Não podemos ser bombeiros de todos os incêndios…
Sou bull há anos e escrevo aqui os relatos em forma de blog, já que são coisas impossíveis de compartilhar no mundo civilizado, onde a vida profissional e social seriam juízes injustos de um mundo que são incapazes de entender.
Como o título do post já diz, um bull faz o trabalho dele pra um casal, pra duas pessoas, pra um casal. Às vezes, nosso jeito de ser, nossa forma de interagir com o casal ou o resultado da relação não é o que o casal procura, e isso faz com que a gente não consiga dar a satisfação que o casal busca.
Este foi um encontro especial, começou com um contato através de uma página de contatos onde muitos corníveis como eu frequentam.
O primeiro contato foi com ela, uma mulher madura por volta dos 50, robusta, dava pra chamar de uma bbw. É estranho que nos casais as buscas sejam comandadas por elas, já que o canal de contato costuma ser o. O fato de ser ela quem fez a busca e organizou todo o encontro define quem é o alfa da relação, quem manda.

O casal era de Pilar, na zona norte de Buenos Aires, um casal dessa área geralmente é um casal com grana.
Com ela, tivemos aquela conversa de apresentação e troca de fotos, como sempre acontece nesses casos. Como estávamos planejando um encontro em breve, perguntei várias vezes como deveria ser a abordagem com o corno. Ela me disse que ele ainda era sensível ao assunto, que só tiveram alguns encontros de natureza liberal e que ela queria experimentar o cuckold, porque isso a fazia sentir que podia explorar a libido dela.
Foi assim que ela me contou que ele não tá acostumado a ouvir chifre nem nada disso, que ele tava no processo de explorar esses prazeres.
Ela tinha uma posição tão dominante no casal que mandou ele me buscar na rodovia onde o ônibus me deixou. Ele chegou na caminhonete dele, e fomos pra casa deles, com um restaurantezinho na frente e a casa nos fundos… A casa tinha um jardim enorme, que parecia organizado por alguém com TOC.
Entrei na casa do casal, num estilo bem rural, cheio de móveis gauchescos, uma mesa daquelas tradicionais de algarrobo com a cozinha à vista… naquele lugar, uma sala de estar e jantar, tivemos a conversa necessária pra nos entendermos.
Ela não demorou, enquanto falava comigo, a levantar o vestido que estava usando e me mostrar uma deliciosa pussy brilhante e muito bem depilada…
Nos beijamos como namorados na frente do corno, nos apalpamos, mas conheço bem esse mundo, sei que uma mulher que tem o corno dominado quer se sentir na rédea curta.
Então peguei ela pelo pescoço, sem machucar, mas me impondo, virei ela de frente pro marido e com a outra mão comecei a masturbar ela.
- Diga o que você deseja. Eu disse.
- Me fode, quero que me foda, gostoso. Foi o que ela me disse.
- A mim não, decide pra ele, falei com voz de comando.
- amor, quero muito comer ele, me deixa?
Parei de masturbá-la e ela, sem entender por que eu tinha parado, ficou parada na frente do meu pau… dava pra sentir a respiração dela ofegante, quase gemendo, e a minha, com o coração parecendo que ia sair do peito.
Aquele silêncio de 30 segundos pareceu durar uma hora, e aí vieram as palmadas que ecoaram pela casa toda enquanto aquele rabão gostoso e empinado tremia.
Peguei ela no pescoço de novo…
- Falei pra você dizer pra ela o que você deseja, não pedir permissão, eu falei.
- Amor, quero que ele me coma, tem uma rola boa e me deixou com tesão como ninguém. Disse ela enquanto um fio de umidade escorria pela perna dela.
Ela tirou minha mão do pescoço dela, chupou meus dedos num ato de entrega e me guiou até o quarto dela. O quarto era tradicional, cama no centro, dois criados-mudos.
Uma vez no quarto, ela que ainda não tinha me despido pra nada, pegou na minha rola por cima da calça. Comecei a mandar ela apertar mais forte, ela ainda com um certo medo começou a apertar e a cada apertão vinha um tapa leve, daqueles que não doem, que são só um ato de demonstração, e ela apertava mais forte, fascinada pela rola que logo ia possuir ela por completo.
Soltiei meu cinto olhando nos olhos dela, e ela já apertando sem medo, morta de tesão… liberei meu pau duro, venoso e cabeçudo. Ela não disse nada, imediatamente se ajoelhou e começou a chupá-lo fascinada… o corno tinha sentado, estava com o pau na mão (era broxa) e parecia precoce…

- Você gosta do que vê. Eu disse pro corno que, sem conseguir falar uma palavra, ele balançou a cabeça.
Já sabendo que ela gostava, ele empurrava a cabeça dela pra me dar um dos atos de submissão feminina mais lindos que podem rolar, a engasgada de pau daquelas que faz ela tossir e deixa o pau todo babado.
Em algum momento, pareceu que o chifre quis reagir, mas pra azar dele, ela parou de tossir e agarrou a rola com mais paixão.
Quando sentiu que a piroca não ia ficar mais dura, tirou o vestido e ficou completamente pelada. Se jogou na cama, abriu as pernas e, sem nenhum pudor, levada pela excitação, me disse:
—Me fode, faz tempo que essa cama não vê um macho.
Ouviu-se um barulho vindo da esquina onde o chifre se retorcia…
Essas pernas poderosas abertas deixavam ver uma buceta de lábios finos aberta de excitação, um clitóris pequenininho e pontudo.

Não queria penetrar antes que ela estivesse bem quente, então antes de possuir ela, dei uma chupada na pussy do jeito que eu gosto, até que elas se retorcem de prazer e me dão gozadas bem gostosas.
Ela gozou tão forte que deixou um rastro de umidade, enquanto se contorcia com aquelas pernas enormes.
Depois disso a gente trepou, devemos ter trepado por uns 40 minutos, já com uns 15 minutos de transa, enquanto as gozadas dela encharcavam a cama, deixando manchas de umidade, ela começou a sussurrar no meu ouvido: "quero seu gozo..." foi aí que os fluidos dela estavam no máximo, eu peguei ela pelo pescoço de novo e, depois de dois tapinhas corretivos, falei.
- Grita, ou eu termino aqui fora…
- FILHO DA PUTA!!! QUERO SER SUA VADIA, ME ENCHE DE PORRA QUE EU PRECISO!!! Ela gritou.
Eu podia sentir como a buceta dela dava espasmos fortes que fechavam apertando a piroca, mesmo assim não parei de bombar, até que meu corpo também chegou ao êxtase. Tudo dentro dessa buceta divina e depois continuei bombando até perder a dureza.
Ela me abraçou feliz, quando o pau subiu e ela disse, não era isso que eu procurava, podemos parar por aqui, amor, por favor.
Os dois saíram do quarto, podia jurar que ela chorou, mas não vi... Minutos depois, ela entrou de novo, já vestida, e me disse.
- O jogo é de a 3 e ele não tá se divertindo.
Enquanto me dizia isso, acariciou minha piroca que já tá dura de novo, me olhou e disse: "ele te leva até o ponto, é o justo.
Entendo quando isso acontece, o cuckold é um jogo de três e dessa vez não deu certo… troquei de roupa, tomamos um café que o corno fez, e enquanto ele se desculpava por ter cortado o momento. Foi bem nessa hora que um vizinho chegou pedindo ajuda com uma coisa urgente na casa dele. O corno, com uma cara meio feia, me olhou e disse.
- Você tem meia hora, tenho que ajudar meu vizinho, depois venho e te pego.
- Não faz drama, espero, falei enquanto ela servia uns mates.
Carregaram umas paradas de um galpão na caminhonete e saíram pra fazer o que tinham que fazer.
Quando ele foi embora, apoiei ela contra a pia da cozinha, deixando a rola bem encaixada na racha formada por aqueles bundão gostoso.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Te salvo a bunda porque ele não aguentou ver outro macho te comendo. Falei pra ele.
- A bunda não, prometi antes de tudo que a bunda eu guardo, mesmo ele nunca tendo conseguido. Disse ela.
Levantei a saia dela e comecei a dar palmadas na bunda dela, dessa vez ela tava com uma calcinha daquelas tipo fio dental que eu arranquei puxando com força e naquele momento peguei ela de novo pelo pescoço e falei

Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. É a sua chance, se disser não, a gente toma um mate e espera seu marido, mas é você quem tem que dizer não…
Ela começou a rebolar a bunda, toda excitada, fora de si.
- Faz de mim sua putinha. Ela respondeu.
Me ajoelhei atrás dela e comecei a chupar aquele asterisco, fechado por falta de atenção. Ela dizia que não, mas ao mesmo tempo abria as nádegas com as mãos.
Quando eu me separei e fiquei atrás dela pro que vinha, ela me parou. É cabeçuda e com a barriga apoiada na pia, ela se virou, jogou óleo nas mãos e passou no meu pau.
De castigo por lubrificar meu pau com algo que não é saliva, foi uma enfiada dura e profunda, e se algum vizinho não ouviu é porque é surdo… ela batia na bancada e reclamava, mas ao mesmo tempo abria aqueles bundões pra entrar até o fundo.
Foi uma foda quase impiedosa, mas ao mesmo tempo ela estava nas nuvens. Quando ela sentiu que a pica estava perto de gozar, ela se endireitou e pediu num tom de súplica.
- Enche minha buceta, que depois disso não vou sentir prazer por um tempo.
Em seguida, tirei do cu dela e ela me levou pro sofá, e lá me deu uns rebolados lindos, ela tem uma bunda gigante que ver ela quicando é melhor que qualquer afrodisíaco.

Não posso dizer mais nada: ela ordenhou minha pica até não sobrar uma gota. Depois de ter todo o gozo dentro, limpou minha pica com dedicação, foi se lavar e vestir calcinha de novo. Eu tive que voltar pra capital com a pica e a virilha cheias de óleo.
Quando o chifre voltou, a gente tava tomando mate. A calcinha que rasguei levei de troféu, do jeito que eu gosto. Ela sentava de ladinho, foi uma foda intensa…
O chifre me levou até a estrada e ali a gente se despediu, ela ficou me olhando enquanto se afastava na caminhonete do corno.
Não voltamos a nos falar, mas esse relato é de um ato recente, bem recente, então não perco as esperanças de comer de novo aquela bunda apertada.
Desde já, valeu por me ler, agradeço os pontos e recomendar o conto.
Valeu @leonardkta
Sou bull há anos e escrevo aqui os relatos em forma de blog, já que são coisas impossíveis de compartilhar no mundo civilizado, onde a vida profissional e social seriam juízes injustos de um mundo que são incapazes de entender.
Como o título do post já diz, um bull faz o trabalho dele pra um casal, pra duas pessoas, pra um casal. Às vezes, nosso jeito de ser, nossa forma de interagir com o casal ou o resultado da relação não é o que o casal procura, e isso faz com que a gente não consiga dar a satisfação que o casal busca.
Este foi um encontro especial, começou com um contato através de uma página de contatos onde muitos corníveis como eu frequentam.
O primeiro contato foi com ela, uma mulher madura por volta dos 50, robusta, dava pra chamar de uma bbw. É estranho que nos casais as buscas sejam comandadas por elas, já que o canal de contato costuma ser o. O fato de ser ela quem fez a busca e organizou todo o encontro define quem é o alfa da relação, quem manda.

O casal era de Pilar, na zona norte de Buenos Aires, um casal dessa área geralmente é um casal com grana.
Com ela, tivemos aquela conversa de apresentação e troca de fotos, como sempre acontece nesses casos. Como estávamos planejando um encontro em breve, perguntei várias vezes como deveria ser a abordagem com o corno. Ela me disse que ele ainda era sensível ao assunto, que só tiveram alguns encontros de natureza liberal e que ela queria experimentar o cuckold, porque isso a fazia sentir que podia explorar a libido dela.
Foi assim que ela me contou que ele não tá acostumado a ouvir chifre nem nada disso, que ele tava no processo de explorar esses prazeres.
Ela tinha uma posição tão dominante no casal que mandou ele me buscar na rodovia onde o ônibus me deixou. Ele chegou na caminhonete dele, e fomos pra casa deles, com um restaurantezinho na frente e a casa nos fundos… A casa tinha um jardim enorme, que parecia organizado por alguém com TOC.
Entrei na casa do casal, num estilo bem rural, cheio de móveis gauchescos, uma mesa daquelas tradicionais de algarrobo com a cozinha à vista… naquele lugar, uma sala de estar e jantar, tivemos a conversa necessária pra nos entendermos.
Ela não demorou, enquanto falava comigo, a levantar o vestido que estava usando e me mostrar uma deliciosa pussy brilhante e muito bem depilada…
Nos beijamos como namorados na frente do corno, nos apalpamos, mas conheço bem esse mundo, sei que uma mulher que tem o corno dominado quer se sentir na rédea curta.
Então peguei ela pelo pescoço, sem machucar, mas me impondo, virei ela de frente pro marido e com a outra mão comecei a masturbar ela.
- Diga o que você deseja. Eu disse.
- Me fode, quero que me foda, gostoso. Foi o que ela me disse.
- A mim não, decide pra ele, falei com voz de comando.
- amor, quero muito comer ele, me deixa?
Parei de masturbá-la e ela, sem entender por que eu tinha parado, ficou parada na frente do meu pau… dava pra sentir a respiração dela ofegante, quase gemendo, e a minha, com o coração parecendo que ia sair do peito.
Aquele silêncio de 30 segundos pareceu durar uma hora, e aí vieram as palmadas que ecoaram pela casa toda enquanto aquele rabão gostoso e empinado tremia.
Peguei ela no pescoço de novo…
- Falei pra você dizer pra ela o que você deseja, não pedir permissão, eu falei.
- Amor, quero que ele me coma, tem uma rola boa e me deixou com tesão como ninguém. Disse ela enquanto um fio de umidade escorria pela perna dela.
Ela tirou minha mão do pescoço dela, chupou meus dedos num ato de entrega e me guiou até o quarto dela. O quarto era tradicional, cama no centro, dois criados-mudos.
Uma vez no quarto, ela que ainda não tinha me despido pra nada, pegou na minha rola por cima da calça. Comecei a mandar ela apertar mais forte, ela ainda com um certo medo começou a apertar e a cada apertão vinha um tapa leve, daqueles que não doem, que são só um ato de demonstração, e ela apertava mais forte, fascinada pela rola que logo ia possuir ela por completo.
Soltiei meu cinto olhando nos olhos dela, e ela já apertando sem medo, morta de tesão… liberei meu pau duro, venoso e cabeçudo. Ela não disse nada, imediatamente se ajoelhou e começou a chupá-lo fascinada… o corno tinha sentado, estava com o pau na mão (era broxa) e parecia precoce…

- Você gosta do que vê. Eu disse pro corno que, sem conseguir falar uma palavra, ele balançou a cabeça.
Já sabendo que ela gostava, ele empurrava a cabeça dela pra me dar um dos atos de submissão feminina mais lindos que podem rolar, a engasgada de pau daquelas que faz ela tossir e deixa o pau todo babado.
Em algum momento, pareceu que o chifre quis reagir, mas pra azar dele, ela parou de tossir e agarrou a rola com mais paixão.
Quando sentiu que a piroca não ia ficar mais dura, tirou o vestido e ficou completamente pelada. Se jogou na cama, abriu as pernas e, sem nenhum pudor, levada pela excitação, me disse:
—Me fode, faz tempo que essa cama não vê um macho.
Ouviu-se um barulho vindo da esquina onde o chifre se retorcia…
Essas pernas poderosas abertas deixavam ver uma buceta de lábios finos aberta de excitação, um clitóris pequenininho e pontudo.

Não queria penetrar antes que ela estivesse bem quente, então antes de possuir ela, dei uma chupada na pussy do jeito que eu gosto, até que elas se retorcem de prazer e me dão gozadas bem gostosas.
Ela gozou tão forte que deixou um rastro de umidade, enquanto se contorcia com aquelas pernas enormes.
Depois disso a gente trepou, devemos ter trepado por uns 40 minutos, já com uns 15 minutos de transa, enquanto as gozadas dela encharcavam a cama, deixando manchas de umidade, ela começou a sussurrar no meu ouvido: "quero seu gozo..." foi aí que os fluidos dela estavam no máximo, eu peguei ela pelo pescoço de novo e, depois de dois tapinhas corretivos, falei.
- Grita, ou eu termino aqui fora…
- FILHO DA PUTA!!! QUERO SER SUA VADIA, ME ENCHE DE PORRA QUE EU PRECISO!!! Ela gritou.
Eu podia sentir como a buceta dela dava espasmos fortes que fechavam apertando a piroca, mesmo assim não parei de bombar, até que meu corpo também chegou ao êxtase. Tudo dentro dessa buceta divina e depois continuei bombando até perder a dureza.
Ela me abraçou feliz, quando o pau subiu e ela disse, não era isso que eu procurava, podemos parar por aqui, amor, por favor.
Os dois saíram do quarto, podia jurar que ela chorou, mas não vi... Minutos depois, ela entrou de novo, já vestida, e me disse.
- O jogo é de a 3 e ele não tá se divertindo.
Enquanto me dizia isso, acariciou minha piroca que já tá dura de novo, me olhou e disse: "ele te leva até o ponto, é o justo.
Entendo quando isso acontece, o cuckold é um jogo de três e dessa vez não deu certo… troquei de roupa, tomamos um café que o corno fez, e enquanto ele se desculpava por ter cortado o momento. Foi bem nessa hora que um vizinho chegou pedindo ajuda com uma coisa urgente na casa dele. O corno, com uma cara meio feia, me olhou e disse.
- Você tem meia hora, tenho que ajudar meu vizinho, depois venho e te pego.
- Não faz drama, espero, falei enquanto ela servia uns mates.
Carregaram umas paradas de um galpão na caminhonete e saíram pra fazer o que tinham que fazer.
Quando ele foi embora, apoiei ela contra a pia da cozinha, deixando a rola bem encaixada na racha formada por aqueles bundão gostoso.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Te salvo a bunda porque ele não aguentou ver outro macho te comendo. Falei pra ele.
- A bunda não, prometi antes de tudo que a bunda eu guardo, mesmo ele nunca tendo conseguido. Disse ela.
Levantei a saia dela e comecei a dar palmadas na bunda dela, dessa vez ela tava com uma calcinha daquelas tipo fio dental que eu arranquei puxando com força e naquele momento peguei ela de novo pelo pescoço e falei

Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. É a sua chance, se disser não, a gente toma um mate e espera seu marido, mas é você quem tem que dizer não…
Ela começou a rebolar a bunda, toda excitada, fora de si.
- Faz de mim sua putinha. Ela respondeu.
Me ajoelhei atrás dela e comecei a chupar aquele asterisco, fechado por falta de atenção. Ela dizia que não, mas ao mesmo tempo abria as nádegas com as mãos.
Quando eu me separei e fiquei atrás dela pro que vinha, ela me parou. É cabeçuda e com a barriga apoiada na pia, ela se virou, jogou óleo nas mãos e passou no meu pau.
De castigo por lubrificar meu pau com algo que não é saliva, foi uma enfiada dura e profunda, e se algum vizinho não ouviu é porque é surdo… ela batia na bancada e reclamava, mas ao mesmo tempo abria aqueles bundões pra entrar até o fundo.
Foi uma foda quase impiedosa, mas ao mesmo tempo ela estava nas nuvens. Quando ela sentiu que a pica estava perto de gozar, ela se endireitou e pediu num tom de súplica.
- Enche minha buceta, que depois disso não vou sentir prazer por um tempo.
Em seguida, tirei do cu dela e ela me levou pro sofá, e lá me deu uns rebolados lindos, ela tem uma bunda gigante que ver ela quicando é melhor que qualquer afrodisíaco.

Não posso dizer mais nada: ela ordenhou minha pica até não sobrar uma gota. Depois de ter todo o gozo dentro, limpou minha pica com dedicação, foi se lavar e vestir calcinha de novo. Eu tive que voltar pra capital com a pica e a virilha cheias de óleo.
Quando o chifre voltou, a gente tava tomando mate. A calcinha que rasguei levei de troféu, do jeito que eu gosto. Ela sentava de ladinho, foi uma foda intensa…
O chifre me levou até a estrada e ali a gente se despediu, ela ficou me olhando enquanto se afastava na caminhonete do corno.
Não voltamos a nos falar, mas esse relato é de um ato recente, bem recente, então não perco as esperanças de comer de novo aquela bunda apertada.
Desde já, valeu por me ler, agradeço os pontos e recomendar o conto.
Valeu @leonardkta
14 comentários - Cornudo que não aguentou, corno
Lastima el no supo SU PAPEL
Y siempre bien redactado
Lastima por el que cago todo
Me gusta que pongas lo que salió bien, lo que fue mejor de lo esperado y también lo que no fue tan bueno. Hace más real todo.
🔥
🙌 excelente lo tuyo en optar q ella elija, diga, suplique,,pida permiso..al cook, la mejor manera d intentar hacerlo integrar cuando no las tienen claros los papeles....tu lugar...nada q objetar, sublime..felicitaciones!!!
PD: que culo divino el de ella.