Pegamos de surpresa, Vanessa 2

Depois de 11 horas de voo, o avião pousou às 8 da noite. No terminal, Vanessa me esperava; nos fundimos em um abraço — quase dois anos desde o casamento. Enquanto esperávamos minha bagagem, não parávamos de conversar. Carregamos as malas no carro e partimos para a cidade. Estava muito calor.
— Você deve estar com fome. Podemos parar para jantar primeiro.
— Não estou com fome, estou muito cansada e prefiro descansar. Muitas horas de voo.
— Então vamos direto para casa.
Chegamos ao apartamento dela. Ela puxava uma das minhas malas e uma bolsa; eu, mais duas malas.
— Bem-vinda ao seu novo lar. Esta é a sala de jantar.
Sem soltar a mala, ela seguiu por um corredor do outro lado.
— Aqui é o banheiro. Este é um quarto pequeno com uma cama, caso alguém fique para dormir. E este é o nosso quarto.
Era grande, com uma cama de casal, duas mesinhas, uma penteadeira e um armário espaçoso.
— O seu lado é o direito. Esvaziei a mesinha para você guardar a roupa íntima e arrumei espaço no armário para suas roupas.
— Não é melhor eu ficar no outro quarto? Não quero ser um incômodo.
— Que incômodo, o quê? Você é burra ou o quê?
— Não, obrigada, mas nem pensei em desfazer as malas. Minha intenção é alugar um apartamento o mais rápido possível e procurar trabalho.
— É, você é burra mesmo. Sabe como os aluguéis estão caros para uma pessoa sozinha? Então você fica aqui comigo. Dividimos o apartamento e as despesas entre as duas, e assim não ficamos sozinhas e fazemos companhia uma à outra.
— Tá bom, está bem. Agora, eu gostaria de tomar um banho.
— Você já sabe onde fica o banheiro. Há toalhas limpas atrás da porta.
Procurei roupa limpa em uma mala e fui tomar banho. Quando saí, Vanessa estava na cozinha — que eu ainda não tinha visto — preparando algo para o jantar. Tentei ajudá-la, mas ela não deixou e me disse para sentar e descansar. Depois do jantar e de conversarmos um pouco:
— Vanessa, estou morrendo de vontade de cair na cama.
— Eu também. Tenho que acordar cedo, pois trabalho amanhã. Vamos.
Já no quarto. - vamos ver em que mala meti os camisolas. - com esse calor você vai colocar um camisola? se dorme melhor de calcinha. - você tem razão. Me coloquei no meu lado da cama, me despi ficando só de calcinha e me deitei na cama onde a Vanessa já estava deitada. - boa noite, Vanessa. Eu disse olhando para ela, ela aproximou o rosto e me beijou nos lábios. - boa noite. Dormi na hora, mas um par de horas depois acordei por causa do fuso horário e não consegui dormir a noite toda, às 7 tocou o despertador da Vanessa. - bom dia, não dormi nada a noite toda. - Bom dia, normal, o fuso horário te deixou alterada. Ela se levantou e saiu de calcinha para o banheiro, eu fiquei na cama e uns minutos depois ela apareceu na porta. - vou preparar café, quer um? - sim. Me levantei e fui ao banheiro primeiro e depois para a cozinha, o café já estava pronto, ficamos sentadas uns 20 minutos as duas de calcinha tomando café. - vou me vestir que tenho que ir. - sim, eu vou tentar dormir pra ver se consigo. Ela foi embora e eu depois de quase uma hora dando voltas na cama sem pregar o olho, me levantei, preparei outro café, depois sem me vestir desfiz as malas e coloquei tudo nos armários, estava muito calor e com a umidade eu estava toda suada, tomei banho e me vesti com um vestido curto, eram pouco mais das 10, não sabia o que fazer, tinha o dia todo pela frente até as 5 a Vanessa não chegava, também não podia sair pois não tinha chaves para entrar, então procurei os produtos de limpeza e comecei a limpar o pó, varrer e lavar o chão, ao meio-dia preparei algo para comer, comecei a ter sono, fui para a cama e dormi na hora, acordei ao ouvir os passos da Vanessa, eram mais das 5, tinha dormido umas 4 horas, me levantei e conversamos sobre como tinha sido nosso dia. - por sinal, você teria que me dar umas chaves para eu poder sair. - sim, esqueci de te dizer que tem umas no armário da entrada. - e também vamos ver se você pode me deixar o computador para procurar trabalho. - claro. enquanto procuro, já cuido das tarefas do apartamento. - tá bom pra mim. Passamos a tarde no sofá conversando até a hora do jantar, depois pra cama e esperar um novo dia. Essa noite dormi um pouco mais, de manhã limpei o banheiro e saí pra comprar algumas coisas que faltavam na comida. A tarde foi como a anterior, na sexta ela chega ao meio-dia, então preparei comida pras duas e à tarde fomos ao shopping fazer compras e de quebra fizemos as unhas. Sábado de manhã fizemos limpeza e lavanderia, almoçamos e vimos uns dois filmes até quase 7 horas. - Pili, que tal a gente se arrumar e sair pra jantar e tomar alguma coisa depois? - perfeito. Depois de jantar e tomar uns drinks voltamos pra casa, já na cama Vanessa começou a me tocar. - para, não continua que eu não quero. - por quê? - porque ele morreu há pouco tempo e ainda não superei. - desculpa, sinto muito. Me abraçou, deu um beijo no meu ombro e assim eu adormeci. Domingo passamos em casa, aproveitei pra fazer meu currículo, o que não foi fácil porque minha única experiência era de entregador e como homem, como mulher nunca tinha trabalhado, bom, no sexshop, mas não ia colocar isso. Segunda comecei a procurar emprego sem saber bem o que buscar, comecei a ler ofertas e enviei o currículo pra uns supermercados, uma empresa de limpeza e várias fábricas. A semana passou rápido entre as tarefas de casa e a busca de trabalho, não recebi nenhuma resposta. Sábado Vanessa disse que sairia naquela noite, que tinha marcado com um ficante, e fiquei sozinha. Tinha passado um mês da minha busca de trabalho quando chegou um e-mail de um supermercado pra uma entrevista no dia seguinte. Me apresentei muito nervosa pra entrevista, foi feita por uma mulher de uns 40 anos. Fui sincera e expliquei porque estava tanto tempo sem trabalhar, minha transição e meu casamento com Ramiro, mas só como união estável. Ela disse que se eu fosse a escolhida me ligaria no dia seguinte e às Às 10 da manhã recebi uma ligação do supermercado para me apresentar naquela mesma tarde e assinar um contrato de 6 meses e pegar o uniforme. Depois de assinar o contrato, me deram a opção de escolher se queria o uniforme com saia ou calça. Fazia mais de 3 anos que eu não usava calça, então escolhi a saia. Era azul, acima do joelho, com blusa branca e colete azul. Me entregaram 3 uniformes e no dia seguinte eu tinha que estar lá às 8 da manhã. O primeiro dia só fiquei repondo produtos, no seguinte me ensinaram a função de caixa e a partir daí fiquei alternando entre uma coisa e outra a cada dia. Meu turno era de 8 horas e variava, algumas semanas de manhã e outras de tarde. Folgava no domingo e segunda. Em casa, a gente dividia as tarefas e a convivência era muito boa. Alguns sábados a gente saía pra jantar e tomar uns drinks, e em outros ela saía com algum amigo.

Passaram quase 3 meses. Num sábado à noite, chegando em casa depois de tomar uns drinks, quando a gente entrou na cama, Vanessa me deu o beijo nos lábios de sempre. Eu estava de barriga pra cima, ela colocou um braço sobre minha barriga começando a acariciar e eu me deixei levar... e acabamos transando. Isso foi se repetindo em outros dias durante a semana, que foram passando rápido. Ela, uma ou duas vezes por mês, saía com algum cara até que, no meio de uma semana, ela disse:

- Esse sábado eu marquei de sair com um amigo. Anima e vem também, já falei com ele e ele vai trazer um amigo. A gente janta e vai dançar um pouco, o que você acha?

- Tá bom, me parece legal.

Chegou o sábado, combinei de encontrar com eles num restaurante. Quando cheguei, eles já estavam esperando. Ela me apresentou o Julián e o Rafael. Na hora eu percebi que o Rafael era o amigo, porque ela e o Julián se beijaram na boca. O Rafael era um pouco mais alto que eu, moreno e bonitinho. O jantar foi divertido, mas o Rafael quase não falava, dava pra ver que era tímido. Depois fomos pra um bar tomar alguma coisa, onde eu comecei a ficar entediada, e depois pra uma boate, onde eu me diverti dançando sozinha enquanto o Rafael não saía do pé do balcão e os dois... Elas dançavam ao meu lado entre beijos, chegou um momento em que já me sentia agoniada. - Vanessa, tô cansada. Se não se importar, chamo um táxi e vou pra casa. - O que você tá dizendo? Como vai ir sozinha? - Tô agoniada, você tá se divertindo e eu aqui sozinha, que amigo mais sem graça o Rafael. - Verdade, não pensei que fosse assim, não conhecia ele. - Pois é, por isso vou embora. - Espera um pouco, falo com o Julián. Falei um momento com o Julián. - A gente vai todo mundo, o Julián leva a gente pra casa. Ao chegar e sair do carro. - Desculpa, Vanessa, estraguei sua noite. - Relaxa, não foi nada, eu teria feito a mesma coisa. - Sim, mas atrapalhei seu sexo com o Julián. - Para de se sentir culpada, mesmo assim não teria ficado, não ia te deixar sozinha. - Mas eu não me importaria de ter vindo sozinha. - Olha, vou deixar claro: ou a gente transa as duas, ou ninguém transa. - Hahaha, que animal você é. - Hahaha e sem pau a gente não vai ficar essa noite. Não é a mesma coisa que um pau de borracha, mas é o que a gente tem. - Hahaha. Fomos direto pro banheiro e pra cama, onde curtimos uma boa sessão de sexo. Dormimos peladas, acordei perto do meio-dia e ela ainda tava dormindo. Fiquei mais alguns minutos deitada até decidir levantar, e quando me mexi ela acordou e me deu bom dia. Coloquei uma calcinha, fui ao banheiro e depois preparei café pra nós duas. Quando ela entrou na cozinha, já estava na mesa. Ficamos comentando sobre a noite anterior. - Da próxima vez vai ser melhor, tenho dois amigos que já transei com os dois e o Marc é ideal pra você. Depois falo com eles pra marcar um sábado. - Espero que ele seja mais aberto que o Rafael. - Você vai ver, é totalmente o contrário. Tomamos um banho e, enquanto a comida ficava pronta, arrumamos a cama, limpamos um pouco e lavamos roupa. Depois do almoço, vendo um filme, a Vanessa falou com o Marc e o amigo dele, Miguel. - Marquei com eles pro sábado que vem, vão nos buscar às 8 pra jantar e depois festa. Chegou o sábado e às 8 as duas estávamos prontas, com um vestido preto. Apertado e curtinha, esperando uma mensagem para descer, que não demorou muito a chegar. Nos esperavam em pé na frente do carro. Ele fez as apresentações e nós duas sentamos atrás. Marc era alto, me passava uma cabeça, e olha que eu estava de salto 10. Não era musculoso, mas parecia forte, com cabelo castanho curto e cacheado, e atraente. Miguel era um pouco mais baixo, mas um pouco mais definido, cabelo escuro e mais bonito.

Marc dirigiu. Depois de 20 minutos, estacionou na zona do Porto Olímpico e, depois de andar uns 5 minutos, entramos num restaurante. Nos levaram a uma mesa reservada. Eu fiquei de frente para o Miguel e ao lado do Marc. O jantar foi mais animado que o anterior. Marc era o oposto do Rafael, falava muito, dava pra ver que era um cara com muita personalidade.

Depois tomamos uma bebida numa esplanada e fomos a uma boate. Pedimos bebidas e ficamos perto do bar, numa mesa redonda alta pra deixar os copos. Continuamos conversando os quatro, mas não demorou muito para a Vanessa e o Miguel começarem a conversar entre si e a se beijar, e eu fiquei falando com o Marc, que me perguntou sobre a minha vida.

Como a música estava alta pra ouvir direito, a gente tinha que se aproximar, até que ele passou uma mão por trás, colocando-a com suavidade na minha cintura. Uns minutos depois, ele me agarrou com força e me puxou pra ele, aproximou os lábios do meu ouvido e disse:

— Quando tenho minhas putinhas assim, gosto que não usem calcinha.

— Hahaha, mas eu não sou sua putinha.

— A Vanessa me contou algumas coisas sobre você. Que você gosta de ser chamada de putinha, que é submissa e obediente. E por isso você vai ao banheiro, vai tirar a calcinha e vai me entregar.

Ele falou sério e com autoridade. Me excitou sentir ele falando assim comigo. Me afastei dele e fui ao banheiro. Enquanto ia, fui ficando cada vez mais excitada, pensando que com o Marc, naquela noite, eu voltaria a ocupar o lugar que devo, como mulher submissa. O banheiro não estava muito longe, mas naqueles poucos metros eu tinha certeza de que já tinha molhado a calcinha. Entrei no banheiro, tive que esperar alguns minutos, entrei em uma cabine... Tirei a calcinha e voltei com ela escondida na mão, o tesão de ir sem calcinha me deixou muito excitada. Me coloquei ao lado dele e entreguei a calcinha, ele guardou no bolso e me agarrou pela cintura com força, me puxando contra ele.
- Boa garota, e a Vanessa tinha razão, muito obediente.
Baixou a mão pela minha bunda e a meteu por baixo do vestido, tocando minha bunda nua.
- Isso, é assim que eu gosto que minhas vadias andem, com o coelhinho arejado e fresquinho.
Metou as mãos entre minhas pernas até tocar minha buceta.
- Mas muito fresquinho não está, você está com ela quente e molhadinha, está bem excitada, né, vadia?
- Sim.
Ali de pé, enquanto a Vanessa não parava de se beijar com o Miguel, o Marc estava tocando minha buceta e metendo os dedos, e eu me deixava fazer enquanto via à minha frente a balada cheia de gente bebendo e dançando. Ele tirou a mão, me virou para ele e começou a me beijar. O Miguel perguntou se queríamos beber mais alguma coisa, pedimos outro cuba-libre, eles começaram a conversar e a Vanessa me pediu para acompanhá-la ao banheiro. Fui com ela, entramos juntas no mesmo cubículo e, embora estivesse com vontade, não fiz nada para que ela não percebesse que eu estava sem calcinha. Ao voltar, pegamos as bebidas e fomos dançar um pouco na pista, só nós duas. Enquanto dançávamos, minha bexiga foi enchendo e já não aguentava mais, então disse à Vanessa que ia ao banheiro, pensando que ela não viria.
- Te acompanho.
- Não precisa.
- Eu também estou com vontade de novo.
Uma vez dentro, deixei ela fazer primeiro e depois tentei fazer o possível para que ela não percebesse. Sentei, levantando o vestido, e ela ficou me olhando.
- Você não colocou calcinha.
- Sim, já te explico.
- Explica, estou curiosa.
- É culpa sua.
- Minha culpa? Por quê?
Expliquei o motivo.
- Hahaha, que safado esse Marc. Eu contei a ele que você gosta de homens dominantes, que assumam o controle, e algumas coisas e gostos seus.
- Ele me contou, você é uma safada.
- Hahaha, sim, mas eu sabia que era isso que você estava precisando.
- Sim, na verdade, eu sentia falta.
- Bom, vamos voltar para eles.
Fui até onde Eles ainda estavam conversando quando me aproximei e me coloquei ao lado dele. Ele me agarrou pela cintura e me puxou contra ele.
— Já cansaram de dançar?
— Não, mas estávamos sentindo falta da companhia de vocês — respondeu Vanessa.
— A gente estava falando que talvez pudéssemos ir embora.
— Como quiserem, mas vocês têm que nos levar para casa.
— Então vamos.

Ao chegar no carro, dessa vez Miguel sentou atrás com Vanessa e eu na frente. Eles ficaram se beijando, e Marc, enquanto dirigia, com uma mão acariciava minha coxa. Ele estava indo na direção do nosso apartamento, mas num cruzamento desviou e, depois de algumas quadras, parou na entrada de um estacionamento que se abriu automaticamente. Ele entrou com o carro.
— Chegamos em casa.

Tínhamos chegado no apartamento dele. Já estava me parecendo estranho que nos trouxessem para casa tão rápido. Subimos para o apartamento.
— Vou pegar orujo para tomar um shot.

Eles voltaram rapidamente com quatro copos e serviram os shots. Um brinde, e de uma vez só mandamos pra dentro. Miguel agarrou Vanessa, beijou-a com vontade e a levou, desaparecendo no fundo do corredor. Marc se aproximou e me agarrou.
— Vem, vou te mostrar meu quarto.

Ele me levou até lá, fechou a porta, me puxou contra ele e começou a me beijar, apertando minha bunda.
— Vamos ver se você é mesmo tão putinha quanto a Vanessa me contou.
— Agora você vai saber.

Continuamos nos beijando. Sua mão na minha bunda foi levantando meu vestido, deixando minha bunda exposta, enquanto a outra massageava meus peitos. Uma das minhas mãos desceu pelo peito dele, desabotoou a calça e entrou dentro da cueca, agarrando o pau já meio ereto.
— Hummmm, está quente.
— Gostou?
— Sim, agora você vai saber o que sua putinha submissa gosta.

Beijei seus lábios, desci pelo pescoço enquanto com uma mão desabotoava sua camisa. Tirei-a e continuei descendo, beijando seu peito, acariciando com uma mão enquanto a outra continuava segurando o pau. Continuei descendo, percorrendo seu corpo com os lábios até ficar de joelhos. Baixei sua calça e a cueca, e o pau já duro estava diante da minha cara. Olhei para cima, buscando seu olhar. Fixei meus olhos nos dele enquanto me aproximava... cara e percorria o pau com a língua da base até a ponta e prendia entre os lábios. - mmmmm delicioso. - se você gosta disso, puta. - sim, eu adoro. - então é todo seu. Comecei a chupar lentamente sem tirar os olhos dos dele. - siii que gostoso você chupa, puta, continua assim mmmm. Fui enfiando aos poucos, curtindo, ele não desviava o olhar, agora quieto em silêncio, subi até a ponta e tirei da boca. - você gosta. - sim. - eu também acho gostoso, me fala coisas, quero ouvir você enquanto chupo. - cala a boca e chupa, puta, sim assim mmm que gostoso, você é uma boa chupadora, que raposa. Enquanto ele me falava coisas, me concentrei na minha tarefa até fazê-lo gozar na boca, deixei limpo e me levantei, sem pensar ele tirou meu vestido e sutiã e me jogou na cama, abriu minhas pernas e se meteu entre elas, não tinham passado nem 2 minutos e já estava bem duro, senti a ponta na entrada da buceta e de uma vez ele enfiou tudo dentro, começando a me foder com força desde o início, fazendo eu gritar e gemer na hora. - você gosta, né, puta. - ahhhh siiiii. - assim que se fode putas. O filho da puta estava me fodendo muito forte e estava me deixando louca de prazer, fazia muito tempo que eu não transava e que falta me fazia sentir um pau bom entre as pernas - sim ahhhhh não para. Sentia os ovos batendo em mim, meus gemidos eram contínuos, alguns minutos depois a respiração dele foi ficando mais forte. - vou gozar, puta, tem problema em gozar dentro. - não ahhhhh Deus nenhum problema. Alguns segundos depois senti o calor da porra enchendo minha buceta, ele deu mais 4 bombadas, tirou e se deitou ao lado. - foi muito bom. - sim. - tô com vontade de um trago, quer um shot. - sim. Ele saiu e num instante voltou com a garrafa de orujo e 2 copos, encheu e tomamos de uma vez sentados na cama e pôs outros 2, pegou a calça do chão e tirou minha calcinha do bolso. - toma, não esquece elas. a esquecer amanhã. - Cara, eu não ia sair sem calcinha. - hahaha, sabe, eu nunca tinha dito pra uma mina tirar a calcinha, menti pra você. - Que babaca você é. - Não sei, a Vanessa me falou sobre você e, pensando, me veio isso na cabeça pra te testar e achei que você ia me mandar à merda, mas não foi assim, bom, e como você se sentiu fazendo isso? - Eu ia te mandar tomar no cu, mas a curiosidade de fazer isso pôde comigo e foi uma boa experiência. - Outro shot. Ao bebermos esse, ele pegou minha cabeça e me puxou pra ele e começou a me beijar na boca, entrelaçando as línguas, uma mão começou a apertar meus peitos, eu levei uma até o pau para masturbá-lo, sua mão desceu até a buceta, acariciou por cima e foi metendo os dedos entre os lábios, entrando até sentir como vários entravam dentro de mim, o pau nas minhas mãos cresceu rapidamente, ele parou de me tocar, agarrou uma perna me levantando em direção a ele, me fazendo sentar de pernas abertas em cima dele, levantei um pouco, peguei o pau, coloquei na entrada da buceta e sentei em cima, metendo inteiro até o fundo, comecei a pular sobre ele, enquanto olhava nos seus olhos e o beijava. - Ahhhhh que gostoso, assim eu sinto ahhhh todo dentro. - Continua, não para, pula no meu pau, putinha. Apoiada com as mãos nos seus ombros, e suas mãos uma em cada bunda, pulei como uma louca no pau dele um bom tempo até que o cansaço pôde comigo, tirei de cima e fiquei de 4 na beirada da cama, ele ficou em pé atrás de mim e meteu, me agarrou com força na cintura, me fodendo com golpes duros, gozando em alguns minutos, me deitei na cama, ele sentou alguns minutos em silêncio. - Agora eu volto, vou ao banheiro, gata. Demorou uns 5 minutos pra voltar, eu estava sentada na cama, tinha colocado a calcinha. - Onde é o banheiro? - No final do corredor, a última porta. Saí do quarto, o outro estava em frente e se escutavam os gemidos da Vanessa, eles ainda estavam fodendo, voltei para a No quarto, Marc estava sentado tomando um shot.
- Quer um?
- Não, já bebi demais, estou um pouco tonta e com sono.
- Deita e dorme.
Deitei na cama, ele também apagou a luz e não demorou nada para eu cair no sono. Quando acordei, estava sozinha. Olhei a hora: eram 11 da manhã. Levantei, me vesti e, depois de ir ao banheiro, fui à sala de jantar onde já estavam todos. Me serviram um café e, depois de conversar um pouco, Vanessa disse que era hora de irmos. Nos despedimos, paramos um táxi que nos levou para casa. Entre o trabalho e as coisas de casa, os dias passavam rápido. Com o Marc, a gente ia conversando por mensagem com muita frequência. Tinham passado 3 semanas desde que estive com ele, e ele me mandou uma mensagem à tarde.
- Oi, gata, como você está?
- Bem.
- Tem planos para este sábado?
- Por enquanto não.
- O que acha se eu te convidar para jantar? O Miguel vai passar o fim de semana com os pais e não tô com vontade de ficar sozinho.
- Me parece perfeito.
- Bom, tá bom se eu passar para te buscar às 8?
- Sim.
- Perfeito, a gente vai se falando esses dias até sábado.
- Sim, claro.
Chegou o sábado, coloquei uma minissaia preta bem curta e justa e uma blusa branca por cima de um conjunto de calcinha fio-dental e sutiã de renda. 5 minutos antes das 8, chegou uma mensagem dele dizendo que já estava embaixo. Ele me esperava fora do carro, nos demos um beijo e de carro fomos jantar. Ele tinha uma mesa reservada, nos sentamos, pediu vinho para beber e escolhemos o prato.
- Marc, me desculpa, vou um momento ao banheiro.
Voltei, sentei à mesa e levei uma mão para uma das dele.
- Toma.
- E isso?
- É minha calcinha.
- Hahaha, você é maluca.
- Hahaha, sim, muito maluca, mas assim deixo claro que sou sua putinha.
- Você já deixou bem claro.
Durante o jantar, me abri com ele e expliquei minha vida. Ele ficou muito surpreso e me disse que, durante o primeiro jantar, já achava que eu era transsexual, mas quando na boate meteu a mão entre minhas pernas e me tocou, descartou a ideia. E que pra ele não importava, que se sentia confortável comigo, o que ele... O que surpreendeu foi que eu tinha sido o parceiro da Vanessa, depois do jantar tomamos uns drinks até perto das 3 da madrugada e terminamos a noite na cama dela, ficamos até a tarde de domingo no apartamento dela, que depois me levou para o meu. A partir desse dia começamos a conversar diariamente pelo WhatsApp, nos dois sábados seguintes saímos de novo e, a partir daí, começamos a nos ver em algum dia durante a semana, quando ela vinha me buscar no trabalho. Sem conversar sobre isso ou dizer nada, acabamos virando um casal. Dez meses depois. Eu estava há um mês sem trabalho, naquela manhã tinha me dedicado a fazer a limpeza da casa e agora estava preparando o almoço, quando ouviu-se o barulho da porta.
- Amor, já cheguei.
- Oi, querido, estou terminando de fazer a comida.
Aquele dia foi o primeiro dia no nosso novo apartamento juntos. Fim.

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