Boaas, aqui vai o capítulo 6. Tirei um tempinho pra descrever essas situações da melhor forma que consegui. Espero que vocês gostem. Depois daquela noite na casa dele, a submissão foi total. Ele me mandava mensagem às 10 da manhã pedindo fotos de fio dental. Eu tinha que ir no banheiro tirar a foto e mandar pra ele. A gente transava em qualquer horário, de manhã antes do trabalho, no almoço na hora de comer, sem falar à tarde... À noite era mais difícil, mas algumas vezes a gente conseguiu. Sempre nós dois, às vezes no carro, quase sempre na minha cama. O domínio dele continuava completo. Físico e, principalmente, mental. Um desses dias, peço pra não trabalhar pro meu chefe, o Luqui foi pra faculdade e o Marcos chegou. Foi uma sessão longuíssima, pedi pra ele não ir embora e cozinhei pra ele. Levei comida pra cama e à tarde a gente continuou transando. Nesse dia ele gozou pra caralho, quase no final eu já não tinha mais. Foi um sexo descomunal, muito selvagem, muito agressivo e muito intenso. Foi um mês e meio onde a gente se via direto e sempre tinha sexo. O Luqui tava indo muito bem na faculdade e tava super feliz, eu no trabalho tava plena, muito focada e com muita demanda. Tava recebendo elogios de todos os chefes. Chega meio do ano e as férias de inverno, o Luqui decide fazer uma festa em casa. Convida os amigos novos da faculdade, mas também os do colégio... obviamente ele tava lá. O Marcos e eu sabíamos que íamos acabar na minha cama em algum momento da noite. A festa começou e eu tava lá, meio de lado, mas tava lá. A gente trocou vários olhares sugestivos. O álcool começou a fazer efeito em muita gente, inclusive na gente. A noite não nos cruzou em nenhum momento, e aconteceu algo que tava fora do meu radar. Vejo o Marcos se beijando com uma mina, algo que imediatamente me jogou num monte de dúvidas e tristeza. Minha cabeça não parou de pensar e fui pro meu quarto muito puta. Quando tava me trocando, o Marcos entra e tranca a porta. Quero expulsar ele, mas ele me olha desafiante - Ficou com ciúmes? Um arrepio percorre meu corpo - Chega, vai embora. - Foi minha resposta. - Vem, vai... - Ele começa a se despir e meu corpo começa a ficar excitado. Ver ele nu era uma delícia pra mim e eu sabia que não ia conseguir resistir. - Não, chega!!! - Vai. Ele pega minha mão suavemente e, aos poucos, leva até a rola, que começa a endurecer. Aconteceu o inevitável... Eu me agacho sozinha e começo a chupar ele, a rola fica completamente dura na minha boca e o sabor era extraordinário. Chupar a rola dele me dava uma excitação difícil de comparar, não era a mesma coisa que transar com ele, era outra sensação... - Chupa bem e deixa bem lubrificada, gostosa. Ele me puxa pelo cabelo e me empurra na cama, eu fico de quatro e espero. Eu não aguento esperar e falo - Me come, papai, vai - Vamos ver como você está... Ele enfia 2 dedos na minha buceta e eu tava molhada, ele se posiciona atrás de mim e roça a buceta com a rola dele, isso me deixa com muito tesão. Ele recua só um pouco e começa a me comer... Foi uma sensação estranhíssima, eu tava com raiva, mas com muito tesão, tava triste mas mais excitada do que nunca, acho que se misturou o fato de ser uma festa, na minha casa e na minha cama, de ter visto ele com outra mulher e ele me dominar do mesmo jeito 10 minutos depois. Pra que o domínio dele fosse completo de cara, ele escolheu me comer a bunda de primeira, quando senti ele penetrar meu cu, eu gemi bem alto. O que ele fez foi impressionante, dava pra ver que ele também tinha ficado com tesão com a minha primeira recusa, mas o domínio dele conseguia o que queria. Passei a montar nele de costas. Ele só queria me usar e conseguiu. Eu ouvia a música da festa mas não ligava, a única coisa que eu percebia era a rola do Marcos no meu cu e, claro, ele me fez gozar. Eu me ajeitei e comecei a montar nele com a buceta, tinha que apagar um pouco o fogo que tava ali, eu tava muito molhada e com muito tesão. Ele me colocou de quatro de novo, me comeu e gozou nas minhas costas... me deu um tapa depois disso e me disse -Você fica mais piranha quando fica com ciúmes, hoje você tava mais gostosinha
A sessão foi curta, mas intensa. Ele saiu do meu quarto, eu me levantei e me troquei, e como ele me disse, me vesti mais putona pra voltar pra festa. O álcool me desinibiu e eu comecei a dançar com os amigos do Luqui. O pessoal foi indo embora, o Luqui bebeu tanto que apagou, e eu fui arrumar tudo. Tinha bebido bastante, então tava de boa pra dar uma baixada no álcool. O Agus, um amigo de infância do Luque, tava me ajudando, mesmo eu tendo falado pra ele me deixar e ir descansar. Quando terminamos de arrumar, não sei como, mas o Agus chegou em mim e me beijou. Confesso que tava bem cheia de álcool e meio quente pelo que rolou com o Marcos. Senti ele pegar na minha bunda, apertar e enfiar a mão dentro da minha calça jeans, puxando a tanga pra cima, fazendo ela cravar um pouco. Me afastei na hora. — Não, Agus, que isso!? Como você vai me beijar!? — Desculpa, Flor, não sei como... não sei... por favor, não conta nada pro Luqui, ele me mata. — Isso fica entre a gente, não conta pra ninguém... vai pra sua casa agora. — É, desculpa, Flor, não falo nada, tô indo... tchau.
Fiquei muito excitada com a situação e não tive ideia melhor do que mandar mensagem pro Marcos pra ele vir, mas não só mandei mensagem. Mandei um vídeo totalmente pelada me tocando na minha cama, pedindo pra ele vir dar pra sua putinha o que ela precisa. A resposta dele foi rápida e direta: "Já vou". Transamos muito naquela noite, em todas as posições, ele até experimentou comigo. Comprou um gelzinho, passou na minha buceta e começou a arder, mas ele dominava, e me comia a rabeta... eu não aguentava mais, e aí ele se jogou na cama e falou: "Tira essa tesão, vai". Eu montei nele e rebolava, o sexo assim fazia a ardência passar, e me excitava ainda mais. Eu gemia muito alto, não importava que o Luqui estivesse dormindo no quarto ao lado. Cheguei naquele ponto em que me levantei um pouco e gozei na barriga do Marcos, e minhas pernas ficaram tremendo... toda vez que eu gozava, ele repetia no meu ouvido: "Tá vendo que você vai ser minha putinha pra sempre, não tem como se separar dessa pica". Eu parecia desesperada pela pica dele, era a única coisa que eu precisava. Montava nele como se fosse a única coisa que me acalmasse, chupava como se fosse a sobremesa mais gostosa. O sexo com o pai do Luqui não se comparava com o do Marcos. Os tapas, o jeito de segurar minha cintura, de meter, de fazer minha rabeta bater no corpo dele, de puxar meu cabelo, o jeito de me fazer de quatro e de falar comigo, de me fazer fazer coisas que quase nos descobriram. Naquele dia terminei cheia de porra... em todo lugar, mas na minha cabeça só ficou uma coisa... os beijos com o Agus...
Comentem se gostaram, favoritem ou deem pontos. Beijos, Flor
A sessão foi curta, mas intensa. Ele saiu do meu quarto, eu me levantei e me troquei, e como ele me disse, me vesti mais putona pra voltar pra festa. O álcool me desinibiu e eu comecei a dançar com os amigos do Luqui. O pessoal foi indo embora, o Luqui bebeu tanto que apagou, e eu fui arrumar tudo. Tinha bebido bastante, então tava de boa pra dar uma baixada no álcool. O Agus, um amigo de infância do Luque, tava me ajudando, mesmo eu tendo falado pra ele me deixar e ir descansar. Quando terminamos de arrumar, não sei como, mas o Agus chegou em mim e me beijou. Confesso que tava bem cheia de álcool e meio quente pelo que rolou com o Marcos. Senti ele pegar na minha bunda, apertar e enfiar a mão dentro da minha calça jeans, puxando a tanga pra cima, fazendo ela cravar um pouco. Me afastei na hora. — Não, Agus, que isso!? Como você vai me beijar!? — Desculpa, Flor, não sei como... não sei... por favor, não conta nada pro Luqui, ele me mata. — Isso fica entre a gente, não conta pra ninguém... vai pra sua casa agora. — É, desculpa, Flor, não falo nada, tô indo... tchau.
Fiquei muito excitada com a situação e não tive ideia melhor do que mandar mensagem pro Marcos pra ele vir, mas não só mandei mensagem. Mandei um vídeo totalmente pelada me tocando na minha cama, pedindo pra ele vir dar pra sua putinha o que ela precisa. A resposta dele foi rápida e direta: "Já vou". Transamos muito naquela noite, em todas as posições, ele até experimentou comigo. Comprou um gelzinho, passou na minha buceta e começou a arder, mas ele dominava, e me comia a rabeta... eu não aguentava mais, e aí ele se jogou na cama e falou: "Tira essa tesão, vai". Eu montei nele e rebolava, o sexo assim fazia a ardência passar, e me excitava ainda mais. Eu gemia muito alto, não importava que o Luqui estivesse dormindo no quarto ao lado. Cheguei naquele ponto em que me levantei um pouco e gozei na barriga do Marcos, e minhas pernas ficaram tremendo... toda vez que eu gozava, ele repetia no meu ouvido: "Tá vendo que você vai ser minha putinha pra sempre, não tem como se separar dessa pica". Eu parecia desesperada pela pica dele, era a única coisa que eu precisava. Montava nele como se fosse a única coisa que me acalmasse, chupava como se fosse a sobremesa mais gostosa. O sexo com o pai do Luqui não se comparava com o do Marcos. Os tapas, o jeito de segurar minha cintura, de meter, de fazer minha rabeta bater no corpo dele, de puxar meu cabelo, o jeito de me fazer de quatro e de falar comigo, de me fazer fazer coisas que quase nos descobriram. Naquele dia terminei cheia de porra... em todo lugar, mas na minha cabeça só ficou uma coisa... os beijos com o Agus...
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14 comentários - El "amigo" de mi hijo parte 6
Al concesionario delgado ??