Mi novia y mi amigo policía: escuchar el fuego 02

Olá!


No relato anterior, esqueci de esclarecer uma coisa que é óbvia pelo título, mas vamos lá: meu amigo tava se preparando pra prova de entrada na carreira de polícia, que exige passar numa parte teórica escrita e outra física de exigência moderada, nada fácil se você não tiver uma preparação prévia. Resolvido esse detalhe, seguimos…


Jere tinha ido tomar banho porque o calor estava insuportável e ele tinha gozado tudo no colchão. Anto dormia tranquilamente, com aquele sono pesado que é marca registrada dela, toda encolhidinha na beirada do lado dela da cama. Tinha espaço de sobra pro Jere, mesmo ele sendo bem maior que a gente. Me acomodei, peguei o lençol que tinha caído e cobri a gente, principalmente porque me dava vergonha que o Jere visse a Anto pelada, já que ela tinha dormido sem colocar o conjunto de renda de novo. Então virei de lado e abracei ela de conchinha, e já tava quase dormindo quando senti o Jere se deitar, tentando ocupar o menor espaço possível na cama.


F- Fica à vontade, amigão, já se refrescou?


J- Fua sim, aqui pelo menos corre um ventinho a mais, haha.


F- hahaha sim, um pouco.


J- Filho da puta, como você deu uma surra na sua namorada, não coube uma, kkk


F- Lpm, cê ouviu, foi mal, parceiro.


J- Não tem problema, se eu tivesse namorada também comeria ela todo dia, mas sou muito filho da puta, não duram nada comigo.


F- haha, sempre foi um pé no saco, parceiro


J- haha é, tô de zoeira, não vou mais encher teu saco, até amanhã — falou enquanto se virava pra sair da cama — Desculpa se te der um chute, é que me mexo pra caralho dormindo — completou


F- haha, desde que não me foder tá tudo bem.


J- Kkkkk também pode rolar, morde o travesseiro, sei lá, faz qualquer coisa.


Acabei pegando no sono pesado depois de um tempo, mas fui acordado pela Anto. Ela começou a se mexer, inquieta, a murmurar umas coisas sem sentido até que acordou. Eu, que tava abraçando ela, não reagi, continuei de olhos fechados.


— Amor, não aguento mais esse calor, sai um pouquinho pra lá — disse ela tirando meu braço que a abraçava. — Amor, puta merda, me dá mais espaço. — Eu virei de barriga pra cima, ainda fingindo que tava dormindo. — Nossa, amor, acordou? Vou tomar um banho. — Não reagi, mas pelo canto do olho vi ela pegar uma camiseta velha no criado-mudo pra vestir, lembrando que tava pelada.


Anto foi pro banheiro, e minha cabeça começou a tramar de novo: Jere indo pro banheiro e comendo ela, Jere esperando ela fora do banheiro com o pau duro, Jere chamando ela pra um hotel amanhã inventando alguma desculpa pra mim… Me virei pro lado que a Anto chupava, de bruços porque tava com uma barraca de tesão que tinha me dado.


J- Mano, beleza, tá acordado? - sussurrou Jere, me surpreendi que ele tivesse acordado e me deixou ainda mais excitado - Mano, ei, vou descer? - ele se virou pro meu lado - Cara de pica, se mexe um pouco pra cá que não tem espaço pra sua mina - Ele tocou minhas costas duas vezes, de leve


Ouvi minha namorada saindo do banheiro e pegando uma água fresca. Quando ouviu, Jere voltou pro lugar dele.


A- Facu, cê tá no meu lugar, sai pra lá - Disse minha namorada e me puxou pelo ombro, eu não reagi - Facundo, pelo amor de Deus, já foi - sussurrou ela ajoelhada na cama.


Anto se deitou de barriga pra cima, suspirou duas ou três vezes. Jere tinha optado por fingir que tava dormindo, já que não falou nada, eu pensei que ele ia se mandar sozinho pro colchão, mas não. Dava pra ver pouco, porque Anto tinha deixado a porta do banheiro entreaberta e entrava claridade. Eu virei pro lado de dentro, tava morrendo de curiosidade. Vi Anto de barriga pra cima, e Jere também, ele com a cabeça virada pra fora e ela olhando pra ele. Parecia besta com o abdômen dele, o caminho dos poucos pelos do corpo dele iam descendo pro púbis e pro volume que aparecia. Pelo visto, Jere tinha dormido com uma mão bem perto do volume, na coxa esquerda dele, uma mão grande e forte, com uma veia grossa atravessada.


Anto virou pro lado dela e colocou uma perna em cima da protuberância e da mão do Jere. Não teve reação imediata, ela suspirou e eu quase gozei na hora. A perna da Anto começou a se mexer de leve, quase imperceptível, e depois voltou pra posição original. Anto tirou a regata e virou pro meu lado. Eu tinha virado pro lado dela uns minutos antes, empinando minha bunda pra fora pra disfarçar ao máximo minha ereção. Jere continuava de barriga pra cima, com a cabeça virada pra fora, mas no lugar da protuberância tinha outra coisa: a pica enorme do Jere aparecia por um lado da cueca, quase toda a cabeça pra fora, brilhando de tão molhada que tava. A mão esquerda do Jere fez o elástico da cueca estalar pra cima, enquanto ele virava a cabeça devagar pra cima. Naquele momento, Anto deu uma olhada na cueca e depois, assustada, pra mim, que fingia estar dormindo. Ela não se mexeu mais.


Passaram-se dois ou três minutos bem longos, eu ouvia o Jere se mexendo, mas não conseguia ver direito até perceber que ele virou pro lado da Anto. Passam alguns segundos e ela se mexe, empinando a raba na direção dele, como quem se oferece. Por um minuto, nada. Ela se mexe de novo, e eu ouço uns estalos, ele parecia estar brincando... batendo o pau em alguma coisa... Na própria barriga dele? Na bunda da minha mina? Na própria mão?


Então, ele começa a passar devagar a mão direita por baixo do travesseiro que a Anto usava. Apertou ela contra o peito e com a outra mão levantava a perna dela.


J- Você vai ter o que tá procurando desde que me viu, sua puta - sussurrou no ouvido dela - Eu vou fazer você gozar do jeito certo, vou dar uma força pro meu amigo…


A- Ai, espera aí que o Facu tá aqui, vamos pro banheiro ou pro chão- Jere tapou a boca dela


J- Vamos pro banheiro depois, ou amanhã se você me obedecer - eu dizia enquanto chupava o pescoço dela e ela se contorcia - olha como você fica e nem meti ainda…


A- Espera, se você tiver muito grande, vai me machucar - Ela fez aquela voz de menininha putinha que me deixa louco


J- Qual é, não tá acostumada com a pica de um macho? - Ela se ajeitou e começou lentamente a se enfiar.


A- Ai, é muito grossa, não seja filho da puta.


J- Isso é só a cabeça, olha como você tá molhada, mesmo assim aperta bastante.


A- É que é muito grande, vai me deixar toda arrebentada


J- Qual é, cê não aguenta o pau do meu amigo, hein? - Enquanto perguntava, enfiou até o fundo e ela deu um grito, enquanto ele tapava a boca dela rápido - Shhh, cê não vê que meu amigo tá dormindo? Se acordar, cê fica sem o prêmio, aproveita que não come uma buceta dessa todo dia…


A- Rápido eu gosto, cê goza rápido se fizer rápido?


J- Você não sabe o que te espera - Começou a meter forte, mas tomando cuidado pra não fazer muito barulho, foram uns 5 minutos no relógio bombando forte até ela começar a tremer que nem uma condenada e ele apertava a boca dela com força - Olha que eu tô carente de putaria, bati uma punheta hoje cedo enquanto o precoce da sua namorada tentava te dar uma piroca.


A- Ai, fazia tempo que eu não gozava assim, filho da puta.


J- Levanta com cuidado e vai pro colchão, me espera de quatro, daqui a pouco vou eu, só pra garantir que o Facu não acorde - Ela obedeceu, e com todo cuidado foi pro colchão. Ele ficou na cama, me olhando, cada vez mais perto, e sussurrou bem baixinho: - Mano, vi teu olho meio aberto. Escuta como tem que meter nessa puta, vou meter forte porque ela já tá me obedecendo, olha ela de quatro. Amanhã não seja otário e a gente come os dois - Fiquei surpreso, devo ter ficado pálido, mesmo assim continuei fingindo que tava dormindo.


A- Que foi, sete baixo? - Ela disse, arqueada de quatro, mostrando a bunda e rebolando de forma provocante.


J- Agora você vai ter que chupar ela antes de meter, sua vadia- E sentou na frente dela, que se desesperou pra chupar, já nenhum dos dois se importava com os barulhos e era um concerto de sons que logo me fizeram gozar, eu que tinha começado a me tocar assim que eles saíram da cama.


Depois de alguns minutos, ele começou a meter nela de quatro. Minha visão estava embaçada por causa da pouca luz e eu só via eles de costas, mas ouvia cada gemido e o bater progressivo dos corpos, cada vez mais rápido e barulhento.


A- Não faz barulho que o Facu tá aí - Com essa voz de puta, me deixou duro de novo


Jere continuou por vários minutos até tirar e encher as costas dela de porra, ouvi os leves estalos e a respiração ofegante dele.


A- Boludo é um banco de porra, sempre termina assim?


J—Shh, óbvio. E não gosto de desperdiçar, você engole tudo na próxima, ok? Vai tomar um banho.


Ela obedeceu sem reclamar, e em segundos foi ele. Eu fiquei na cama, digerindo o que tinha acontecido, com o pau mole e até com vontade de chorar. Depois de alguns minutos, comecei a ouvir a Anto engasgar de novo, como nunca conseguia fazer com o meu pau que ela engolia inteiro e em poucos minutos pra eu não gozar. O filho da puta do Jere já tava pronto pra outra rodada, não tinha passado nem meia hora. Jere tinha deixado a porta aberta, de propósito…


Valeu por ler!




Pd, qualquer sugestão é bem-vinda.


5 comentários - Mi novia y mi amigo policía: escuchar el fuego 02

Que groso guacho, me sacaste la leche con este relato, la verdad impecable! Ahi van mis puntos