Antonio e eu ficamos na piscina, a água já calma e o cloro ardendo nos meus olhos. A Ana tinha subido há um tempinho, dizendo que precisava de um banho pra tirar o suor e o vinho. Eu flutuava na borda, fumando um cigarro pra acalmar os nervos, mas a fumaça não ajudava muito com essa excitação que não passava. O Antonio se aproximou, com aquele olhar de pidão que eu já conhecia. — Alfredo, deixa eu subir, cara. A Ana tá sozinha, bêbada... capaz que precisa de ajuda no banho. Só pra ela não escorregar. O nó no estômago apertou. Ciúme, porra, mas também aquela tesão que me faz duvidar de tudo. Será que ela queria mesmo, ou era só a bebedeira falando? Ficava repetindo o de sempre: amanhã ela se arrepende, é só putaria do momento, não é sério. Mas imaginar ele lá em cima com ela me deixava louco. Me odiei por isso, feito um otário que não sabe parar. — Não, Antonio. Não é boa ideia. Eu subo. Ele fez cara de cachorro abandonado, baixando a voz. — Qual é, por favor... juro que a noite inteira ela ficou me provocando. Me deixou olhar pras tetas dela sem disfarçar, com aquele biquíni que transparentava. Ela quer que eu coma ela, Alfredo. E você também quer, me mostrou a foto das tetas dela e depois tirou o biquíni pra eu ver ao vivo. — Uma coisa é mostrar, outra é foder, buceta. Não tô preparado. Além disso, é tarde, vai pra casa. — Porra, olha como eu tô — ele disse saindo da água, apontando pro volume no shorts —. E você também. Era verdade, mas não cedi. — Vou falar com ela. Se ela quiser de verdade, te aviso por mensagem. — Se eu entrar em casa, não consigo sair. É agora ou nunca. — Não dá, Antonio. Vai. Peguei a toalha e subi, vendo ele ir embora com as coisas. Esperava que não desse problema na casa dele com aquela barraca armada. Lá em cima, tirei o shorts de banho e pendurei, subindo pelado. A porta do banheiro estava entreaberta. Cheguei devagar e olhei. A Ana estava nua, secando o cabelo com uma toalha. Ela se virou um pouco e... porra, começou a mijar ali em pé, o jorrinho Caindo no chão do chuveiro, brilhando sob a luz. Aquela putaria suja me matou, fiquei duríssimo vendo ela tão natural, vulnerável. Entrei no quarto, mas ela saiu do banheiro, me vendo com a pica dura. — Porra, como você vem — disse com um sorriso safado. Não respondi, me joguei nela, beijando com força, apalpando peitos, buceta, cu. Ela tava escorrendo fluidos. Sentei ela na pia do banheiro, abri as pernas dela. A buceta depilada brilhava, lábios inchados de tesão da noite. Me ajoelhei, aproximei o rosto, inspirei o cheiro de cachorra dela. Estiquei a língua e lambi de baixo pra cima, colhendo os sucos dela. Ela gemeu alto, jogando a cabeça pra trás. Lambi com gosto, brincando com o clitóris, descendo até a entrada, até roçando o cu. Enfiei dois dedos dentro, lambendo mais rápido. Ela se abria o máximo que podia, gemendo igual uma louca. Os dedos dela se moveram mais rápido dentro, e ela começou a gozar, apertando minha cabeça com as pernas. Tirei os dedos e um jorrinho quente saiu disparado, me respingando no peito. Continuei lambendo os restos, sentindo as contrações dela. Me levantei, os joelhos doendo, mas foda-se. Nos olhamos, ela escancarada. — Me fode — disse na lata, como uma ordem. Coloquei a pica na entrada dela, esfreguei nos fluidos e enfiei de uma vez. Quente pra caralho, contrastando com minha pele fria da piscina. Bombeei rápido, impossível ir devagar com os movimentos dela. — Adoro que você seja tão gostosa — falei, beijando ela sujo, com o gosto da buceta dela na boca. Ela aceitou, línguas enroscadas. Diminuí o ritmo pra não gozar já. — Você mostrou meus peitos pro Antonio — disse ela me encarando. — Sim... era o que você queria, né? — respondi, penetrando fundo. — Era você que queria. Assume, você queria que ele visse meus peitos. — Sim, porra, sim. Ele adorou. Você gostou que ele viu? — Mmmm, me excita que você fique excitado. — Mas você mostrou mais... e isso eu não pedi. — Já... porra... tava com tesão... deu pra ver muito? — Deu pra ver a buceta inteira, Ana. O Antônio viu sua bucetinha, os peitos e a bucetinha — repeti, todo tarado. — Porra, Alfredo... ufff... é o vizinho. — Siim, você mostrou a xereca pro vizinho, gostosa. E falou pra ele subir pra te foder, vagabunda... queria dar pra ele? — Não, isso seria loucura — dizia de olhos fechados, curtindo. — É o vizinho. — Ele queria te comer. — Mmmm... e você queria que ele me comesse? — Sei lá... seria excitante te ver com ele... mmm... mas você gostaria de dar pra ele? — Alfredo, não me faz isso... — Me responde, você gostaria de dar pra ele? — Sim, porra, sim, eu gostaria de dar pro Antônio — confessou. — Mas é o vizinho, já viu demais. Isso me deixou louco. Tirei a piroca melada, abaixei, virei na frente do espelho, pernas flexionadas. Meti a piroca por trás, nos vendo refletidos. Os peitos dela balançavam a cada estocada forte. — Com certeza ele tá batendo uma pensando em você... nos seus peitos — e apertei eles. — Você deixou nós dois de pau duro. — Mmm, cê acha que ele tá batendo uma? — Siim... pensando nos seus peitos e na sua buceta... e você aqui querendo dar pra ele, né? — Alfredo... não pode ser... é loucura... — Você quer dar pra ele, gostosa. — Se não fosse o vizinho, talvez... mas não insiste. — Se eu chamar ele agora, você dá pra ele? — É isso que você quer, né? — disse séria. — Chama ele, deixa ele comer sua namorada... você adoraria me ver com a piroca dele dentro, assume... Ouvir isso me fez gozar. Tirei a piroca, apontei pra bunda dela e jorrei jatos fortes nas costas e na bunda, escorrendo entre as nádegas. A melhor gozada da minha vida. Nos levantamos. Ela se olhou no espelho, rindo. — Porra, como você me deixou... cada dia a gente perde mais a cabeça. Beijei ela. — A da piscina... melhor não amanhã, tá? Ela tava muito bêbada. Concordei, racionalizando: era o álcool, não era sério. Mas completei: — Mas a praia... isso eu mantenho. Algum dia, com o Antônio olhando de longe. Sorri como um idiota. O Antônio esperaria até amanhã. Cada dia gosto mais dos novos vizinhos 😉
3 comentários - Mudança... Ciúmes... (parte 9)