
Não justifico o que meu irmão fez, talvez os anos que passou trancado e, pior ainda, a mãe dos filhos dele ter largado ele por causa do tempo que ele tava preso e dos anos que faltavam pra cumprir a sentença. Isso aconteceu antes do Natal chegar. Meu irmão pedia pra eu ir visitar ele e levar umas coisas. Meu marido nunca gostou que eu fosse visitar ele, porque antes de ele ser preso eles já não se davam bem, e meu irmão até bateu nele uma vez depois de uma briga que tive com o marido. 😘 Meu irmão é mais novo que eu, mas é alto, e lá na cadeia ele só vivia na academia que tem no presídio. Fazia anos que eu não via ele, e depois de tanto tempo fui visitá-lo. Ele tava muito maior e mais musculoso, tinha ganhado muita massa muscular. Fiquei feliz de ver ele depois de tanto tempo. Ele me abraçou tão forte que até me levantou do chão de tanta emoção que tava ao me ver. Como era quase um feriado, o próprio presídio fez uma confraternização pros internos com crimes leves, como meu irmão. Tinha um grupo pequeno animando o ambiente e também um pouco de bebida pra eles curtirem aquele momento. Meu irmão tava muito feliz por eu ter ido vê-lo, dizia que me amava muito e que eu era a única pessoa que ele podia contar.

Cada vez tava mais bêbado, bom, eu só tava acompanhando com uns drinks, nada além disso. No meio da conversa, já vi que ele tava bem tomado, e ele me puxa pra dançar. Não me sentia nada confortável com o jeito que os outros presidiários ficavam me encarando, até sentia um certo medo. Quando meu irmão me abraça bem forte e fala: "Esses cachorros todos, já percebi como te olham, conheço esses olhares e sei que dariam tudo pra te comer, irmã. Sabe, tô muito bêbado, me acompanha até minha cela, tô muito tomado. Vamos aproveitar que tão todos aqui, já enjoei dessa bagunça." Assim, com muito medo, fui com ele até a cela dele, e pra falar a verdade, não tinha ninguém. Ele até percebeu meu medo e disse: "Não tem medo, só me acompanha um instante." Quando chegamos, ele ficou atrás de mim. Me virei com muito receio e falei: "Irmão, calma." "Não, irmã, você não sabe como eu tô me sentindo. Me sinto sozinho, sinto que ninguém liga pra mim." Tentei acalmá-lo, abracei ele e falei que podia contar comigo quando precisasse. Enquanto eu falava, ele me abraçou com aqueles braços fortes dele, me deu um beijo na bochecha, mas a mão dele foi descendo até minhas nádegas. Meu coração começou a bater muito rápido, eu tava apavorada. Tentei tirar as mãos dele, mas era impossível por causa da força que ele tinha. "Irmão, calma", eu repetia, mas ele continuou. Começou a me beijar no pescoço, eu tava morrendo de medo do que ele tava tentando fazer. Não sabia se gritava, mas se gritasse, ia meter ele em mais problemas ainda. Eu falava e falava pra ele não fazer aquilo, "me solta, me solta", eu dizia, mas não conseguia vencer ele, ele tinha força demais. Ele levantou a saia que eu tava usando e começou a apalpar minhas nádegas, enquanto eu lutava contra ele, mas era em vão. "Cê tá louco?", eu falava, "me solta, pelo amor de Deus, não me força a fazer isso, por favor", enquanto as lágrimas escorriam dos meus olhos. "Desculpa, irmã, mas não consigo me segurar. Faz tempo que não transo." E assim ele continuou levantando minha saia, até chegar na minha calcinha. Foi puxando ela pra baixo enquanto eu lutava sem parar. que eu não fizesse, era tanta a energia dela que me arrebentou, não sabia o que fazer, queria gritar mas não conseguia.

Sabia que de qualquer jeito ele ia me comer, depois daquilo e de ver o que fez com minha calcinha, não dava pra fazer diferente, só fechei os olhos e deixei ele fazer o que quisesse. Depois de tirar, ou melhor, rasgar minha tanga, deixei ele seguir no que tava fazendo, abriu minhas pernas e começou a lamber minha buceta, enfiava a língua o mais fundo que conseguia, levantou minhas pernas até em cima enquanto com a língua lambia tanto a entrada do meu cu até minha buceta, minhas lágrimas secaram e todo meu medo virou tesão. Terminou de me despir por completo, chupava meus peitos bem grosseiramente, mordia meus bicos, devorava minhas tetas com a boca toda, meus medos já começaram a mudar de vez, e aquela grosseria ao me beijar e morder os bicos foi me deixando com mais e mais vontade.

Ele me virou de costas, me colocou de joelhos, abriu minhas nádegas e lambeu minha bunda toda. A língua dele queria penetrar o mais fundo possível, ele afundava o rosto, sentia que queria se meter dentro de mim. Passava a cara inteira pela minha bunda, me chupava, mordia minhas nádegas, dava tapas duros nelas. E eu sentia minha buceta muito molhada, meus bicos cada vez mais duros. Meus fluidos iam escorrendo da minha rachinha, mas meu irmão não parava de me comer. A boca dele percorria cada milímetro do meu corpo. Nunca tinha me sentido assim, me sentia a mulher mais desejada, e meu irmão continuava me devorando. Na brutalidade dele, ele me põe de joelhos puxando meu cabelo, e foi aí que ele tirou aquela pica enorme. Ele esfregou ela na minha cara toda, estava muito dura e melada. Assim, ele enfiou na minha boca com muita força. Eu estava descontrolada, queria engasgar com aquela coisa enorme, queria enfiar até o fundo da minha garganta, a ponto de me fazer vomitar.

Eu tentava fazer ele ir mais devagar, mas era impossível. Eu precisava parar ele, então falei: "Devagar, devagar, você tá me sufocando, deixa comigo." Aí peguei o pau dele e comecei a chupar bem devagar, lambia as bolas até chegar na ponta do pau. Ele começou a relaxar, eu tentava dar um boquete delicioso. Como eu disse, tava muito excitada, mesmo que fosse estranho — e era óbvio, não tava fazendo aquilo com qualquer homem, mas sim com meu próprio irmão.

Conforme minhas emoções foram mudando, e já fazia um tempão que eu não transava com meu marido, eu masturbava ele com as duas mãos. Sentia que agora quem queria se engasgar era eu. Esfregava a pica enorme dele no meu rosto inteiro, batia ela contra minha língua. Quando meu irmão levou a mão até minha buceta, começou a me masturbar também. Minha buceta estava encharcada, o som, o estalo que fazia era óbvio de que eu tava super molhada. Comecei a chupar ele com muito mais intensidade.

Eu ficava cada vez mais excitada, então meu irmão se jogou no colchão dele. Eu me ajoelhei, passei minha língua pelas bolas dele até a ponta do pau dele de novo, até que montei em cima dele. O pauzão dele entrou como se nada na minha buceta, que já estava super melada. O barulho que minha buceta encharcada fazia com o pau dele, aquele som como se água estivesse escorrendo de um chuveiro, era ainda mais forte. O orgasmo que ele me fazia sentir era algo que eu nunca tinha sentido com meu marido nem com nenhum outro homem.

Meus movimentos eram de cima pra baixo, passando a rola inteira na minha buceta. Ele me virou de costas e falou: "quero ver como suas nádegas quicam em cima de mim". Aí me colocou de costas e, enquanto eu rebolava, ele me dava tapas bem fortes na bunda. Dava pra ver a rola inteira entrando em mim. "Engole tudo, adoro como você manda ver na minha rola. Uau, que vista gostosa", ele dizia.

Me agarro e levo minha bunda até a boca dele, e enquanto ele chupava minha buceta que tava encharcada, comecei a chupar o pau dele, tentava engolir ele todo. Agora eu tava me acabando no pau dele, queria engolir ele inteiro, tava possuída por ele. Meu corpo tremia como vocês não imaginam, minhas pernas perdiam as forças, mas eu não me cansava de chupar ele, até que não consegui me segurar e tive outro orgasmo enquanto meu irmão brincava com meu clitóris. Meu corpo tava possuído por ele, mas eu queria sentir ele dentro de mim até montar no pau dele, queria sentir ele dentro de mim, queria que ele gozasse dentro de mim. Enfiei a pica dele na minha buceta e comecei a me mexer que nem uma puta, meus peitos pulavam, ele agarrava minhas nádegas e abria elas, tentava enfiar os dedos na entrada do meu cu, e isso me deixava mais e mais excitada, até que ele enfiou um desses dedos, isso me deixou a mil. Coloquei meus peitos na boca dele e pedia pra ele morder meus bicos, aí ele mordia meus bicos e ia sugando eles. Quando ele tira o pau dele da minha buceta e aponta pra entrada do meu cu, olhei fixo pra ele, enquanto aos poucos meu cu ia engolindo o pau dele, me mexia bem devagar, uuufffff, joguei meu corpo pra trás me apoiando nos meus braços e podia sentir como aos poucos ele ia entrando cada vez mais fundo em mim.

Assim ele foi massageando meu clitóris e isso aumentava ainda mais o tesão, meus movimentos foram acelerando e minha bunda já estava engolindo por completo a pica do meu irmão, meus movimentos aumentaram mais e mais, agora a pica dele entrava como se nada no meu cu, eu fazia movimentos circulares aproveitando a pica dele, mas ele queria ver como entrava e saía a pica do meu cu, então eu subia e descia e ele se deliciava vendo a pica dele perfurando meu cu.

Enfiava os dedos dentro da minha buceta que continuava encharcada, queria gritar mais alto mas me segurava, tava prestes a explodir, meu coração ia sair pela boca, já ia gozar pela quarta vez, mas sentir tudo aquilo no meu cu ia gerar um orgasmo ainda mais intenso, quando sinto meu irmão jogar a cabeça pra trás e ele já tava prestes a encher meu cu de porra aaaaaaahhhhhhh ele gritou, sentia o leite dele enchendo meu cu, ao mesmo tempo comecei a gozar como nunca tinha gozado antes. Achava que essas coisas só aconteciam em filme pornô que meu marido às vezes me fazia ver, agora tava vivendo aquilo e era a melhor coisa que já tinha me acontecido, meu irmão não parava de bombar, segurava minhas pernas e não parava de meter o pau no meu cu. Sentia que não conseguia parar, queria ficar ali pra sempre, mas o pau do meu irmão continuava tão duro que eu continuava rebolando, não queria que parasse.

Novamente coloco o pau dele na minha buceta e eu continuei montada em cima dele, fiquei ali sem parar de me mexer nem um segundo, até que depois de vários minutos ele gozou dentro da minha buceta, aaaahhh que gostoso, assim assim eu falava pra ele, me enche de porra. Não sei como é que me transformei na puta mais puta, nunca tinha sido assim, mas a mulher é uma caixinha de surpresas, assim montada em cima do meu irmão a gente ficou, ele não parava de chupar meus peitos, chupava meu cu já bem dilatado igual minha buceta.

A experiência que tive com meu irmão, nunca imaginei que fosse rolar. Sabia que não ia ser a única vez, ninguém nunca tinha me feito sentir aquela sensação. Uma simples visita se transformou na maior experiência da minha vida. Depois disso, não falei mais com ele, mas sei que tenho que voltar de novo.

Este relato pertence ao ALFREDOTT no TopRelatos
1 comentários - Alyne Moon - Visitando meu irmão na prisão