se queria que eu fosse junto, mas ela disse que não, pra eu pedir mais uma rodada. Fiz isso. Depois de um tempo, fiquei preocupado porque ela não voltava, então resolvi ir procurar. Tive uma surpresa quando vi ela conversando com um cara, se beijando, enquanto ele passava a mão na bunda enorme dela, que já tava quase toda pra fora de tanto que ele apertava. Depois de um tempinho se beijando, acho que ele pediu pra saírem, porque pegou na mão dela e começaram a andar pra saída. Eu segui eles e vi que iam pro estacionamento. Pensei que ele fosse levar ela no carro, mas não. Depois de andar um pouco, pararam. O cara olhou pra ver se ninguém tava seguindo. Eu me escondi pra não ser visto e ouvi quando ele disse: "Cara, você me deixou muito tesudo." Maria: "Você também me deixou com muito tesão, papai." O cara tirou o pau pra fora e disse: "Olha como você me deixou." Minha prima nem respondeu, só ajoelhou e começou a chupar o pau dele como uma verdadeira puta, sem se importar se alguém via. Ela chupava da cabeça até as bolas, fazendo garganta profunda sem engasgar. Continuou assim por uns 5 ou 10 minutos, depois parou de mamar e ouvi ela dizer: "Mete em mim, papai, tô com muito tesão." Cara: "Aqui? Não tenho camisinha." Maria: "Aqui mesmo, papai, e sem. Camisinha amanhã compro a pílula, mas já mete em mim. Ela se levantou, ergueu a saia, tirou a calcinha fio-dental e encostou o rosto num carro pra ficar de quatro em pé. O cara não perdeu tempo e começou a comer ela, dava pra ouvir gostoso quando batia na bunda da minha prima com o corpo do cara, e pelo que eu ouvi, ela tava bem molhada. Depois de uns 5 ou 10 minutos, o cara não aguentou mais. Cara: Você aperta bem gostoso, ah, mas já não aguento mais, onde quer que eu goze? Maria: Ah ah ah, que pau gostoso, ah, dá na minha boca, papi. O cara tirou o pau, e minha prima ajoelhou pra depois engolir todo o sêmen que saía do pau dele. Não desperdiçou nem uma gota, e até limpou o que ficou no pau. Cara: Ah, que puta você é, haha. Maria: Humm, sim, papi, sou toda uma puta, hehe, ainda mais quando tem uma piroca como a sua, humm. O cara agradeceu pela trepada, guardou o pau e foi pra balada continuar a festa ou talvez contar pros amigos, sei lá. Minha prima arrumou a calcinha fio-dental e a saia e também voltou pra balada. Depois, eu voltei e notei que minha prima tava me procurando até me ver. Maria: Cadê você, primo? Eu: Saí pra tomar um ar. Tá me procurando muito? Notei que ela ficou meio nervosa. Maria: Tava lá fora? Não, não muito. Eu: Sim, prima, por quê? Maria: Não, nada não. Eu: Ok. A gente continuou a festa de boa por mais um tempo e depois voltou pra casa. Essa foi mais uma das tantas histórias que tenho das putas da minha família. Espero que vocês gostem e deem apoio como nos dois anteriores, e já sabem: se quiserem que eu conte mais, é só pedir. Sem mais, obrigado.

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