Isso foi ano passado. Tava de boa, me comportando fazia um tempão. Mas é foda… Tava fazendo um curso, não vou falar qual nem onde pra não me queimar, kkk.
Lá conheci duas minas bem mais novas que eu, que um dia me chamaram pra tomar umas cervejas. Tudo ia perfeito e, como papo típico de novinhas, começamos a falar dos caras que estudavam com a gente. Não eram muitos, acho que uns 5, e com o álcool rolando começamos a dizer quem era bonitinho ou tava a fim de dar uns pegas. Eu, óbvio, só ria e opinava pouco. Já no final, uma das minas soltou a língua e se sentiu à vontade pra confessar que tinha comido o Marito, um dos colegas que era quase da minha idade. A gente, chocada, não acreditava, porque parecia que ela tava afim do amigo dele, que era mais novo.
A gente começou a meter perguntas mais íntimas até que ela soltou a palavra mágica pra mim: “pau grande”. Eu fiquei em silêncio, a outra mina ria, e a mulher contava detalhes de como comeu ele e o tamanho do membro. Saí de lá toda molhada pra casa, com uma vontade do caralho de transar, que nem esperei meu marido — meti tudo e fiz uma punheta gostosa pra mim mesma.
Os dias foram passando. Aquele cara era baixinho, magro, e falava pra caralho, não tinha me agradado até então. Era casado, minha colega que comeu ele tinha namorado, então não andavam juntos no curso.
O tempo passou e o fim do curso tava chegando. A gente se juntou de novo com as minas, pra falar besteira, e claro que ia rolar perguntar sobre o Marito, mas a resposta dela nos desmontou: ela disse que tinha comido o outro cara, o mais novo, o amigo do Marito que sentava junto com ele sempre. A gente riu meio sem graça, mas ela se justificou dizendo que o cara mais velho não deu muita bola depois que transaram, e como com o outro tinha mais química, acabou na cama com ele.
Nisso, a outra mina zoava ela pelo Rápida que ela era, eu não sou exemplo disso, justamente, então só falei que ela fez bem.
Mas aqui o mais estranho era que esse cara tinha a rola muito maior que o outro, segundo ela.
Entre risadas, a gente zoava ela pela sorte que tinha.
Comigo aconteceu a mesma coisa de novo, fui pra casa toda excitada e realmente com inveja do que tinha acontecido com ela de ter dois dotados à disposição.
Já nas últimas aulas, acabei conversando mais com os homens do curso do que com as meninas. Pra piorar, a jovem que tinha transado com os dois não apareceu mais. Estranho, mas nunca mais foi vista nem por mensagens. A outra mulher, que era muito recatada, terminou o curso antes porque ia viajar, então nos últimos 15 dias fiquei batendo papo com os caras.
Antes de entrar na última semana, o cara mais novo me chama pra sentar com eles, ou seja, um banco na frente dos dois, do lado de outro colega que era o que trazia o mate. Então, sem hesitar, fui pra lá (no fundão) e sentei com eles três pra tomar mate e zoar. Com o passar dos dias, ficamos mais íntimos os três.
Eles me convidaram pra tomar umas cervejas depois da aula e fomos um pouco.
Tudo tranquilo, no café de sempre, conversamos, rimos. Eu ficava excitada rápido, diferente de antes, então antes de fazer papelão e ter que voltar pra casa, falei que em um pouco ia embora.
Ao dizer isso, foi como se eles ativassem e começaram com perguntas sobre meu marido, minha vida, foram se aproximando cada vez mais de mim e olhavam meu decote e a raba quando eu ia ao banheiro. Eu me sentia um pouco invadida e intimidada, mas desejada nessa idade, e isso me encantava.
Antes de eu ir embora, o mais cara de pau dos caras me pergunta se no dia seguinte eu topava ir com eles a um pub, mas à noite.
A primeira coisa que fiz foi rir e falar que já não tava mais pra esses lugares. Eles começaram a dizer que não iam me largar, fazendo alusão ao meu marido.
Riam, o mais velho me defendia dizendo que já Já estávamos grandinhos pra isso, mas um dos caras (o Luciano, o mais dotado, segundo minha amiga) pega na minha mão, dizendo que eu era uma coroa muito gostosa e que queria que eu levantasse pra dar uma voltinha. Eu continuava tomando cerveja e tava alegre, mas não levantei nem fodendo. Os outros dois também falavam que eu era gostosa e ficavam olhando pros meus peitos. Eu, toda vermelha de vergonha, eles me apressam pra responder sobre o dia seguinte, e eu acabo dizendo que não tinha problema, mas só umas duas horas. Eles, felizes, combinam como vamos fazer, e eu vou embora.
Em casa, fiquei pensando que porra eu tava fazendo. Mas tava com vontade de sair com eles.
No dia seguinte, me arrumei toda gostosa, bem pintada, com um perfume gostoso. Coloquei um vestidinho, um casaquinho e uns sapatos lindos de salto que minhas amigas tinham me dado. Peguei um reme, já que eles não podiam me buscar em casa, porque falei pro meu marido que ia sair com as meninas. Ele também ia sair com os amigos dele um pouco, então combinamos um horário pra voltar pra casa.
Eu tava meio nervosa. Cheguei lá e o Luciano já tava, o gato novo do lado da porta, me olhou de cima a baixo e disse que eu tava linda. Entramos pra esperar os outros chegarem, tomando uma cerveja. O cara, bem desenrolado, cheio de lábia.
Daqui a pouco chegam e sentam. Pedem umas coisas e começamos a conversar pra caralho. Eu bebia e bebia sem vergonha.
A gente tava nuns assentos super confortáveis, tipo poltroninhas, parecia lugar VIP. Quando fui ao banheiro, o Marito levantou, colocou a mão na minha cintura, acompanhou meu caminho e falou no meu ouvido:
- Cuidado por aí, que tem muito urubu com fome.
Eu ri e falei, rindo:
- Quem sabe eu não dou sorte!
Ele riu com malícia e piscou um olho pra mim.
Voltei do banheiro, e tavam colocando mais drinks na mesinha. Quando me viram, o Franco levantou do meio deles e falou pra eu sentar ali.. eu, naturalmente, obedeci sem perceber que eles queriam me deixar sempre no meio.
Sentei e comecei a notar que eles tavam muito... Toqueteiros comigo. Enquanto eu estava me sentando, Luciano me dá a mão e Marito logo me alcança um drink e, ao me dar, acaricia minha mão. Eu não conseguia tirar da cabeça e também não queria, que estava sentada entre dois paus grandes supostamente, e isso pra mim era um incentivo grande demais. Continuamos bebendo, já tinha passado umas horas, mas quando eu ia reclamar do drink forte, Luciano, que já tinha a mão atrás de mim, começa a falar no meu ouvido enquanto acariciava minha nuca. Ufff,!! Arrepios! Ele me dizia que há um tempo tinha brigado com a namorada e que uma vez tinha saído com uma mulher igualzinha a mim.
Eu, sorrindo e surpresa com as carícias dele, pergunto brincando se aquela mulher era gorda e velha como eu.
- Que?? Ela era bem gostosa, tinha uma bunda grandona e umas tetas lindas
Olhando pros meus peitos, ele fala depois
- Bueee... não tão grandes quanto as suas.
Eu, surpresa, mas gostava do que ele dizia, falo brincando
- Eu!! Para de olhar pras minhas tetas, cara.
Rindo, batendo na perna dele. Ele rindo também, volta pro meu ouvido
- Você é melhor
Eu dizia pra ele não falar besteira e, de repente, entra Marito que, pegando meu braço, se aproxima da minha orelha (do lado dele, óbvio) e pergunta se Luciano já tava bêbado enchendo meu saco.
Eu falei que não, que estávamos conversando numa boa. Marito também se pendurou em mim pra contar algo da vida privada dele, e Luciano já tava falando com Franco, mas nunca parou de acariciar minha nuca e, a toda hora, depois de largar o copo na mesinha, tocava minha perna do joelho até o quadril. Tava morrendo de vontade de mijar e levantei pra ir ao banheiro, Mario também levantou e disse que ia comigo, que também tava apertado. Já volto, falo pros outros caras, mas dessa vez sou eu quem acaricia a nuca do Luciano como prova de que tava gostando.
Chegando no banheiro, tinha uma fila enorme no das mulheres. O cara foi no dele e saiu rapidinho, eu ainda tava lá, ele se aproximou, me ofereceu um cigarro e ficou. esperando do meu lado. Ao entrar, fica perto da porta; quando saio, ele faz sinal, eu vou até onde ele está, ele me pega pela mão e me leva. Eu, curiosa por como ele me deixava intrigada sobre para onde queria me levar, não falei uma palavra.
No meio de uma multidão, no fundo do lugar, ele para no balcão e me diz para pedir o que eu quiser, que ele pagava. Eu não queria, mas ele insistiu tanto que pedi um fernet. O lugar estava lotado naquela hora. Enquanto falava com o barman, sinto algo duro encostando na minha bunda. Viro o rosto para o lado e vejo que era o Mario, que na mesma hora sente o empurrão da galera e me abraça pela cintura. Eu continuava tentando entender o que o cara dizia enquanto preparava meu drink, mas com o coração a mil ao sentir como ele encostava toda aquela carne. Nossa! Tão duro que parecia. Não falei nada, e ele entendeu como se estivesse tudo bem. Então, quando me entregam meu drink, eu viro para irmos para nosso lugar, ele continua me segurando e diz para ficarmos mais um pouco ali. Eu, obediente em agradecimento pelo convite, fico esperando sentir de novo aquele pedaço. Ele me leva para um lado do balcão, se apoia nele bem na ponta, e eu automaticamente viro de costas de propósito (queria sentir aquela dureza de novo) e começo a beber do copo. Ele não demorou muito para aproximar o corpo, me abraçando pela cintura. Eu quietinha no começo, mas fui eu mesma que encostei minha bunda na virilha dele. O Mário, diferente do Luciano, se fazia de galã, afastou meu cabelo e começou a falar no meu ouvido se fazendo de sedutor. As coisas que ele dizia eram bregas e de manual; se eu não estivesse tão curiosa pela confirmação do tamanho dele, teria cagado de rir na cara dele. Eu, parada, esperando o que ia acontecer, mas ao sentir na minha bunda que aquilo pulsava e crescia ainda mais, e ele começava a me beijar no pescoço, fiquei com muito tesão e apertava mais a bunda contra o pau dele. O cara me segurava firme. da cintura pra baixo, me fazendo rebolando a raba no ritmo das batidas dele. Ele vira meu rosto e de lado começamos a nos beijar como loucos. Eu já tava pegando fogo. Depois de um tempão, eu falo pra ele irmos com os caras, ele tira meu copo de Fernet, me gira deixando eu de frente pra ele e me beija de boca, mas dessa vez me encurrala na parede, passando a mão na minha raba. Sentia as mãos dele apertando meus glúteos. A ereção dele agora apontava pra minha buceta. Morria de vontade de tocar, confirmar se ali tinha algo grande mesmo. A língua dele começou a descer pelo meu pescoço, eu já tava molhada. Ficamos mais um tempo assim. Ele fala pra irmos e, sem hesitar, nos separamos e voltamos pra mesa porque fica feio sumir assim do nada. Lá, fizeram piadas sobre a demora. Eu ria, mas tava muito excitada agora. Mario não senta, diz que ficou sem cigarro e vai comprar. Eu já tava sentada do lado do Luciano, que atrevidamente fala pro Franco (que já tava do meu outro lado) se eu não era parecida com a gostosona que andava com ele. Eu de novo falava pra ele parar de encher o saco com isso, mas aí Franco disse:
- Sim, é verdade, mas você tá mais forte.
Se dirigindo a mim.
- Viu?! Só que a Gise tem peitos melhores.
Eu toda envergonhada, brigo de novo dando um tapa na perna dele, mas Luciano devolve esse tapa na minha cintura e sussurra no meu ouvido:
- O próximo tapa vai na raba, linda.
Uff!! Que filho da puta. Eu, pra disfarçar e pagar de descolada, respondo:
- É, você e mais quantos?
Ele me abraça de novo e fala:
- Nós três.
Eu toda vermelha, em silêncio, não sabia o que responder. E a única coisa que me veio foi:
- Já não tô mais pra essas aventuras.
E ri, mas eles ficaram calados, pensativos, e antes que tocassem no assunto, eu pergunto pro Luciano por que ele tava com uma gostosona. Ele, sempre acariciando minha nuca, me pergunta:
- Quer saber de verdade?
- Sim, claro.
Respondo eu. Nisso, Franco, que parecia o mais tranquilo, tinha a mão Apoiada na perna dele (ele estava de perna cruzada, como os homens fazem), mas com os dedos ele estava roçando minha perna, mais que a perna, era a coxa. Nunca falei nada, então ele baixou a mão e acariciou literalmente o lado da minha bunda, mas deixou a mão ali enquanto eu segurava Luciano pela perna.
O cara começa o relato me dizendo que a mulher era casada, mas que ele adorava como ela transava e que não tinha problema com nada. Eu ouvia atentamente e me acomodei, cruzando as pernas e virando de lado para o lado do Luciano para escutar melhor. Isso fez com que Franco brincasse, dizendo que eu estava dando as costas pra ele. Eu, com um sorriso, falei zoando:
— Depois te dou atenção, ciumento!
Levantando minha mão esticada, coloquei na perna dele, quase na altura do pau, e deixei ali, "amigavelmente". Agora era eu tocando aqueles jovens nas pernas, perto dos seus volumes.
O relato do Luciano continuou com mais detalhes, aumentando minha temperatura, e tudo piorou ao sentir a respiração de Franco no lado do meu rosto, se encostando no meu corpo para ouvir o que o amigo contava. Pra piorar, como eu estava de lado, ele literalmente colocou a mão na minha bunda, apoiou a mão ali enquanto esticava o corpo para escutar. Não sabíamos nada do Marito, mas era o que menos me importava, já que nós três estávamos nos apalpando mutuamente e, com o passar dos minutos, estavam me fazendo um sanduíche entre os dois.
Eu já muito excitada, falei bem alto:
— "Não escuto porra nenhuma" (óbvio, por causa da música alta)
E me enfiei mais para cima do Luciano com essa desculpa, deixando minha bunda mais exposta para o Franco, que, nem lerdo nem preguiçoso, se deitou também para aquele lado, ficando apoiado no meu corpo, onde pude sentir que o pau dele tinha endurecido e estava encostando na minha bunda.
Uffff... que beleza!! Que tesão. Pena que não duramos muito nessa posição, já que era uma imagem muito escancarada e nos recompusemos.
Sentamos como Gente normal não, eu nunca tirei minhas mãos deles. Já tava muito óbvio que eu tava procurando eles e eles queriam ser encontrados haha.
Luciano mal chega e o Marito vai pro banheiro. O cara tava contando o que tinha acontecido quando foi comprar. Eu tava falando besteira com o Franco.
Mario tinha carro, os outros caras não. Antes do Luciano voltar, o Marito me pergunta se eu quero algo especial e me pede pra acompanhar ele comprar bebida. Eu não tava a fim, mas quando ele disse que já tinha que ir porque acordava muito cedo, sabia que depois ia ficar com os caras.
Fomos de novo pro balcão, e a gente até esbarrou no Luciano. Compramos umas coisas, e o Marito, vendo que não ia dar pra ficar de chamego por ali, me pergunta se eu já quero ir embora. Mas o Luciano fala que depois eles me davam uma força pra pegar um Uber ou remédio, ele se despediu e foi. Eu e o Luciano nos olhamos e partimos pra mesa.
Quando chegamos, o Franco não tava. Sentamos pra beber esperando ele voltar. E do nada ele me pergunta:
— E você, já comeu uns caras?
Eu, rindo, falo que tava casada há anos. Mas ele diz que isso não tem nada a ver, e me apressa pra responder.
Quando falo que sim, mas faz muito tempo, o Franco chega e ele chama:
— Vem, vem, otário, que aqui a Gisela vai contar como comeu um cara!!
Quê??? Falo eu, surpresa e rindo.
— Eu não falei isso!!
Falo me fazendo de ofendida. O Franco sentou colado em mim, mas o Luciano, que era muito esperto, muito rápido, fala:
— Assim ela não vai ouvir nada.
Faz eu levantar, ele senta no lugar onde eu tava e me faz sinal pra sentar no colo dele.
Eu, dando uma gargalhada, pergunto se ele tava louco. Ele, me segurando pela mão, insistiu pra eu fazer. Eu, surpresa com a ousadia dele, olho em volta e falo:
— Se um conhecido me vê, eu morro. Sento no colo dele. Ele, com um sorriso de orelha a orelha, me abraça pela cintura. O Franco se aproxima mais, ficando Grudado no Luciano e em mim.
Ficam me enchendo o saco pra eu contar, e eu não sabia qual história escolher, haja. Aí comecei a contar de uma vez que conheci um cara 20 anos mais novo e blá, blá…
Eles ouviam atentos. Riam, opinavam, perguntavam, e eu contava o mais friamente possível. Depois de um tempo, a mão do Luciano já tava acariciando minha bunda, e eu respondi ao estímulo acariciando a nuca dele. Quando eles perguntaram mais e minha história chegou numa parte onde eu contava que o cara gostou de um vestido que eu tava usando, o Franco já começou a perguntar se era parecido com o que eu tava vestindo, mas não só perguntou: ele passou a mão na minha perna inteira. Eu falei que era bem mais curto que aquele, e rapidinho o Franco e o Luciano começaram a tocar minhas pernas por baixo da saia, marcando com as mãos a altura da roupa. Eu dizia que não, que era mais curto, e eles não acreditavam, então me levantei e, de pé na frente deles, mostrei onde chegava a saia. Eles ficaram de boca aberta, e isso foi o fim dos poucos limites que ainda tinham. Eu não levantei a saia, só coloquei a mão no meu corpo mostrando até onde ia o comprimento.
Quando o Luciano me dá a mão pra eu sentar em cima dele de novo, mal encosto a bunda nas pernas dele, ele fala:
— Peraí, que isso me incomoda.
E puxa meu vestido pra cima, e eu vou descendo devagar, sentando nas pernas dele, mas já com a bunda em contato direto com a calça dele. Em um minuto, entendi por que ele fez aquele movimento. Ele tinha passado a mão por baixo da minha saia e me abraçou assim pela cintura. Então, o cara já tava me segurando pela bunda, tocando direto na minha pele.
O Franco levanta pra ir ao banheiro e comprar mais uma cerveja, ficando na minha frente com uma ereção na altura do meu rosto.
Assim que ele sai, o Luciano me olha e fala, enquanto apertava e acariciava minha bunda:
— Quando você quiser comer outro cara, me avisa…
Eu, sorrindo, sinto ele passar a mão no meu rosto. Mano nele e começamos a nos beijar. O cara devorava minha boca e eu não conseguia segurar meu tesão, então peguei o rosto dele e joguei meu corpo pra trás, me deitando em cima dele. Isso fez minha bunda ficar mais pra cima, ou seja, só meu quadril encostava nas pernas dele, fazendo com que Luciano amassasse minha bunda toda e apertasse meus dois glúteos. Quando ele começou a descer pro meu pescoço, eu pedia pra ele parar, mas ele nem ligava e começou a pegar nos meus peitos. Mmmm... que excitada que eu tava. Franco chega do banheiro e paramos de nos agarrar, claro que ele viu tudo. Ele não disse nada, mas reclamou que também tem histórias pra contar. A gente começou a rir, zoando que ele não ficasse com ciúmes, aí Franco me chama pra sentar em cima dele e eu, já toda entregue, fui feliz.
Então a mesma vibe rolou, ele contava algo sexual que tinha acontecido enquanto acariciava minha bunda por baixo da saia, eu abraçava ele mas acariciava a nuca do Luciano, que em minutos pegou minhas pernas e disse pra eu ficar mais confortável, mas eu falei que assim tava doendo tudo e era muito desconfortável. Levantei, falei que queria sentar direito, mas nunca saí do lugar, só esperei eles se separarem (o que fizeram rapidinho) e sentei de novo no meio dos dois. Ficando bem apertada pelos meus dois apalpadores, esperando por um pouco mais.
Mas dessa vez, ao sentar, levantei minha saia, apoiando minha bunda diretamente no banco, pra saia não ficar apertada e eles fazerem o que quisessem. Na hora, Luciano e Franco perceberam e foram buscando com as mãos, cada um pro seu lado, um jeito de entrar enquanto continuávamos conversando como se nada. Depois de um tempo, sinto a mão de Franco pousar na minha perna e, no segundo seguinte, a mão de Luciano que colocou a dela mais pra cima. Ufff... que delírio. Começaram a acariciar minhas pernas, sempre sutilmente, mas com intenção de subir, o que foram fazendo devagar enquanto eu tava toda molhada. Eu Não importava o assunto da conversa. Minha pele se arrepiava toda vez que algum deles levantava a mão.
Já era tarde, eu tinha que ir, mas isso estava mais interessante. Minhas mãos não sabiam onde colocar agora, só serviam pra segurar o copo de breja. Eles toda hora pegavam os copos, mas nunca tiravam as mãos dali.
Num momento, Luciano disse que tava mijando de vontade. Eu falei:
- Vai então, não vai mijar aqui, né!
Ele riu e falou no meu ouvido:
- Tô meio complicado.
Eu, sem entender, fiz umas piadas, e ele disse:
- Não comenta, mas tô com a pica dura pra caralho e não dá pra ir assim.
Eu, sorrindo, olhei pra baixo e dava pra ver o volume na hora. Nervosa, tampei a boca como se estivesse chocada, mas era mais pra não deixar cair a baba. E do nada ele começou a contar que uma vez aconteceu a mesma coisa num rolê e blá blá blá… eu, com a baba escorrendo, escutava tudo atenta. Ele já tinha tirado a mão da minha perna pra ir ao banheiro, mas começou a me contar isso. Eu, me fazendo de sonsa, perguntei se já tinha baixado, e ele, sorrindo, levantou a calça (era uma tipo de ginástica, dessas de roupa esportiva), mostrando uma cueca branca marcando um pedaço impressionante, onde naquela fração de segundo eu vi que já tinha manchado na ponta com a lubrificação dele. Eu, por dentro, não acreditava que ele tinha me mostrado aquilo… hummm, meu amor!! Não sabia o que dizer, e pra piorar, de brincadeira, Franco reclamou puxando minha perna porque a gente não tava dando bola pra ele. E naquele momento, me deu vontade de abrir mais as pernas, como se aquela pica escondida ali tivesse um botão imaginário que a ativasse. Franco na hora subiu a mão e conseguiu roçar minha calcinha fio dental, que já tava encharcada nessa altura. Ele chegou o rosto perto da gente e gritou pro Luciano:
- Vai pro banheiro de uma vez, para de encher o saco…!!
Apesar de ter falado rindo, Franco ficou bem excitado ao me roçar ali e ver que eu não tava colocando freio, quis aproveitar o momento, com certeza, já que quando o amigo dele se afastou, começou a brincar que ele agora eu tinha que sentar no colo dele como se fosse filho dele. Eu, me fazendo de durona, falei que não tinha problema. Ele me zoou, dizendo que eu não ia aguentar o peso, mas eu insisti que conseguia e mandei ele parar. Uuuy! Quando ele se levantou e ficou parado na minha frente, não conseguia tirar os olhos daquele volume enorme por causa de uma ereção. Me fazendo de dominadora, abracei ele pela cintura e falei:
- Vem cá, pequenininho, vem com a mamãe!
Ele passou a mão por trás de mim, me abraçou e, direto, a mão dele foi na minha bunda. Sentou no meu colo devagar, tentando não apoiar todo o peso. E com segundas intenções, com voz de criança, seguindo minha brincadeira, ele disse:
- Quero mamar, mamãe
E olhou pros meus peitos.
Eu falei:
- Cê não tá grandinho pra isso?
E ele, mais esperto que eu, respondeu:
- Nãooo... Eu preciso me alimentar pra crescer
Enquanto com um dedo puxava minha blusa, mostrando o começo dos meus seios e o sutiã. E do nada começamos a brincar com aquela besteira, então eu falei:
- Mas aqui a mamãe não pode te alimentar, filhinho
Franco já tinha a mão apoiada na minha blusa, na altura da barriga, que era praticamente a mesma coisa que pegar nas minhas tetas, porque como elas são grandes pra minha idade, já estão caídas, e eu sou baixinha, e ainda sentada, tava tudo pertinho. Depois, ele enfiou a mão por baixo da minha blusa, tocando direto nas minhas tetas com os dedos, e sussurrou no meu ouvido:
- Vaaaai, mamãe, quero provar essas belezas, tô com fome
Eu, deixando ele me apalpar, só repetia que ali não dava.
Depois de repetir a mesma coisa umas vezes, e a mão dele já amassando minhas tetas sem dó, ele falou:
- E onde a gente pode ir, pra você me dar de mamar, mamãe?
Eu tava fervendo e só dizia que não sabia. Ele parou de brincar com as mãos, se levantou e falou pra gente ir rapidinho num kiosque comprar cigarro. Eu, já sem vergonha nenhuma, peguei na mão dele e fui atrás, esquecendo do Luciano, que, quando me viu saindo pela porta, veio correndo Nós, e ele pergunta pra onde a gente ia. Franco só disse "comprar cigarro", e Luciano falou "vamo junto, acompanho vocês".
Eu não sei quais eram os planos do Franco, mas era óbvio que não era comprar cigarro, e eu não saí pra fora pra fumar.
A banca ficava a duas quadras. Luciano começou a me zoar e me abraçava pela cintura, enquanto Franco me segurava pela mão e falou:
— Ei, mano? Larga a minha mina, você foi pra outro canto.
Rindo os três, Luciano responde:
— Ei, que tua mina!! Essa aqui é minha, tio.
E me dá um tapa na bunda que estralou bem forte e me fez suspirar, me acusando de ter me comportado mal na ausência dele. Mas eu não fiquei quieta, empurrada pelo álcool e pelo tesão, zoando com duplo sentido, falo:
— Calma, galera, não briguem. Sou dos dois hahaha
Eles soltaram um grito de alegria tão alto que tive que dar uma bronca, como se eu fosse uma mãe botando ordem. Na rua, tinha pouca gente voltando daquela banca. Depois dessas conversas, eles me abraçaram, e eu abracei eles, e chegamos na porta da banca assim e compramos cigarro.
Já era quase 3 da manhã e eu tinha que ir. Eles insistindo pra eu ficar, e mesmo morrendo de vontade de ficar com eles, só aceitei por mais meia hora.
Voltamos pro pub, que agora parecia mais cheio que antes. Mais ainda, nosso lugar tinha sido ocupado e não tinha mesa. Eles conversaram entre si e fomos pro balcão, onde eu tinha estado com o Marito. Pra chegar no meio da galera, eles me seguravam no meio: Luciano ia atrás, agarrado na minha cintura, e toda vez que a gente parava por causa da multidão, ele me apertava mais e encostava o pau na minha bunda. Franco na frente, me levando pela mão, e eu agarrada na cintura dele com a outra mão.
Chegamos, e eles pediram cerveja. Eu já não queria mais e me compraram um refrigerante. A gente se encostou num canto, apoiados na parede, bem perto de onde o Mario tinha me beijado. Luciano me agarrava pela cintura. se movia no ritmo da música, eu ria mas não acompanhava, só tinha ficado pra eles continuarem me apalpando mais um pouco. Por sorte eu tava de costas pro Franco, que se apoiou na parede segurando o copo de cerveja e com a outra mão me pegou pela cintura, me puxou pro corpo dele e falou no meu ouvido:
- Tá entediada, mamãe?
- Olha que eu ainda tô com fome.
E levantou a mão, tocando direto nos meus peitos, mas por cima da camiseta.
Eu tirei a mão dele e falei no ouvido:
- Calma, vão nos ver!
E ele respondeu:
- Desculpa, te vi muito quietinha e entediada.
Eu não consegui disfarçar e encostei minha bunda no pau dele e deixei:
- Tô um pouquinho entediada, sim.
Ele, rápido:
- Mmm... você entediada e eu com tanta fome, mamãe. Deixa eu provar elas, quem sabe tiro o tédio por um tempinho.
Uff, fiquei toda excitada. O Luciano chegou dançando e se colocou na minha frente, fazendo eu ficar apertada entre os dois, e começou a rebolando em mim enquanto falava no meu ouvido:
- Viu que você quer se comportar mal? Não era minha??
Eu falei: sou dos dois.
- Então vamos nós três um pouquinho antes de você ir pros sofás reservados lá em cima.
Eu, achando que era o mesmo lugar de antes, aceitei.
O Luciano apontou com o dedo pro Franco pra subir, e nós três fomos, passando de novo pelo meio da galera.
Quando subi e vi que só tinha outro bar e uma pista de dança pequena, não entendi nada, mas eles continuaram me levando. No fundo, atrás de uns banheiros, tinha uns sofás com pouca luz, dois casais se beijando, e em outro sofá um grupo de mulheres bebendo. Bem encostado na parede tinha um sofá. Fomos, sentamos, eu no meio, óbvio.
Falamos umas merdas, e o Franco virou de lado me olhando, e o Luciano fez o mesmo. Me senti intimidada, já que ninguém falava e só os dois me olhavam, até que perguntei que porra tava rolando, rindo, e o Luciano pulou de novo, acariciando meu cabelo:
- Afinal, você era minha ou dele?
Rindo, falei: Dos dois, já falei, caralho!!
Aí eles se grudam no meu corpo e começam a apalpar meus peitos e beijar meu pescoço, um de cada lado.
Eu sorria e perguntava o que eles estavam fazendo, mas esticava mais o pescoço pra eles continuarem. Não aguentei e coloquei minhas mãos, uma de cada lado, segurando as pernas deles, reclamando que estavam passando dos limites. O Franco enfia a mão por baixo da minha blusa e, apalpando meus peitos, sussurra no meu ouvido se agora eu ia alimentar ele. Mesmo com o tesão, eu repetia que não dava ali. Nisso, o Luciano pega minha mão e coloca no pau dele.
Mmmm... que delícia!! Sem dizer nada, comecei a acariciar aquele pacote promissor enquanto trocava beijos na boca com o Franco, que não largava meus peitos. Tava chegando a hora de ir embora, mas cada vez ficava melhor.
Depois de vários minutos chupando a boca do Franco, o Luciano me puxa pelo cabelo, vira meu rosto pro lado dele e me dá um beijão. Minha resposta foi me agarrar naqueles lábios igual carrapato.
O Franco faz a mesma coisa que o amigo e coloca minha outra mão na virilha dele. Já tinha virado bagunça, mas era exatamente o que eu fui buscar.
Os minutos passavam e eu não conseguia me desgrudar daquele lugar nem parar de esfregar os paus deles. Ninguém mais tava com sede, só queriam me tocar e ser tocados.
Fui alternando os beijos, um tempo com cada um. De vez em quando passava gente, e tinha gente ao redor, mas eu já não ligava pra nada, só pra hora.
De repente, o Luciano me pede pra levantar. Eu, estranhando, obedeço. Ele pega minha saia e manda eu sentar de novo. Aí entendi por que ele me fez levantar. Na hora, enquanto a gente se beijava, ele enfia a mão por baixo da minha saia, tocando minha coxa. O Franco faz o mesmo, e os dois começam a puxar minhas pernas pra cada lado, fazendo eu abrir. Não satisfeitos, levantaram minhas pernas pra cima. Fiquei toda aberta, coloquei meus pés no sofá, uma perna de cada lado deles.
Agora sim, a coisa ficou séria. complicava a coisa, já que começaram a se revezar pra me tocar na buceta e o Luciano fez algo que eu não esperava que ele fosse fazer ali, tirou aquele pedaço enorme do jeans e guiou minha mão pra aquela coisa linda e grande. Eu segurei bem forte e mantive o olhar controlando aquela porra quente apesar da escuridão. O Franco nunca tirou a rola pra fora da calça, mas quis desnudar meus peitos, mas não deixei. O Luciano me segurava pela cabeça com toda a intenção de me fazer descer, sim, queria que eu chupasse a rola ali, eu tava no pescoço dele morrendo de vontade de provar aquela pica. Quando o Luciano se acomoda no sofá e faz pressão pra eu baixar a cabeça e comer ele, bem na hora toca o alarme do meu celular que desconcerta todo mundo e nos faz sentar de volta nos lugares (eu tinha colocado um alarme pra saber quando tinha que ir embora). Eu levanto na hora dizendo que já tinha que ir embora, senão ia dar uma merda danada em casa. Eles, claro, insistiram, levantando e me apertando entre os dois, me convidando pra segunda-feira à tarde tomar um mate na casa de um amigo deles. Claro que aceitei, enquanto me convidavam me tocavam tudo e a gente se beijava, mas dessa vez em pé. Saímos e eles me levaram pra esperar um Uber na esquina do lugar, de propósito, porque tava escuro e a gente não parava de se beijar os três. Chega o carro e eles se despedem até segunda. Eu tava tão louca de tesão que na frente do motorista dei uns beijos de língua nos dois sem me importar com nada. Na viagem, juro que quase me masturbei, sabendo que estive prestes a chupar uma rola e não sei se não iam acabar me comendo ali também. Sabendo que em casa ia estar meu parceiro, tentei me acalmar. Depois eu posto a segunda parte 😘😘😘
Lá conheci duas minas bem mais novas que eu, que um dia me chamaram pra tomar umas cervejas. Tudo ia perfeito e, como papo típico de novinhas, começamos a falar dos caras que estudavam com a gente. Não eram muitos, acho que uns 5, e com o álcool rolando começamos a dizer quem era bonitinho ou tava a fim de dar uns pegas. Eu, óbvio, só ria e opinava pouco. Já no final, uma das minas soltou a língua e se sentiu à vontade pra confessar que tinha comido o Marito, um dos colegas que era quase da minha idade. A gente, chocada, não acreditava, porque parecia que ela tava afim do amigo dele, que era mais novo.
A gente começou a meter perguntas mais íntimas até que ela soltou a palavra mágica pra mim: “pau grande”. Eu fiquei em silêncio, a outra mina ria, e a mulher contava detalhes de como comeu ele e o tamanho do membro. Saí de lá toda molhada pra casa, com uma vontade do caralho de transar, que nem esperei meu marido — meti tudo e fiz uma punheta gostosa pra mim mesma.
Os dias foram passando. Aquele cara era baixinho, magro, e falava pra caralho, não tinha me agradado até então. Era casado, minha colega que comeu ele tinha namorado, então não andavam juntos no curso.
O tempo passou e o fim do curso tava chegando. A gente se juntou de novo com as minas, pra falar besteira, e claro que ia rolar perguntar sobre o Marito, mas a resposta dela nos desmontou: ela disse que tinha comido o outro cara, o mais novo, o amigo do Marito que sentava junto com ele sempre. A gente riu meio sem graça, mas ela se justificou dizendo que o cara mais velho não deu muita bola depois que transaram, e como com o outro tinha mais química, acabou na cama com ele.
Nisso, a outra mina zoava ela pelo Rápida que ela era, eu não sou exemplo disso, justamente, então só falei que ela fez bem.
Mas aqui o mais estranho era que esse cara tinha a rola muito maior que o outro, segundo ela.
Entre risadas, a gente zoava ela pela sorte que tinha.
Comigo aconteceu a mesma coisa de novo, fui pra casa toda excitada e realmente com inveja do que tinha acontecido com ela de ter dois dotados à disposição.
Já nas últimas aulas, acabei conversando mais com os homens do curso do que com as meninas. Pra piorar, a jovem que tinha transado com os dois não apareceu mais. Estranho, mas nunca mais foi vista nem por mensagens. A outra mulher, que era muito recatada, terminou o curso antes porque ia viajar, então nos últimos 15 dias fiquei batendo papo com os caras.
Antes de entrar na última semana, o cara mais novo me chama pra sentar com eles, ou seja, um banco na frente dos dois, do lado de outro colega que era o que trazia o mate. Então, sem hesitar, fui pra lá (no fundão) e sentei com eles três pra tomar mate e zoar. Com o passar dos dias, ficamos mais íntimos os três.
Eles me convidaram pra tomar umas cervejas depois da aula e fomos um pouco.
Tudo tranquilo, no café de sempre, conversamos, rimos. Eu ficava excitada rápido, diferente de antes, então antes de fazer papelão e ter que voltar pra casa, falei que em um pouco ia embora.
Ao dizer isso, foi como se eles ativassem e começaram com perguntas sobre meu marido, minha vida, foram se aproximando cada vez mais de mim e olhavam meu decote e a raba quando eu ia ao banheiro. Eu me sentia um pouco invadida e intimidada, mas desejada nessa idade, e isso me encantava.
Antes de eu ir embora, o mais cara de pau dos caras me pergunta se no dia seguinte eu topava ir com eles a um pub, mas à noite.
A primeira coisa que fiz foi rir e falar que já não tava mais pra esses lugares. Eles começaram a dizer que não iam me largar, fazendo alusão ao meu marido.
Riam, o mais velho me defendia dizendo que já Já estávamos grandinhos pra isso, mas um dos caras (o Luciano, o mais dotado, segundo minha amiga) pega na minha mão, dizendo que eu era uma coroa muito gostosa e que queria que eu levantasse pra dar uma voltinha. Eu continuava tomando cerveja e tava alegre, mas não levantei nem fodendo. Os outros dois também falavam que eu era gostosa e ficavam olhando pros meus peitos. Eu, toda vermelha de vergonha, eles me apressam pra responder sobre o dia seguinte, e eu acabo dizendo que não tinha problema, mas só umas duas horas. Eles, felizes, combinam como vamos fazer, e eu vou embora.
Em casa, fiquei pensando que porra eu tava fazendo. Mas tava com vontade de sair com eles.
No dia seguinte, me arrumei toda gostosa, bem pintada, com um perfume gostoso. Coloquei um vestidinho, um casaquinho e uns sapatos lindos de salto que minhas amigas tinham me dado. Peguei um reme, já que eles não podiam me buscar em casa, porque falei pro meu marido que ia sair com as meninas. Ele também ia sair com os amigos dele um pouco, então combinamos um horário pra voltar pra casa.
Eu tava meio nervosa. Cheguei lá e o Luciano já tava, o gato novo do lado da porta, me olhou de cima a baixo e disse que eu tava linda. Entramos pra esperar os outros chegarem, tomando uma cerveja. O cara, bem desenrolado, cheio de lábia.
Daqui a pouco chegam e sentam. Pedem umas coisas e começamos a conversar pra caralho. Eu bebia e bebia sem vergonha.
A gente tava nuns assentos super confortáveis, tipo poltroninhas, parecia lugar VIP. Quando fui ao banheiro, o Marito levantou, colocou a mão na minha cintura, acompanhou meu caminho e falou no meu ouvido:
- Cuidado por aí, que tem muito urubu com fome.
Eu ri e falei, rindo:
- Quem sabe eu não dou sorte!
Ele riu com malícia e piscou um olho pra mim.
Voltei do banheiro, e tavam colocando mais drinks na mesinha. Quando me viram, o Franco levantou do meio deles e falou pra eu sentar ali.. eu, naturalmente, obedeci sem perceber que eles queriam me deixar sempre no meio.
Sentei e comecei a notar que eles tavam muito... Toqueteiros comigo. Enquanto eu estava me sentando, Luciano me dá a mão e Marito logo me alcança um drink e, ao me dar, acaricia minha mão. Eu não conseguia tirar da cabeça e também não queria, que estava sentada entre dois paus grandes supostamente, e isso pra mim era um incentivo grande demais. Continuamos bebendo, já tinha passado umas horas, mas quando eu ia reclamar do drink forte, Luciano, que já tinha a mão atrás de mim, começa a falar no meu ouvido enquanto acariciava minha nuca. Ufff,!! Arrepios! Ele me dizia que há um tempo tinha brigado com a namorada e que uma vez tinha saído com uma mulher igualzinha a mim.
Eu, sorrindo e surpresa com as carícias dele, pergunto brincando se aquela mulher era gorda e velha como eu.
- Que?? Ela era bem gostosa, tinha uma bunda grandona e umas tetas lindas
Olhando pros meus peitos, ele fala depois
- Bueee... não tão grandes quanto as suas.
Eu, surpresa, mas gostava do que ele dizia, falo brincando
- Eu!! Para de olhar pras minhas tetas, cara.
Rindo, batendo na perna dele. Ele rindo também, volta pro meu ouvido
- Você é melhor
Eu dizia pra ele não falar besteira e, de repente, entra Marito que, pegando meu braço, se aproxima da minha orelha (do lado dele, óbvio) e pergunta se Luciano já tava bêbado enchendo meu saco.
Eu falei que não, que estávamos conversando numa boa. Marito também se pendurou em mim pra contar algo da vida privada dele, e Luciano já tava falando com Franco, mas nunca parou de acariciar minha nuca e, a toda hora, depois de largar o copo na mesinha, tocava minha perna do joelho até o quadril. Tava morrendo de vontade de mijar e levantei pra ir ao banheiro, Mario também levantou e disse que ia comigo, que também tava apertado. Já volto, falo pros outros caras, mas dessa vez sou eu quem acaricia a nuca do Luciano como prova de que tava gostando.
Chegando no banheiro, tinha uma fila enorme no das mulheres. O cara foi no dele e saiu rapidinho, eu ainda tava lá, ele se aproximou, me ofereceu um cigarro e ficou. esperando do meu lado. Ao entrar, fica perto da porta; quando saio, ele faz sinal, eu vou até onde ele está, ele me pega pela mão e me leva. Eu, curiosa por como ele me deixava intrigada sobre para onde queria me levar, não falei uma palavra.
No meio de uma multidão, no fundo do lugar, ele para no balcão e me diz para pedir o que eu quiser, que ele pagava. Eu não queria, mas ele insistiu tanto que pedi um fernet. O lugar estava lotado naquela hora. Enquanto falava com o barman, sinto algo duro encostando na minha bunda. Viro o rosto para o lado e vejo que era o Mario, que na mesma hora sente o empurrão da galera e me abraça pela cintura. Eu continuava tentando entender o que o cara dizia enquanto preparava meu drink, mas com o coração a mil ao sentir como ele encostava toda aquela carne. Nossa! Tão duro que parecia. Não falei nada, e ele entendeu como se estivesse tudo bem. Então, quando me entregam meu drink, eu viro para irmos para nosso lugar, ele continua me segurando e diz para ficarmos mais um pouco ali. Eu, obediente em agradecimento pelo convite, fico esperando sentir de novo aquele pedaço. Ele me leva para um lado do balcão, se apoia nele bem na ponta, e eu automaticamente viro de costas de propósito (queria sentir aquela dureza de novo) e começo a beber do copo. Ele não demorou muito para aproximar o corpo, me abraçando pela cintura. Eu quietinha no começo, mas fui eu mesma que encostei minha bunda na virilha dele. O Mário, diferente do Luciano, se fazia de galã, afastou meu cabelo e começou a falar no meu ouvido se fazendo de sedutor. As coisas que ele dizia eram bregas e de manual; se eu não estivesse tão curiosa pela confirmação do tamanho dele, teria cagado de rir na cara dele. Eu, parada, esperando o que ia acontecer, mas ao sentir na minha bunda que aquilo pulsava e crescia ainda mais, e ele começava a me beijar no pescoço, fiquei com muito tesão e apertava mais a bunda contra o pau dele. O cara me segurava firme. da cintura pra baixo, me fazendo rebolando a raba no ritmo das batidas dele. Ele vira meu rosto e de lado começamos a nos beijar como loucos. Eu já tava pegando fogo. Depois de um tempão, eu falo pra ele irmos com os caras, ele tira meu copo de Fernet, me gira deixando eu de frente pra ele e me beija de boca, mas dessa vez me encurrala na parede, passando a mão na minha raba. Sentia as mãos dele apertando meus glúteos. A ereção dele agora apontava pra minha buceta. Morria de vontade de tocar, confirmar se ali tinha algo grande mesmo. A língua dele começou a descer pelo meu pescoço, eu já tava molhada. Ficamos mais um tempo assim. Ele fala pra irmos e, sem hesitar, nos separamos e voltamos pra mesa porque fica feio sumir assim do nada. Lá, fizeram piadas sobre a demora. Eu ria, mas tava muito excitada agora. Mario não senta, diz que ficou sem cigarro e vai comprar. Eu já tava sentada do lado do Luciano, que atrevidamente fala pro Franco (que já tava do meu outro lado) se eu não era parecida com a gostosona que andava com ele. Eu de novo falava pra ele parar de encher o saco com isso, mas aí Franco disse:
- Sim, é verdade, mas você tá mais forte.
Se dirigindo a mim.
- Viu?! Só que a Gise tem peitos melhores.
Eu toda envergonhada, brigo de novo dando um tapa na perna dele, mas Luciano devolve esse tapa na minha cintura e sussurra no meu ouvido:
- O próximo tapa vai na raba, linda.
Uff!! Que filho da puta. Eu, pra disfarçar e pagar de descolada, respondo:
- É, você e mais quantos?
Ele me abraça de novo e fala:
- Nós três.
Eu toda vermelha, em silêncio, não sabia o que responder. E a única coisa que me veio foi:
- Já não tô mais pra essas aventuras.
E ri, mas eles ficaram calados, pensativos, e antes que tocassem no assunto, eu pergunto pro Luciano por que ele tava com uma gostosona. Ele, sempre acariciando minha nuca, me pergunta:
- Quer saber de verdade?
- Sim, claro.
Respondo eu. Nisso, Franco, que parecia o mais tranquilo, tinha a mão Apoiada na perna dele (ele estava de perna cruzada, como os homens fazem), mas com os dedos ele estava roçando minha perna, mais que a perna, era a coxa. Nunca falei nada, então ele baixou a mão e acariciou literalmente o lado da minha bunda, mas deixou a mão ali enquanto eu segurava Luciano pela perna.
O cara começa o relato me dizendo que a mulher era casada, mas que ele adorava como ela transava e que não tinha problema com nada. Eu ouvia atentamente e me acomodei, cruzando as pernas e virando de lado para o lado do Luciano para escutar melhor. Isso fez com que Franco brincasse, dizendo que eu estava dando as costas pra ele. Eu, com um sorriso, falei zoando:
— Depois te dou atenção, ciumento!
Levantando minha mão esticada, coloquei na perna dele, quase na altura do pau, e deixei ali, "amigavelmente". Agora era eu tocando aqueles jovens nas pernas, perto dos seus volumes.
O relato do Luciano continuou com mais detalhes, aumentando minha temperatura, e tudo piorou ao sentir a respiração de Franco no lado do meu rosto, se encostando no meu corpo para ouvir o que o amigo contava. Pra piorar, como eu estava de lado, ele literalmente colocou a mão na minha bunda, apoiou a mão ali enquanto esticava o corpo para escutar. Não sabíamos nada do Marito, mas era o que menos me importava, já que nós três estávamos nos apalpando mutuamente e, com o passar dos minutos, estavam me fazendo um sanduíche entre os dois.
Eu já muito excitada, falei bem alto:
— "Não escuto porra nenhuma" (óbvio, por causa da música alta)
E me enfiei mais para cima do Luciano com essa desculpa, deixando minha bunda mais exposta para o Franco, que, nem lerdo nem preguiçoso, se deitou também para aquele lado, ficando apoiado no meu corpo, onde pude sentir que o pau dele tinha endurecido e estava encostando na minha bunda.
Uffff... que beleza!! Que tesão. Pena que não duramos muito nessa posição, já que era uma imagem muito escancarada e nos recompusemos.
Sentamos como Gente normal não, eu nunca tirei minhas mãos deles. Já tava muito óbvio que eu tava procurando eles e eles queriam ser encontrados haha.
Luciano mal chega e o Marito vai pro banheiro. O cara tava contando o que tinha acontecido quando foi comprar. Eu tava falando besteira com o Franco.
Mario tinha carro, os outros caras não. Antes do Luciano voltar, o Marito me pergunta se eu quero algo especial e me pede pra acompanhar ele comprar bebida. Eu não tava a fim, mas quando ele disse que já tinha que ir porque acordava muito cedo, sabia que depois ia ficar com os caras.
Fomos de novo pro balcão, e a gente até esbarrou no Luciano. Compramos umas coisas, e o Marito, vendo que não ia dar pra ficar de chamego por ali, me pergunta se eu já quero ir embora. Mas o Luciano fala que depois eles me davam uma força pra pegar um Uber ou remédio, ele se despediu e foi. Eu e o Luciano nos olhamos e partimos pra mesa.
Quando chegamos, o Franco não tava. Sentamos pra beber esperando ele voltar. E do nada ele me pergunta:
— E você, já comeu uns caras?
Eu, rindo, falo que tava casada há anos. Mas ele diz que isso não tem nada a ver, e me apressa pra responder.
Quando falo que sim, mas faz muito tempo, o Franco chega e ele chama:
— Vem, vem, otário, que aqui a Gisela vai contar como comeu um cara!!
Quê??? Falo eu, surpresa e rindo.
— Eu não falei isso!!
Falo me fazendo de ofendida. O Franco sentou colado em mim, mas o Luciano, que era muito esperto, muito rápido, fala:
— Assim ela não vai ouvir nada.
Faz eu levantar, ele senta no lugar onde eu tava e me faz sinal pra sentar no colo dele.
Eu, dando uma gargalhada, pergunto se ele tava louco. Ele, me segurando pela mão, insistiu pra eu fazer. Eu, surpresa com a ousadia dele, olho em volta e falo:
— Se um conhecido me vê, eu morro. Sento no colo dele. Ele, com um sorriso de orelha a orelha, me abraça pela cintura. O Franco se aproxima mais, ficando Grudado no Luciano e em mim.
Ficam me enchendo o saco pra eu contar, e eu não sabia qual história escolher, haja. Aí comecei a contar de uma vez que conheci um cara 20 anos mais novo e blá, blá…
Eles ouviam atentos. Riam, opinavam, perguntavam, e eu contava o mais friamente possível. Depois de um tempo, a mão do Luciano já tava acariciando minha bunda, e eu respondi ao estímulo acariciando a nuca dele. Quando eles perguntaram mais e minha história chegou numa parte onde eu contava que o cara gostou de um vestido que eu tava usando, o Franco já começou a perguntar se era parecido com o que eu tava vestindo, mas não só perguntou: ele passou a mão na minha perna inteira. Eu falei que era bem mais curto que aquele, e rapidinho o Franco e o Luciano começaram a tocar minhas pernas por baixo da saia, marcando com as mãos a altura da roupa. Eu dizia que não, que era mais curto, e eles não acreditavam, então me levantei e, de pé na frente deles, mostrei onde chegava a saia. Eles ficaram de boca aberta, e isso foi o fim dos poucos limites que ainda tinham. Eu não levantei a saia, só coloquei a mão no meu corpo mostrando até onde ia o comprimento.
Quando o Luciano me dá a mão pra eu sentar em cima dele de novo, mal encosto a bunda nas pernas dele, ele fala:
— Peraí, que isso me incomoda.
E puxa meu vestido pra cima, e eu vou descendo devagar, sentando nas pernas dele, mas já com a bunda em contato direto com a calça dele. Em um minuto, entendi por que ele fez aquele movimento. Ele tinha passado a mão por baixo da minha saia e me abraçou assim pela cintura. Então, o cara já tava me segurando pela bunda, tocando direto na minha pele.
O Franco levanta pra ir ao banheiro e comprar mais uma cerveja, ficando na minha frente com uma ereção na altura do meu rosto.
Assim que ele sai, o Luciano me olha e fala, enquanto apertava e acariciava minha bunda:
— Quando você quiser comer outro cara, me avisa…
Eu, sorrindo, sinto ele passar a mão no meu rosto. Mano nele e começamos a nos beijar. O cara devorava minha boca e eu não conseguia segurar meu tesão, então peguei o rosto dele e joguei meu corpo pra trás, me deitando em cima dele. Isso fez minha bunda ficar mais pra cima, ou seja, só meu quadril encostava nas pernas dele, fazendo com que Luciano amassasse minha bunda toda e apertasse meus dois glúteos. Quando ele começou a descer pro meu pescoço, eu pedia pra ele parar, mas ele nem ligava e começou a pegar nos meus peitos. Mmmm... que excitada que eu tava. Franco chega do banheiro e paramos de nos agarrar, claro que ele viu tudo. Ele não disse nada, mas reclamou que também tem histórias pra contar. A gente começou a rir, zoando que ele não ficasse com ciúmes, aí Franco me chama pra sentar em cima dele e eu, já toda entregue, fui feliz.
Então a mesma vibe rolou, ele contava algo sexual que tinha acontecido enquanto acariciava minha bunda por baixo da saia, eu abraçava ele mas acariciava a nuca do Luciano, que em minutos pegou minhas pernas e disse pra eu ficar mais confortável, mas eu falei que assim tava doendo tudo e era muito desconfortável. Levantei, falei que queria sentar direito, mas nunca saí do lugar, só esperei eles se separarem (o que fizeram rapidinho) e sentei de novo no meio dos dois. Ficando bem apertada pelos meus dois apalpadores, esperando por um pouco mais.
Mas dessa vez, ao sentar, levantei minha saia, apoiando minha bunda diretamente no banco, pra saia não ficar apertada e eles fazerem o que quisessem. Na hora, Luciano e Franco perceberam e foram buscando com as mãos, cada um pro seu lado, um jeito de entrar enquanto continuávamos conversando como se nada. Depois de um tempo, sinto a mão de Franco pousar na minha perna e, no segundo seguinte, a mão de Luciano que colocou a dela mais pra cima. Ufff... que delírio. Começaram a acariciar minhas pernas, sempre sutilmente, mas com intenção de subir, o que foram fazendo devagar enquanto eu tava toda molhada. Eu Não importava o assunto da conversa. Minha pele se arrepiava toda vez que algum deles levantava a mão.
Já era tarde, eu tinha que ir, mas isso estava mais interessante. Minhas mãos não sabiam onde colocar agora, só serviam pra segurar o copo de breja. Eles toda hora pegavam os copos, mas nunca tiravam as mãos dali.
Num momento, Luciano disse que tava mijando de vontade. Eu falei:
- Vai então, não vai mijar aqui, né!
Ele riu e falou no meu ouvido:
- Tô meio complicado.
Eu, sem entender, fiz umas piadas, e ele disse:
- Não comenta, mas tô com a pica dura pra caralho e não dá pra ir assim.
Eu, sorrindo, olhei pra baixo e dava pra ver o volume na hora. Nervosa, tampei a boca como se estivesse chocada, mas era mais pra não deixar cair a baba. E do nada ele começou a contar que uma vez aconteceu a mesma coisa num rolê e blá blá blá… eu, com a baba escorrendo, escutava tudo atenta. Ele já tinha tirado a mão da minha perna pra ir ao banheiro, mas começou a me contar isso. Eu, me fazendo de sonsa, perguntei se já tinha baixado, e ele, sorrindo, levantou a calça (era uma tipo de ginástica, dessas de roupa esportiva), mostrando uma cueca branca marcando um pedaço impressionante, onde naquela fração de segundo eu vi que já tinha manchado na ponta com a lubrificação dele. Eu, por dentro, não acreditava que ele tinha me mostrado aquilo… hummm, meu amor!! Não sabia o que dizer, e pra piorar, de brincadeira, Franco reclamou puxando minha perna porque a gente não tava dando bola pra ele. E naquele momento, me deu vontade de abrir mais as pernas, como se aquela pica escondida ali tivesse um botão imaginário que a ativasse. Franco na hora subiu a mão e conseguiu roçar minha calcinha fio dental, que já tava encharcada nessa altura. Ele chegou o rosto perto da gente e gritou pro Luciano:
- Vai pro banheiro de uma vez, para de encher o saco…!!
Apesar de ter falado rindo, Franco ficou bem excitado ao me roçar ali e ver que eu não tava colocando freio, quis aproveitar o momento, com certeza, já que quando o amigo dele se afastou, começou a brincar que ele agora eu tinha que sentar no colo dele como se fosse filho dele. Eu, me fazendo de durona, falei que não tinha problema. Ele me zoou, dizendo que eu não ia aguentar o peso, mas eu insisti que conseguia e mandei ele parar. Uuuy! Quando ele se levantou e ficou parado na minha frente, não conseguia tirar os olhos daquele volume enorme por causa de uma ereção. Me fazendo de dominadora, abracei ele pela cintura e falei:
- Vem cá, pequenininho, vem com a mamãe!
Ele passou a mão por trás de mim, me abraçou e, direto, a mão dele foi na minha bunda. Sentou no meu colo devagar, tentando não apoiar todo o peso. E com segundas intenções, com voz de criança, seguindo minha brincadeira, ele disse:
- Quero mamar, mamãe
E olhou pros meus peitos.
Eu falei:
- Cê não tá grandinho pra isso?
E ele, mais esperto que eu, respondeu:
- Nãooo... Eu preciso me alimentar pra crescer
Enquanto com um dedo puxava minha blusa, mostrando o começo dos meus seios e o sutiã. E do nada começamos a brincar com aquela besteira, então eu falei:
- Mas aqui a mamãe não pode te alimentar, filhinho
Franco já tinha a mão apoiada na minha blusa, na altura da barriga, que era praticamente a mesma coisa que pegar nas minhas tetas, porque como elas são grandes pra minha idade, já estão caídas, e eu sou baixinha, e ainda sentada, tava tudo pertinho. Depois, ele enfiou a mão por baixo da minha blusa, tocando direto nas minhas tetas com os dedos, e sussurrou no meu ouvido:
- Vaaaai, mamãe, quero provar essas belezas, tô com fome
Eu, deixando ele me apalpar, só repetia que ali não dava.
Depois de repetir a mesma coisa umas vezes, e a mão dele já amassando minhas tetas sem dó, ele falou:
- E onde a gente pode ir, pra você me dar de mamar, mamãe?
Eu tava fervendo e só dizia que não sabia. Ele parou de brincar com as mãos, se levantou e falou pra gente ir rapidinho num kiosque comprar cigarro. Eu, já sem vergonha nenhuma, peguei na mão dele e fui atrás, esquecendo do Luciano, que, quando me viu saindo pela porta, veio correndo Nós, e ele pergunta pra onde a gente ia. Franco só disse "comprar cigarro", e Luciano falou "vamo junto, acompanho vocês".
Eu não sei quais eram os planos do Franco, mas era óbvio que não era comprar cigarro, e eu não saí pra fora pra fumar.
A banca ficava a duas quadras. Luciano começou a me zoar e me abraçava pela cintura, enquanto Franco me segurava pela mão e falou:
— Ei, mano? Larga a minha mina, você foi pra outro canto.
Rindo os três, Luciano responde:
— Ei, que tua mina!! Essa aqui é minha, tio.
E me dá um tapa na bunda que estralou bem forte e me fez suspirar, me acusando de ter me comportado mal na ausência dele. Mas eu não fiquei quieta, empurrada pelo álcool e pelo tesão, zoando com duplo sentido, falo:
— Calma, galera, não briguem. Sou dos dois hahaha
Eles soltaram um grito de alegria tão alto que tive que dar uma bronca, como se eu fosse uma mãe botando ordem. Na rua, tinha pouca gente voltando daquela banca. Depois dessas conversas, eles me abraçaram, e eu abracei eles, e chegamos na porta da banca assim e compramos cigarro.
Já era quase 3 da manhã e eu tinha que ir. Eles insistindo pra eu ficar, e mesmo morrendo de vontade de ficar com eles, só aceitei por mais meia hora.
Voltamos pro pub, que agora parecia mais cheio que antes. Mais ainda, nosso lugar tinha sido ocupado e não tinha mesa. Eles conversaram entre si e fomos pro balcão, onde eu tinha estado com o Marito. Pra chegar no meio da galera, eles me seguravam no meio: Luciano ia atrás, agarrado na minha cintura, e toda vez que a gente parava por causa da multidão, ele me apertava mais e encostava o pau na minha bunda. Franco na frente, me levando pela mão, e eu agarrada na cintura dele com a outra mão.
Chegamos, e eles pediram cerveja. Eu já não queria mais e me compraram um refrigerante. A gente se encostou num canto, apoiados na parede, bem perto de onde o Mario tinha me beijado. Luciano me agarrava pela cintura. se movia no ritmo da música, eu ria mas não acompanhava, só tinha ficado pra eles continuarem me apalpando mais um pouco. Por sorte eu tava de costas pro Franco, que se apoiou na parede segurando o copo de cerveja e com a outra mão me pegou pela cintura, me puxou pro corpo dele e falou no meu ouvido:
- Tá entediada, mamãe?
- Olha que eu ainda tô com fome.
E levantou a mão, tocando direto nos meus peitos, mas por cima da camiseta.
Eu tirei a mão dele e falei no ouvido:
- Calma, vão nos ver!
E ele respondeu:
- Desculpa, te vi muito quietinha e entediada.
Eu não consegui disfarçar e encostei minha bunda no pau dele e deixei:
- Tô um pouquinho entediada, sim.
Ele, rápido:
- Mmm... você entediada e eu com tanta fome, mamãe. Deixa eu provar elas, quem sabe tiro o tédio por um tempinho.
Uff, fiquei toda excitada. O Luciano chegou dançando e se colocou na minha frente, fazendo eu ficar apertada entre os dois, e começou a rebolando em mim enquanto falava no meu ouvido:
- Viu que você quer se comportar mal? Não era minha??
Eu falei: sou dos dois.
- Então vamos nós três um pouquinho antes de você ir pros sofás reservados lá em cima.
Eu, achando que era o mesmo lugar de antes, aceitei.
O Luciano apontou com o dedo pro Franco pra subir, e nós três fomos, passando de novo pelo meio da galera.
Quando subi e vi que só tinha outro bar e uma pista de dança pequena, não entendi nada, mas eles continuaram me levando. No fundo, atrás de uns banheiros, tinha uns sofás com pouca luz, dois casais se beijando, e em outro sofá um grupo de mulheres bebendo. Bem encostado na parede tinha um sofá. Fomos, sentamos, eu no meio, óbvio.
Falamos umas merdas, e o Franco virou de lado me olhando, e o Luciano fez o mesmo. Me senti intimidada, já que ninguém falava e só os dois me olhavam, até que perguntei que porra tava rolando, rindo, e o Luciano pulou de novo, acariciando meu cabelo:
- Afinal, você era minha ou dele?
Rindo, falei: Dos dois, já falei, caralho!!
Aí eles se grudam no meu corpo e começam a apalpar meus peitos e beijar meu pescoço, um de cada lado.
Eu sorria e perguntava o que eles estavam fazendo, mas esticava mais o pescoço pra eles continuarem. Não aguentei e coloquei minhas mãos, uma de cada lado, segurando as pernas deles, reclamando que estavam passando dos limites. O Franco enfia a mão por baixo da minha blusa e, apalpando meus peitos, sussurra no meu ouvido se agora eu ia alimentar ele. Mesmo com o tesão, eu repetia que não dava ali. Nisso, o Luciano pega minha mão e coloca no pau dele.
Mmmm... que delícia!! Sem dizer nada, comecei a acariciar aquele pacote promissor enquanto trocava beijos na boca com o Franco, que não largava meus peitos. Tava chegando a hora de ir embora, mas cada vez ficava melhor.
Depois de vários minutos chupando a boca do Franco, o Luciano me puxa pelo cabelo, vira meu rosto pro lado dele e me dá um beijão. Minha resposta foi me agarrar naqueles lábios igual carrapato.
O Franco faz a mesma coisa que o amigo e coloca minha outra mão na virilha dele. Já tinha virado bagunça, mas era exatamente o que eu fui buscar.
Os minutos passavam e eu não conseguia me desgrudar daquele lugar nem parar de esfregar os paus deles. Ninguém mais tava com sede, só queriam me tocar e ser tocados.
Fui alternando os beijos, um tempo com cada um. De vez em quando passava gente, e tinha gente ao redor, mas eu já não ligava pra nada, só pra hora.
De repente, o Luciano me pede pra levantar. Eu, estranhando, obedeço. Ele pega minha saia e manda eu sentar de novo. Aí entendi por que ele me fez levantar. Na hora, enquanto a gente se beijava, ele enfia a mão por baixo da minha saia, tocando minha coxa. O Franco faz o mesmo, e os dois começam a puxar minhas pernas pra cada lado, fazendo eu abrir. Não satisfeitos, levantaram minhas pernas pra cima. Fiquei toda aberta, coloquei meus pés no sofá, uma perna de cada lado deles.
Agora sim, a coisa ficou séria. complicava a coisa, já que começaram a se revezar pra me tocar na buceta e o Luciano fez algo que eu não esperava que ele fosse fazer ali, tirou aquele pedaço enorme do jeans e guiou minha mão pra aquela coisa linda e grande. Eu segurei bem forte e mantive o olhar controlando aquela porra quente apesar da escuridão. O Franco nunca tirou a rola pra fora da calça, mas quis desnudar meus peitos, mas não deixei. O Luciano me segurava pela cabeça com toda a intenção de me fazer descer, sim, queria que eu chupasse a rola ali, eu tava no pescoço dele morrendo de vontade de provar aquela pica. Quando o Luciano se acomoda no sofá e faz pressão pra eu baixar a cabeça e comer ele, bem na hora toca o alarme do meu celular que desconcerta todo mundo e nos faz sentar de volta nos lugares (eu tinha colocado um alarme pra saber quando tinha que ir embora). Eu levanto na hora dizendo que já tinha que ir embora, senão ia dar uma merda danada em casa. Eles, claro, insistiram, levantando e me apertando entre os dois, me convidando pra segunda-feira à tarde tomar um mate na casa de um amigo deles. Claro que aceitei, enquanto me convidavam me tocavam tudo e a gente se beijava, mas dessa vez em pé. Saímos e eles me levaram pra esperar um Uber na esquina do lugar, de propósito, porque tava escuro e a gente não parava de se beijar os três. Chega o carro e eles se despedem até segunda. Eu tava tão louca de tesão que na frente do motorista dei uns beijos de língua nos dois sem me importar com nada. Na viagem, juro que quase me masturbei, sabendo que estive prestes a chupar uma rola e não sei se não iam acabar me comendo ali também. Sabendo que em casa ia estar meu parceiro, tentei me acalmar. Depois eu posto a segunda parte 😘😘😘
7 comentários - Me comportei bem, mas... (1ª parte)