Fazíamos semanas num jogo de sombras pelo chat. Ela se apresentava como uma intelectual inatingível, se dando ao luxo de ser evasiva e misteriosa. Se fazia chamar de Belém e brincava com a metáfora de ser a "caçadora do tigre de gelo". Mas eu lia nas entrelinhas: por trás da poesia e dos silêncios ensaiados, havia uma necessidade desesperada de ser dominada por alguém que não pedisse permissão pra entrar na mente dela... e no corpo dela.
Naquela noite, o ar de superioridade acabou, se foi. Mandei a mensagem que quebrou o escudo dela: "Quero que o que você sente hoje na mente, você carregue guardado no corpo pra sempre."
Quando ela mandou a localização, minha resposta foi uma ordem seca: "Me espera com um roupão de seda branca... e nada mais."
Ao entrar no quarto, o cheiro de desejo contido era quase sufocante. A seda branca caía sobre o corpo dela, dando aquele ar de "Belém" que ela adorava fingir, mas os olhos entregavam tudo. Ela estava tremendo.
— Você veio... — sussurrou, tentando manter a pose.
— Acabou o jogo, "caçadora" — falei, agarrando ela pelo pescoço primeiro e encurralando até sentir o calor do meu corpo. — Esse nome é tão falso quanto sua resistência. Hoje você não vai caçar nada; hoje você é a presa, e vai terminar com um filho meu crescendo no seu útero.
Joguei ela na cama e a seda se abriu, revelando a pele dela e uma entreperna que já exalava aquele cheiro almiscarado e adocicado de excitação extrema. Me despi com calma, deixando ela ver meu pau vermelho e cheio de veias, com uma cabeça que parecia um morango, pulsando com a pressão de uma semana inteira sem gozar. Minhas bolas pesavam, carregadas de uma porra grossa que só tinha um destino.
— Agora você vai ser minha incubadora — soltei, marcando cada palavra.
Antes que ela pudesse processar, apertei as bochechas dela com uma mão, forçando a abrir a boca num "O" de submissão total.
Me inclinei e cuspi dentro dela; ela engoliu minha saliva com um gemido trêmulo, aceitando o primeiro traço da minha posse. Até abriu a boca pra me mostrar que tinha engolido, tudo com uma cara de putinha sonsa e submissa.
—Você é minha puta, entendeu? —rosnei, enquanto a virava com brutalidade pra deixá-la de quatro.
O cheiro da buceta aberta dela era um convite primitivo: carne viva, fluxo quente e aquela umidade que pedia para ser selada. Sem preâmbulos, enfiei toda a minha pica de uma só estocada. O "clap" da nossa pele se chocando ecoou no quarto. Ela soltou um grito que se transformou num choramingo de puro prazer.
— Isso, assim, me arrebenta toda! Me enche, por favor! — gritava, perdendo qualquer traço da intelectual esquiva. Ela se agarrava aos lençóis, gemendo e chorando enquanto eu a empurrava com a força de um animal reivindicando seu território.
O clímax chegou de forma violenta. No meio do orgasmo dela, a buceta virou um punho de carne fervente que começou a espremer minha pica com espasmos desesperados. Aquele aperto foi o gatilho.
— Toma tudo, puta! Vou te engravidar toda! — rugi.
Foi uma explosão massiva. Sete dias de abstinência se transformaram em jorros densos e intermináveis de porra quente que inundaram o fundo dela, batendo no colo do útero e enchendo até a borda. Eu sentia minha semente transbordando dentro dela, expandindo, reivindicando.
Quando me retirei, o rastro da batalha era evidente. Minha pica brilhava, banhada nos sucos dela, e da buceta rosada e aberta começava a escorrer um rio de esperma grosso que manchava a seda branca e descia pelas coxas dela.
Ela ficou ali, toda largada, com o cheiro de sexo, suor e porra pairando no ar. Uma única lágrima escorreu pelo rosto dela, mas não tinha nenhum traço de tristeza. Era a lágrima de quem finalmente se reconhece. Naquele instante de realização, a "caçadora" tinha morrido pra sempre; só restava a puta divina que ela sempre quis ser, finalmente possuída e marcada pela minha gozada.
Naquela noite, o ar de superioridade acabou, se foi. Mandei a mensagem que quebrou o escudo dela: "Quero que o que você sente hoje na mente, você carregue guardado no corpo pra sempre."
Quando ela mandou a localização, minha resposta foi uma ordem seca: "Me espera com um roupão de seda branca... e nada mais."
Ao entrar no quarto, o cheiro de desejo contido era quase sufocante. A seda branca caía sobre o corpo dela, dando aquele ar de "Belém" que ela adorava fingir, mas os olhos entregavam tudo. Ela estava tremendo.
— Você veio... — sussurrou, tentando manter a pose. — Acabou o jogo, "caçadora" — falei, agarrando ela pelo pescoço primeiro e encurralando até sentir o calor do meu corpo. — Esse nome é tão falso quanto sua resistência. Hoje você não vai caçar nada; hoje você é a presa, e vai terminar com um filho meu crescendo no seu útero.
Joguei ela na cama e a seda se abriu, revelando a pele dela e uma entreperna que já exalava aquele cheiro almiscarado e adocicado de excitação extrema. Me despi com calma, deixando ela ver meu pau vermelho e cheio de veias, com uma cabeça que parecia um morango, pulsando com a pressão de uma semana inteira sem gozar. Minhas bolas pesavam, carregadas de uma porra grossa que só tinha um destino.
— Agora você vai ser minha incubadora — soltei, marcando cada palavra.
Antes que ela pudesse processar, apertei as bochechas dela com uma mão, forçando a abrir a boca num "O" de submissão total.
Me inclinei e cuspi dentro dela; ela engoliu minha saliva com um gemido trêmulo, aceitando o primeiro traço da minha posse. Até abriu a boca pra me mostrar que tinha engolido, tudo com uma cara de putinha sonsa e submissa.—Você é minha puta, entendeu? —rosnei, enquanto a virava com brutalidade pra deixá-la de quatro.
O cheiro da buceta aberta dela era um convite primitivo: carne viva, fluxo quente e aquela umidade que pedia para ser selada. Sem preâmbulos, enfiei toda a minha pica de uma só estocada. O "clap" da nossa pele se chocando ecoou no quarto. Ela soltou um grito que se transformou num choramingo de puro prazer.— Isso, assim, me arrebenta toda! Me enche, por favor! — gritava, perdendo qualquer traço da intelectual esquiva. Ela se agarrava aos lençóis, gemendo e chorando enquanto eu a empurrava com a força de um animal reivindicando seu território.
O clímax chegou de forma violenta. No meio do orgasmo dela, a buceta virou um punho de carne fervente que começou a espremer minha pica com espasmos desesperados. Aquele aperto foi o gatilho.
— Toma tudo, puta! Vou te engravidar toda! — rugi.
Foi uma explosão massiva. Sete dias de abstinência se transformaram em jorros densos e intermináveis de porra quente que inundaram o fundo dela, batendo no colo do útero e enchendo até a borda. Eu sentia minha semente transbordando dentro dela, expandindo, reivindicando.
Quando me retirei, o rastro da batalha era evidente. Minha pica brilhava, banhada nos sucos dela, e da buceta rosada e aberta começava a escorrer um rio de esperma grosso que manchava a seda branca e descia pelas coxas dela.
Ela ficou ali, toda largada, com o cheiro de sexo, suor e porra pairando no ar. Uma única lágrima escorreu pelo rosto dela, mas não tinha nenhum traço de tristeza. Era a lágrima de quem finalmente se reconhece. Naquele instante de realização, a "caçadora" tinha morrido pra sempre; só restava a puta divina que ela sempre quis ser, finalmente possuída e marcada pela minha gozada.
1 comentários - Fudendo a Belém por ser difícil