No dia 31 de outubro, o Valentin fez 7 anos. O Ramón, meu amigo íntimo e sócio do meu marido Pablo, não pôde estar presente, mas na última semana me avisou que tinha uns dias livres e vinha pra Buenos Aires. Mas é claro que ele não vinha só pra ver e dar os parabéns de aniversário pro meu filho Valentin.
Ramón —vou te foder, minha magrinha. —ele me dizia com aquela voz de espanhol tarado que tinha quando a gente conversava escondido do meu marido Pablo, e me soava tão sexy, principalmente quando falava em me foder e no que ia fazer comigo pelas costas do sócio dele. E claro que antes de ver o Valentín, a gente ia ter nosso "encontro sexual", como ele dizia, e me deixava toda molhada por telefone. Minha ideia era passar a noite juntos. Fazia tempo que a gente não se via, então a oportunidade era mais do que perfeita. Com o novo cargo político que me deram no interior do país, ia servir de desculpa pra sumir de casa por uns dias. Lourdes já tinha voltado pro cargo dela na política de Corrientes, mas prevendo qualquer futura escapada, eu tinha dito pro meu marido Pablo que, por decisão do governo de Corrientes, eu continuaria sendo a nova presidente do instituto de cultura da província. Então, naquele fim de semana, inventei uma suposta crise que eu precisava resolver pessoalmente em Corrientes. Ramón chegaria na noite de sábado, então naquela mesma tarde me despedi do meu marido Pablo, do meu filho Valentín, e com uma maleta de mão, entrei num táxi pra me levar, supostamente, pro aeroporto. Assim que começamos o trajeto, falo pro taxista que houve uma mudança de planos, não vamos mais pro Aeroparque, e sim pra um hotel no centro. A reserva também tá no meu nome, então é só chegar na recepção e pedir a chave. Na suíte, preparo tudo pra chegada do Ramón. Velas, fragrâncias afrodisíacas, pétalas de rosa, música pra fazer amor, champanhe. Quando tô arrumando o conjunto de lingerie que ia estrear naquela noite, chega uma mensagem da secretária do Ramón. Ela pede desculpas por não ter avisado antes, mas Ramón não conseguiu pegar o voo programado, ia pegar o próximo, então só chegaria no domingo ao meio-dia. E agora?, me pergunto. Não posso voltar pra casa e fingir que... Cancelei o voo, mas com todos os protestos que tão rolando hoje em dia, teria sido uma desculpa válida. Fico pensando um pouco e no fim decido ficar.
Troco de roupa, visto um vestido que também ia estreiar naquele fim de semana e desço pro bar do hotel. Não ia passar a noite com meu amante Ramón, mas com alguém, com certeza, ia acabar na cama.
Num dos salões tava rolando um evento corporativo, então tinha bastante gente circulando pelo lugar.
Sento no balcão e peço uma bebida. Por experiência própria, sei que não vão demorar pra chegar. Uma mulher, vestida como eu tava naquele momento, bebendo sozinha, é uma tentação irresistível pros predadores.
E de fato, não passa nem cinco minutos, chega um cara magro, alto, jovem, lá pelos trinta e poucos, fortão, pede um uísque e, apontando pro meu drink, pergunta se pode me pagar outro. Lourdes — Sim, claro... — falo com um sorriso de aceitação.
Ele faz um sinal pro barman repor minha dose e senta do meu lado. Franco — se apresenta, estendendo a mão. Lourdes — retribuo, apertando a dele. Ele pergunta se eu tava no evento. E falo que não, que sou hóspede do hotel. Franco — me pergunta: "Viagem a negócios ou a prazer?" — o jovem indaga, como quem puxa papo. Lourdes — e eu diria que a prazer, mas na real não tô viajando, sou daqui, de Buenos Aires — esclareço.
Franco — Ah, e você veio só pra tomar uma ou tá procurando companhia? — o jovem me disse, interessado, num tom mais reservado.
Lourdes — Eu caio na risada! Não, não, tô esperando um amigo, é ele quem tá hospedado no hotel, ia chegar hoje, mas o voo atrasou, então só chega amanhã — respondo.
Franco — Então você tem a noite livre, — ele responde sorrindo.
Lourdes — Pelo visto é, — respondo, concordando com o jovem, franzindo a testa, como se só agora tivesse me tocando da situação que ele tava me propondo.
Franco — Olha, eu tô com uns amigos, viemos do interior só pro evento de hoje, e já vamos embora amanhã à tarde, então hoje à noite a gente tá convidado pra Bresh, com pistas VIP. Se você quiser e não se importar, vem com a gente. — o jovem me propõe.
Lourdes — Respondo com um sorriso e uma carinha de coroa tarada: Tem certeza que tá me falando isso?
Franco — Sim, sim, sem compromisso nenhum. Além do mais, se seu amigo só chega amanhã, o que você vai ficar fazendo aqui a noite toda sozinha, num sábado ainda? — o jovem insiste com Lourdes.
Lourdes — Valeu, é um convite muito tentador, tenho que pensar. — falo, bebendo da minha taça.
Franco — Então, o que você vai fazer? Vem...?
Lourdes — Vou sim, mas antes quero conhecer seus amigos. Manda eles virem, que eu pago uma rodada.
Franco — Você tem certeza? Olha que tô com um monte de amigos.
Lourdes — Ué, cê acha que vou sair com uns desconhecidos sem saber nem o nome deles?
Franco — É, cê tem razão, gata. — o jovem concorda com Lourdes.
O jovem tira o celular e faz uma ligação.
"Miguel, tô no bar... Sim, no hotel... Chama a galera e vem rápido que tem alguém aqui querendo pagar uns drinks pra vocês. É uma surpresa, véi."
Daí a pouco aparecem os amigos. São quatro, todos na casa dos trinta e poucos, não eram muito musculosos, mas eram bonitos, com aquela energia de homens jovens e cheios de testosterona. Assim que chegam no balcão do bar, seus... meus olhos percorrem, sem disfarce, meus peitos, minhas pernas, imaginando com certeza o que eu também já estava imaginando o que aconteceria com mais um gole. No primeiro momento, pensei que acabaria transando com Franco, por ser o primeiro a se aproximar, mas quando vi os outros e senti, principalmente, a tensão sexual que emanava dos corpos jovens e fortes deles, Lourdes se perguntou na mente: E por que não? Por que me contentar com um, se posso ter todos?. Já fazia um tempo que não me entregava a um gangbang, e hoje à noite, a oportunidade se apresentava sem eu sequer ter procurado. O que me convence de vez é o lugar onde estamos: um hotel cinco estrelas. Já transei em grupo em ambientes muito menos seguros, onde o risco estava sempre à espreita, pronto para explodir a cada impulso. Um único homem excitado já pode ser difícil de lidar… imagina quatro, cinco, seis ou mais ao mesmo tempo, todos tentando impor sua masculinidade, se destacar por cima dos outros. — Eles são Lucas, Ariel, Miguel e Matias. Franco — ele me apresenta cada um dos caras, ela é Lourdes, uma amiga que conheci hoje à noite.

Lourdes — Vou cumprimentando um por um, com um aperto de mão lento, quase insinuante, realçando o toque, e depois peço ao barman que sirva o que eles quiserem. Eles agradecem o convite, e enquanto cada um bebe seu drinque, não param de me olhar daquele jeito que denuncia uma atração quase animal, irresistível. Uma atração recíproca, devo dizer. Enquanto os caras contam histórias da viagem e do evento, surge a pergunta se eles são solteiros. Ah, todos estão comprometidos, eles admitem. Lourdes — E viajaram sem as mulheres ou namoradas, imagino que é porque vão... — Lourdes fala, fazendo o gesto de chifres. Eles se entreolham, acertou, dizem os caras, e caem na risada. Miguel — Nos descobriu... — fala um. Lucas — Não vai dizer que a gente tá errado, vai? — pergunta outro. Lourdes — Não, de jeito nenhum, se eu também tô aqui pra... — Lourdes confirma, fazendo o mesmo gesto de novo 👿. Ariel — Bem-vinda ao clube, então... — comemora um terceiro. Lourdes — Meu amante só chega amanhã, ainda bem que vocês apareceram, senão eu ia passar a noite toda sozinha — Lourdes fala, mordendo os lábios com uma carinha de putinha. Matias — Relaxa, que com a gente você vai ficar bem acompanhada — destaca outro. Lourdes — Mmmm...! Todos vocês só pra mim! Isso merece um brinde, galera — respondo, provocando um arrepio geral. Peço outra rodada ao barman e brindamos. — Um por todos, todos por um! — exclamo ao bater os copos, entre risadas e olhares conspiratórios. Era evidente que na cabeça de cada um deles já tinha começado a rondar a ideia de algo em grupo. Mas, embora os sinais fossem mais que claros, ninguém se atrevia a propor o que todos já desejávamos naquele momento. Franco — Ninguém vai te perguntar na cara: "Tá afim de a gente te comer todo mundo junto?" Então, quando a tensão sexual já estava insuportável, Lourdes decide tomar a iniciativa: Lourdes — Sabem de uma? Tive uma ideia doida. Tenho uma suíte, com Tudo incluso, o que acham de continuar a prévia lá? Claro que todos eles toparam na hora, ao ver uma milf sozinha, não tão velha. Mesmo sem falar, todo mundo pensava a mesma coisa. Lourdes — Pego um guardanapo, escrevo com meu batom o número da suíte, e falo: — Daqui a quinze minutos. Termino minha bebida, deixo o guardanapo no balcão e saio do bar, andando rebolando, bem provocante, sentindo os olhares famintos em cima de mim. Já na suíte, ligo pro meu marido Pablo pra avisar que cheguei bem, e que vou dormir, pra ele não ficar ligando mais tarde. Visto a lingerie que ia estrear com Ramón, um kimono de seda, curtíssimo, justo, só com uma fio dental por baixo, e me preparo pra receber meus convidados. Como esperava, os caras chegam antes do tempo combinado. Faço eles esperarem um pouco, só pra deixá-los ainda mais ansiosos.
Lourdes — O que os senhores desejam? — perguntei ao abrir a porta da suíte, posando ao lado dela. Os cinco estão ali parados, esplêndidos, lindos, me devorando com os olhos, imaginando, assim como eu, tudo o que aconteceria a partir daquele momento. Mando eles entrarem e fecho a porta, ficando com as costas apoiadas nela, dizendo: — E então? Ainda não me disseram o que querem — Lourdes insistiu de novo. Miguel — Queremos fazer de tudo com você, magrinha! — disse um dos caras. Lourdes — Solto o cinto do quimono, e como se fosse o sinal de ataque, os cinco avançam e me cercam, formando com seus corpos uma parede quente contra mim, da qual não posso, nem quero, escapar das mãos dos cinco no meu corpo quente de mulher que sou. Começo a beijar os cinco. Com beijos suculentos, quentes, beijos de língua em cada um deles, carregados de tesão e calor. Me abraçando com cada um, sentindo na minha pele a tensão, o vigor dos corpos colados em mim, apoiando suas picas já duras de tanta excitação que sentiam ao me ver tão gostosa, sensual e quente. As mãos deles já deslizam pelo meu corpo, e cada um me tocando e apalpando por toda parte, pegando nas minhas tetas, beliscando meus bicos, um deles se enfiando por trás de mim, apoiando a pica na minha bunda, e outro na frente, esfregando a pica na minha buceta já molhada com o tesão que esses jovens me causavam ao apalpar meu corpo.



O ritmo aumenta, e com ele minha excitação. Já não sei mais quem está de um lado ou do outro, nem quem está na minha frente, a única coisa real são os corpos deles colados no meu, o roçar, a força dos braços deles.
Um me beija, outro abre minhas nádegas, não tem pausa, toda vez que um se afasta, outro ocupa o lugar, todos disputando um pedaço do meu corpo.
Eu também não fico parada, me entrego a todos, sem guardar nada, agarrando os paus deles que estão duros por toda parte, já sentindo, com o tato, a potência, o vigor que ameaça explodir as calças deles.
Meus sentidos estão transbordando: as mãos, as bocas, os olhares famintos. Tudo é uma mistura de respirações ofegantes, murmúrios quentes, risadas abafadas e aquela sensação avassaladora de ser abordada de todos os ângulos possíveis.
Quando me dou conta, já estou nua, a calcinha fio-dental e o quimono jogados no chão, numa bagunça, eles também se despindo, apressados, ansiosos.
Os paus deles saltam na minha frente, cheios de veias, cabeçudos, grandes e grossos, alguns já até pingando porra. Todos os caras são muito bem dotados, com uns tamanhos que superam de longe o pau do meu marido Pablo e talvez também o do meu amante Ramón. "Eles vão me destruir..." penso, enquanto me ajoelho e, levantando o rosto, me deixo cercar por esses volumes.
Não tenho mãos que cheguem pra tanto pau, pra tanto ovo. Agarro um par no ar e começo a chupar o que está mais perto, passando depois pro próximo, trocando os que escorregam entre minhas mãos, pra dar conta de todos ao mesmo tempo, sem deixar nenhum de lado.
Minha boca nunca fica vazia, o tempo todo tenho um pau grande, com uns 24 centímetros de comprimento e grosso, que minha mão não consegue fechar em volta, e começo a engolir, não cabe tudo na boca, escorregando entre meus lábios, afundando na minha garganta, e mesmo me engasgando com esses pedaços de carne e a saliva que escorre, não paro de chupar, nem de... masturbar, saboreando a todos por igual. Sinto as veias pulsando contra minha língua, a pressão de cada glande querendo estourar minha garganta. Eles grunhem, ofegam, me puxam pelo cabelo pra marcar o ritmo, e eu me deixo levar, feliz de ser a puta de todos esses jovens, com a cara cheia de saliva, de pré-gozo, a boca ocupada com paus um atrás do outro sem parar. Começam a me enforcar e me dão tapas na cara com os paus, eu estico a língua pra recebê-los, pra não perder uma gota do esperma deles com aquele gosto encorpado gostoso que me deixa cada vez mais tesuda. Um coloca as bolas bem na minha frente pra eu chupar, e eu chupo, pra depois chupar as dos outros, em roda, engasgando com os pedaços de carne deles e apertando meu nariz pra eu não respirar, e me afogar com os paus grandes deles. Então me pegam pelos braços, me levantam, e me levam pro quarto, apalpando minha bunda pelo caminho, apertando meus peitos, enfiando os dedos, por trás, pela frente. Minha cama tá pronta pra receber meu amante Ramón, perfumada, salpicada de pétalas de rosa, mas nada disso parece importar pra eles. Como se fosse um saco, me jogam em cima daquela mesma cama que eu esperava meu amante Ramón por horas, sem o menor traço de delicadeza. Também não é que eu exija ternura, eu gosto assim, brutal, sem freio.


Caio de costas com a bunda empinada, exposta, indefesa, à mercê daquela matilha de lobos famintos, que só querem me devorar sem piedade. Um me agarra pelos tornozelos, me arrasta quase até a borda da cama, e me deixando com o rabo meio pendurado, começa a chupar minha buceta, enfiando a língua tão fundo que parece querer lamber meu útero, com os dedos começa a esfregar meu clitóris. E naquele momento não sei quem me fode primeiro, porque de repente os paus se amontoam na minha cara, exigindo de novo a atenção da minha boca. Chupo e rechupo o que colocam ao meu alcance, enquanto vão desfilando entre minhas pernas, me comendo em turnos, passando o bastão, como se fosse uma competição. O ritmo é frenético, brutal, cada estocada é mais forte que a anterior. PUM PUM PUM passa um... PUM PUM PUM passa outro... PUM PUM PUM o terceiro... PUM PUM PUM o quarto... o quinto. Todos me comem de forma brutal, quase agressiva, cada um tentando impor sua própria virilidade por cima dos outros. Quando terminam a quarta ou quinta passada, tendo enfiado os paus na minha buceta todos mais de uma vez, um se deita de costas na cama, e sacudindo o pau enorme com a mão, me apressa pra subir em cima dele. De tanta excitação, nem sabia quem era dos cinco. Nem preciso me mexer, eles mesmos me levantam pela cintura e me sentam em cima de um pauzão grosso, soltando um gemido: "Aah, meu Deus!" — dizia Lourdes, toda putinha.


Já falei que todos eram muito bem dotados, mas aquele garoto em especial, que já nem sei qual era, tinha uma piroca maior e mais grossa do que qualquer uma que eu já tinha comido na vida. Já percebia quando ele metia, porque mesmo que os outros já tivessem me comido antes, quando ele enfiava, sentia uma diferença que rasgava minha buceta de tão apertado que entrava. Me acomodo em cima dele, de cavalinho, e começo a me mexer devagar porque doía pra caralho, enquanto os amigos dele colocavam os paus na minha boca pra eu continuar chupando. O do pau enorme enfiava as mãos, abrindo minhas nádegas e dedando meu cu.
Um fica atrás de mim e começa a cuspir no meu cu, enfiando a língua e os dedos pra me dilatar o ânus. Aí vou enfiando a cabeça do pau dele devagar no cu, e começam uma dupla penetração, enquanto outro mete o pau na minha boca bem na hora que eu solto um suspiro. E outro chega do lado, então começo a chupar os dois juntos, sem parar de montar em dois paus ao mesmo tempo. Nessa hora, o que tava me penetrando o cu sai pra dar lugar a outro, e não sei quem se coloca atrás de mim de novo e começa a enfiar os dedos no meu cu, igual o primeiro, cuspindo na mão e lubrificando com saliva, aprofundando, girando e girando, que nem um saca-rolha. E então o que sinto já não são mais dedos, mas um pau que entra brutalmente no meu cu, cravando como um aríete entre meus intestinos.



Fico empalada entre dois garanhões, minhas pernas tremendo de puro prazer, um prazer bruto, animal, enquanto os que estão de pé seguram minha cabeça pra eu não parar de chupar seus cocks. A rotação é frenética, selvagem. Sou puro buraco pra eles. Todos passam pela minha pussy, pelo meu cu, pela minha boca, me comendo de três em três, enquanto os outros dois esperam a vez pra entrar de novo no meu corpo. Meus gemidos se misturam com seus grunhidos, com o som molhado dos meus buracos sendo usados, abusados, destruídos. Já não sei mais quem tá dentro de mim, só sei que são vários ao mesmo tempo, e que tão me arrebentando toda, que meu corpo já não me pertence mais. Me usam sem parar, de dois, de três, decididos a não deixar nenhum buraco livre. Minha garganta já não distingue saliva de porra pré-ejaculatória, meu cu tá latejando, já bem aberto, quente, e minha pussy palpita, encharcada, brutalmente esticada. Me viram como se eu fosse um brinquedo, me penetrando de novo pelos dois lados, me esticando até o limite, enquanto continuo chupando desesperadamente o cock que tenho na minha frente, babando ele até as bolas. Meus olhos lacrimejam, minha cara tá vermelha e molhada, mas não paro de chupar. Me mudam de lugar como se eu fosse um objeto inanimado. No chão, contra a parede, em cima de uma mesa, luz. Em cada posição, sempre tem algo dentro de mim: um cock na boca, outro na buceta, e mais um forçando e abrindo meu cu.


Meu corpo já é um campo de batalha, assediado por todos os lados. O do pau enorme me agarra pelos tornozelos e me dobra inteira, metendo com a fúria de um animal, enquanto outro levanta minha cabeça e enfia na minha garganta até fazer lágrimas escorrerem dos meus olhos. Escuto eles rirem, gemerem, conversarem entre si como se estivessem compartilhando um banquete. Eles se revezam, se incentivam, se excitam vendo como me arrebentam em todos os buracos. Eu já não sou mais nada além de um corpo aberto, entregue ao excesso. Cada troca de posição é mais violenta, mais descontrolada. Me colocam de bruços na cama, seguram meus braços nas costas e voltam a desfilar por trás de mim, sempre com aquele vigor que parece nunca acabar. O quarto cheira a sexo, a suor e a látex. O ritmo é frenético, minha voz se quebra em gemidos e engasgos, mas eles continuam, incansáveis, garantindo que meus buracos estejam sempre transbordando.





Sou pura carne, esticada e ocupada nos três buracos ao mesmo tempo. O suor deles escorre pela minha pele, sinto a umidade dos corpos deles grudando no meu, as mãos fortes deles cravando na minha cintura, nos meus peitos, na minha bunda, já vermelha de tanta palmada que me dão me tratando como uma puta. Meu corpo inteiro vibra a cada estocada que me dão, a cada choque dos quadris deles contra os meus. Meus gritos ficam mais altos e se misturam com o gemido animal deles, e mesmo assim continuo chupando a pica que colocam na minha boca, babando como se não tivesse limites. Os cinco me usam como se meu corpo não fosse meu, e eu, perdida entre tantas picas duras e quentes, só consigo gemer, engolir, me abrir mais e me deixar destruir nessa festa brutal que eu mesma fui buscar. Os cinco já estão ofegando como bestas, suados, descontrolados, me empurrando sem parar. Sinto como cada pica endurece ainda mais dentro de mim, como os movimentos ficam ainda mais frenéticos, desesperados. Minha garganta, minha buceta e meu cu latejam, saturados, explodidos no limite. Um me agarra forte pela cintura e me penetra com violência, outro mete no meu cu até me fazer gritar como uma puta, e um terceiro sacode minha cabeça para eu engolir até me afogar com a pica dele. E os outros dois se masturbam na minha cara e nos meus peitos, ansiosos para gozar. A cena é um turbilhão de corpos e fluidos, um gangbang no auge. E de repente, tudo explode. O da minha boca enterra até o fundo e goza em jorros, enchendo minha garganta até eu quase não conseguir respirar. Outro se descarrega na minha buceta, gemendo selvagem, enquanto outro estoura no meu cu com as bombadas brutais dele. Os dois que esperavam gozam ao mesmo tempo, banhando minha cara, meus lábios, meu cabelo, meus peitos, até ficar escorrendo porra grossa por todo lado. E eu desabo na cama, encharcada de baba, suor e porra. Minha pele está marcada pelas mãos deles, meus lábios inchados de tanto chupar, minha garganta queimando, meus buracos ainda pulsando, saturados. Eles caem ao meu redor, ofegando, satisfeitos, tirando as camisinhas, os paus brilhando de tanto líquido. Fico ali, escancarada, sorrindo entre gemidos cortados, com o corpo exausto e feito uma bagunça linda.


Eles, aos poucos, vão se deitando ao meu redor, ainda ofegantes, rindo entre si, cúmplices. Alguém acaricia meu cabelo, outro roça minha pele com a ponta dos dedos, dessa vez com um toque suave, quase terno, tão oposto à brutalidade de alguns minutos atrás. Eu fecho os olhos e me deixo ficar. Sinto a pulsação da minha buceta e da minha garganta, o eco das investidas ainda vibrando no meu corpo, mas também uma calma profunda. Me sinto vazia e cheia ao mesmo tempo. Exausta, suada, pegajosa, mas com um sorriso que não sai do meu rosto.
Não digo nada, só me deixo tocar, acariciar, beijar de novo. E nesse silêncio carregado, com a pele ainda úmida e meu corpo marcado pela brutalidade, sei que essa noite ainda não acabou… ainda tem mais pra dar, mais pra receber, muito mais pra arrebentar meus buracos.
Depois de se recuperarem do gangbang, os caras estouraram o champanhe que tava guardado pro Ramón e saquearam o frigobar. Depois desse desgaste físico do caralho, a gente precisava repor as energias, então pedimos serviço de quarto. Comida e bebida pra todo mundo. Nessa altura, já tinham esquecido da Bresh e de qualquer rolê noturno. Tudo o que queriam da noite portenha, tinham ali, naquele quarto.
Claro que a gente continuava trepando de vez em quando, mas já não era mais em grupo, e sim um de cada vez, o que me permitia aproveitar cada um deles de um jeito muito mais íntimo, mais pessoal. Alguns me comiam na cama, outros no chão, um me colocou de frente pra parede e me macetou de pé...
Gozei com todos, com uns mais intensamente do que com outros, mas com todos eu dei uma trepada.


Entre a neblina do álcool, lembro vagamente de ter levantado em algum momento da madrugada, quando já tinha tudo acabado, pra ir no banheiro. Tão todo mundo dormindo comigo na cama, pelados e amontoados, então tenho que passar por cima dos corpos deles. Depois de mijar, fico na frente do espelho, tentando arrumar a maquiagem, que tá toda borrada. Vem um dos caras, nem me perguntem qual, e ainda cambaleando de bêbado, solta um mijo forte, pesado; quando termina, sacode a piroca, e ao perceber que eu tô ali, pelada igual ele, não solta mais, fica se esfregando, e endurecendo em questão de segundos, vem na minha direção, pra me comer ali mesmo, me penetra pelo cu, em cima da pia. Não sei quem dá o alerta, se alguém avisa, ou se são meus gemidos que acordam os outros, mas logo tem uma fila atrás da gente, todos de pau duro, esperando pra terminar de arrebentar meu cu um por um. Foi o epílogo perfeito, a cereja do bolo pra uma noite incrível. Quando acordo, horas depois, tô sozinha, eles já tinham ido embora. Tava com o corpo dolorido e a mente cheia de imagens da noite anterior. A bagunça no quarto era um lembrete do que tinha rolado: garrafas vazias, restos de comida, camisinhas usadas, manchas de porra, de suor nos lençóis, e o cheiro de sexo e de macho que ainda pairava no ar. Tomei um banho, limpei o que era mais comprometedor ou vergonhoso, tipo as camisinhas que os caras tinham deixado jogadas por qualquer canto, muitas delas cheias de esperma deles, e pedi o serviço de limpeza. Desci pra tomar café já quase meio-dia. Imaginava que a essa hora os caras do interior do País já deviam estar voltando pra cidade deles, comentando, com certeza, entre eles, como foi comer todo mundo uma portenha coroa casada com filho.

Ramón, meu amante, chegaria à tarde. Já tinha passado da hora dele chegar, então voltei pro quarto, que tava impecável, como se ninguém tivesse usado ainda, e me arrumei pra esperar ele. Tive que jogar fora a lingerie erótica que tinha comprado pra recebê-lo, porque virou um trapo cheio de porra de uns moleques dotados, depois que os caras usaram ela pra se limpar, não só o suor, mas o leite deles também. Mal o avião pousa, Ramón me manda mensagem avisando que já tá perto. Desci pro lobby pra esperar ele, porque, se ficasse na suíte, ia subir pelas paredes de tanta ansiedade e impaciência. Apesar de todo o sexo brutal que eu tinha tido poucas horas antes com os cinco jovens que me usaram do jeito que quiseram, eu tava morrendo de vontade de estar nos braços dele de novo. Quando vejo ele chegar, meu coração começa a bater descontrolado. Lá está ele, impecável, com aquele ar europeu que me fascina. Tem o cabelo grisalho, os olhos claros, e um sorriso que me desarma. Nada mal pra quem já tá quase nos sessenta.

Corro até ele pra abraçar, pra sentir ele, enchendo os pulmões com o perfume dele. Subimos pro quarto de mãos dadas, curtindo aquele contato que a gente tanto desejou por tanto tempo. Enquanto o elevador sobe os andares, não consigo parar de olhar pra ele, sentindo que, mesmo com o cansaço e a ressaca, minha vontade por ele cresce pra caralho. Quando fechamos a porta, ele não demora pra me beijar. Um beijo longo, ansioso, com gosto de reencontro. E mesmo que na noite anterior cinco caras diferentes tinham me beijado, são os beijos dele que realmente me mexem. As mãos dele percorrem minha cintura, meus peitos, e eu já tô entregue, sabendo que, mesmo que meu corpo ainda guarde as marcas daqueles cinco caras dotados que me comeram horas atrás, agora só ele importa. Levo ele até a cama, onde ele me despe com calma, como se cada peça fosse uma oferenda de um ritual. O olhar dele pousa na minha pele, descobrindo as marcas dos excessos da noite anterior, mas ele não fala nada, afinal ele mesmo me conheceu numa situação parecida, quando, naquela viagem pra Tulum, no México, eu transei ao mesmo tempo com ele e com os outros dois sócios do meu amante.


Ramón — você não imagina o quanto eu desejei te ter assim, nua e no cio. — Ramón enfiando os dedos no meio da buceta molhada. Ele me pega pela nuca e me puxa em direção à calça dele. Não precisa dizer nada. Ajoelhada na frente dele, abro o zíper da calça e tiro o pau duro, não tão grande quanto o que me comeu ontem à noite, e enfio na boca, fazendo um garganta profunda, fechando os olhos, enquanto sinto ele endurecer ainda mais entre meus lábios. Meus gemidos abafados vibram na pele dele, e ele, com uma mão empurrando minha cabeça, marca o ritmo, fazendo eu engolir o pau inteiro até as bolas. Quando ele não aguenta mais a chupada que eu dava no pau dele, ele me levanta e me joga de costas na cama. Se inclina sobre mim e começa a me chupar, devagar, experiente, esfregando meu clitóris com movimentos circulares dos dedos, e enfiando a língua na minha buceta, como se quisesse apagar qualquer vestígio dos caras que me comeram na noite anterior. Eu me contorcia, gemendo o nome dele, implorando pra ele não parar. Finalmente, ele se posiciona sobre mim e, com uma única estocada, profunda, certeira, me penetra inteiro na buceta. Um gemido rasgado explode na minha garganta quando sinto o pau dele todo dentro de mim.


O sexo com Ramón não é um turbilhão descontrolado, como tinha sido com os cinco jovens dotados, mas sim um vai e vem de ondas profundas que me arrastam sem pressa, sem urgência. Ele se move com força, mas também com controle, marcando um ritmo que me leva ao limite. As mãos dele apertam minhas nádegas, me abrindo mais, reivindicando cada canto do meu corpo. Ele me vira de costas, me pega pela cintura e me penetra por trás na minha buceta. A palma da mão dele bate na minha pele a cada estocada, e eu só consigo gritar de prazer, afundando o rosto no travesseiro. A brutalidade misturada com ternura me faz perder a noção de tudo.
Em um momento, ele me puxa de volta para ele, me fazendo montar no corpo dele. Ele me segura pela cintura enquanto eu cavalgo, perdida, com os peitos balançando diante do olhar ardente dele. As mãos dele percorrem minhas costas e minhas nádegas, e quando olho nos olhos dele, percebo que para ele não sou só mais uma amante: sou e sempre serei a mulher dele, mesmo que um oceano (literalmente) nos separe.
O orgasmo chega arrasador, contundente, arrancando um grito de mim, enquanto ele, ofegante, se derrama dentro de mim, com um gemido profundo, me apertando contra o peito dele. Ficamos abraçados, suados, ainda tremendo. Os dedos dele acariciam meu cabelo enquanto ele sussurra:
— Valeu a pena cada quilômetro percorrido só por esse momento.
Entre os espasmos do prazer, olho para ele, sorrio satisfeita e o beijo com aquele amor que só se pode dedicar ao homem que satisfaz mais que o próprio marido.
A respiração dele ainda bate no meu pescoço quando ele endurece de novo dentro de mim. Ele não me dá tempo nem de descansar, me coloca de quatro na cama, deixando a raba virada para ele. Ramón começa a abrir minhas nádegas, enfiando os dedos molhados com a própria saliva, e sinto a cabeça do pau dele roçando meu cu já aberto e arrebentado, e ele enfiou o pau todo no meu cu, me fazendo arquear as costas enquanto mordia o travesseiro. Ele me segura firme pelos quadris. marcando o ritmo, enquanto eu empurro contra a pélvis dele, pedindo mais, mais forte a estocada que ele me dava. Cada estocada ecoa no quarto, molhada, intensa. Ele me inclina pra baixo, colando meu peito no colchão, enquanto me domina, com movimentos cada vez mais rápidos, agitados. Depois puxa meu cabelo, me obrigando a levantar o rosto, e sussurra no meu ouvido, com voz rouca: Cê tá muito gostosa, magrinha.
O tremor me percorre inteira. O prazer sobe como uma onda e sinto ele chegando, mas Ramón muda de posição antes de me deixar terminar. Ele me vira bruscamente e levanta minhas pernas sobre os ombros dele, entrando em mim num ângulo que arranca mais de um grito.
Meu corpo se contorce debaixo dele, presa de um orgasmo que não consigo segurar.
— Continua, por favor, não para...! — imploro, sufocada, entre gemidos.
Ramón me satisfaz, penetrando fundo, bombando sem parar, fazendo meu prazer transbordar. Grito o nome dele, enquanto gozo violentamente, com o corpo arqueado e os músculos tremendo sem controle.
Montando de frente, me agarro ao torso nu dele, cavalgando a ereção dele com movimentos circulares e desesperados, buscando mais atrito no meu clitóris. Ramón geme alto, apertando minha bunda, guiando meu vai e vem. Nossos suores se misturam, no meio de um calor insuportável e delicioso.
Quando meu orgasmo volta, ele me levanta e, me carregando com minhas pernas enlaçadas na cintura dele, me leva até a janelona e, me segurando contra o vidro, me come com mais força.
A cidade brilha lá embaixo, indiferente aos nossos corpos nus e suados, se contorcendo um contra o outro.
— Você é minha, Lourdes...! — sussurra Ramón, enfiando até o fundo.
Não aguento mais. O orgasmo me rasga, se prolongando, com convulsões que me deixam sem fôlego. E aí ele também se derrama, com um rugido grave, apertando minhas costas contra o vidro, enquanto goza dentro de mim, com estocadas finais, lentas e profundas. Ficamos ofegantes, abraçados, com o coração descontrolado. Eu tremendo, com as pernas bambas, ele me segurando firme, sem me soltar. O peito dele sobe e desce contra o meu, enquanto ele me beija e morde o pescoço, suave, como um predador que acalma a presa depois de dominá-la. — Quanto tempo esperei por essa foda, Lourdes...! — ele diz, com a voz entrecortada. Eu não digo nada, estou emocionada demais para conseguir articular uma palavra. E naquele silêncio molhado, com o corpo ainda pulsando, o sêmen dele escorrendo entre minhas pernas, me sinto feliz, satisfeita. Sim, o Gangbang foi uma experiência intensa, transformadora, aproveitei cada segundo e não me arrependo, mas ali, com Ramón, é onde quero estar...
Ramón —vou te foder, minha magrinha. —ele me dizia com aquela voz de espanhol tarado que tinha quando a gente conversava escondido do meu marido Pablo, e me soava tão sexy, principalmente quando falava em me foder e no que ia fazer comigo pelas costas do sócio dele. E claro que antes de ver o Valentín, a gente ia ter nosso "encontro sexual", como ele dizia, e me deixava toda molhada por telefone. Minha ideia era passar a noite juntos. Fazia tempo que a gente não se via, então a oportunidade era mais do que perfeita. Com o novo cargo político que me deram no interior do país, ia servir de desculpa pra sumir de casa por uns dias. Lourdes já tinha voltado pro cargo dela na política de Corrientes, mas prevendo qualquer futura escapada, eu tinha dito pro meu marido Pablo que, por decisão do governo de Corrientes, eu continuaria sendo a nova presidente do instituto de cultura da província. Então, naquele fim de semana, inventei uma suposta crise que eu precisava resolver pessoalmente em Corrientes. Ramón chegaria na noite de sábado, então naquela mesma tarde me despedi do meu marido Pablo, do meu filho Valentín, e com uma maleta de mão, entrei num táxi pra me levar, supostamente, pro aeroporto. Assim que começamos o trajeto, falo pro taxista que houve uma mudança de planos, não vamos mais pro Aeroparque, e sim pra um hotel no centro. A reserva também tá no meu nome, então é só chegar na recepção e pedir a chave. Na suíte, preparo tudo pra chegada do Ramón. Velas, fragrâncias afrodisíacas, pétalas de rosa, música pra fazer amor, champanhe. Quando tô arrumando o conjunto de lingerie que ia estrear naquela noite, chega uma mensagem da secretária do Ramón. Ela pede desculpas por não ter avisado antes, mas Ramón não conseguiu pegar o voo programado, ia pegar o próximo, então só chegaria no domingo ao meio-dia. E agora?, me pergunto. Não posso voltar pra casa e fingir que... Cancelei o voo, mas com todos os protestos que tão rolando hoje em dia, teria sido uma desculpa válida. Fico pensando um pouco e no fim decido ficar. Troco de roupa, visto um vestido que também ia estreiar naquele fim de semana e desço pro bar do hotel. Não ia passar a noite com meu amante Ramón, mas com alguém, com certeza, ia acabar na cama.
Num dos salões tava rolando um evento corporativo, então tinha bastante gente circulando pelo lugar.
Sento no balcão e peço uma bebida. Por experiência própria, sei que não vão demorar pra chegar. Uma mulher, vestida como eu tava naquele momento, bebendo sozinha, é uma tentação irresistível pros predadores.
E de fato, não passa nem cinco minutos, chega um cara magro, alto, jovem, lá pelos trinta e poucos, fortão, pede um uísque e, apontando pro meu drink, pergunta se pode me pagar outro. Lourdes — Sim, claro... — falo com um sorriso de aceitação.
Ele faz um sinal pro barman repor minha dose e senta do meu lado. Franco — se apresenta, estendendo a mão. Lourdes — retribuo, apertando a dele. Ele pergunta se eu tava no evento. E falo que não, que sou hóspede do hotel. Franco — me pergunta: "Viagem a negócios ou a prazer?" — o jovem indaga, como quem puxa papo. Lourdes — e eu diria que a prazer, mas na real não tô viajando, sou daqui, de Buenos Aires — esclareço.

Franco — Ah, e você veio só pra tomar uma ou tá procurando companhia? — o jovem me disse, interessado, num tom mais reservado. Lourdes — Eu caio na risada! Não, não, tô esperando um amigo, é ele quem tá hospedado no hotel, ia chegar hoje, mas o voo atrasou, então só chega amanhã — respondo.
Franco — Então você tem a noite livre, — ele responde sorrindo.
Lourdes — Pelo visto é, — respondo, concordando com o jovem, franzindo a testa, como se só agora tivesse me tocando da situação que ele tava me propondo.
Franco — Olha, eu tô com uns amigos, viemos do interior só pro evento de hoje, e já vamos embora amanhã à tarde, então hoje à noite a gente tá convidado pra Bresh, com pistas VIP. Se você quiser e não se importar, vem com a gente. — o jovem me propõe.
Lourdes — Respondo com um sorriso e uma carinha de coroa tarada: Tem certeza que tá me falando isso?
Franco — Sim, sim, sem compromisso nenhum. Além do mais, se seu amigo só chega amanhã, o que você vai ficar fazendo aqui a noite toda sozinha, num sábado ainda? — o jovem insiste com Lourdes.
Lourdes — Valeu, é um convite muito tentador, tenho que pensar. — falo, bebendo da minha taça.
Franco — Então, o que você vai fazer? Vem...?
Lourdes — Vou sim, mas antes quero conhecer seus amigos. Manda eles virem, que eu pago uma rodada.
Franco — Você tem certeza? Olha que tô com um monte de amigos.
Lourdes — Ué, cê acha que vou sair com uns desconhecidos sem saber nem o nome deles?
Franco — É, cê tem razão, gata. — o jovem concorda com Lourdes.
O jovem tira o celular e faz uma ligação.
"Miguel, tô no bar... Sim, no hotel... Chama a galera e vem rápido que tem alguém aqui querendo pagar uns drinks pra vocês. É uma surpresa, véi."
Daí a pouco aparecem os amigos. São quatro, todos na casa dos trinta e poucos, não eram muito musculosos, mas eram bonitos, com aquela energia de homens jovens e cheios de testosterona. Assim que chegam no balcão do bar, seus... meus olhos percorrem, sem disfarce, meus peitos, minhas pernas, imaginando com certeza o que eu também já estava imaginando o que aconteceria com mais um gole. No primeiro momento, pensei que acabaria transando com Franco, por ser o primeiro a se aproximar, mas quando vi os outros e senti, principalmente, a tensão sexual que emanava dos corpos jovens e fortes deles, Lourdes se perguntou na mente: E por que não? Por que me contentar com um, se posso ter todos?. Já fazia um tempo que não me entregava a um gangbang, e hoje à noite, a oportunidade se apresentava sem eu sequer ter procurado. O que me convence de vez é o lugar onde estamos: um hotel cinco estrelas. Já transei em grupo em ambientes muito menos seguros, onde o risco estava sempre à espreita, pronto para explodir a cada impulso. Um único homem excitado já pode ser difícil de lidar… imagina quatro, cinco, seis ou mais ao mesmo tempo, todos tentando impor sua masculinidade, se destacar por cima dos outros. — Eles são Lucas, Ariel, Miguel e Matias. Franco — ele me apresenta cada um dos caras, ela é Lourdes, uma amiga que conheci hoje à noite.


Lourdes — Vou cumprimentando um por um, com um aperto de mão lento, quase insinuante, realçando o toque, e depois peço ao barman que sirva o que eles quiserem. Eles agradecem o convite, e enquanto cada um bebe seu drinque, não param de me olhar daquele jeito que denuncia uma atração quase animal, irresistível. Uma atração recíproca, devo dizer. Enquanto os caras contam histórias da viagem e do evento, surge a pergunta se eles são solteiros. Ah, todos estão comprometidos, eles admitem. Lourdes — E viajaram sem as mulheres ou namoradas, imagino que é porque vão... — Lourdes fala, fazendo o gesto de chifres. Eles se entreolham, acertou, dizem os caras, e caem na risada. Miguel — Nos descobriu... — fala um. Lucas — Não vai dizer que a gente tá errado, vai? — pergunta outro. Lourdes — Não, de jeito nenhum, se eu também tô aqui pra... — Lourdes confirma, fazendo o mesmo gesto de novo 👿. Ariel — Bem-vinda ao clube, então... — comemora um terceiro. Lourdes — Meu amante só chega amanhã, ainda bem que vocês apareceram, senão eu ia passar a noite toda sozinha — Lourdes fala, mordendo os lábios com uma carinha de putinha. Matias — Relaxa, que com a gente você vai ficar bem acompanhada — destaca outro. Lourdes — Mmmm...! Todos vocês só pra mim! Isso merece um brinde, galera — respondo, provocando um arrepio geral. Peço outra rodada ao barman e brindamos. — Um por todos, todos por um! — exclamo ao bater os copos, entre risadas e olhares conspiratórios. Era evidente que na cabeça de cada um deles já tinha começado a rondar a ideia de algo em grupo. Mas, embora os sinais fossem mais que claros, ninguém se atrevia a propor o que todos já desejávamos naquele momento. Franco — Ninguém vai te perguntar na cara: "Tá afim de a gente te comer todo mundo junto?" Então, quando a tensão sexual já estava insuportável, Lourdes decide tomar a iniciativa: Lourdes — Sabem de uma? Tive uma ideia doida. Tenho uma suíte, com Tudo incluso, o que acham de continuar a prévia lá? Claro que todos eles toparam na hora, ao ver uma milf sozinha, não tão velha. Mesmo sem falar, todo mundo pensava a mesma coisa. Lourdes — Pego um guardanapo, escrevo com meu batom o número da suíte, e falo: — Daqui a quinze minutos. Termino minha bebida, deixo o guardanapo no balcão e saio do bar, andando rebolando, bem provocante, sentindo os olhares famintos em cima de mim. Já na suíte, ligo pro meu marido Pablo pra avisar que cheguei bem, e que vou dormir, pra ele não ficar ligando mais tarde. Visto a lingerie que ia estrear com Ramón, um kimono de seda, curtíssimo, justo, só com uma fio dental por baixo, e me preparo pra receber meus convidados. Como esperava, os caras chegam antes do tempo combinado. Faço eles esperarem um pouco, só pra deixá-los ainda mais ansiosos.
Lourdes — O que os senhores desejam? — perguntei ao abrir a porta da suíte, posando ao lado dela. Os cinco estão ali parados, esplêndidos, lindos, me devorando com os olhos, imaginando, assim como eu, tudo o que aconteceria a partir daquele momento. Mando eles entrarem e fecho a porta, ficando com as costas apoiadas nela, dizendo: — E então? Ainda não me disseram o que querem — Lourdes insistiu de novo. Miguel — Queremos fazer de tudo com você, magrinha! — disse um dos caras. Lourdes — Solto o cinto do quimono, e como se fosse o sinal de ataque, os cinco avançam e me cercam, formando com seus corpos uma parede quente contra mim, da qual não posso, nem quero, escapar das mãos dos cinco no meu corpo quente de mulher que sou. Começo a beijar os cinco. Com beijos suculentos, quentes, beijos de língua em cada um deles, carregados de tesão e calor. Me abraçando com cada um, sentindo na minha pele a tensão, o vigor dos corpos colados em mim, apoiando suas picas já duras de tanta excitação que sentiam ao me ver tão gostosa, sensual e quente. As mãos deles já deslizam pelo meu corpo, e cada um me tocando e apalpando por toda parte, pegando nas minhas tetas, beliscando meus bicos, um deles se enfiando por trás de mim, apoiando a pica na minha bunda, e outro na frente, esfregando a pica na minha buceta já molhada com o tesão que esses jovens me causavam ao apalpar meu corpo.



O ritmo aumenta, e com ele minha excitação. Já não sei mais quem está de um lado ou do outro, nem quem está na minha frente, a única coisa real são os corpos deles colados no meu, o roçar, a força dos braços deles.Um me beija, outro abre minhas nádegas, não tem pausa, toda vez que um se afasta, outro ocupa o lugar, todos disputando um pedaço do meu corpo.
Eu também não fico parada, me entrego a todos, sem guardar nada, agarrando os paus deles que estão duros por toda parte, já sentindo, com o tato, a potência, o vigor que ameaça explodir as calças deles.
Meus sentidos estão transbordando: as mãos, as bocas, os olhares famintos. Tudo é uma mistura de respirações ofegantes, murmúrios quentes, risadas abafadas e aquela sensação avassaladora de ser abordada de todos os ângulos possíveis.
Quando me dou conta, já estou nua, a calcinha fio-dental e o quimono jogados no chão, numa bagunça, eles também se despindo, apressados, ansiosos.
Os paus deles saltam na minha frente, cheios de veias, cabeçudos, grandes e grossos, alguns já até pingando porra. Todos os caras são muito bem dotados, com uns tamanhos que superam de longe o pau do meu marido Pablo e talvez também o do meu amante Ramón. "Eles vão me destruir..." penso, enquanto me ajoelho e, levantando o rosto, me deixo cercar por esses volumes.
Não tenho mãos que cheguem pra tanto pau, pra tanto ovo. Agarro um par no ar e começo a chupar o que está mais perto, passando depois pro próximo, trocando os que escorregam entre minhas mãos, pra dar conta de todos ao mesmo tempo, sem deixar nenhum de lado.
Minha boca nunca fica vazia, o tempo todo tenho um pau grande, com uns 24 centímetros de comprimento e grosso, que minha mão não consegue fechar em volta, e começo a engolir, não cabe tudo na boca, escorregando entre meus lábios, afundando na minha garganta, e mesmo me engasgando com esses pedaços de carne e a saliva que escorre, não paro de chupar, nem de... masturbar, saboreando a todos por igual. Sinto as veias pulsando contra minha língua, a pressão de cada glande querendo estourar minha garganta. Eles grunhem, ofegam, me puxam pelo cabelo pra marcar o ritmo, e eu me deixo levar, feliz de ser a puta de todos esses jovens, com a cara cheia de saliva, de pré-gozo, a boca ocupada com paus um atrás do outro sem parar. Começam a me enforcar e me dão tapas na cara com os paus, eu estico a língua pra recebê-los, pra não perder uma gota do esperma deles com aquele gosto encorpado gostoso que me deixa cada vez mais tesuda. Um coloca as bolas bem na minha frente pra eu chupar, e eu chupo, pra depois chupar as dos outros, em roda, engasgando com os pedaços de carne deles e apertando meu nariz pra eu não respirar, e me afogar com os paus grandes deles. Então me pegam pelos braços, me levantam, e me levam pro quarto, apalpando minha bunda pelo caminho, apertando meus peitos, enfiando os dedos, por trás, pela frente. Minha cama tá pronta pra receber meu amante Ramón, perfumada, salpicada de pétalas de rosa, mas nada disso parece importar pra eles. Como se fosse um saco, me jogam em cima daquela mesma cama que eu esperava meu amante Ramón por horas, sem o menor traço de delicadeza. Também não é que eu exija ternura, eu gosto assim, brutal, sem freio.



Caio de costas com a bunda empinada, exposta, indefesa, à mercê daquela matilha de lobos famintos, que só querem me devorar sem piedade. Um me agarra pelos tornozelos, me arrasta quase até a borda da cama, e me deixando com o rabo meio pendurado, começa a chupar minha buceta, enfiando a língua tão fundo que parece querer lamber meu útero, com os dedos começa a esfregar meu clitóris. E naquele momento não sei quem me fode primeiro, porque de repente os paus se amontoam na minha cara, exigindo de novo a atenção da minha boca. Chupo e rechupo o que colocam ao meu alcance, enquanto vão desfilando entre minhas pernas, me comendo em turnos, passando o bastão, como se fosse uma competição. O ritmo é frenético, brutal, cada estocada é mais forte que a anterior. PUM PUM PUM passa um... PUM PUM PUM passa outro... PUM PUM PUM o terceiro... PUM PUM PUM o quarto... o quinto. Todos me comem de forma brutal, quase agressiva, cada um tentando impor sua própria virilidade por cima dos outros. Quando terminam a quarta ou quinta passada, tendo enfiado os paus na minha buceta todos mais de uma vez, um se deita de costas na cama, e sacudindo o pau enorme com a mão, me apressa pra subir em cima dele. De tanta excitação, nem sabia quem era dos cinco. Nem preciso me mexer, eles mesmos me levantam pela cintura e me sentam em cima de um pauzão grosso, soltando um gemido: "Aah, meu Deus!" — dizia Lourdes, toda putinha.


Já falei que todos eram muito bem dotados, mas aquele garoto em especial, que já nem sei qual era, tinha uma piroca maior e mais grossa do que qualquer uma que eu já tinha comido na vida. Já percebia quando ele metia, porque mesmo que os outros já tivessem me comido antes, quando ele enfiava, sentia uma diferença que rasgava minha buceta de tão apertado que entrava. Me acomodo em cima dele, de cavalinho, e começo a me mexer devagar porque doía pra caralho, enquanto os amigos dele colocavam os paus na minha boca pra eu continuar chupando. O do pau enorme enfiava as mãos, abrindo minhas nádegas e dedando meu cu.Um fica atrás de mim e começa a cuspir no meu cu, enfiando a língua e os dedos pra me dilatar o ânus. Aí vou enfiando a cabeça do pau dele devagar no cu, e começam uma dupla penetração, enquanto outro mete o pau na minha boca bem na hora que eu solto um suspiro. E outro chega do lado, então começo a chupar os dois juntos, sem parar de montar em dois paus ao mesmo tempo. Nessa hora, o que tava me penetrando o cu sai pra dar lugar a outro, e não sei quem se coloca atrás de mim de novo e começa a enfiar os dedos no meu cu, igual o primeiro, cuspindo na mão e lubrificando com saliva, aprofundando, girando e girando, que nem um saca-rolha. E então o que sinto já não são mais dedos, mas um pau que entra brutalmente no meu cu, cravando como um aríete entre meus intestinos.




Fico empalada entre dois garanhões, minhas pernas tremendo de puro prazer, um prazer bruto, animal, enquanto os que estão de pé seguram minha cabeça pra eu não parar de chupar seus cocks. A rotação é frenética, selvagem. Sou puro buraco pra eles. Todos passam pela minha pussy, pelo meu cu, pela minha boca, me comendo de três em três, enquanto os outros dois esperam a vez pra entrar de novo no meu corpo. Meus gemidos se misturam com seus grunhidos, com o som molhado dos meus buracos sendo usados, abusados, destruídos. Já não sei mais quem tá dentro de mim, só sei que são vários ao mesmo tempo, e que tão me arrebentando toda, que meu corpo já não me pertence mais. Me usam sem parar, de dois, de três, decididos a não deixar nenhum buraco livre. Minha garganta já não distingue saliva de porra pré-ejaculatória, meu cu tá latejando, já bem aberto, quente, e minha pussy palpita, encharcada, brutalmente esticada. Me viram como se eu fosse um brinquedo, me penetrando de novo pelos dois lados, me esticando até o limite, enquanto continuo chupando desesperadamente o cock que tenho na minha frente, babando ele até as bolas. Meus olhos lacrimejam, minha cara tá vermelha e molhada, mas não paro de chupar. Me mudam de lugar como se eu fosse um objeto inanimado. No chão, contra a parede, em cima de uma mesa, luz. Em cada posição, sempre tem algo dentro de mim: um cock na boca, outro na buceta, e mais um forçando e abrindo meu cu.


Meu corpo já é um campo de batalha, assediado por todos os lados. O do pau enorme me agarra pelos tornozelos e me dobra inteira, metendo com a fúria de um animal, enquanto outro levanta minha cabeça e enfia na minha garganta até fazer lágrimas escorrerem dos meus olhos. Escuto eles rirem, gemerem, conversarem entre si como se estivessem compartilhando um banquete. Eles se revezam, se incentivam, se excitam vendo como me arrebentam em todos os buracos. Eu já não sou mais nada além de um corpo aberto, entregue ao excesso. Cada troca de posição é mais violenta, mais descontrolada. Me colocam de bruços na cama, seguram meus braços nas costas e voltam a desfilar por trás de mim, sempre com aquele vigor que parece nunca acabar. O quarto cheira a sexo, a suor e a látex. O ritmo é frenético, minha voz se quebra em gemidos e engasgos, mas eles continuam, incansáveis, garantindo que meus buracos estejam sempre transbordando.





Sou pura carne, esticada e ocupada nos três buracos ao mesmo tempo. O suor deles escorre pela minha pele, sinto a umidade dos corpos deles grudando no meu, as mãos fortes deles cravando na minha cintura, nos meus peitos, na minha bunda, já vermelha de tanta palmada que me dão me tratando como uma puta. Meu corpo inteiro vibra a cada estocada que me dão, a cada choque dos quadris deles contra os meus. Meus gritos ficam mais altos e se misturam com o gemido animal deles, e mesmo assim continuo chupando a pica que colocam na minha boca, babando como se não tivesse limites. Os cinco me usam como se meu corpo não fosse meu, e eu, perdida entre tantas picas duras e quentes, só consigo gemer, engolir, me abrir mais e me deixar destruir nessa festa brutal que eu mesma fui buscar. Os cinco já estão ofegando como bestas, suados, descontrolados, me empurrando sem parar. Sinto como cada pica endurece ainda mais dentro de mim, como os movimentos ficam ainda mais frenéticos, desesperados. Minha garganta, minha buceta e meu cu latejam, saturados, explodidos no limite. Um me agarra forte pela cintura e me penetra com violência, outro mete no meu cu até me fazer gritar como uma puta, e um terceiro sacode minha cabeça para eu engolir até me afogar com a pica dele. E os outros dois se masturbam na minha cara e nos meus peitos, ansiosos para gozar. A cena é um turbilhão de corpos e fluidos, um gangbang no auge. E de repente, tudo explode. O da minha boca enterra até o fundo e goza em jorros, enchendo minha garganta até eu quase não conseguir respirar. Outro se descarrega na minha buceta, gemendo selvagem, enquanto outro estoura no meu cu com as bombadas brutais dele. Os dois que esperavam gozam ao mesmo tempo, banhando minha cara, meus lábios, meu cabelo, meus peitos, até ficar escorrendo porra grossa por todo lado. E eu desabo na cama, encharcada de baba, suor e porra. Minha pele está marcada pelas mãos deles, meus lábios inchados de tanto chupar, minha garganta queimando, meus buracos ainda pulsando, saturados. Eles caem ao meu redor, ofegando, satisfeitos, tirando as camisinhas, os paus brilhando de tanto líquido. Fico ali, escancarada, sorrindo entre gemidos cortados, com o corpo exausto e feito uma bagunça linda.


Eles, aos poucos, vão se deitando ao meu redor, ainda ofegantes, rindo entre si, cúmplices. Alguém acaricia meu cabelo, outro roça minha pele com a ponta dos dedos, dessa vez com um toque suave, quase terno, tão oposto à brutalidade de alguns minutos atrás. Eu fecho os olhos e me deixo ficar. Sinto a pulsação da minha buceta e da minha garganta, o eco das investidas ainda vibrando no meu corpo, mas também uma calma profunda. Me sinto vazia e cheia ao mesmo tempo. Exausta, suada, pegajosa, mas com um sorriso que não sai do meu rosto.Não digo nada, só me deixo tocar, acariciar, beijar de novo. E nesse silêncio carregado, com a pele ainda úmida e meu corpo marcado pela brutalidade, sei que essa noite ainda não acabou… ainda tem mais pra dar, mais pra receber, muito mais pra arrebentar meus buracos.

Depois de se recuperarem do gangbang, os caras estouraram o champanhe que tava guardado pro Ramón e saquearam o frigobar. Depois desse desgaste físico do caralho, a gente precisava repor as energias, então pedimos serviço de quarto. Comida e bebida pra todo mundo. Nessa altura, já tinham esquecido da Bresh e de qualquer rolê noturno. Tudo o que queriam da noite portenha, tinham ali, naquele quarto.Claro que a gente continuava trepando de vez em quando, mas já não era mais em grupo, e sim um de cada vez, o que me permitia aproveitar cada um deles de um jeito muito mais íntimo, mais pessoal. Alguns me comiam na cama, outros no chão, um me colocou de frente pra parede e me macetou de pé...
Gozei com todos, com uns mais intensamente do que com outros, mas com todos eu dei uma trepada.



Entre a neblina do álcool, lembro vagamente de ter levantado em algum momento da madrugada, quando já tinha tudo acabado, pra ir no banheiro. Tão todo mundo dormindo comigo na cama, pelados e amontoados, então tenho que passar por cima dos corpos deles. Depois de mijar, fico na frente do espelho, tentando arrumar a maquiagem, que tá toda borrada. Vem um dos caras, nem me perguntem qual, e ainda cambaleando de bêbado, solta um mijo forte, pesado; quando termina, sacode a piroca, e ao perceber que eu tô ali, pelada igual ele, não solta mais, fica se esfregando, e endurecendo em questão de segundos, vem na minha direção, pra me comer ali mesmo, me penetra pelo cu, em cima da pia. Não sei quem dá o alerta, se alguém avisa, ou se são meus gemidos que acordam os outros, mas logo tem uma fila atrás da gente, todos de pau duro, esperando pra terminar de arrebentar meu cu um por um. Foi o epílogo perfeito, a cereja do bolo pra uma noite incrível. Quando acordo, horas depois, tô sozinha, eles já tinham ido embora. Tava com o corpo dolorido e a mente cheia de imagens da noite anterior. A bagunça no quarto era um lembrete do que tinha rolado: garrafas vazias, restos de comida, camisinhas usadas, manchas de porra, de suor nos lençóis, e o cheiro de sexo e de macho que ainda pairava no ar. Tomei um banho, limpei o que era mais comprometedor ou vergonhoso, tipo as camisinhas que os caras tinham deixado jogadas por qualquer canto, muitas delas cheias de esperma deles, e pedi o serviço de limpeza. Desci pra tomar café já quase meio-dia. Imaginava que a essa hora os caras do interior do País já deviam estar voltando pra cidade deles, comentando, com certeza, entre eles, como foi comer todo mundo uma portenha coroa casada com filho.

Ramón, meu amante, chegaria à tarde. Já tinha passado da hora dele chegar, então voltei pro quarto, que tava impecável, como se ninguém tivesse usado ainda, e me arrumei pra esperar ele. Tive que jogar fora a lingerie erótica que tinha comprado pra recebê-lo, porque virou um trapo cheio de porra de uns moleques dotados, depois que os caras usaram ela pra se limpar, não só o suor, mas o leite deles também. Mal o avião pousa, Ramón me manda mensagem avisando que já tá perto. Desci pro lobby pra esperar ele, porque, se ficasse na suíte, ia subir pelas paredes de tanta ansiedade e impaciência. Apesar de todo o sexo brutal que eu tinha tido poucas horas antes com os cinco jovens que me usaram do jeito que quiseram, eu tava morrendo de vontade de estar nos braços dele de novo. Quando vejo ele chegar, meu coração começa a bater descontrolado. Lá está ele, impecável, com aquele ar europeu que me fascina. Tem o cabelo grisalho, os olhos claros, e um sorriso que me desarma. Nada mal pra quem já tá quase nos sessenta.

Corro até ele pra abraçar, pra sentir ele, enchendo os pulmões com o perfume dele. Subimos pro quarto de mãos dadas, curtindo aquele contato que a gente tanto desejou por tanto tempo. Enquanto o elevador sobe os andares, não consigo parar de olhar pra ele, sentindo que, mesmo com o cansaço e a ressaca, minha vontade por ele cresce pra caralho. Quando fechamos a porta, ele não demora pra me beijar. Um beijo longo, ansioso, com gosto de reencontro. E mesmo que na noite anterior cinco caras diferentes tinham me beijado, são os beijos dele que realmente me mexem. As mãos dele percorrem minha cintura, meus peitos, e eu já tô entregue, sabendo que, mesmo que meu corpo ainda guarde as marcas daqueles cinco caras dotados que me comeram horas atrás, agora só ele importa. Levo ele até a cama, onde ele me despe com calma, como se cada peça fosse uma oferenda de um ritual. O olhar dele pousa na minha pele, descobrindo as marcas dos excessos da noite anterior, mas ele não fala nada, afinal ele mesmo me conheceu numa situação parecida, quando, naquela viagem pra Tulum, no México, eu transei ao mesmo tempo com ele e com os outros dois sócios do meu amante.


Ramón — você não imagina o quanto eu desejei te ter assim, nua e no cio. — Ramón enfiando os dedos no meio da buceta molhada. Ele me pega pela nuca e me puxa em direção à calça dele. Não precisa dizer nada. Ajoelhada na frente dele, abro o zíper da calça e tiro o pau duro, não tão grande quanto o que me comeu ontem à noite, e enfio na boca, fazendo um garganta profunda, fechando os olhos, enquanto sinto ele endurecer ainda mais entre meus lábios. Meus gemidos abafados vibram na pele dele, e ele, com uma mão empurrando minha cabeça, marca o ritmo, fazendo eu engolir o pau inteiro até as bolas. Quando ele não aguenta mais a chupada que eu dava no pau dele, ele me levanta e me joga de costas na cama. Se inclina sobre mim e começa a me chupar, devagar, experiente, esfregando meu clitóris com movimentos circulares dos dedos, e enfiando a língua na minha buceta, como se quisesse apagar qualquer vestígio dos caras que me comeram na noite anterior. Eu me contorcia, gemendo o nome dele, implorando pra ele não parar. Finalmente, ele se posiciona sobre mim e, com uma única estocada, profunda, certeira, me penetra inteiro na buceta. Um gemido rasgado explode na minha garganta quando sinto o pau dele todo dentro de mim.


O sexo com Ramón não é um turbilhão descontrolado, como tinha sido com os cinco jovens dotados, mas sim um vai e vem de ondas profundas que me arrastam sem pressa, sem urgência. Ele se move com força, mas também com controle, marcando um ritmo que me leva ao limite. As mãos dele apertam minhas nádegas, me abrindo mais, reivindicando cada canto do meu corpo. Ele me vira de costas, me pega pela cintura e me penetra por trás na minha buceta. A palma da mão dele bate na minha pele a cada estocada, e eu só consigo gritar de prazer, afundando o rosto no travesseiro. A brutalidade misturada com ternura me faz perder a noção de tudo.Em um momento, ele me puxa de volta para ele, me fazendo montar no corpo dele. Ele me segura pela cintura enquanto eu cavalgo, perdida, com os peitos balançando diante do olhar ardente dele. As mãos dele percorrem minhas costas e minhas nádegas, e quando olho nos olhos dele, percebo que para ele não sou só mais uma amante: sou e sempre serei a mulher dele, mesmo que um oceano (literalmente) nos separe.
O orgasmo chega arrasador, contundente, arrancando um grito de mim, enquanto ele, ofegante, se derrama dentro de mim, com um gemido profundo, me apertando contra o peito dele. Ficamos abraçados, suados, ainda tremendo. Os dedos dele acariciam meu cabelo enquanto ele sussurra:
— Valeu a pena cada quilômetro percorrido só por esse momento.
Entre os espasmos do prazer, olho para ele, sorrio satisfeita e o beijo com aquele amor que só se pode dedicar ao homem que satisfaz mais que o próprio marido.
A respiração dele ainda bate no meu pescoço quando ele endurece de novo dentro de mim. Ele não me dá tempo nem de descansar, me coloca de quatro na cama, deixando a raba virada para ele. Ramón começa a abrir minhas nádegas, enfiando os dedos molhados com a própria saliva, e sinto a cabeça do pau dele roçando meu cu já aberto e arrebentado, e ele enfiou o pau todo no meu cu, me fazendo arquear as costas enquanto mordia o travesseiro. Ele me segura firme pelos quadris. marcando o ritmo, enquanto eu empurro contra a pélvis dele, pedindo mais, mais forte a estocada que ele me dava. Cada estocada ecoa no quarto, molhada, intensa. Ele me inclina pra baixo, colando meu peito no colchão, enquanto me domina, com movimentos cada vez mais rápidos, agitados. Depois puxa meu cabelo, me obrigando a levantar o rosto, e sussurra no meu ouvido, com voz rouca: Cê tá muito gostosa, magrinha.

O tremor me percorre inteira. O prazer sobe como uma onda e sinto ele chegando, mas Ramón muda de posição antes de me deixar terminar. Ele me vira bruscamente e levanta minhas pernas sobre os ombros dele, entrando em mim num ângulo que arranca mais de um grito. Meu corpo se contorce debaixo dele, presa de um orgasmo que não consigo segurar.
— Continua, por favor, não para...! — imploro, sufocada, entre gemidos.
Ramón me satisfaz, penetrando fundo, bombando sem parar, fazendo meu prazer transbordar. Grito o nome dele, enquanto gozo violentamente, com o corpo arqueado e os músculos tremendo sem controle.
Montando de frente, me agarro ao torso nu dele, cavalgando a ereção dele com movimentos circulares e desesperados, buscando mais atrito no meu clitóris. Ramón geme alto, apertando minha bunda, guiando meu vai e vem. Nossos suores se misturam, no meio de um calor insuportável e delicioso.
Quando meu orgasmo volta, ele me levanta e, me carregando com minhas pernas enlaçadas na cintura dele, me leva até a janelona e, me segurando contra o vidro, me come com mais força.
A cidade brilha lá embaixo, indiferente aos nossos corpos nus e suados, se contorcendo um contra o outro.
— Você é minha, Lourdes...! — sussurra Ramón, enfiando até o fundo.

Não aguento mais. O orgasmo me rasga, se prolongando, com convulsões que me deixam sem fôlego. E aí ele também se derrama, com um rugido grave, apertando minhas costas contra o vidro, enquanto goza dentro de mim, com estocadas finais, lentas e profundas. Ficamos ofegantes, abraçados, com o coração descontrolado. Eu tremendo, com as pernas bambas, ele me segurando firme, sem me soltar. O peito dele sobe e desce contra o meu, enquanto ele me beija e morde o pescoço, suave, como um predador que acalma a presa depois de dominá-la. — Quanto tempo esperei por essa foda, Lourdes...! — ele diz, com a voz entrecortada. Eu não digo nada, estou emocionada demais para conseguir articular uma palavra. E naquele silêncio molhado, com o corpo ainda pulsando, o sêmen dele escorrendo entre minhas pernas, me sinto feliz, satisfeita. Sim, o Gangbang foi uma experiência intensa, transformadora, aproveitei cada segundo e não me arrependo, mas ali, com Ramón, é onde quero estar...
0 comentários - Gangbang com 5 novinhos e minha amante