Desta vez, e por sugestão de um de vocês, vou falar sobre um episódio diferente na minha vida. Vale destacar que nessa época já tinham se passado vários anos desde que comecei a sofrer com minha condição, e eu já tinha conseguido criar certas manobras para disfarçar. Eu colocava um cano de PVC que apertava desde a base do meu pau até o meio, e também usava uma espécie de anel de plástico nas minhas bolas. Sempre usava cueca super justa, embora meu pau tivesse crescido muito e meu tesão tivesse praticamente dobrado. Eu tinha que bater uma 4 ou 5 vezes por dia pra evitar que minhas bolas inflamassem. Muitas vezes, eu precisava sair da aula com a desculpa de que estava com diarreia pra poder me masturbar trancado no banheiro da escola. Cada vez, a porra aumentava mais.
Com o tempo, tive que contar pros meus amigos mais próximos sobre minha condição pra eles me ajudarem a esconder a situação. No começo, eles não acreditaram, até que um dia, numa aula de educação física, eu tive que correr pro banheiro sem avisar. Dois dos meus amigos correram atrás de mim pra ver o que estava rolando. Quando entrei no banheiro, eles entraram atrás de mim, e eu abaixei a calça. Quatro jatos enormes de porra bateram no teto do banheiro, e depois, pulsação após pulsação, pequenos jatos de porra saltavam do meu pau. Quando finalmente parou de pulsar, ainda continuava escorrendo porra, gotejando no chão.
Isso foi uma mudança drástica na nossa relação. Naquela idade, meu pau já media quase 20cm, e minhas bolas podiam inflamar e parecer o dobro do tamanho normal. Meu melhor amigo me convidou pra casa dele pra jogar videogame. Num intervalo, ele disse que tinha encontrado uma parada no quarto do pai dele e tirou um masturbador com buracos nas duas pontas, com uns 24cm de comprimento. Eu fiquei vermelho e perguntei se ele já tinha usado. Ele disse que não, com raiva, abaixou a calça e enfiou um pau de uns 12cm no masturbador. O pau dele nem tocava as paredes do brinquedo. Eu abaixei a calça e enfiei meu pau. Pela outra ponta do masturbador, o pau dele tava encostando no meu, e o meu pau enchia o masturbador por completo. Minha porra pré-cume começou a lubrificar o brinquedo, e eu comecei a me mexer. Ele gozou em 5 minutos, e o esperma dele começou a se misturar com o meu pré-cume, mas não deixei ele tirar o pau. Comecei a me mover ainda mais rápido, e o pau dele gozou mais 2 ou 3 vezes. Mas quando eu gozei, meu esperma saiu num jato que escapou do masturbador e acertou a roupa dele. Quando parei de gozar, o leite escorria pelas laterais do masturbador, e o pau dele já tinha murchado. Ele tirou. Eu, por outro lado, continuei duro como sempre. Meu melhor amigo, surpreso, começou a mexer o masturbador com a mão, e eu comecei a gemer. Quando consegui gozar, ele recebeu o esperma na cara e no peito. Teve que trocar de roupa depois disso, e eu fiquei com o masturbador.
Com o tempo, tive que contar pros meus amigos mais próximos sobre minha condição pra eles me ajudarem a esconder a situação. No começo, eles não acreditaram, até que um dia, numa aula de educação física, eu tive que correr pro banheiro sem avisar. Dois dos meus amigos correram atrás de mim pra ver o que estava rolando. Quando entrei no banheiro, eles entraram atrás de mim, e eu abaixei a calça. Quatro jatos enormes de porra bateram no teto do banheiro, e depois, pulsação após pulsação, pequenos jatos de porra saltavam do meu pau. Quando finalmente parou de pulsar, ainda continuava escorrendo porra, gotejando no chão.
Isso foi uma mudança drástica na nossa relação. Naquela idade, meu pau já media quase 20cm, e minhas bolas podiam inflamar e parecer o dobro do tamanho normal. Meu melhor amigo me convidou pra casa dele pra jogar videogame. Num intervalo, ele disse que tinha encontrado uma parada no quarto do pai dele e tirou um masturbador com buracos nas duas pontas, com uns 24cm de comprimento. Eu fiquei vermelho e perguntei se ele já tinha usado. Ele disse que não, com raiva, abaixou a calça e enfiou um pau de uns 12cm no masturbador. O pau dele nem tocava as paredes do brinquedo. Eu abaixei a calça e enfiei meu pau. Pela outra ponta do masturbador, o pau dele tava encostando no meu, e o meu pau enchia o masturbador por completo. Minha porra pré-cume começou a lubrificar o brinquedo, e eu comecei a me mexer. Ele gozou em 5 minutos, e o esperma dele começou a se misturar com o meu pré-cume, mas não deixei ele tirar o pau. Comecei a me mover ainda mais rápido, e o pau dele gozou mais 2 ou 3 vezes. Mas quando eu gozei, meu esperma saiu num jato que escapou do masturbador e acertou a roupa dele. Quando parei de gozar, o leite escorria pelas laterais do masturbador, e o pau dele já tinha murchado. Ele tirou. Eu, por outro lado, continuei duro como sempre. Meu melhor amigo, surpreso, começou a mexer o masturbador com a mão, e eu comecei a gemer. Quando consegui gozar, ele recebeu o esperma na cara e no peito. Teve que trocar de roupa depois disso, e eu fiquei com o masturbador.
3 comentários - Autobiografia parte 2
Por cierto
Esa enfermedad no es ayaculacion abundante?
Parece que es como si tomaras viagra en tu caso