Depois de ter fodido no barraco da Jessie, voltar à minha vida normal era difícil demais. Tinha gente que vivia muito diferente e se dava muito bem, graças a Deus. E minha sogra, minhas cunhadas, todas faziam parte de um estilo de vida que me deixava louco. Lembro de ir voltando no Fiat 147 de novo pra Pilar e pensava que não havia nada mais bonito que o mundo dos manos, pelo menos o mundo da Yesi. A gente tinha transado na cama da irmã dela estando as irmãs no mesmo barraco, escutaram tudo. Mas algo que deste lado do universo seria um pecado capital, daquele lado até era algo divertido, levavam na boa e até parecia que competiam pra ver quem era a mais puta, a mais safada. O mais bonito de tudo é que nessa competição também estava minha sogra, que adorava competir com as filhas usando decotes, saias curtas, leggings enfiadas no cu como se fosse uma delas. Entendi então que dava pra ser muito feliz nesse mundo, só que eu estava no lugar errado, mas as portas do paraíso tinham se aberto pra mim. Tive que contar pro meu amigo Nico várias vezes a sequência no barraco da Jessi até que ele acabou acreditando. Nos dias seguintes não consegui pensar em outra coisa que não fosse a Jessi, o barraco, os gritos, minhas cunhadas, minha sogra, literalmente não conseguia pensar em outra coisa. Um arroz que minha família aguentava e cada reclamação, cada queixa da parte deles alimentava o desejo de que mais cedo ou mais tarde eu fosse morar naquele barraco com a família da minha mina.
O sábado de manhã ia começar com muita ansiedade porque a gente ia passar o dia todo junto com a Yesi. As horas da manhã se arrastaram até que ela acordou lá pelo meio-dia e me mandou uma mensagem perguntando se eu já estava pra sair. Eu já tinha tudo pronto, o tanque de gasolina do carro cheio, minha roupa preparada, o melhor perfume. Passei pra buscar ela no final da tarde e, sendo sábado à tarde, a favela tinha outra cor. As ruas de terra estavam inundadas de gente. Inundadas de minas, era como uma espécie de desfile em plena luz do dia. Você encontrava leggings com as tangas bem transparentes, camisetinhas curtas, vestidinhos colados no corpo. Pobres iludidos, Chetos de Palermo, pensei, eles acham que têm as melhores paradas, não entendem absolutamente nada. As ruas mais bonitas estão na favela de La Matanza. Claro que assim que cheguei, a Ceci estava me esperando, uma deusa. Ela tinha colocado um vestidinho fúcsia bem colado no corpo, bem curtinho, na altura da bunda, e um pouquinho decotado. Só de olhar para ela, seus olhos iam para o comprimento curto do vestido. Nos cumprimentamos com um beijão daqueles bem passionais, misturando as línguas e ficando um bom tempo entrelaçados nos beijando. Eu aproveitei para apertar as bochechas da bunda dela com minhas mãos. Fiquei completamente louco e rapidamente minha temperatura subiu quando senti o fiozinho da fio-dental e aquele anelzinho metálico que unia aqueles fiozinhos divinos. Uma parte de mim ainda não podia acreditar que eu estava pegando uma gostosa dessas.
Eu também estava muito estiloso com um conjunto esportivo que caía perfeito em mim. Como estava de jogging sem cueca, o volume estava bem marcado e a Yesi, naqueles beijos apaixonados, aproveitava para roçar no meu volume para deixá-lo mais duro. Ela adora me provocar.
Ela me levou para percorrer a favela inteira. Passamos pela feira, ela me levava pela mão, nos exibíamos um para o outro. Tinha minas por todos os lados, parecia uma competição feroz. Finalmente, sentados na pracinha comendo uns sorvetinhos que eu tinha comprado, ficamos namorando.
A Jessi rapidamente sentou no meu colo e começou a me beijar loucamente enquanto cruzava os dois braços por trás do meu pescoço. Eu estava duríssimo, com o pau duro e cabeçudo. Sentia como meu pau batia na buceta dela contida por aquele fio-dental e por aquele vestidinho fúcsia. Eu aproveitei para continuar apertando as bochechas da bunda dela, ficava louco. A Jessie continuava me beijando e nós curtíamos juntos o momento.
Depois As amigas e uma das irmãs da Jessie apareceram. O mais interessante foi que nenhuma delas conseguiu realmente perceber que eu vinha de outro mundo. Acho que ajudou um pouco a roupa, o carro modelo 84 e o fato de eu parecer mais um cara de um bairro normal do que de uma família oligárquica. Mas por via das dúvidas, me encarreguei de disfarçar um pouco, falar menos e copiar rapidamente algumas frases que tinha escutado nas primeiras saídas com a Jessie e com outras minas anteriores. Comecei a me sentir pela primeira vez um malandro de verdade. Passava completamente despercebido e até inventei que tinha nascido numa favela de José C. Paz, mas que agora morava na casa de uns tios em Escobar. Claro, a vantagem é que eu conhecia essa favela de José C. Paz porque já tinha saído com uma mina de lá. As amigas e a irmã engoliram o papo. Mas também, em cada beijo com a Jessie, em cada história, em cada anedota, em cada momento por menor que fosse que vivíamos juntos, como ir na birosca ou passear pela feira, eu ia me transformando num malandro cada vez mais. Como parte de tudo isso, caiu como uma luva quando minha cunhada contou que tinha escutado eles transando e que, segundo ela, a Yesi estava se acabando de tanto prazer. Automaticamente uma das amigas disse: "Ah, bom, se ela estava se acabando de prazer é porque então esse malandro tem uma rola gigante." Eu tinha conseguido o mais maravilhoso de tudo. E é que a linha de pensamento de malandro se conectava a meu favor. Para o universo das minas a coisa era muito simples. Se a Jessi gritava como louca é porque estava se acabando de prazer, porque estava sendo comida, porque ele tem uma puta rola. Se o cara que está comendo ela tem uma puta rola é porque é malandro nascido na favela. Porque os manos são todos pirocudos. A coroação ia chegar apenas alguns minutos depois. Naquela conversa picante já nem lembro como, mas se falava do quanto é bom transar pele com pele, obviamente sem camisinha. A Yesi rapidamente se vangloriou de que nós tínhamos Transando sem forro e eu mandei a frase certeira "nem aí forro pra fuck com forro prefiro nem fuck". As minas ficaram encantadas.
Ficamos até altas horas da noite zuando pela vila. Depois fomos pra casinha da Jesi porque as minas iam se arrumar um pouco pra festa. Eu tava com o pau duro não conseguia acalmar nem um pouquinho. E claro, depois de ficar de chamego a tarde toda com a Jessie com aquele vestidinho fúcsia de ter ela ali na minha frente, dos roces das provocadas e ainda as conversas com as amigas, tava pegando fogo.
A festa na vila era uma coisa incrível. Era uma casinha de tijolo furado sem rebocar com alto-falantes que faziam as janelas vibrar, o Cláudio por todo lado, minas pra todo lado. Saias curtinhas que de tanto rebolar dava pra ver tudo, vestidinhos curtos, topzinhos, mas uma autêntica loucura. A Jessie rebolava pra mim com aquele vestidinho fúcsia e me deixava cada vez mais quente. Além disso, a cada rebolada dava pra ver todo o fio da tanga através do vestido, o que me deixava completamente louco. As minas dançavam e cantavam aos gritos enquanto viravam doses com mistura de drinks que nem se sabe o que tinham. Completamente soltos e imitando outros casais, a gente tinha ido se agarrar contra uma parede. A Jessi apoiava a bunda na parede e eu comia ela inteira de frente colocando meu pau na virilha dela. Eu tava vermelho, explodido, não aguentava mais, a Jessi completamente bêbada continuava curtindo a noite e a dança. Uma das amigas também tava contra a parede pegando um dos caras, a gente tava os quatro quentes e soltos. Olhadinha cúmplice das duas minas e elas começaram a andar nos levando pela mão. Tinham o vestido já meio levantado e aparecia parte das bandas da bunda. Andamos uns metros e os quatro entramos num dos quartos. Tinha só uma cama, mas sem nos importar absolutamente nada, a gente se jogou os quatro na mesma cama. A Jessie começou a me beijar de um jeito Ainda com o copo da bebida na mão. Eu apertava as bochechas da bunda da Yesi e levantava completamente o vestido dela, deixando ela com a calcinha fio-dental à mostra pra todo mundo ver. Num movimento simples a Yesi se posicionou pra me cavalgar como uma puta de verdade. Levantei o vestido completamente, a calcinha fio-dental e pronto, toda molhada, bem relaxada, e eu estava com o pau explodindo de tão duro. Olhei de rabo de olho e a amiga da Jessi estava fazendo exatamente a mesma coisa com o cara dela. Bunda de fora, pronta pra cavalgar. De fundo a cumbia batia forte e um cheiro gostoso de ppk tomou conta do quarto.
Eu puxei um pouquinho o fio da calcinha dela e enfiei meu pau completamente duro e ereto até o fundo da buceta dela. Estava bem molhada, toda relaxada, e a cada cavalgada você sentia como se os fluidos se misturassem com a pele do pau. De novo, como bons safados de verdade, estávamos transando sem camisinha. Os gritos da Jessi eram uivos de prazer de uma loba no cio, de uma mina exageradamente gritona, ainda com aquela voz aguda que te deixa louco. Rapidamente esses gritos começaram a se misturar com os gritos da amiga que estava cavalgando o cara do lado da gente. Lá estavam as duas minas nos cavalgando. Os gritos de prazer se misturavam e nossos paus entravam e saíam das bucetas delas sem camisinha como se nada. Eu abri mais o decote dela e comecei a chupar os peitos. Quanto mais eu chupava, mais ela gemia, e a Yesi, quanto mais gritava, mais gostoso ficava, mais ela curtia. Ouvir a mistura de gritos levava o tesão a outro nível. Além disso, as minas pareciam competir entre os gritos e até se olhavam com um sorrisinho cúmplice enquanto cavalgavam. Como parte de tudo isso, eu dava uns tapinhas na bunda da Yesi, que recebia com prazer. Os gritos dela explodiam a cabeça, a cama estava toda balançando. Olhei de rabo de olho de novo e a minha mina estava de peitos de fora cavalgando o cara, gritando descontroladamente. Eu tentava resistir às vontade de gozar e as duas minas pulavam em cima da gente destruindo nosso pau. Derrubou o copo da bebida na cama e ria dizendo que merda me importa kkkk.
É chegar, foi a primeira vez pra mim que realmente consegui controlar como eu queria a vontade de gozar. Eu regulava quase naturalmente como um cafajeste de verdade. Sentia a Jessica cavalgando, como a siririca dela molhava meu pau, mas eu continuava de pau duro tranquilo. Fizemos as duas minas gozar uma boa quantidade de fluido e os outros dois ainda estávamos completamente duros. Naquele momento eu tava que não aguentava mais, mas resistia como dava. Uns bons minutos depois das minas gozarem, acabei enchendo completamente a buceta da Yesi de porra. Foi meu gozo mais intenso até agora pela quantidade e pela situação. Sentia jatos e jatos de porra inundando a buceta da minha mina. O cafajeste do amigo, claro, se sentindo o maior vencedor, se achava porque ainda não tinha gozado, mas pra mim o dia tinha sido uma grande vitória. Quando finalmente a vez acabou, as minas se ajeitaram um pouco do vestido e sem nem se limpar a buceta voltamos pra festa pra continuar bebendo e dançando.
Vendemos fotos e vídeos assim, se te interessar manda mensagenzinha
O sábado de manhã ia começar com muita ansiedade porque a gente ia passar o dia todo junto com a Yesi. As horas da manhã se arrastaram até que ela acordou lá pelo meio-dia e me mandou uma mensagem perguntando se eu já estava pra sair. Eu já tinha tudo pronto, o tanque de gasolina do carro cheio, minha roupa preparada, o melhor perfume. Passei pra buscar ela no final da tarde e, sendo sábado à tarde, a favela tinha outra cor. As ruas de terra estavam inundadas de gente. Inundadas de minas, era como uma espécie de desfile em plena luz do dia. Você encontrava leggings com as tangas bem transparentes, camisetinhas curtas, vestidinhos colados no corpo. Pobres iludidos, Chetos de Palermo, pensei, eles acham que têm as melhores paradas, não entendem absolutamente nada. As ruas mais bonitas estão na favela de La Matanza. Claro que assim que cheguei, a Ceci estava me esperando, uma deusa. Ela tinha colocado um vestidinho fúcsia bem colado no corpo, bem curtinho, na altura da bunda, e um pouquinho decotado. Só de olhar para ela, seus olhos iam para o comprimento curto do vestido. Nos cumprimentamos com um beijão daqueles bem passionais, misturando as línguas e ficando um bom tempo entrelaçados nos beijando. Eu aproveitei para apertar as bochechas da bunda dela com minhas mãos. Fiquei completamente louco e rapidamente minha temperatura subiu quando senti o fiozinho da fio-dental e aquele anelzinho metálico que unia aqueles fiozinhos divinos. Uma parte de mim ainda não podia acreditar que eu estava pegando uma gostosa dessas.
Eu também estava muito estiloso com um conjunto esportivo que caía perfeito em mim. Como estava de jogging sem cueca, o volume estava bem marcado e a Yesi, naqueles beijos apaixonados, aproveitava para roçar no meu volume para deixá-lo mais duro. Ela adora me provocar.
Ela me levou para percorrer a favela inteira. Passamos pela feira, ela me levava pela mão, nos exibíamos um para o outro. Tinha minas por todos os lados, parecia uma competição feroz. Finalmente, sentados na pracinha comendo uns sorvetinhos que eu tinha comprado, ficamos namorando.
A Jessi rapidamente sentou no meu colo e começou a me beijar loucamente enquanto cruzava os dois braços por trás do meu pescoço. Eu estava duríssimo, com o pau duro e cabeçudo. Sentia como meu pau batia na buceta dela contida por aquele fio-dental e por aquele vestidinho fúcsia. Eu aproveitei para continuar apertando as bochechas da bunda dela, ficava louco. A Jessie continuava me beijando e nós curtíamos juntos o momento.
Depois As amigas e uma das irmãs da Jessie apareceram. O mais interessante foi que nenhuma delas conseguiu realmente perceber que eu vinha de outro mundo. Acho que ajudou um pouco a roupa, o carro modelo 84 e o fato de eu parecer mais um cara de um bairro normal do que de uma família oligárquica. Mas por via das dúvidas, me encarreguei de disfarçar um pouco, falar menos e copiar rapidamente algumas frases que tinha escutado nas primeiras saídas com a Jessie e com outras minas anteriores. Comecei a me sentir pela primeira vez um malandro de verdade. Passava completamente despercebido e até inventei que tinha nascido numa favela de José C. Paz, mas que agora morava na casa de uns tios em Escobar. Claro, a vantagem é que eu conhecia essa favela de José C. Paz porque já tinha saído com uma mina de lá. As amigas e a irmã engoliram o papo. Mas também, em cada beijo com a Jessie, em cada história, em cada anedota, em cada momento por menor que fosse que vivíamos juntos, como ir na birosca ou passear pela feira, eu ia me transformando num malandro cada vez mais. Como parte de tudo isso, caiu como uma luva quando minha cunhada contou que tinha escutado eles transando e que, segundo ela, a Yesi estava se acabando de tanto prazer. Automaticamente uma das amigas disse: "Ah, bom, se ela estava se acabando de prazer é porque então esse malandro tem uma rola gigante." Eu tinha conseguido o mais maravilhoso de tudo. E é que a linha de pensamento de malandro se conectava a meu favor. Para o universo das minas a coisa era muito simples. Se a Jessi gritava como louca é porque estava se acabando de prazer, porque estava sendo comida, porque ele tem uma puta rola. Se o cara que está comendo ela tem uma puta rola é porque é malandro nascido na favela. Porque os manos são todos pirocudos. A coroação ia chegar apenas alguns minutos depois. Naquela conversa picante já nem lembro como, mas se falava do quanto é bom transar pele com pele, obviamente sem camisinha. A Yesi rapidamente se vangloriou de que nós tínhamos Transando sem forro e eu mandei a frase certeira "nem aí forro pra fuck com forro prefiro nem fuck". As minas ficaram encantadas.
Ficamos até altas horas da noite zuando pela vila. Depois fomos pra casinha da Jesi porque as minas iam se arrumar um pouco pra festa. Eu tava com o pau duro não conseguia acalmar nem um pouquinho. E claro, depois de ficar de chamego a tarde toda com a Jessie com aquele vestidinho fúcsia de ter ela ali na minha frente, dos roces das provocadas e ainda as conversas com as amigas, tava pegando fogo.
A festa na vila era uma coisa incrível. Era uma casinha de tijolo furado sem rebocar com alto-falantes que faziam as janelas vibrar, o Cláudio por todo lado, minas pra todo lado. Saias curtinhas que de tanto rebolar dava pra ver tudo, vestidinhos curtos, topzinhos, mas uma autêntica loucura. A Jessie rebolava pra mim com aquele vestidinho fúcsia e me deixava cada vez mais quente. Além disso, a cada rebolada dava pra ver todo o fio da tanga através do vestido, o que me deixava completamente louco. As minas dançavam e cantavam aos gritos enquanto viravam doses com mistura de drinks que nem se sabe o que tinham. Completamente soltos e imitando outros casais, a gente tinha ido se agarrar contra uma parede. A Jessi apoiava a bunda na parede e eu comia ela inteira de frente colocando meu pau na virilha dela. Eu tava vermelho, explodido, não aguentava mais, a Jessi completamente bêbada continuava curtindo a noite e a dança. Uma das amigas também tava contra a parede pegando um dos caras, a gente tava os quatro quentes e soltos. Olhadinha cúmplice das duas minas e elas começaram a andar nos levando pela mão. Tinham o vestido já meio levantado e aparecia parte das bandas da bunda. Andamos uns metros e os quatro entramos num dos quartos. Tinha só uma cama, mas sem nos importar absolutamente nada, a gente se jogou os quatro na mesma cama. A Jessie começou a me beijar de um jeito Ainda com o copo da bebida na mão. Eu apertava as bochechas da bunda da Yesi e levantava completamente o vestido dela, deixando ela com a calcinha fio-dental à mostra pra todo mundo ver. Num movimento simples a Yesi se posicionou pra me cavalgar como uma puta de verdade. Levantei o vestido completamente, a calcinha fio-dental e pronto, toda molhada, bem relaxada, e eu estava com o pau explodindo de tão duro. Olhei de rabo de olho e a amiga da Jessi estava fazendo exatamente a mesma coisa com o cara dela. Bunda de fora, pronta pra cavalgar. De fundo a cumbia batia forte e um cheiro gostoso de ppk tomou conta do quarto.
Eu puxei um pouquinho o fio da calcinha dela e enfiei meu pau completamente duro e ereto até o fundo da buceta dela. Estava bem molhada, toda relaxada, e a cada cavalgada você sentia como se os fluidos se misturassem com a pele do pau. De novo, como bons safados de verdade, estávamos transando sem camisinha. Os gritos da Jessi eram uivos de prazer de uma loba no cio, de uma mina exageradamente gritona, ainda com aquela voz aguda que te deixa louco. Rapidamente esses gritos começaram a se misturar com os gritos da amiga que estava cavalgando o cara do lado da gente. Lá estavam as duas minas nos cavalgando. Os gritos de prazer se misturavam e nossos paus entravam e saíam das bucetas delas sem camisinha como se nada. Eu abri mais o decote dela e comecei a chupar os peitos. Quanto mais eu chupava, mais ela gemia, e a Yesi, quanto mais gritava, mais gostoso ficava, mais ela curtia. Ouvir a mistura de gritos levava o tesão a outro nível. Além disso, as minas pareciam competir entre os gritos e até se olhavam com um sorrisinho cúmplice enquanto cavalgavam. Como parte de tudo isso, eu dava uns tapinhas na bunda da Yesi, que recebia com prazer. Os gritos dela explodiam a cabeça, a cama estava toda balançando. Olhei de rabo de olho de novo e a minha mina estava de peitos de fora cavalgando o cara, gritando descontroladamente. Eu tentava resistir às vontade de gozar e as duas minas pulavam em cima da gente destruindo nosso pau. Derrubou o copo da bebida na cama e ria dizendo que merda me importa kkkk.
É chegar, foi a primeira vez pra mim que realmente consegui controlar como eu queria a vontade de gozar. Eu regulava quase naturalmente como um cafajeste de verdade. Sentia a Jessica cavalgando, como a siririca dela molhava meu pau, mas eu continuava de pau duro tranquilo. Fizemos as duas minas gozar uma boa quantidade de fluido e os outros dois ainda estávamos completamente duros. Naquele momento eu tava que não aguentava mais, mas resistia como dava. Uns bons minutos depois das minas gozarem, acabei enchendo completamente a buceta da Yesi de porra. Foi meu gozo mais intenso até agora pela quantidade e pela situação. Sentia jatos e jatos de porra inundando a buceta da minha mina. O cafajeste do amigo, claro, se sentindo o maior vencedor, se achava porque ainda não tinha gozado, mas pra mim o dia tinha sido uma grande vitória. Quando finalmente a vez acabou, as minas se ajeitaram um pouco do vestido e sem nem se limpar a buceta voltamos pra festa pra continuar bebendo e dançando.
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1 comentários - Cap 3: garota na farra