Isso aconteceu quando eu tinha 17 anos. Sou um cara de 1,80m, nem magro nem gordo, mas com músculos aparentes, uma boa piroca veiuda de 20cm e uma bunda grande. Naquele dia, a gente tinha ido jogar bola com os amigos e, depois do jogo, comemos um churrasco. Durante a partida, meu amigo Juan (um pouco mais alto que eu, musculoso, definido e bem grandão por causa do rugby) ficou com a perna dormente, e fui ajudar ele com umas massagens. Enquanto massageava, senti algo dentro de mim que me deu muito tesão — tocar aquelas pernas enormes, depiladas, bem musculosas, e estar a centímetros da piroca dele me deixou a mil. Ao mesmo tempo, pela cara dele, vi como ele curtiu a massagem até que o amiguinho dele começou a subir, e ele falou que já tava bom, pra eu parar. Ali percebi que algo tinha rolado. Ele não voltou pro jogo, e depois de jogar fomos pro churrasco na casa de outro amigo que mora perto da quadra. Durante o churrasco, começou a chover forte e várias ruas alagaram. A gente trocou vários olhares, eu e Juan, porque os dois sacamos que algo tinha acontecido. Quando o churrasco acabou, ele tinha ido de carro e eu a pé. Como a gente mora relativamente perto, ele se ofereceu pra me levar. Era meu momento de glória. No carro, a gente conversou sobre várias coisas até que eu toquei no assunto da perna dele, perguntei como tava, se já tava melhor. Ele disse que ainda incomodava um pouco e que a pistola massageadora dele tinha quebrado, e que tava sozinho em casa. Bem nessa hora, a gente chegou na minha rua, mas tava toda alagada, impossível passar de carro. Ele falou: "Não vou conseguir entrar aí. Se quiser, vem pra minha casa." E eu aceitei. Chegamos na casa dele, ele tava mancando um pouco. A gente sentou no sofá, e eu falei que se ele quisesse, eu fazia massagem de novo, que não me incomodava. Ele aceitou e pediu pra eu pegar um óleo de bebê no banheiro. Eu obedeci e peguei. Durante a massagem, minha piroca subiu toda, mas não deixei na cara. Conforme eu ia subindo pela perna dele, a calça começou a atrapalhar, então ele tirou e ficou só de cueca. Só pra constar, os dois tavam sujos e fedendo a suor. já que não deu tempo de tomar banho, enquanto eu massageava ele, ele soltava suspiros vendo um jogo de rugby gravado daquela tarde, e em certo ponto o pau dele começou a endurecer e ele fala "nossa, desculpa, mas juro que tô relaxando tanto que não consegui me controlar" respondi que sem problema, é normal porque a região do quadríceps é muito sensível e erógena, tudo continuou assim até que a ponta da cueca dele começou a molhar, e eu olhei pra ele, que tava olhando pro teto com os olhos virados, aí aproveitei e meti a mão por baixo da cueca e massageei um pouco a lateral do pau e perguntei "tá gostando?" e ele fala "continua por aí, você faz muito bem" e eu aproveitei e peguei no pau dele e comecei a bater uma, ele me olhou e mordeu o lábio, nunca tinha me olhado daquele jeito dominante e me deixou louco, não aguentei muito tempo batendo uma pra ele e ele fala "você se anima a chupar?" Aí tirei a cueca dele e cheirei, e isso fez meu pau endurecer ainda mais, ele percebe como a cueca dele cheira e fala "não sabia que você era tão puta" na hora peguei e meti na boca aquele pau lindo que tinha saído disparado da cueca, 22cm, grosso, cheio de veias e umas bolas enormes bem carregadas, obviamente perfeitamente depilado como o corpo todo dele. Comecei a chupar e ele começou a gemer de um jeito que me incentivava a continuar chupando, ele começou a guiar o boquete e me engasgar com a pélvis, o pau dele tinha um cheiro lindo e safado, o cheiro de um pau suado é a melhor coisa que existe. Depois de tanto chupar, ele tira a camiseta e fala "passa o óleo que vou arrebentar sua bunda" eu levanto e me despiro, e ele começa a meter os dedos (lembra que ele tava deitado no sofá e eu sentado do lado), ele se vira de frente pro sofá, me olha e fala "vem, senta", e aí começamos a foder, ele metia fortíssimo e gemia lindo, ainda por cima eu pegava no cabelo dele e cheirava, passava a mão nas costas dele, ficamos um tempão assim até que ele fala "quero gozar na sua boca, puta", então eu levantei e comecei a molhar Língua por todo abdômen definido dele, nos biquinhos do peito, me afogo nas axilas dele enquanto passo as mãos nas pernas dele, até chegar na rola e passo a língua da cabeça até as bolas, subo e chupo um tempo até sentir ele gozar na minha boca. Foram três cargas pesadas, não consegui engolir tudo, então tive que limpar ele com a boca depois e terminar de chupar. Ficamos sentados, ele no sofá e eu no chão apoiado no sofá entre as pernas abertas dele até o jogo acabar. Aí ele fala pra gente tomar banho e dormir. No banho rolou mais coisa, e na manhã seguinte também, então se curtiram o relato, deixem pontos e peçam a parte 2!!
1 comentários - Depois do futebol - Conto gay