De manhã acordei bem descansada e relaxada, ainda estava semi nua, só com uma blusa comprida e minha calcinha fio dental, porque acabei dormindo depois do orgasmo da minha punheta na noite anterior, adoro ficar coçando minha bucetinha hahaha. Desci pra cozinha pra preparar meu café, quando de repente alguém bateu na porta, achei que era minha mãe pelo jeito de bater, então saí como estava, de fio dental e minha blusa comprida semi transparente. Quando abri, vi um dos funcionários do meu pai, ele ficou paralisado, só deu uma olhada rápida de cima a baixo me vendo quase pelada, minha blusa branca deixava ver meus peitinhos durinhos e empinados. Peguei a sobra da minha blusa e puxei o máximo que pude, mas foi inútil porque só cobria metade da minha bunda. Depois de um longo silêncio constrangedor, Ezequiel me disse: "Me mandaram buscar uma ferramenta do seu pai." Eu: "Pode entrar, e desculpa a má aparência." E: "Não se preocupa, passo rápido e vou embora." Pegou a ferramenta e foi embora, eu fiquei lá sozinha de calcinha e blusa, em vez de me sentir envergonhada, me senti excitada por ser vista quase nua por um estranho e por ver que obviamente ele tinha gostado de me encontrar assim. Pra quem não me conhece, vou deixar umas fotos minhas.

Depois daquele momento tão quente, fui tomar um banho porque tinha que ir pra escola. Abri meu armário e vi que agora só tinha roupa que eu considerava sexy ou provocante. Peguei uma fio-dental e já coloquei, escolhi um sutiã que combinava, uma minissaia no meio da coxa, uma blusa branca decotada, uma jaquetinha de couro e um tênis branco. Desci pra sala, peguei as chaves do carro e fui embora. Quando entrei, não pegou de primeira, mas depois de algumas tentativas consegui ligar o carro. Cheguei na escola um pouco atrasada, a aula já tinha começado.
Eu: — Bom dia, professor, posso entrar?
O professor me olhou dos pés à cabeça, deu uma olhada no relógio e disse:
Professor: — Senhorita, a senhora chegou quase meia hora atrasada.
Eu: — Ah, professor, por favor, é que o trânsito estava um horror.
O professor balançou a cabeça e falou:
Professor: — Pode entrar, então. Arranje um lugar.
Eu: — Valeu!
Procurei um lugar com os olhos, mas a maioria estava ocupado. Só tinha vaga na frente, perto da parede. Atravessei a sala rápido, tentando não chamar atenção pra não atrapalhar mais, e me sentei. As aulas terminaram sem muito estresse, mas os meus colegas não paravam de olhar minhas pernas. Até reparei várias vezes o professor me encarando quando eu cruzava as pernas, tentando ver além do que dava pra ver à primeira vista.
Saí da faculdade e fui pro estacionamento, tive problema com o carro de novo na hora de ligar, então pensei em contar pro meu pai quando chegasse em casa. Quando ligou, fui correndo pra casa, mas depois de alguns minutos dirigindo, quando cheguei num semáforo, o carro apagou. Tentei ligar uma, duas, três vezes e nada!! Abri o capô na esperança de ver algo estranho e foi o que aconteceu… não fazia ideia do que tava vendo, só vi um monte de ferros e mangueiras e uma parada que com certeza era o motor. Então liguei pro meu pai, ele entende dessas coisas porque tem uma loja de peças.
Eu - Oi, pai
Pai - Oi, filha, o que houve?
Eu - Pai, meu carro apagou
Pai - Onde?
Mandei minha localização e ele disse que chegava em meia hora. Um cara de uma sorveteria se aproximou e perguntou se eu precisava de ajuda, falei que o carro não ligava e perguntei se ele manjava de mecânica.
Cara da sorveteria - Nossa, moça, verdade, não entendo nada disso, mas se quiser, posso ajudar a empurrar pra não bloquear a rua e evitar que te multem.
Eu - Sim, por favor, muito obrigada
O cara falou pra eu guiar e ele empurrava, então entrei no carro e ele empurrou, mas não conseguimos colocar na calçada, era pesado demais pro cara, que era bem magro.
Cara da sorveteria - Precisamos empurrar com mais gente
Eu - Deixa eu descer pra ajudar
Cara da sorveteria - Ah, moça, acho que não vamos dar conta, vamos esperar alguém parar pra ajudar
Esperamos uns minutos e ninguém parava, e não tinha ninguém passando a pé.
Cara da sorveteria - Puta merda, ninguém para, que filhos da puta
Eu - Hmm, vou ver se consigo parar um carro pra ajudar
Comecei a fazer sinais pros carros, mas ninguém parava.
Cara da sorveteria - Porra, uns cuzões. Agora a gente vê como faz, moça, mas vamos colocar na calçada
Eu - Já sei como fazer, olha, vamos pra trás e empurramos, ok?
Cara da sorveteria - Mas não vamos conseguir, e alguém tem que dirigir
Eu - Vem, confia em mim
Andamos até a parte de trás do carro, levantei um pouco a saia, deixando minha bunda de fora, e me inclinei mais ainda pra saia subir mais. Levantou mais. Eu sentia o ar batendo na minha bunda pequena, sabia que quem passasse ia ter uma vista e tanto, kkkk. Eu — "Pronto?" — me posicionei pra empurrar e ele fez o mesmo. Eu — "Vai ver como, se alguém parar pra ajudar a gente" — piscando o olho, levantei a raba mais e, devagar, senti minhas nádegas aparecendo cada vez mais por baixo da minha minissaia. c.h. — "Nossa, moça..." — o garoto empurrava, mas tentando olhar minha bunda também, kkkk. Não passou nem um minuto de eu estar apoiada no parachoque do carro com a raba empinada, fingindo empurrar, quando um carro estacionou atrás e dois caras desceram pra ajudar. Eu — "Viu, o que eu te falei?" — piscando o olho. c.h. — "Ué, assim qualquer um para." Os caras ajudaram a gente a empurrar e colocamos o carro na calçada. Agradeci com carinho e eles seguiram o caminho deles. c.h. — "E agora, o que a senhorita vai fazer?" Eu — "Esperar meu pai pra ver se ele consegue consertar." c.h. — "Ah, tá bom. Tomara que não demore, que tá muito calor." Ele voltou pra sorveteria dele e eu entrei no carro pra me proteger do sol. Pouco tempo depois, ele voltou com um sorvete de morango. c.h. — "Toma, moça, pro calor." Eu — "Ai, obrigada!! Quanto é?" c.h. — "Não é nada, é cortesia da casa por ser tão gostosa." Eu — "Ah, ok, obrigada." Ao pegar, derramou um pouco na minha coxa e, como eu tava com o joelho um pouco levantado, começou a escorrer pra minha buceta. Por instinto, soltei um breve "ai!" enquanto puxava minha saia com a outra mão pra não sujar.
Ei—rápido, segura meu sorvete pra mim, por favor!—falei enquanto com uma mão segurava o sorvete e com a outra continuava puxando a saia cada vez mais porque o sorvete derretido continuava escorrendo. Ele pegou o sorvete na hora em que ia tocar minha calcinha, rapidamente com o dedo comecei a recolher o sorvete pra evitar que sujasse minha tanga, chupei meu dedo pra limpar o sorvete que ia juntando, além disso a saliva ajudaria a não ficar toda grudenta. Eu—Ufa, bem na hora!—falei enquanto continuava levantando minha saia até o ponto em que dava pra ver completamente minha tanga de renda, virei pra olhar o sorveteiro que estava de boca aberta me vendo esfregar minha virilha com o dedo e depois chupar ele uma e outra vez. Me cobri rapidamente e arrumei minha saia. Peguei o sorvete de novo e vi que já estava derretendo, então passei a língua rápido pra evitar que derramasse de novo, obviamente fiz isso de forma provocativa simulando que era um pau kkkk pra continuar deixando ele excitado. Eu—Valeu!! O sorveteiro, vermelho de vergonha, só sorriu e balançou a cabeça. Antes de ir embora, o garoto pediu meu número pra ver se um dia a gente saía, verdade seja dita, ele não era bonito, mas me deu muita ternura e era muito fofo, então eu dei, além disso ele era mais novo que eu, tem 18 e eu 20, e pelo que parece é virgem, então eu me propus a descarregar ele kkkk, por isso ia passar meu número. Poucos minutos depois meu pai chegou no carro dele, desci do meu pra recebê-lo. Eu—Oi, papai. P—Oi, filha, o que aconteceu? Eu—Bom, não sei, pai, só não quis ligar de repente. P—Bom, agora eu cuido disso, leva meu carro, vai pra oficina porque deixei os rapazes sozinhos, você sabe que se não tem alguém lá eles não fazem nada. Eu—Mas tenho coisas pra fazer daqui a pouco. P—É só ir e esperar sua mãe chegar, dar o carro pra ela e depois você vai. Eu—Como assim deixar com ela? Eu preciso dele. P—Não vou deixar sua mãe a pé, ela precisa mais. Se não gostou, deixa aqui. Eu—Ah, tá bom. Entrei no carro e me despedi dele. Dirigi até a oficina mecânica. Quando cheguei, vi que os caras estavam enrolando, mas quando viram o carro, levantaram na hora e fingiram que estavam trabalhando. São três caras que trampam lá: Beto, que era tipo o funcionário de confiança, o Juan e o Miguel. Desci do carro e entrei. Rápido me perguntaram se meu pai não tinha vindo comigo. Falei que não, mas que minha mãe já ia chegar. Fui direto pro fundo, pra sala do meu pai, mas quando tentei abrir a porta, percebi que tava trancada. Aí voltei pro balcão onde os caras estavam.
S- Ei, galera, alguém sabe por que não consigo abrir a sala do meu pai?
Do depósito saiu o Beto.
B- Ah, é que seu pai sempre tranca a sala quando não tá.
S- Ah... ok... é que eu queria esperar ele lá.
Juan levantou do banco enquanto falava:
J- Bom, se quiser, pode esperar aqui.
S- Ah, muito obrigada. Sentei no banco, era um banco alto, perfeito pra se apoiar no balcão. Juan era o cara que tinha me visto de fio dental lá em casa. Juan e Beto entraram no depósito. Passaram uns minutos de silêncio, não chegava ninguém porque era horário de almoço. Eu olhava tudo ao redor, tentando achar algo pra me entreter. Miguel me perguntou:
M- Moça, posso deixar o balcão com a senhora enquanto vou comer? Até porque acho que não vem ninguém nesse horário.
S- Ok, mas se aparecer alguém, te chamo, beleza?
M- Sim, moça.
Miguel também entrou no depósito. Do balcão dava pra ver o que eles faziam. Vou explicar como é o lugar: quando você entra, tem a área do balcão, com um monte de produtos nas prateleiras e nas paredes, além do balcão de vidro que serve de mostruário. Atrás do balcão tem a entrada pra próxima área, que é o depósito, e no fundo a sala do meu pai e os banheiros. Então, do balcão dava pra ver o que eles faziam, e eles também viam o balcão. Os três colocaram umas cadeiras e sentaram pra comer. Eu tinha que esperar minha mãe, então fiquei mexendo no Instagram. Daí a pouco chegou uma pessoa perguntando por um produto, já nem lembro qual. Que era, mas eu olhei pra dentro e perguntei onde tava aquele produto. M- Tá ali na vitrine, embaixo. Desci do banco pra procurar. D- Onde? Não to vendo. Me abaixei pra olhar melhor. J- Uff... é... tá mais pra baixo. Achei curioso ele responder daquele jeito, foi aí que percebi que minha saia tinha levantado um pouco enquanto eu tava sentada. Meu coração acelerou de tesão, mas rapidinho voltei a me concentrar em achar o produto que pediram. Finalmente vi, tava lá no fundo da vitrine, não alcançava. Tive que me ajoelhar. Sabia que quando me inclinasse mais iam ver minha bunda. Fui devagar, quanto mais me inclinava pra pegar o produto, mais minha saia subia. Peguei o produto e virei rápido pra trás, lá estavam eles, cravando o olhar na minha raba que tava toda exposta debaixo da saia. D- Já peguei. Quando ouviram isso, desviaram o olhar pra disfarçar. Me levantei e, enquanto subia, mostrei o produto pro cliente, ajeitando minha saia, puxando ela pra baixo porque tinha subido muito hahaha e falei o preço, mas ele achou meio caro. S- Sabe se a gente tem algum mais barato igual esse ou se dá pra fazer um desconto? B- Não, mais barato que esse não tem, e acho que não dá pra vender mais barato porque é de uma marca alemã. S- É que ele não quer pagar, diz que tá caro. B- Se quiser, eu falo com ele. S- Hmm não... -pensei por uns segundos- Já sei o que vou fazer!! Abaixei as alças da minha blusa e tirei o sutiã, guardei na bolsa pra deixar os bicos aparecendo na blusa. S- Pronto, me falaram que a gente não tem produtos mais baratos por causa da qualidade que nossos clientes merecem. C- Hmm... é que tá salgadinho. S- Olha, deixa eu te mostrar. - Abri a caixinha e me inclinei no balcão, garantindo de apertar meus peitos pra eles pularem mais no decote e quase escaparem da blusa, coloquei o produto bem na minha frente. peito. S- ó, dá uma olhada, é qualidade alemã, chega mais pra tu ver!! O cara se inclinou meio tímido quando me viu assim C- é bonito mesmo, não dá pra fazer mais barato? Fiz carinha de boazinha e falei: S- é que se eu fizer mais barato, vão me dar bronca - fiz carinha triste, peguei na mão dele e falei baixinho: já não vendi nada o dia inteiro O cliente ficou vermelho: C- ok, vou levar S- sério? !Yeaaaaah! - Levantei as mãos e dei uns pulinhos dançando pra meus peitos balançarem na frente dele. Sob o olhar atônito do cliente, fui cobrar, agradeci segurando a mão dele e ele foi embora com um sorriso. Depois de uns minutos, os caras saíram B- o que rolou? S- consegui vender B- sério? o que você disse pra ele? S- nada, tenho meus métodos, já terminaram de comer? B- já, se quiser a gente cuida daqui se chegar alguém S- ok - desci do banco J- não, senhorita, senta aí que eu fico em pé S- senta vocês, eu fico aqui em cima, olha Sentei na bancada do balcão de costas pra rua S- e não me chama de senhorita, me chama de Soff J- como assim? você é a filha do chefe S- ah, então como filha do chefe, te peço pra me chamar de Soff J- ok, senhorita Soff Parece que isso fez eles ficarem mais à vontade, porque começaram a me perguntar um monte de coisas, tipo o que eu fazia, o que estudava, essas coisas, e eles contavam umas histórias do trabalho bem engraçadas, ficamos assim umas hora conversando. Deitei no balcão pra me espreguiçar S- já tô toda dura de ficar sentada - levantei um pouco as pernas enquanto arqueava as costas, minha saia subiu um pouco mostrando a perna inteira e parte da bunda, ou melhor, a bunda toda. Continua...


Depois daquele momento tão quente, fui tomar um banho porque tinha que ir pra escola. Abri meu armário e vi que agora só tinha roupa que eu considerava sexy ou provocante. Peguei uma fio-dental e já coloquei, escolhi um sutiã que combinava, uma minissaia no meio da coxa, uma blusa branca decotada, uma jaquetinha de couro e um tênis branco. Desci pra sala, peguei as chaves do carro e fui embora. Quando entrei, não pegou de primeira, mas depois de algumas tentativas consegui ligar o carro. Cheguei na escola um pouco atrasada, a aula já tinha começado.Eu: — Bom dia, professor, posso entrar?
O professor me olhou dos pés à cabeça, deu uma olhada no relógio e disse:
Professor: — Senhorita, a senhora chegou quase meia hora atrasada.
Eu: — Ah, professor, por favor, é que o trânsito estava um horror.
O professor balançou a cabeça e falou:
Professor: — Pode entrar, então. Arranje um lugar.
Eu: — Valeu!
Procurei um lugar com os olhos, mas a maioria estava ocupado. Só tinha vaga na frente, perto da parede. Atravessei a sala rápido, tentando não chamar atenção pra não atrapalhar mais, e me sentei. As aulas terminaram sem muito estresse, mas os meus colegas não paravam de olhar minhas pernas. Até reparei várias vezes o professor me encarando quando eu cruzava as pernas, tentando ver além do que dava pra ver à primeira vista.
Saí da faculdade e fui pro estacionamento, tive problema com o carro de novo na hora de ligar, então pensei em contar pro meu pai quando chegasse em casa. Quando ligou, fui correndo pra casa, mas depois de alguns minutos dirigindo, quando cheguei num semáforo, o carro apagou. Tentei ligar uma, duas, três vezes e nada!! Abri o capô na esperança de ver algo estranho e foi o que aconteceu… não fazia ideia do que tava vendo, só vi um monte de ferros e mangueiras e uma parada que com certeza era o motor. Então liguei pro meu pai, ele entende dessas coisas porque tem uma loja de peças. Eu - Oi, pai
Pai - Oi, filha, o que houve?
Eu - Pai, meu carro apagou
Pai - Onde?
Mandei minha localização e ele disse que chegava em meia hora. Um cara de uma sorveteria se aproximou e perguntou se eu precisava de ajuda, falei que o carro não ligava e perguntei se ele manjava de mecânica.
Cara da sorveteria - Nossa, moça, verdade, não entendo nada disso, mas se quiser, posso ajudar a empurrar pra não bloquear a rua e evitar que te multem.
Eu - Sim, por favor, muito obrigada
O cara falou pra eu guiar e ele empurrava, então entrei no carro e ele empurrou, mas não conseguimos colocar na calçada, era pesado demais pro cara, que era bem magro.
Cara da sorveteria - Precisamos empurrar com mais gente
Eu - Deixa eu descer pra ajudar
Cara da sorveteria - Ah, moça, acho que não vamos dar conta, vamos esperar alguém parar pra ajudar
Esperamos uns minutos e ninguém parava, e não tinha ninguém passando a pé.
Cara da sorveteria - Puta merda, ninguém para, que filhos da puta
Eu - Hmm, vou ver se consigo parar um carro pra ajudar
Comecei a fazer sinais pros carros, mas ninguém parava.
Cara da sorveteria - Porra, uns cuzões. Agora a gente vê como faz, moça, mas vamos colocar na calçada
Eu - Já sei como fazer, olha, vamos pra trás e empurramos, ok?
Cara da sorveteria - Mas não vamos conseguir, e alguém tem que dirigir
Eu - Vem, confia em mim
Andamos até a parte de trás do carro, levantei um pouco a saia, deixando minha bunda de fora, e me inclinei mais ainda pra saia subir mais. Levantou mais. Eu sentia o ar batendo na minha bunda pequena, sabia que quem passasse ia ter uma vista e tanto, kkkk. Eu — "Pronto?" — me posicionei pra empurrar e ele fez o mesmo. Eu — "Vai ver como, se alguém parar pra ajudar a gente" — piscando o olho, levantei a raba mais e, devagar, senti minhas nádegas aparecendo cada vez mais por baixo da minha minissaia. c.h. — "Nossa, moça..." — o garoto empurrava, mas tentando olhar minha bunda também, kkkk. Não passou nem um minuto de eu estar apoiada no parachoque do carro com a raba empinada, fingindo empurrar, quando um carro estacionou atrás e dois caras desceram pra ajudar. Eu — "Viu, o que eu te falei?" — piscando o olho. c.h. — "Ué, assim qualquer um para." Os caras ajudaram a gente a empurrar e colocamos o carro na calçada. Agradeci com carinho e eles seguiram o caminho deles. c.h. — "E agora, o que a senhorita vai fazer?" Eu — "Esperar meu pai pra ver se ele consegue consertar." c.h. — "Ah, tá bom. Tomara que não demore, que tá muito calor." Ele voltou pra sorveteria dele e eu entrei no carro pra me proteger do sol. Pouco tempo depois, ele voltou com um sorvete de morango. c.h. — "Toma, moça, pro calor." Eu — "Ai, obrigada!! Quanto é?" c.h. — "Não é nada, é cortesia da casa por ser tão gostosa." Eu — "Ah, ok, obrigada." Ao pegar, derramou um pouco na minha coxa e, como eu tava com o joelho um pouco levantado, começou a escorrer pra minha buceta. Por instinto, soltei um breve "ai!" enquanto puxava minha saia com a outra mão pra não sujar.
Ei—rápido, segura meu sorvete pra mim, por favor!—falei enquanto com uma mão segurava o sorvete e com a outra continuava puxando a saia cada vez mais porque o sorvete derretido continuava escorrendo. Ele pegou o sorvete na hora em que ia tocar minha calcinha, rapidamente com o dedo comecei a recolher o sorvete pra evitar que sujasse minha tanga, chupei meu dedo pra limpar o sorvete que ia juntando, além disso a saliva ajudaria a não ficar toda grudenta. Eu—Ufa, bem na hora!—falei enquanto continuava levantando minha saia até o ponto em que dava pra ver completamente minha tanga de renda, virei pra olhar o sorveteiro que estava de boca aberta me vendo esfregar minha virilha com o dedo e depois chupar ele uma e outra vez. Me cobri rapidamente e arrumei minha saia. Peguei o sorvete de novo e vi que já estava derretendo, então passei a língua rápido pra evitar que derramasse de novo, obviamente fiz isso de forma provocativa simulando que era um pau kkkk pra continuar deixando ele excitado. Eu—Valeu!! O sorveteiro, vermelho de vergonha, só sorriu e balançou a cabeça. Antes de ir embora, o garoto pediu meu número pra ver se um dia a gente saía, verdade seja dita, ele não era bonito, mas me deu muita ternura e era muito fofo, então eu dei, além disso ele era mais novo que eu, tem 18 e eu 20, e pelo que parece é virgem, então eu me propus a descarregar ele kkkk, por isso ia passar meu número. Poucos minutos depois meu pai chegou no carro dele, desci do meu pra recebê-lo. Eu—Oi, papai. P—Oi, filha, o que aconteceu? Eu—Bom, não sei, pai, só não quis ligar de repente. P—Bom, agora eu cuido disso, leva meu carro, vai pra oficina porque deixei os rapazes sozinhos, você sabe que se não tem alguém lá eles não fazem nada. Eu—Mas tenho coisas pra fazer daqui a pouco. P—É só ir e esperar sua mãe chegar, dar o carro pra ela e depois você vai. Eu—Como assim deixar com ela? Eu preciso dele. P—Não vou deixar sua mãe a pé, ela precisa mais. Se não gostou, deixa aqui. Eu—Ah, tá bom. Entrei no carro e me despedi dele. Dirigi até a oficina mecânica. Quando cheguei, vi que os caras estavam enrolando, mas quando viram o carro, levantaram na hora e fingiram que estavam trabalhando. São três caras que trampam lá: Beto, que era tipo o funcionário de confiança, o Juan e o Miguel. Desci do carro e entrei. Rápido me perguntaram se meu pai não tinha vindo comigo. Falei que não, mas que minha mãe já ia chegar. Fui direto pro fundo, pra sala do meu pai, mas quando tentei abrir a porta, percebi que tava trancada. Aí voltei pro balcão onde os caras estavam.S- Ei, galera, alguém sabe por que não consigo abrir a sala do meu pai?
Do depósito saiu o Beto.
B- Ah, é que seu pai sempre tranca a sala quando não tá.
S- Ah... ok... é que eu queria esperar ele lá.
Juan levantou do banco enquanto falava:
J- Bom, se quiser, pode esperar aqui.
S- Ah, muito obrigada. Sentei no banco, era um banco alto, perfeito pra se apoiar no balcão. Juan era o cara que tinha me visto de fio dental lá em casa. Juan e Beto entraram no depósito. Passaram uns minutos de silêncio, não chegava ninguém porque era horário de almoço. Eu olhava tudo ao redor, tentando achar algo pra me entreter. Miguel me perguntou:
M- Moça, posso deixar o balcão com a senhora enquanto vou comer? Até porque acho que não vem ninguém nesse horário.
S- Ok, mas se aparecer alguém, te chamo, beleza?
M- Sim, moça.
Miguel também entrou no depósito. Do balcão dava pra ver o que eles faziam. Vou explicar como é o lugar: quando você entra, tem a área do balcão, com um monte de produtos nas prateleiras e nas paredes, além do balcão de vidro que serve de mostruário. Atrás do balcão tem a entrada pra próxima área, que é o depósito, e no fundo a sala do meu pai e os banheiros. Então, do balcão dava pra ver o que eles faziam, e eles também viam o balcão. Os três colocaram umas cadeiras e sentaram pra comer. Eu tinha que esperar minha mãe, então fiquei mexendo no Instagram. Daí a pouco chegou uma pessoa perguntando por um produto, já nem lembro qual. Que era, mas eu olhei pra dentro e perguntei onde tava aquele produto. M- Tá ali na vitrine, embaixo. Desci do banco pra procurar. D- Onde? Não to vendo. Me abaixei pra olhar melhor. J- Uff... é... tá mais pra baixo. Achei curioso ele responder daquele jeito, foi aí que percebi que minha saia tinha levantado um pouco enquanto eu tava sentada. Meu coração acelerou de tesão, mas rapidinho voltei a me concentrar em achar o produto que pediram. Finalmente vi, tava lá no fundo da vitrine, não alcançava. Tive que me ajoelhar. Sabia que quando me inclinasse mais iam ver minha bunda. Fui devagar, quanto mais me inclinava pra pegar o produto, mais minha saia subia. Peguei o produto e virei rápido pra trás, lá estavam eles, cravando o olhar na minha raba que tava toda exposta debaixo da saia. D- Já peguei. Quando ouviram isso, desviaram o olhar pra disfarçar. Me levantei e, enquanto subia, mostrei o produto pro cliente, ajeitando minha saia, puxando ela pra baixo porque tinha subido muito hahaha e falei o preço, mas ele achou meio caro. S- Sabe se a gente tem algum mais barato igual esse ou se dá pra fazer um desconto? B- Não, mais barato que esse não tem, e acho que não dá pra vender mais barato porque é de uma marca alemã. S- É que ele não quer pagar, diz que tá caro. B- Se quiser, eu falo com ele. S- Hmm não... -pensei por uns segundos- Já sei o que vou fazer!! Abaixei as alças da minha blusa e tirei o sutiã, guardei na bolsa pra deixar os bicos aparecendo na blusa. S- Pronto, me falaram que a gente não tem produtos mais baratos por causa da qualidade que nossos clientes merecem. C- Hmm... é que tá salgadinho. S- Olha, deixa eu te mostrar. - Abri a caixinha e me inclinei no balcão, garantindo de apertar meus peitos pra eles pularem mais no decote e quase escaparem da blusa, coloquei o produto bem na minha frente. peito. S- ó, dá uma olhada, é qualidade alemã, chega mais pra tu ver!! O cara se inclinou meio tímido quando me viu assim C- é bonito mesmo, não dá pra fazer mais barato? Fiz carinha de boazinha e falei: S- é que se eu fizer mais barato, vão me dar bronca - fiz carinha triste, peguei na mão dele e falei baixinho: já não vendi nada o dia inteiro O cliente ficou vermelho: C- ok, vou levar S- sério? !Yeaaaaah! - Levantei as mãos e dei uns pulinhos dançando pra meus peitos balançarem na frente dele. Sob o olhar atônito do cliente, fui cobrar, agradeci segurando a mão dele e ele foi embora com um sorriso. Depois de uns minutos, os caras saíram B- o que rolou? S- consegui vender B- sério? o que você disse pra ele? S- nada, tenho meus métodos, já terminaram de comer? B- já, se quiser a gente cuida daqui se chegar alguém S- ok - desci do banco J- não, senhorita, senta aí que eu fico em pé S- senta vocês, eu fico aqui em cima, olha Sentei na bancada do balcão de costas pra rua S- e não me chama de senhorita, me chama de Soff J- como assim? você é a filha do chefe S- ah, então como filha do chefe, te peço pra me chamar de Soff J- ok, senhorita Soff Parece que isso fez eles ficarem mais à vontade, porque começaram a me perguntar um monte de coisas, tipo o que eu fazia, o que estudava, essas coisas, e eles contavam umas histórias do trabalho bem engraçadas, ficamos assim umas hora conversando. Deitei no balcão pra me espreguiçar S- já tô toda dura de ficar sentada - levantei um pouco as pernas enquanto arqueava as costas, minha saia subiu um pouco mostrando a perna inteira e parte da bunda, ou melhor, a bunda toda. Continua...
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