Beleza, aqui estou eu com a parte 4. Espero que vocês gostem. Passaram-se vários dias desde aquele último encontro no meio da semana e, depois da mensagem de manhã, ele não me escreveu mais. Eu morria de ansiedade por um novo encontro e custava muito me concentrar no trabalho. Mandei umas mensagens soltas pro Marcos, mas ele nunca respondeu. Sendo sincera, essas não-respostas me ajudaram a me reconectar com minhas coisas, minha casa, minha mãe e, obviamente, meu filho, o Luqui. Era o mais importante. Passamos tempo juntos em casa, jantando, conversando, vendo TV. Tinha uma coisa que me fazia lembrar do Marcos o tempo todo... acho que vocês já imaginam... o plug. Toda vez que acordava e dizia pra mim mesma: "hoje não uso mais!!", tinha algo que me fazia voltar atrás na decisão e eu deixava ele enfiado. No começo foi chato, pra dirigir, pra sentar no trabalho, mas no fim acabei me acostumando. Tive que mudar meu jeito de me vestir, porque geralmente uso calças justas, e com elas aparecia demais. Quando tirava pra limpar, sentia minha bunda se acostumando e não via a hora do dia em que Marcos decidisse fazer dela a sua. Por outro lado, também continuei com o outro pedido dele: não parava de comprar calcinhas fio dental, ia nas lojas e comprava de 5 em 5, pedia pela internet, com todos os desenhos e cores. Ficava muito excitada quando comprava. Passou mais de um mês quando um dia o Luqui me disse que tinha um encontro com os amigos e, na hora, um sorriso se desenhou no meu rosto: "ele vai me escrever", pensei, tava com muita vontade que isso acontecesse e finalmente ver os resultados do brinquedo dele, mas nunca chegou a mensagem tão esperada. Fiquei confusa, será que ele achou outra? Quem podia ser? Alguma garota da idade dele? Por dentro, a confusão era enorme, mas não escrevi pra ele. Depois disso, decidi terminar a brincadeira sozinha. Parei de usar o plug e voltei pra minha roupa de sempre. Aquelas calças sociais justas de escritório, salto alto, camisa e blazer. Tudo voltou ao normal. Normalidade. Passaram-se uns dias e, depois do trabalho, decido passar na casa da minha mãe, precisava pegar umas coisas e conversar com ela. Mando uma mensagem pro Luqui que ia chegar tarde, mas ele não respondeu. Não me preocupei muito, ele sempre fazia isso. Volto pra casa e, quando entro, lá estava o Luqui com os caras, todos os amigos dele. Cumprimento um por um, e sim, ele estava lá, o Marcos estava lá. Só me deu um sorriso, não fez nem um gesto a mais. Com o Luqui, nos afastamos dos caras e ele me diz: — Desculpa, mãe, por não ter avisado, surgiu uma resenha com a galera do colégio e eu falei que dava pra fazer aqui. — Mas não, bebê, sem problemas, você sabe que nunca me importo deles virem, mas tá aquele cara da sua festa que você disse que não era seu amigo, que te incomodava... — respondi. — É verdade, mãe, mas esse ano ele mudou, tá mais de boa e interage mais com a gente. Até pediu desculpas por me encher o saco no colégio, eu falei que tava tudo bem. — Foi a resposta dele. — Ah, beleza então, fico feliz que tá tudo certo agora. Voltamos pra sala e falo pra todo mundo se divertir. Subo pro meu quarto. Me despi e senti a calcinha molhada. Pego um gel, passo na bunda e coloco o plug de novo... sorri de novo, aquela excitação que tinha perdido com o passar dos dias voltou. Me toquei na cama pensando no Marcos, sabendo que ele tava na minha casa, a poucos metros de mim. Na hora fiquei excitada e gozei, foi lindo. Me troquei e desci pra cozinha, tava com roupa larga, nada provocante. Cumprimentei os caras e perguntei se precisavam de algo, mas todos disseram que não, então fui pegar algo pra comer. Nesse momento, cruzei olhares com o Marcos e um fogo percorreu meu corpo inteiro. Parei na cozinha pra me concentrar, peguei algo pra comer e voltei pro quarto. Me despi de novo e a calcinha já tava molhada, só com o olhar dele já fazia estrago no meu corpo. Decidi me trancar no quarto pra não provocar nada. Depois de meia hora, recebi uma mensagem do Marcos. —Você desobedeceu... com essa calça justa dava pra ver o plug, te coloquei à prova e você falhou, prometeu ser minha puta pra sempre e não cumpriu. — Papai, não, não, me desculpa, juro que tirei faz poucos dias, mas usei o tempo todo. Olha!! Agora estou com ele, por isso estava com roupa larga. Mandei uma foto nua com o plug na bunda. Foi a primeira foto que enviei pra ele, nem pensei, só fiz, e me deixou muito excitada. Ele não respondeu nada e eu escrevi de novo quase implorando. — Papai, por favor, preciso ficar com você!!! Me diz o que eu tenho que fazer... Ele continuou sem responder e meu desespero aumentava. Ouvi que todo mundo saiu de casa e o dia terminou sem nenhuma mensagem. Desci de novo e conversei com o Luqui sobre várias coisas sem muita importância, meu dia acabou e continuo tudo igual. Voltei à rotina, mas dessa vez com o plug na bunda, não pensava em tirar e aí percebi que tinha desacostumado. Voltou a me incomodar pra tudo, dirigir, trabalhar, andar, mas como da primeira vez, aos poucos fui me acostumando. Os dias foram passando e eu continuava sem notícias, sem mensagens. Meu filho se encontrava com os meninos e o Marcos às vezes estava, às vezes não. Desconfiava que ele estava com outra, mas não tinha nenhuma pista. Eu segui minha vida, voltei minha cabeça pro trabalho e comecei a me concentrar. Passaram duas semanas do último dia que o vi. Era uma manhã normal, o Luqui foi pra universidade e eu estava saindo pra trabalhar, saio pra entrar no carro e o Marcos estava no carro dele estacionado na frente, cruzamos olhares... e chega uma mensagem — Mostra... Volto a entrar em casa enquanto escrevo pro meu chefe: "vou chegar tarde". Ele entra atrás de mim e fecha a porta, pega minha mão sem dizer nada e me coloca de costas contra a parede. — Desabotoa a calça. — Ele ordena. — Sim... — Desabotoei o cinto e depois a calça. Ele enfia a mão na minha calcinha fio dental e minha buceta reage na hora aos dedos dele, começa a ficar molhada, solto um gemido bem alto, como se estivesse descarregando tudo. que eu tinha guardado há meses. Ela tira a mão e os dedos estavam encharcados. Ela me vira de costas, me dá um tapa com a calça vestida, dói mas me excita. Ela coloca a mão de novo dentro da minha calça e dentro da calcinha fio dental, mas por trás, mexendo em toda minha bunda até sentir o plugue e aperta ele enfiando mais pra dentro.. -Cumpriu... tá treinado? -Sim, pai, quer provar?? Ela não respondeu minha pergunta, só tirou a mão e falou -Me dá uma calcinha fio dental usada Fui até o tanque e dei a do dia anterior, uma verde. Sem dizer nada, foi embora e eu fiquei sentada sem entender o que aconteceu. Eram 8 da manhã e eu tava queimando. Só me recuperei e fui trabalhar. No trabalho, o dia complicou e minha cabeça tava em qualquer lugar. Terminei aquele dia de trabalho exausta e só queria voltar pra casa, deitar e descansar. Cheguei em casa e o Luqui tava lá, cumprimentei e abracei ele. Aí percebi que o que eu tava fazendo não tava nada certo, que eu precisava parar, que tudo ia acabar mal. Ele só falou -Tudo bem, mãe? Cê tá com cara de exausta. -Sim, meu amor, tudo bem... tive um dia cansativo. Subi, me troquei, tirei o plugue, olhei pra ele, limpei e guardei. Falei pra mim mesma que nada podia dar certo. Obrigada a todos pelas mensagens no privado e pelos comentários. Quem quiser pode colocar o que deseja nos comentários, o que isso gera em vocês.
Beijos, Flor
Beijos, Flor
16 comentários - O "amigo" do meu filho parte 4
Excelente