Éramos vários no bairro, a maioria moleques entre 16 e 18 anos, vivendo a adolescência na base de punheta, fantasia e cerveja. Como éramos menores de idade, alguns não conseguiam comprar bebida em qualquer boteco, foi assim que descobrimos a joia escondida do bairro: um quiosque de lata, daqueles pequenos que costumavam encher as calçadas da cidade, hoje em dia já tão quase extintos. A dona era dona Maria, uma mulher do norte, solteira, com uma filha, Sol. Dona Maria não tinha problema em vender pra menor de idade: cigarro, breja, o que fosse, contanto que entrasse grana. Ela alugava o quiosque de um senhor mais velho que já tinha se aposentado do ramo, mas ficou com o ponto disponível, e dona Maria assumiu. Sendo solteira e com uma filha, tinha que ralar.
Sexta à tarde, com o sol torrando, juntamos grana entre os moleques tudo pra comprar um fardo de breja. Dona Maria, esperta como sempre, atendia pela porta lateral e pedia pra você levar uma mochila ou sacola preta pra despachar as cervejas, assim os vizinhos não enchiam o saco e mandavam fechar o quiosque, já que, como falei, era o jeito dela fazer uma grana.
Tava todo mundo bebendo de boa na esquina, falando merda, como todo adolescente, quando vimos ela passar. Morena, magrinha, peito bonito, cabelo liso, caminhava tranquila, nem ligou que a gente tava ali. A maioria das pessoas desviava de passar por uma situação dessas, mas ela não tava nem aí. Ficamos olhando pra ela, com todo o tesão da idade, comentando entre nós o quanto ela era gostosa, o que a gente queria fazer com ela e outras fantasias leitosas da idade. De repente, ela bate na porta do quiosque e dona Maria abre: "Oi, filha, como cê tá? Comeu? Tudo bem em casa?" Ninguém sabia que dona Maria tinha uma filha, e foi nessa hora que a ficha caiu. Me fiz de besta e procurei no bolso uma grana pra comprar cigarro. Dava pra uns avulsos. Fui na direção do quiosque e bati na janela: "Boa tarde! Me vende uns cigarro avulso?" Dona Maria pegou uns vermelhos e me entregou. Dio, na mesma hora eu cheguei e perguntei se ela tinha contratado alguém novo pro quiosque. Ela disse: "Não, tá difícil a situação. Ela é minha filha, Soledad." Ah, não sabia que ela tinha uma filha. "Oi, Sol! Eu sou o Luciano, prazer em te conhecer..." Ela me cumprimentou tímida, feito uma boa menina de casa. Ela me disse que estuda na escola do bairro aqui. "Que estranho", retruquei, "nunca te vi." "Bom, a gente vai se trombar com certeza. Até mais, dona Maria, valeu." Fui andando contar pros manos o que tinha rolado, e todo mundo já tava no modo urubu, mas o primeiro contato seria meu.
22:00 horas na frente da escola, escola noturna. Que lindo que é o noturno, várias oportunidades rolam ali. Tava fumando um cigarro quando vi a Sol passar. "Ei, Sol! Como cê tá? Tudo bem?" Ela se aproximou devagar de onde eu tava, meio desconfiada. "Oi! Como cê tá? Luciano, né?" "Sim, aqui de boa, curtindo a noite." A gente conversou um monte de besteira, ela me contou da vida dela, da mãe, do pai que batia nelas e por isso tinham fugido pra cá. Chamei ela pra ir na praça tomar uma cerveja, então fomos pra lá. Passei no quiosque da dona Maria, comprei duas cervejas enquanto a Sol me esperava na esquina. A mãe dela já tinha falado sobre a gente, não queria que ela se juntasse porque, segundo ela, a gente era má influência. "Como uns caras vão ficar fumando e bebendo numa esquina todo fim de semana? Que tipo de vida é essa?"
Chegamos na praça, abri a primeira e dei um gole bem grande, bem gelada, deliciosa. Passei pra Sol, ela bebeu igual, saboreando com gosto. Não era tão filhinha da mamãe, afinal. Era mais ou menos 23:30, então acompanhei a Sol até a casa dela, já com as duas cervejas vazias. No caminho, me veio a ideia de beijar ela na boca. Foda-se, se ela dissesse não, eu não perdia nada. Passamos por uma casa em construção, então peguei ela pelo braço, puxei pra perto de mim e dei um beijo, assim, esperando um tapa ou que ela entrasse na brincadeira. Sol se surpreendeu, mas não me afastou. , me abraçou forte e entrou na brincadeira. Eu me afastei dela e ela disse: "Para, vamos lá dentro da construção, não quero que ninguém nos veja, ainda mais depois do que minha mãe me falou." A gente foi bem pro fundo, se abraçou e se beijou muito. Eu já tava durasso, passei minhas mãos pros peitos dela e ela deixou eu acariciar. Levantei a camiseta e o sutiã dela pra chupar as tetas, ela tava adorando, parecia que já tinha experiência. A mão dela foi direto no meu pau, que já tava escorrendo pré-gozo de tanta tesão. Ela tirou ele da calça jeans e começou a me punhetar devagar, uma delícia. Vendo que ela atacou primeiro, desabotoei a calça dela e meti a mão na boceta. Enfiei um dedo, tava molhadinha. Ela tomou a iniciativa e se agachou, foi direto no meu pau e começou a chupar. Que gostoso que ela fazia! Eu olhava pra fora pra ver se ninguém tava vendo enquanto curtia aquela chupada. Sol começou a chupar mais forte, avisei que ia gozar, ela não ligou. Enchi a boca dela de porra, ela engoliu tudo, sem reclamar. Depois desse momento de tesão, Sol olhou o relógio e já era meia-noite, ela já tinha que estar em casa. Ajeitou a roupa e falou pra eu ficar ali, pra ninguém me ver saindo. Se despediu e disse que a gente ia se ver. Sexta-feira, linda sexta de cerveja na esquina com os manos. Nesse dia eu saía às 22h do noturno, então a noite era livre pra beber. Juntamos uma grana e fomos direto na banca da Dona Maria. "Como vai, senhora? Vende um fardo pra gente?" Ela, como sempre, disposta a ganhar dinheiro, não criou problema. Aproveitou e perguntou pela filha, se eu tinha visto ela no noturno. Falei que não, não tinha cruzado com ela. Se ela soubesse da gozada que a filha tomou outro dia! Ela disse que a filha só saía meia-noite, e que se eu visse ela, pra acompanhar até em casa, pra não acontecer nada. "Fica tranquila, Dona Maria, a senhora sabe que a gente cuida da esquina a noite toda." Ela riu: "Vocês não cuidam de nada... esquina, tão tomando na esquina kkkk, sim senhora, bêbados mas responsáveis. Pegamos o caixote e sentamos, noite de inverno meio fria, mas esquina é esquina, me acomodei perto da curva pra ver se a Sol vinha andando. Uma, duas brejas e ela aparece na outra esquina, me faz sinal pra ir, então arrumo a desculpa de ir mijar na casa em construção, entro rápido, lá tava a Sol me esperando, nos beijamos loucamente, começamos com a mão pesada intensa procurando nossos corpos e saciar o tesão mútuo que a gente tinha. Ela se abaixou e começou a chupar minha pica, tava com um tesão do caralho, eu decidi dar o próximo passo, levantei ela, coloquei de costas pra mim e massageava os peitos dela enquanto encostava a pica bem dura e babada na bunda dela, ela jogou pra trás dando bundadas e eu entendi o recado, baixei a calça de ginástica dela e ela com a mão procurou minha pica, apontei pro buraco da bunda dela e eu fazia pressão, devagar foi entrando a cabeça mas faltava mais lubrificação, tirei e passei na buceta dela que tava quente e lubrificando, molhei minha pica nos sucos dela e devagar meti de novo no cu dela, já lubrificada tava melhor, assim em pé, massageando os peitos dela, os bicos bem duros, metia e tirava do cu da Sol que gemia que nem uma puta e pedia mais fundo, mete tudo, deve ter sido uns 10 minutos de bombada no cu dela até eu gozar, jorros deliciosos de minha porra encheram o cu da Sol, tirei a pica e escorria porra pelo cu dela, ela se limpou com uns lenços descartáveis que tinha e jogou no chão, a gente se despediu rápido, ela tinha que ir pra casa, a mãe dela tava esperando... eu voltei pra esquina onde meus amigos falaram que viram tudo que aconteceu, aquele dia mudaria tudo.
Sexta à tarde, com o sol torrando, juntamos grana entre os moleques tudo pra comprar um fardo de breja. Dona Maria, esperta como sempre, atendia pela porta lateral e pedia pra você levar uma mochila ou sacola preta pra despachar as cervejas, assim os vizinhos não enchiam o saco e mandavam fechar o quiosque, já que, como falei, era o jeito dela fazer uma grana.
Tava todo mundo bebendo de boa na esquina, falando merda, como todo adolescente, quando vimos ela passar. Morena, magrinha, peito bonito, cabelo liso, caminhava tranquila, nem ligou que a gente tava ali. A maioria das pessoas desviava de passar por uma situação dessas, mas ela não tava nem aí. Ficamos olhando pra ela, com todo o tesão da idade, comentando entre nós o quanto ela era gostosa, o que a gente queria fazer com ela e outras fantasias leitosas da idade. De repente, ela bate na porta do quiosque e dona Maria abre: "Oi, filha, como cê tá? Comeu? Tudo bem em casa?" Ninguém sabia que dona Maria tinha uma filha, e foi nessa hora que a ficha caiu. Me fiz de besta e procurei no bolso uma grana pra comprar cigarro. Dava pra uns avulsos. Fui na direção do quiosque e bati na janela: "Boa tarde! Me vende uns cigarro avulso?" Dona Maria pegou uns vermelhos e me entregou. Dio, na mesma hora eu cheguei e perguntei se ela tinha contratado alguém novo pro quiosque. Ela disse: "Não, tá difícil a situação. Ela é minha filha, Soledad." Ah, não sabia que ela tinha uma filha. "Oi, Sol! Eu sou o Luciano, prazer em te conhecer..." Ela me cumprimentou tímida, feito uma boa menina de casa. Ela me disse que estuda na escola do bairro aqui. "Que estranho", retruquei, "nunca te vi." "Bom, a gente vai se trombar com certeza. Até mais, dona Maria, valeu." Fui andando contar pros manos o que tinha rolado, e todo mundo já tava no modo urubu, mas o primeiro contato seria meu.
22:00 horas na frente da escola, escola noturna. Que lindo que é o noturno, várias oportunidades rolam ali. Tava fumando um cigarro quando vi a Sol passar. "Ei, Sol! Como cê tá? Tudo bem?" Ela se aproximou devagar de onde eu tava, meio desconfiada. "Oi! Como cê tá? Luciano, né?" "Sim, aqui de boa, curtindo a noite." A gente conversou um monte de besteira, ela me contou da vida dela, da mãe, do pai que batia nelas e por isso tinham fugido pra cá. Chamei ela pra ir na praça tomar uma cerveja, então fomos pra lá. Passei no quiosque da dona Maria, comprei duas cervejas enquanto a Sol me esperava na esquina. A mãe dela já tinha falado sobre a gente, não queria que ela se juntasse porque, segundo ela, a gente era má influência. "Como uns caras vão ficar fumando e bebendo numa esquina todo fim de semana? Que tipo de vida é essa?"
Chegamos na praça, abri a primeira e dei um gole bem grande, bem gelada, deliciosa. Passei pra Sol, ela bebeu igual, saboreando com gosto. Não era tão filhinha da mamãe, afinal. Era mais ou menos 23:30, então acompanhei a Sol até a casa dela, já com as duas cervejas vazias. No caminho, me veio a ideia de beijar ela na boca. Foda-se, se ela dissesse não, eu não perdia nada. Passamos por uma casa em construção, então peguei ela pelo braço, puxei pra perto de mim e dei um beijo, assim, esperando um tapa ou que ela entrasse na brincadeira. Sol se surpreendeu, mas não me afastou. , me abraçou forte e entrou na brincadeira. Eu me afastei dela e ela disse: "Para, vamos lá dentro da construção, não quero que ninguém nos veja, ainda mais depois do que minha mãe me falou." A gente foi bem pro fundo, se abraçou e se beijou muito. Eu já tava durasso, passei minhas mãos pros peitos dela e ela deixou eu acariciar. Levantei a camiseta e o sutiã dela pra chupar as tetas, ela tava adorando, parecia que já tinha experiência. A mão dela foi direto no meu pau, que já tava escorrendo pré-gozo de tanta tesão. Ela tirou ele da calça jeans e começou a me punhetar devagar, uma delícia. Vendo que ela atacou primeiro, desabotoei a calça dela e meti a mão na boceta. Enfiei um dedo, tava molhadinha. Ela tomou a iniciativa e se agachou, foi direto no meu pau e começou a chupar. Que gostoso que ela fazia! Eu olhava pra fora pra ver se ninguém tava vendo enquanto curtia aquela chupada. Sol começou a chupar mais forte, avisei que ia gozar, ela não ligou. Enchi a boca dela de porra, ela engoliu tudo, sem reclamar. Depois desse momento de tesão, Sol olhou o relógio e já era meia-noite, ela já tinha que estar em casa. Ajeitou a roupa e falou pra eu ficar ali, pra ninguém me ver saindo. Se despediu e disse que a gente ia se ver. Sexta-feira, linda sexta de cerveja na esquina com os manos. Nesse dia eu saía às 22h do noturno, então a noite era livre pra beber. Juntamos uma grana e fomos direto na banca da Dona Maria. "Como vai, senhora? Vende um fardo pra gente?" Ela, como sempre, disposta a ganhar dinheiro, não criou problema. Aproveitou e perguntou pela filha, se eu tinha visto ela no noturno. Falei que não, não tinha cruzado com ela. Se ela soubesse da gozada que a filha tomou outro dia! Ela disse que a filha só saía meia-noite, e que se eu visse ela, pra acompanhar até em casa, pra não acontecer nada. "Fica tranquila, Dona Maria, a senhora sabe que a gente cuida da esquina a noite toda." Ela riu: "Vocês não cuidam de nada... esquina, tão tomando na esquina kkkk, sim senhora, bêbados mas responsáveis. Pegamos o caixote e sentamos, noite de inverno meio fria, mas esquina é esquina, me acomodei perto da curva pra ver se a Sol vinha andando. Uma, duas brejas e ela aparece na outra esquina, me faz sinal pra ir, então arrumo a desculpa de ir mijar na casa em construção, entro rápido, lá tava a Sol me esperando, nos beijamos loucamente, começamos com a mão pesada intensa procurando nossos corpos e saciar o tesão mútuo que a gente tinha. Ela se abaixou e começou a chupar minha pica, tava com um tesão do caralho, eu decidi dar o próximo passo, levantei ela, coloquei de costas pra mim e massageava os peitos dela enquanto encostava a pica bem dura e babada na bunda dela, ela jogou pra trás dando bundadas e eu entendi o recado, baixei a calça de ginástica dela e ela com a mão procurou minha pica, apontei pro buraco da bunda dela e eu fazia pressão, devagar foi entrando a cabeça mas faltava mais lubrificação, tirei e passei na buceta dela que tava quente e lubrificando, molhei minha pica nos sucos dela e devagar meti de novo no cu dela, já lubrificada tava melhor, assim em pé, massageando os peitos dela, os bicos bem duros, metia e tirava do cu da Sol que gemia que nem uma puta e pedia mais fundo, mete tudo, deve ter sido uns 10 minutos de bombada no cu dela até eu gozar, jorros deliciosos de minha porra encheram o cu da Sol, tirei a pica e escorria porra pelo cu dela, ela se limpou com uns lenços descartáveis que tinha e jogou no chão, a gente se despediu rápido, ela tinha que ir pra casa, a mãe dela tava esperando... eu voltei pra esquina onde meus amigos falaram que viram tudo que aconteceu, aquele dia mudaria tudo.
3 comentários - Vadia gostosa do bairro