Olá!
Vou contar pra vocês a primeira história que vivi com a Anto, caso não lembrem meu nome é Facu, essa história aconteceu em 2022, a gente ainda tinha 19 anos e já morava junto. Nessa fase do relacionamento, a gente já tinha decidido abrir o casal (numa outra história conto como chegamos nisso) com algumas condições: ela tinha que me contar tudo e até gravar coisas dos encontros dela, enquanto eu podia sair com outras minas, mas ela decidiu não saber e, se descobrisse por alguém, acabava tudo. E claro, era terminantemente proibido fazer coisas com gente que a gente conhecesse ou fosse do nosso círculo social. Enfim, nessa história vou contar sobre uma das experiências que mais me excitou, só de lembrar já fico de pau duro, foi a vez que a Anto ficou com o Jere, um amigo de infância que era um ano mais velho.
Era pleno fevereiro, um calor infernal daqueles que te sufoca e tira a vontade de tudo. Anto e eu estávamos na correria estudando pra passar numa matéria super difícil, então nossas férias tinham acabado antes. Uma noite, Jere me mandou mensagem falando que naquela semana tinha o teste físico de entrada na polícia e se podia ficar em casa durante o dia. Respondi que sim, super de boa, mesmo sem ver ele há um tempão, a gente mantinha uma amizade à distância bem frequente, trocando saudações e memes. Então combinamos que na terça-feira seguinte a gente almoçaria algo em casa.
Antes de continuar, vou descrever os personagens, que esqueci de fazer no relato anterior. Não vou postar fotos por motivos óbvios, haha. A Anto é uma morena muito gostosa, tem 1,60m, não tem muita bunda, mas uns peitos do caralho. Daqueles que os caras na rua ficam olhando e cutucam o amigo pra apontar, adorava ver isso quando a gente saía por aí. Ela tinha uma boca bem carnuda, com uns lábios que te deixavam louco só de imaginar como ela usava eles. O cabelo dela era preto, bem comprido, sempre liso e perfeito. A personalidade dela era de uma fera, não engolia desaforo e adorava ter sempre a última palavra, com um orgulho enorme que fazia ela achar que sempre tinha razão e que podia fazer tudo melhor que todo mundo. Isso era o que mais me atraía nela.
Fala, Facu. Sou moreno, cabelo castanho, pele morena, tenho 1,70m, magro mas sem ser bombado, olhos castanhos e cabelo preto ondulado na época com um mullet. Não sou tímido, mas também não sou extrovertido, e tenho um ótimo humor, sempre sagaz, mandando uma dupla intenção ou um sarcasmo.
Por último, o Jere sempre foi o gostosão do grupo da cidade. Quando a gente começou a sair pra farra, ele vivia rodeado de minas. Era bonito pra caralho, mas acima de tudo carismático, chegado, com uma confiança que dava inveja. Malhava desde moleque e jogava bola no time da cidade: bíceps trincado, abdômen definido, costas enormes... Fisicamente, era um espetáculo. Loiro, meio ruivo na real, cabelo sempre curto, barba de uns dias bem aparada, olhos azuis claros e uns 1,90m de altura. Verdade que chamava atenção pra onde quer que fosse. Tem mais uma parada, que não é pouca coisa pra história nem foi pra mim, porque desde que ele falou que ia na minha casa, minha cabeça começou a pirar nas possibilidades: eu sabia de primeira mão que o Jere era famoso por ser bem dotado. Quando éramos pivetes, dividimos vestiário no futebol, e ele já se destacava pelo tamanho do bagulho, e diziam que tinha crescido ainda mais.
Vamos continuar com a história. Chegou o dia do almoço e o Jere avisou que não poderia ir porque tinha a prova escrita, mas me contou que tinha lido o e-mail errado e que o teste físico era no dia seguinte. Percebi o pedido de hospedagem disfarçado e falei que, claro, ele podia ficar em casa. Então aquele almoço virou jantar e pijamada. Não vou mentir, imaginar o Jere dormindo no mesmo apê que a minha mina já me deixou de pau duro na hora. Nosso apê era bem pequeno, um quitinete (ou seja, sem divisões além do banheiro), a gente tinha uma cama de casal e um colchão velho de reserva, que seria o do Jere. Mas com o calor insuportável e só um ventilador velho, eu e a Anto costumávamos dormir pelados com as janelas abertas (a gente morava no primeiro andar). As possibilidades eram uma loucura, mesmo eu conhecendo o Jere, que sempre foi muito respeitoso com mulher dos outros, pelo menos até agora.
Quando contei pra Anto, ela ficou puta comigo, falou que eu tinha que ter avisado e que ia pra casa de uma amiga. Aí comprei comida só pra mim e pro Jere. Lá pelas 17h ele chegou em casa, a gente se cumprimentou e perguntei como tinha sido a prova.
J- Sei lá, mano, cê viu que eu sempre fui um lixo na escola, o bom era você, não teria terminado sem sua ajuda e a do gordo. A gente dividiu os últimos 2 anos já que ele tinha repetido.
F- Hahaha, beleza, mas você estudou pra caralho, me falou. Como você se sente pra prova de amanhã?
J- Sim, mas fiquei nervoso, não sei o que vai sair. Pra amanhã tá de boa, a parte de correr eu faço com a pica — Ele disse enquanto coçava as costas, exibindo aquela musculatura branca que tinha e marcando os músculos — Treinei a semana toda e tô bem com isso, com as flexões e tudo, que calor do caralho, te fode se eu ficar pelado?
F- Não, amigo, vai lá. Eu também tiro, não aguenta, e ainda esse ventilador não sopra nada de ar.
J- Preparo um mate, quer? - Disse enquanto se levantava.
F- Fala aí, parceiro, a cozinha é ali, melhor fazer um tererê, o suco tá na geladeira - Eu tava full estudando porque tava cagado de medo da prova, tinha tido um semestre muito fraco naquela matéria e precisava passar de qualquer jeito.
Quando o Jere voltava pra mesa com os mates, a porta se abriu e a Anto entrou com umas paradas que tinha comprado pra ir jantar com a amiga e umas coisas pra casa. Quase se trombaram, porque como eu falei, o apê é minúsculo. Naquele microssegundo, o Jere pediu desculpa, mas não conseguiu tirar os olhos do decote de puta que a minha mina tinha vestido, e ela ficou com uma cara de surpresa e corou, enquanto também pedia desculpa. Eles se cumprimentaram e o Jere sentou pra cebar os mates enquanto eu lia, ou tentava ler depois da febre que me deu de ver aquilo e minha cabeça não parava de imaginar um monte de coisa.
A- O que vocês vão fazer pra comer hoje, rapaziada?
F- Vou fazer uma torta, amor, e vocês?
A- Não sabemos, com certeza a gente pede alguma coisa.
J— Mal, não tá com paciência pra cozinhar muito, hahaha — falou enquanto se levantava pra levar um tereré pra Anto, que tava guardando umas coisas na geladeira e na despensa. Quando voltou, me ofereceu um também e, ao pegar, meus olhos desviaram pro volume que tava marcando. O filho da puta tava usando um short de futebol e, quando andava, a pica balançava pra caralho, parecia que não tava de cueca. Levantei o olhar rápido e ele tava me encarando, piscou um olho e deu uma risadinha. Pra sair daquela situação, com minha cara de pau, falei:
F- Filho da puta tem vida própria isso- Ele ficou vermelho, não sei se desconfortável, mas não esperava meu comentário.
A- Que foi, amor?
F- A banana que você comprou kkk viu que porra é essa
A- Ah hahaha, que tarado você é, é normal que eu...
J— Se o Facu é normal
F- E ainda por cima tá toda dobrada, cê é gulosa, amor
A- Que imbecil, kkkk sempre com a cabeça podre, tu também, igual as que se dobram... - Não sei o que ia dizer, mas interrompi ela sem querer, depois me arrependi, e pensei: quais se dobram? O que ela ia dizer?
F- Não, não sei muito sobre esse assunto kkkkk A minha é bem retinha
J- Mmm, a minha puxa um pouco pra direita...
A- hahaha, eu adoro a sua, amor, você já sabe— e se aproximou pra me dar um beijo na cabeça enquanto contava que ia tomar um banho.
Ela saiu do banho com um short que valorizava aquele rabo gostoso, e um top que ainda mais expunha aqueles peitões lindos que ela tem. Eu e meu amigo estávamos comendo a torta, o Jere não comeu mais nada desde que ela saiu, ficou uns 30 segundos olhando, enquanto ela calçava umas botas. Meu pau ficou duro de ver a cena. A Anto não conseguia disfarçar as olhadas pro corpo do Jere enquanto a gente falava besteira sobre uma série, depois sobre música e o filme que a gente tinha colocado. Ela olhava o cabelo dele, depois os braços quando ele levava uma batatinha na boca ou tomava um gole de cerveja e o bíceps e o antebraço grosso dele apareciam. Jere falou "saúde" e se espreguiçou na cadeira, se esticando pra trás, marcando o volume da rola, e a Anto teve uma visão privilegiada daquela pica enorme.
A- Galera, a cerveja bateu um pouco kkk vou falar pra Jazmin que vou ficar aqui, já tô com preguiça de ir, atrapalha vocês?
F- Sem amor, nada disso - Eu tava mijando, mas não conseguia me mexer por causa da ereção que tava, senti que a pica ia explodir.
J- Por mim também não, Anto, é sua casa - Disse Jere sério, sem olhar pra ela e ajustando o elástico da cueca na cintura direita.
Anto já não disfarçou o olhar, puxou a cadeira e sentou colada em mim, deitando o corpo sobre o meu ao redor da mesa. Ela tinha bebido a mesma coisa que a gente, mas não estava acostumada, então o álcool já tinha batido um pouco. O filme acabou e o Jere me pediu pra usar o banheiro e tomar um banho.Quando ela entrou no banheiro, a Anto acordou e eu falei pra ela deitar na cama, que eu arrumava tudo.
A- Você nunca me falou do Jere, ele é gente boa - Ela disse enquanto trocava de roupa e se deitava na cama só com um conjuntinho de renda vermelha que não usava há muito tempo - Ele é mó gostoso e... - Fez um gesto com as mãos como se ele tivesse uma pica enorme kkkk - Parece que é do time da carne ou tem uma besta
F- Kkkk que puta que tu é, se ficar de esperta vou te comer enquanto esse otário tá ali dormindo, quer isso?
A- Não sei, mas fiquei com um tesão danado, viu como ela se mexia e se tocava? Ela gosta de ser observada — sussurrava, enquanto se cobria com o lençol — Tô com muito sono, nem liga pra mim — Além disso, ela tava toda bêbada, não é tão ousada assim, nem fala desse jeito, ainda mais de um amigo meu.
Jere saiu do banho pelado e com outro short, dessa vez da seleção, branco, parecia que tinha se secado mal porque marcou a pica dele de um jeito grotesco. Apontei onde ele ia dormir, um colchão aos pés da cama de casal que eu dividia com a Anto. Tava um calor do caralho, e o ventilador de merda não tinha como girar, então, zoando, falei:
F- Se você acabar sufocando de calor, te arrumo um lugar aqui do lado, amigo - Era na brincadeira, mas a verdade é que o calor tava insuportável e a janela era alta, então a pouca brisa que entrava não chegava no chão.
J- Tá bom, parceiro, valeu. Vou me virar, haja o que haja kkk
Apaguei tudo, eu e minha mina gostávamos de dormir com tudo apagado (só ficava uma claridade perto do banheiro, então não dava pra ver nada. Passaram dois minutos e minha mina começa a rebolar a raba, abracei ela de conchinha e comecei a apalpar, quase gozei seco ao sentir que ela tava pelada, sem nada.
A- Tô toda molhada, preciso transar - Ela me falou sussurrando.
F- Como eu adoro a putinha que você é - falei enquanto virava ela de lado, fazia ela se arquear contra mim e enfiava bem devagar a pica. Ela soltou um gemidinho baixo, que com certeza o Jere ouviu, mas depois disso, quase nada. Eu me mexia com cuidado porque não queria fazer barulho.
A- Deixa eu subir aí pra gozar— Quando subi, não aguentei mais de duas sentadas e gozei dentro dela — Cê é um fdp, Facundo, sempre a mesma merda — Ela falou bem baixinho, mas ainda deu pra Jere ouvir — Agora chupa minha buceta, seu filho da puta — disse enfiando a buceta na minha cara. Com culpa, chupei com um pouco de nojo, nunca tinha feito aquilo com a buceta cheia de porra. Ela sempre curtia muito como eu chupava ela, então não foi problema fazer ela gozar. Mas ela parecia ter esquecido que a gente tinha visita, tava com cheiro de cerveja, e saiu andando pro banheiro se lavar. Na hora voltou, pela claridade vi que ela tava tapando os peitos, então lembrou que o Jere tava ali, mesmo assim, uma loucura o que ela fez. Ela dormiu na hora, mas eu custei a pegar no sono...
Passou uns 30 minutos e levantei pra beber água, o calor tava insuportável. Quando voltei pra cama, vi o Jere todo largado dormindo, mas completamente suado por causa do calor e com a pica meia-bomba, com certeza tinha dormido excitado por nos ouvir transar. Que nem um idiota, tropecei numa cadeira que a gente usa pra jogar roupa em cima, o que fez o Jere acordar. A Anto tava no modo tronco, ela tem um sono super pesado.
J- Amigão, cê tá bem? O que rolô? - Falou baixinho
F- Sim, bati nessa porra dessa cadeira, tu tá todo moído.
J- Sim, não aguento mais esse calor, amigo. Vou tomar um banho.
F- Claro, amigão, lógico. Vem aqui que eu arrumo um lugar na cama pra você, aqui o ventilador tá pegando e dá uma brisa - Naquela altura, recém-gozado e com sono, não fiz com outra intenção, até porque sabia que a Anto tava dormindo.
Eu errei, o que veio depois me deixou de queixo caído na época e ainda hoje.
Valeu por ler!
Pd, comentem sugestões pra gente levar em conta no futuro.
Vou contar pra vocês a primeira história que vivi com a Anto, caso não lembrem meu nome é Facu, essa história aconteceu em 2022, a gente ainda tinha 19 anos e já morava junto. Nessa fase do relacionamento, a gente já tinha decidido abrir o casal (numa outra história conto como chegamos nisso) com algumas condições: ela tinha que me contar tudo e até gravar coisas dos encontros dela, enquanto eu podia sair com outras minas, mas ela decidiu não saber e, se descobrisse por alguém, acabava tudo. E claro, era terminantemente proibido fazer coisas com gente que a gente conhecesse ou fosse do nosso círculo social. Enfim, nessa história vou contar sobre uma das experiências que mais me excitou, só de lembrar já fico de pau duro, foi a vez que a Anto ficou com o Jere, um amigo de infância que era um ano mais velho.
Era pleno fevereiro, um calor infernal daqueles que te sufoca e tira a vontade de tudo. Anto e eu estávamos na correria estudando pra passar numa matéria super difícil, então nossas férias tinham acabado antes. Uma noite, Jere me mandou mensagem falando que naquela semana tinha o teste físico de entrada na polícia e se podia ficar em casa durante o dia. Respondi que sim, super de boa, mesmo sem ver ele há um tempão, a gente mantinha uma amizade à distância bem frequente, trocando saudações e memes. Então combinamos que na terça-feira seguinte a gente almoçaria algo em casa.
Antes de continuar, vou descrever os personagens, que esqueci de fazer no relato anterior. Não vou postar fotos por motivos óbvios, haha. A Anto é uma morena muito gostosa, tem 1,60m, não tem muita bunda, mas uns peitos do caralho. Daqueles que os caras na rua ficam olhando e cutucam o amigo pra apontar, adorava ver isso quando a gente saía por aí. Ela tinha uma boca bem carnuda, com uns lábios que te deixavam louco só de imaginar como ela usava eles. O cabelo dela era preto, bem comprido, sempre liso e perfeito. A personalidade dela era de uma fera, não engolia desaforo e adorava ter sempre a última palavra, com um orgulho enorme que fazia ela achar que sempre tinha razão e que podia fazer tudo melhor que todo mundo. Isso era o que mais me atraía nela.
Fala, Facu. Sou moreno, cabelo castanho, pele morena, tenho 1,70m, magro mas sem ser bombado, olhos castanhos e cabelo preto ondulado na época com um mullet. Não sou tímido, mas também não sou extrovertido, e tenho um ótimo humor, sempre sagaz, mandando uma dupla intenção ou um sarcasmo.
Por último, o Jere sempre foi o gostosão do grupo da cidade. Quando a gente começou a sair pra farra, ele vivia rodeado de minas. Era bonito pra caralho, mas acima de tudo carismático, chegado, com uma confiança que dava inveja. Malhava desde moleque e jogava bola no time da cidade: bíceps trincado, abdômen definido, costas enormes... Fisicamente, era um espetáculo. Loiro, meio ruivo na real, cabelo sempre curto, barba de uns dias bem aparada, olhos azuis claros e uns 1,90m de altura. Verdade que chamava atenção pra onde quer que fosse. Tem mais uma parada, que não é pouca coisa pra história nem foi pra mim, porque desde que ele falou que ia na minha casa, minha cabeça começou a pirar nas possibilidades: eu sabia de primeira mão que o Jere era famoso por ser bem dotado. Quando éramos pivetes, dividimos vestiário no futebol, e ele já se destacava pelo tamanho do bagulho, e diziam que tinha crescido ainda mais.
Vamos continuar com a história. Chegou o dia do almoço e o Jere avisou que não poderia ir porque tinha a prova escrita, mas me contou que tinha lido o e-mail errado e que o teste físico era no dia seguinte. Percebi o pedido de hospedagem disfarçado e falei que, claro, ele podia ficar em casa. Então aquele almoço virou jantar e pijamada. Não vou mentir, imaginar o Jere dormindo no mesmo apê que a minha mina já me deixou de pau duro na hora. Nosso apê era bem pequeno, um quitinete (ou seja, sem divisões além do banheiro), a gente tinha uma cama de casal e um colchão velho de reserva, que seria o do Jere. Mas com o calor insuportável e só um ventilador velho, eu e a Anto costumávamos dormir pelados com as janelas abertas (a gente morava no primeiro andar). As possibilidades eram uma loucura, mesmo eu conhecendo o Jere, que sempre foi muito respeitoso com mulher dos outros, pelo menos até agora.
Quando contei pra Anto, ela ficou puta comigo, falou que eu tinha que ter avisado e que ia pra casa de uma amiga. Aí comprei comida só pra mim e pro Jere. Lá pelas 17h ele chegou em casa, a gente se cumprimentou e perguntei como tinha sido a prova.
J- Sei lá, mano, cê viu que eu sempre fui um lixo na escola, o bom era você, não teria terminado sem sua ajuda e a do gordo. A gente dividiu os últimos 2 anos já que ele tinha repetido.
F- Hahaha, beleza, mas você estudou pra caralho, me falou. Como você se sente pra prova de amanhã?
J- Sim, mas fiquei nervoso, não sei o que vai sair. Pra amanhã tá de boa, a parte de correr eu faço com a pica — Ele disse enquanto coçava as costas, exibindo aquela musculatura branca que tinha e marcando os músculos — Treinei a semana toda e tô bem com isso, com as flexões e tudo, que calor do caralho, te fode se eu ficar pelado?
F- Não, amigo, vai lá. Eu também tiro, não aguenta, e ainda esse ventilador não sopra nada de ar.
J- Preparo um mate, quer? - Disse enquanto se levantava.
F- Fala aí, parceiro, a cozinha é ali, melhor fazer um tererê, o suco tá na geladeira - Eu tava full estudando porque tava cagado de medo da prova, tinha tido um semestre muito fraco naquela matéria e precisava passar de qualquer jeito.
Quando o Jere voltava pra mesa com os mates, a porta se abriu e a Anto entrou com umas paradas que tinha comprado pra ir jantar com a amiga e umas coisas pra casa. Quase se trombaram, porque como eu falei, o apê é minúsculo. Naquele microssegundo, o Jere pediu desculpa, mas não conseguiu tirar os olhos do decote de puta que a minha mina tinha vestido, e ela ficou com uma cara de surpresa e corou, enquanto também pedia desculpa. Eles se cumprimentaram e o Jere sentou pra cebar os mates enquanto eu lia, ou tentava ler depois da febre que me deu de ver aquilo e minha cabeça não parava de imaginar um monte de coisa.
A- O que vocês vão fazer pra comer hoje, rapaziada?
F- Vou fazer uma torta, amor, e vocês?
A- Não sabemos, com certeza a gente pede alguma coisa.
J— Mal, não tá com paciência pra cozinhar muito, hahaha — falou enquanto se levantava pra levar um tereré pra Anto, que tava guardando umas coisas na geladeira e na despensa. Quando voltou, me ofereceu um também e, ao pegar, meus olhos desviaram pro volume que tava marcando. O filho da puta tava usando um short de futebol e, quando andava, a pica balançava pra caralho, parecia que não tava de cueca. Levantei o olhar rápido e ele tava me encarando, piscou um olho e deu uma risadinha. Pra sair daquela situação, com minha cara de pau, falei:
F- Filho da puta tem vida própria isso- Ele ficou vermelho, não sei se desconfortável, mas não esperava meu comentário.
A- Que foi, amor?
F- A banana que você comprou kkk viu que porra é essa
A- Ah hahaha, que tarado você é, é normal que eu...
J— Se o Facu é normal
F- E ainda por cima tá toda dobrada, cê é gulosa, amor
A- Que imbecil, kkkk sempre com a cabeça podre, tu também, igual as que se dobram... - Não sei o que ia dizer, mas interrompi ela sem querer, depois me arrependi, e pensei: quais se dobram? O que ela ia dizer?
F- Não, não sei muito sobre esse assunto kkkkk A minha é bem retinha
J- Mmm, a minha puxa um pouco pra direita...
A- hahaha, eu adoro a sua, amor, você já sabe— e se aproximou pra me dar um beijo na cabeça enquanto contava que ia tomar um banho.
Ela saiu do banho com um short que valorizava aquele rabo gostoso, e um top que ainda mais expunha aqueles peitões lindos que ela tem. Eu e meu amigo estávamos comendo a torta, o Jere não comeu mais nada desde que ela saiu, ficou uns 30 segundos olhando, enquanto ela calçava umas botas. Meu pau ficou duro de ver a cena. A Anto não conseguia disfarçar as olhadas pro corpo do Jere enquanto a gente falava besteira sobre uma série, depois sobre música e o filme que a gente tinha colocado. Ela olhava o cabelo dele, depois os braços quando ele levava uma batatinha na boca ou tomava um gole de cerveja e o bíceps e o antebraço grosso dele apareciam. Jere falou "saúde" e se espreguiçou na cadeira, se esticando pra trás, marcando o volume da rola, e a Anto teve uma visão privilegiada daquela pica enorme.
A- Galera, a cerveja bateu um pouco kkk vou falar pra Jazmin que vou ficar aqui, já tô com preguiça de ir, atrapalha vocês?
F- Sem amor, nada disso - Eu tava mijando, mas não conseguia me mexer por causa da ereção que tava, senti que a pica ia explodir.
J- Por mim também não, Anto, é sua casa - Disse Jere sério, sem olhar pra ela e ajustando o elástico da cueca na cintura direita.
Anto já não disfarçou o olhar, puxou a cadeira e sentou colada em mim, deitando o corpo sobre o meu ao redor da mesa. Ela tinha bebido a mesma coisa que a gente, mas não estava acostumada, então o álcool já tinha batido um pouco. O filme acabou e o Jere me pediu pra usar o banheiro e tomar um banho.Quando ela entrou no banheiro, a Anto acordou e eu falei pra ela deitar na cama, que eu arrumava tudo.
A- Você nunca me falou do Jere, ele é gente boa - Ela disse enquanto trocava de roupa e se deitava na cama só com um conjuntinho de renda vermelha que não usava há muito tempo - Ele é mó gostoso e... - Fez um gesto com as mãos como se ele tivesse uma pica enorme kkkk - Parece que é do time da carne ou tem uma besta
F- Kkkk que puta que tu é, se ficar de esperta vou te comer enquanto esse otário tá ali dormindo, quer isso?
A- Não sei, mas fiquei com um tesão danado, viu como ela se mexia e se tocava? Ela gosta de ser observada — sussurrava, enquanto se cobria com o lençol — Tô com muito sono, nem liga pra mim — Além disso, ela tava toda bêbada, não é tão ousada assim, nem fala desse jeito, ainda mais de um amigo meu.
Jere saiu do banho pelado e com outro short, dessa vez da seleção, branco, parecia que tinha se secado mal porque marcou a pica dele de um jeito grotesco. Apontei onde ele ia dormir, um colchão aos pés da cama de casal que eu dividia com a Anto. Tava um calor do caralho, e o ventilador de merda não tinha como girar, então, zoando, falei:
F- Se você acabar sufocando de calor, te arrumo um lugar aqui do lado, amigo - Era na brincadeira, mas a verdade é que o calor tava insuportável e a janela era alta, então a pouca brisa que entrava não chegava no chão.
J- Tá bom, parceiro, valeu. Vou me virar, haja o que haja kkk
Apaguei tudo, eu e minha mina gostávamos de dormir com tudo apagado (só ficava uma claridade perto do banheiro, então não dava pra ver nada. Passaram dois minutos e minha mina começa a rebolar a raba, abracei ela de conchinha e comecei a apalpar, quase gozei seco ao sentir que ela tava pelada, sem nada.
A- Tô toda molhada, preciso transar - Ela me falou sussurrando.
F- Como eu adoro a putinha que você é - falei enquanto virava ela de lado, fazia ela se arquear contra mim e enfiava bem devagar a pica. Ela soltou um gemidinho baixo, que com certeza o Jere ouviu, mas depois disso, quase nada. Eu me mexia com cuidado porque não queria fazer barulho.
A- Deixa eu subir aí pra gozar— Quando subi, não aguentei mais de duas sentadas e gozei dentro dela — Cê é um fdp, Facundo, sempre a mesma merda — Ela falou bem baixinho, mas ainda deu pra Jere ouvir — Agora chupa minha buceta, seu filho da puta — disse enfiando a buceta na minha cara. Com culpa, chupei com um pouco de nojo, nunca tinha feito aquilo com a buceta cheia de porra. Ela sempre curtia muito como eu chupava ela, então não foi problema fazer ela gozar. Mas ela parecia ter esquecido que a gente tinha visita, tava com cheiro de cerveja, e saiu andando pro banheiro se lavar. Na hora voltou, pela claridade vi que ela tava tapando os peitos, então lembrou que o Jere tava ali, mesmo assim, uma loucura o que ela fez. Ela dormiu na hora, mas eu custei a pegar no sono...
Passou uns 30 minutos e levantei pra beber água, o calor tava insuportável. Quando voltei pra cama, vi o Jere todo largado dormindo, mas completamente suado por causa do calor e com a pica meia-bomba, com certeza tinha dormido excitado por nos ouvir transar. Que nem um idiota, tropecei numa cadeira que a gente usa pra jogar roupa em cima, o que fez o Jere acordar. A Anto tava no modo tronco, ela tem um sono super pesado.
J- Amigão, cê tá bem? O que rolô? - Falou baixinho
F- Sim, bati nessa porra dessa cadeira, tu tá todo moído.
J- Sim, não aguento mais esse calor, amigo. Vou tomar um banho.
F- Claro, amigão, lógico. Vem aqui que eu arrumo um lugar na cama pra você, aqui o ventilador tá pegando e dá uma brisa - Naquela altura, recém-gozado e com sono, não fiz com outra intenção, até porque sabia que a Anto tava dormindo.
Eu errei, o que veio depois me deixou de queixo caído na época e ainda hoje.
Valeu por ler!
Pd, comentem sugestões pra gente levar em conta no futuro.
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