Sou Betina, casada há 20 anos, tenho 40 anos hoje, três filhos. Meu marido Claudio, muito trabalhador, é advogado, bastante conhecido, ótimo pai. Eu sempre acreditei que tamanho não importava, mas isso durou pouco. Claudio tem um pau de 15 cm, bem gordinho. Mas quando engravidei, fazia 3 anos que estávamos casados. Num controle da gravidez, fui atendida por um ginecologista de uns 30 anos, macanudo e, pra ser sincera, estava um gostoso. Era março, ele tinha voltado das férias, muito bronzeado, cabelos loiros, olhinhos verdes. Me examinou, eu estava com muito tesão, saí depois dele dizer que estava tudo bem.
Naquele dia voltei pra casa com minha barriguinha que ainda quase não aparecia. Cheguei em casa e estava com fogo, com vontade de transar. Claudio costumava chegar por volta das 19h30, então entrei no chuveiro com meu brinquedinho preferido. Me masturbei bastante, gozei várias vezes pensando no Alberto, o ginecologista. Depois fiquei em casa com roupas confortáveis. Claudio chegou, abracei e beijei ele com vontade, e ele ficou durão. Me colocou na borda da bancada e transamos. Ufffffffff, a carinha do Alberto não saía da minha cabeça, uffffff, gozei pensando nele. Continuamos fodendo na cama, depois jantamos e eu fui atrás dele de novo e ele me deu pau mais uma vez.
No dia seguinte, liguei pro consultório e a secretária confirmou que ele estava atendendo. Perguntei se poderia ir sem hora marcada, já que não estava me sentindo muito bem. "Siiiiim, claro, vem perto das 16h, assim ele te examina antes de ir embora." Tomei banho, fiquei me tocando na buceta, fiquei bem quentinha, coloquei uma calcinha fio dental bonita e lá fui.
Cheguei no consultório, fiquei esperando um tempinho e quando não tinha mais nenhuma gatinha pra atender, ele me chamou. Disse pra secretária que se ela quisesse ir, ele ficava de boa. Eu entrei no consultório e ouvi a secretária dizendo: "Que bom, vou arrumar as coisas e já vou saindo. Tchau, até sexta, doutor."
Ele entrou no consultório e me perguntou o que me... Eu estava passando por aqui, e falei que estava sentindo a barriga ficar dura, que sentia dores etc etc. Ele pediu para eu levantar o vestidinho que ele faria um ultrassom, eu levantei, ficando a calcinha de renda bem à vista, que ele olhou disfarçadamente. Ele passou o gel na barriga e eu abri mais as pernas, ele nem se abalou, olhava a tela e me dizia: "Aqui está tudo normal, fica tranquila". E a dor na vagina? "Ah, bom, vamos examinar". Ele me perguntou se ele tirava a calcinha ou se eu tirava. "Não, tudo bem, Alberto, tira você. Vamos ver se você é delicado com essas coisas? Hehehe". Ele me olhou e disse: "Nunca me disseram se sou delicado com essas coisas, vamos ver o que você acha". E o safado, ao puxar minha calcinha para baixo, roçou um dos dedos na minha buceta, uffffffff, como isso me deixou! Ele tirou, me olhou e disse: "Foi bem assim?" "Siiiii, mais do que bem". Abri minhas pernas, ele sentado de frente para minha buceta babada, molhadinha, colocou as luvas e abriu meus lábios, olhando e tocando com um dedo, uf, como eu fiquei! Ele me olha e diz: "Olha, está tudo bem, mas se quiser, eu pego uma amostra do corrimento e mandamos para o laboratório". "Tá, melhor".
Ele pegou uma amostra e eu já estava muito excitada, ele não é bobo e massageou um pouquinho minha buceta, e minhas pernas se mexiam querendo se abrir completamente. Ele me olhava e dizia: "Desculpa, mas notei que você está um pouco excitada, você está tendo relações com seu marido?" "Na verdade, muito pouco". Pelo que eu tinha ouvido muitas vezes, que alguns caras têm medo, eu disse isso. Ele me disse: "Vou ter que conversar com seu marido, parece que ele é muito fechado com essas coisas". E notei a mão dele sobre minha vagina, acariciando. Eu olhei para ele e ufffffffff, soltei uns gemidinhos e ele se aproximou do meu rosto e eu devorei a boca dele, aí foi o fim. Nos beijamos e ele amassou meus peitos, me tirou da cadeira ginecológica e me levou nos braços até uma maca, deu umas chupadas na minha buceta e tirou a... Calça abaixada e ficou uma rola linda apontando pra mim, ufffffffff que rola linda, maior que a do Cláudio, continuamos nos beijos, me arrastei sobre a maca até ficar com as pernas penduradas e minha buceta ao alcance dele, que sensação foi sentir aquela rola roçando na minha buceta, guiei até sentir que entrava e explodi como uma louca, ele foi metendo e metendo e me deu uma foda daquelas, sentia que minha buceta estava bem cheia de carne e logo de porra, ufffffffffff que delícia, senti um dedinho brincando no meu bumbum, apertava forte seus braços, olhava pra ele derretendo e dizia, siiiiisiiiiiiiiiiiiite quero sentir por todos os lados, ele me virou, me levou mais pra fora da maca, eu tentava segurar o bumbum e senti um gel meio frio e logo algo que queria abrir caminho no meu cuzinho, ufffffffffffffff sisisisisisisis Ahhhhhhhhhhhuffffffffffffffffffffff siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiy senti como se abria o bumbum uffffffff terrivelmente lindo foi entrando até o fundo toda aquela rola bem dentro, começou o mete-saca mete-saca e me enlouquecia aquela foda que ele me dava, senti que inchava a rola lá dentro, ele me deu um empurrão maior e começou a soltar a porra bem dentro de mim, eu gemendo como louca, uffffffffffffffff lindo, eu gozei!!
Depois disso ele tirou do meu cuzinho, sentia como estava aberto e entrava ar, ele me virou, me abraçou e me beijou bem suave, bom, talvez você não fale com seu marido e venha pra eu te atender sozinho, não? Claro, Alberto, ele limpou meu bumbum com uns papéis, me perguntou se eu queria ir ao banheiro, o que eu fiz, tomei um bom bidê, ufffffffff dava pra sentir o bumbum aberto e eu me sentia muito excitada.
Saí, me vesti, ele me deu uns beijos e eu fui muito bem atendida pelo Alberto.
Aquela noite procurei o Cláudio pra ele fazer meu bumbum, que decepção, parecia o dedo do Alberto, uff, vou ter que buscar um atendimento melhor.
Assim passei minha primeira gravidez, muito bem atendida por Alberto.
Na segunda gravidez, voltei a ser atendida pelo Alberto de novo, ele me atendia super bem. Mas um dia, já grávida de seis meses, na açougue perto de casa, o açougueiro sempre zoando com piadas de duplo sentido, eu entrava na brincadeira. Aí, em um momento, ele me diz: "Seu marido deve estar muito feliz de ter a mulher grávida, né? Por quê? Dizem que as grávidas estão sempre prontas, não é?"
"É, mas alguns homens ficam com receio de transar com a mulher grávida."
"Nãããão, tá me zoando? Eu procurava a minha mulher toda hora quando ela estava grávida."
"Que sorte a sua mulher teve!" Seguimos com esse tipo de papo e, quando terminei de comprar e pagar, ele me disse: "Se quiser, em meia hora eu fecho e levo as compras na sua casa, assim você não carrega tanto peso."
"Sério, João? Agradeceria muito."
"Deixa o endereço com a moça do caixa que eu levo."
"Uau, que bom!"
Fui caminhando para casa e sabia que, com certeza, a coisa ia terminar mal... bem, que mal, ia terminar super bem. Cheguei em casa, tirei a roupa, troquei a calcinha, já estava molhadinha. E, sim, depois de um tempo tocaram a campainha.
"Quem é?"
"Trouxe o pedido."
Abri a porta. "Uau, que bom!"
"Onde deixo?"
"Entra, entra." Ele entrou até a cozinha e deixou as sacolas na mesa. Olhei para ele, sorri e agradeci. Ele se aproximou e me disse: "A senhora quer mais alguma coisa?" Ufffffffff. Me aproximei dele e agarrei o volume. Caralho, o que era aquilo! Já estava me comendo pela boca e apertando meus peitos. Fui levando ele para o quarto, a cama ainda estava desarrumada e ele já me colocou na cama, tirou minha roupa, se agarrou para chupar minha buceta, soltou a calça. Eu estava desesperada! Quando senti o pau dele entre minhas pernas, foi a melhor coisaaaaaaa, assim de uma vez. Ele levantou minhas pernas, apoiou nos ombros dele e foi esfregando na buceta, uffffffffffffff que delícia! E começou a enfiar dentro. Que rola que ele tem!!!!!!! Agggggghhhhhhhhhhhhhhh uffffffffffffffffffff sim tudotododentro, ele me apertava contra ele, chupando meus peitos e enfiando aquele pau bem fundo ufffffffffffffff caralho, não acabava mais de entrar e eu gozando que nem louca, juro que pensei que estava mijando dentro da minha buceta, nãoooooooooooo era porra, muita porra, eu levantava bem as pernas e ficava à disposição total dele, minha buceta, depois ele tirou de uma vez e ficou em cima de mim pra um 69 com chupada de bundas incluída e dedadas nas duas bundas, por favor mete na minha bunda, sério que você quer na bunda? Siiiiiiiiiiiiiiii enche minha bunda de carne e porra, ele enfiava dois três dedos no meu cu, eu delirava, queria levantar a bunda, era impossível, ele aguentava dois dedos no cu dele e me comia pelo cu com a língua, como você quer? de quatro? de ladinho? De ladinho, ficamos de conchinha e ele continuava com dois dedos no meu cu e eu urrando, ele abriu minhas nádegas e sentir aquele pau empurrando a portinha de trás, me deixava louca, ufffffffffffffffffffffffff entrou a ponta, caralho que pau grosso, empurrou, empurrou e foi entrando até sentir as bolas dele batendo em mim, estiquei minha mão e sentir aquele tronco todo enfiado no meu cu foi terrível, começou o vai e vem, eu soltei vários peidinhos, uffffffffffff terrível, ele me tinha à vontade dele e eu me deixava fazer o que quisesse, sentir aquele pau inchando uffffffffff sabia o que vinha, porra terrível no meu cu, ele acariciava minha barriga, meus peitos, procurava a boca dele pra beijar, tirou do meu cu e nos beijamos muito, o pau dele bem sujo, limpei com o lençol e lambi e chupei como desesperada, essa gravidez eu passei com meu açougueiro preferido.
A terceira gravidez foi mais complicada, pedia pra minha sogra e minha mãe se podiam vir cuidar das crianças sempre que eu queria sair, dizia que tinha consulta com o médico, que tinha que ir no plano de saúde, elas felizes de ficar em casa com as crianças e eu podia sair pra transar com meu médico, meu açougueiro, o mecânico do carro etc, todos uns pauzudos me enchendo de porra e carne.
Transar com o Claudio já tava chato, eu passava o tempo fingindo orgasmo e sentia quase nada.
Já nasceram os três filhos e eu continuo transando com meus amigos. Outro dia meu açougueiro me propôs um trio com um amigo dele, disse que o cara era bem dotado, então falei: deixa eu ver como posso arrumar pra gente se encontrar.
Na sexta de manhã eu disse pro Claudio que a gente ia se encontrar com as amigas pra comemorar o aniversário de uma delas, se ele tivesse problema pra ficar com as crianças, fica tranquilo. Mandei mensagem pro meu açougueiro querido e combinamos de nos encontrar às 21 perto de casa.
E foi assim, me encontrei com ele, subi no carro e fomos pra casa do amigo.
Chegamos, o amigo era um cara talvez um pouco mais novo que eu, um moreno robusto, logo quando me cumprimentou me deu um beijo na boca. Epa, que pressa é essa, falei. Ele disse: siiiii, gata, todos sabemos pra que a gente se juntou, né?
Siiii hahaha, começamos a nos beijar entre os três, minhas tetas logo ficaram ao ar sendo chupadas por esses dois e fomos os três pra uma cama enorme. Mas quando vi o pau do nosso novo amigo, mãe do céu, o que era aquilo? Um pau de uns 23 cm, não tão grosso, mas comprido. Em dois minutos já tava chupando o pau dele e meu amigo logo se posicionou atrás, deu umas lambidas no cu, ele logo se dilatou e entrou o pau. Uma rapidinha e logo o outro se posicionou e me abriu a buceta, e dentro, minha alma! Mãezinha, aquilo foi lindo, ter os dois buracos cheios. Me deram como loucos, tomei porra como nunca, me encheram as tetas e a cara de porra, me deixaram com a língua pra fora. Mãezinha, que foda me deram! Me tiveram até as três da manhã enfiada de todas as formas possíveis, eu já não aguentava mais e deixava eles dois fazerem o que quisessem.
Chegou a hora de voltar pra Em casa, tomei banho com eles, e no chuveiro me foderam de novo.
Quando estava me vestindo, meu amigo me disse: "Mmmmmmmm, deixa a calcinha fio dental aqui de lembrança, linda."
"Nãooooo, não posso voltar pelada pra casa!"
"Ah, não sei, depois você conta o que inventou pro corno."
E foi assim, cheguei em casa sem calcinha e meu amigo, o açougueiro, antes de me deixar, pediu minha bunda de novo.
Me comeu pelo cu no carro, fiquei sem calcinha e com porra na bunda.
"Você é um canalha, olha o que você quer que eu faça, gato."
Cheguei em casa, o Claudio estava vendo TV, dormindo no sofá.
Vi ele largado assim e deu até pena, beijei ele, ele acordou: "Que horas são, amor?"
Beijei ele de novo, tirei minha calça, abri a braguilha dele e pulou fora a piroquinha dele.
O que eu ofereci? A bunda cheia de leite.
Uffffffffff, entrou como se nada, dei várias sentadas na verguinha dele, ele me dizia: "Você está encharcada, amor!"
"Siiiiiiii, de pensar em você, fiquei molhada, vamos!"
"Não me engana, gatinha, com certeza você estava olhando outros caras e ficou excitada."
"Talvez sim, mas sou sua, amor!" Dei uns beijos profundos e fomos pra cama.
Eu comento para os homens, que sei que são muitos que leem essas histórias, que se tiverem rolas de menos de 15, 16 cm, saibam que a grande maioria são cornos.
Nós mulheres adoramos sentir uma boa rola bem dura e venosa nas nossas entranhas, podemos amá-los muito, mas uma boa rola ganha sempre.
Seja a de um amigo, um médico, um cunhado, até um sogro.
O meu não entra nessa estatística, já que ele tem uma piroquinha menor que a do filho, então só experimentei uma vez, fingi tudo e ele feliz, igual ao corno que tenho em casa.
Então saibam, pirocas pequenas, são cornos com certeza.
Feliz ano para todos os cornos.
Naquele dia voltei pra casa com minha barriguinha que ainda quase não aparecia. Cheguei em casa e estava com fogo, com vontade de transar. Claudio costumava chegar por volta das 19h30, então entrei no chuveiro com meu brinquedinho preferido. Me masturbei bastante, gozei várias vezes pensando no Alberto, o ginecologista. Depois fiquei em casa com roupas confortáveis. Claudio chegou, abracei e beijei ele com vontade, e ele ficou durão. Me colocou na borda da bancada e transamos. Ufffffffff, a carinha do Alberto não saía da minha cabeça, uffffff, gozei pensando nele. Continuamos fodendo na cama, depois jantamos e eu fui atrás dele de novo e ele me deu pau mais uma vez.
No dia seguinte, liguei pro consultório e a secretária confirmou que ele estava atendendo. Perguntei se poderia ir sem hora marcada, já que não estava me sentindo muito bem. "Siiiiim, claro, vem perto das 16h, assim ele te examina antes de ir embora." Tomei banho, fiquei me tocando na buceta, fiquei bem quentinha, coloquei uma calcinha fio dental bonita e lá fui.
Cheguei no consultório, fiquei esperando um tempinho e quando não tinha mais nenhuma gatinha pra atender, ele me chamou. Disse pra secretária que se ela quisesse ir, ele ficava de boa. Eu entrei no consultório e ouvi a secretária dizendo: "Que bom, vou arrumar as coisas e já vou saindo. Tchau, até sexta, doutor."
Ele entrou no consultório e me perguntou o que me... Eu estava passando por aqui, e falei que estava sentindo a barriga ficar dura, que sentia dores etc etc. Ele pediu para eu levantar o vestidinho que ele faria um ultrassom, eu levantei, ficando a calcinha de renda bem à vista, que ele olhou disfarçadamente. Ele passou o gel na barriga e eu abri mais as pernas, ele nem se abalou, olhava a tela e me dizia: "Aqui está tudo normal, fica tranquila". E a dor na vagina? "Ah, bom, vamos examinar". Ele me perguntou se ele tirava a calcinha ou se eu tirava. "Não, tudo bem, Alberto, tira você. Vamos ver se você é delicado com essas coisas? Hehehe". Ele me olhou e disse: "Nunca me disseram se sou delicado com essas coisas, vamos ver o que você acha". E o safado, ao puxar minha calcinha para baixo, roçou um dos dedos na minha buceta, uffffffff, como isso me deixou! Ele tirou, me olhou e disse: "Foi bem assim?" "Siiiii, mais do que bem". Abri minhas pernas, ele sentado de frente para minha buceta babada, molhadinha, colocou as luvas e abriu meus lábios, olhando e tocando com um dedo, uf, como eu fiquei! Ele me olha e diz: "Olha, está tudo bem, mas se quiser, eu pego uma amostra do corrimento e mandamos para o laboratório". "Tá, melhor".
Ele pegou uma amostra e eu já estava muito excitada, ele não é bobo e massageou um pouquinho minha buceta, e minhas pernas se mexiam querendo se abrir completamente. Ele me olhava e dizia: "Desculpa, mas notei que você está um pouco excitada, você está tendo relações com seu marido?" "Na verdade, muito pouco". Pelo que eu tinha ouvido muitas vezes, que alguns caras têm medo, eu disse isso. Ele me disse: "Vou ter que conversar com seu marido, parece que ele é muito fechado com essas coisas". E notei a mão dele sobre minha vagina, acariciando. Eu olhei para ele e ufffffffff, soltei uns gemidinhos e ele se aproximou do meu rosto e eu devorei a boca dele, aí foi o fim. Nos beijamos e ele amassou meus peitos, me tirou da cadeira ginecológica e me levou nos braços até uma maca, deu umas chupadas na minha buceta e tirou a... Calça abaixada e ficou uma rola linda apontando pra mim, ufffffffff que rola linda, maior que a do Cláudio, continuamos nos beijos, me arrastei sobre a maca até ficar com as pernas penduradas e minha buceta ao alcance dele, que sensação foi sentir aquela rola roçando na minha buceta, guiei até sentir que entrava e explodi como uma louca, ele foi metendo e metendo e me deu uma foda daquelas, sentia que minha buceta estava bem cheia de carne e logo de porra, ufffffffffff que delícia, senti um dedinho brincando no meu bumbum, apertava forte seus braços, olhava pra ele derretendo e dizia, siiiiisiiiiiiiiiiiiite quero sentir por todos os lados, ele me virou, me levou mais pra fora da maca, eu tentava segurar o bumbum e senti um gel meio frio e logo algo que queria abrir caminho no meu cuzinho, ufffffffffffffff sisisisisisisis Ahhhhhhhhhhhuffffffffffffffffffffff siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiy senti como se abria o bumbum uffffffff terrivelmente lindo foi entrando até o fundo toda aquela rola bem dentro, começou o mete-saca mete-saca e me enlouquecia aquela foda que ele me dava, senti que inchava a rola lá dentro, ele me deu um empurrão maior e começou a soltar a porra bem dentro de mim, eu gemendo como louca, uffffffffffffffff lindo, eu gozei!!
Depois disso ele tirou do meu cuzinho, sentia como estava aberto e entrava ar, ele me virou, me abraçou e me beijou bem suave, bom, talvez você não fale com seu marido e venha pra eu te atender sozinho, não? Claro, Alberto, ele limpou meu bumbum com uns papéis, me perguntou se eu queria ir ao banheiro, o que eu fiz, tomei um bom bidê, ufffffffff dava pra sentir o bumbum aberto e eu me sentia muito excitada.
Saí, me vesti, ele me deu uns beijos e eu fui muito bem atendida pelo Alberto.
Aquela noite procurei o Cláudio pra ele fazer meu bumbum, que decepção, parecia o dedo do Alberto, uff, vou ter que buscar um atendimento melhor.
Assim passei minha primeira gravidez, muito bem atendida por Alberto.
Na segunda gravidez, voltei a ser atendida pelo Alberto de novo, ele me atendia super bem. Mas um dia, já grávida de seis meses, na açougue perto de casa, o açougueiro sempre zoando com piadas de duplo sentido, eu entrava na brincadeira. Aí, em um momento, ele me diz: "Seu marido deve estar muito feliz de ter a mulher grávida, né? Por quê? Dizem que as grávidas estão sempre prontas, não é?"
"É, mas alguns homens ficam com receio de transar com a mulher grávida."
"Nãããão, tá me zoando? Eu procurava a minha mulher toda hora quando ela estava grávida."
"Que sorte a sua mulher teve!" Seguimos com esse tipo de papo e, quando terminei de comprar e pagar, ele me disse: "Se quiser, em meia hora eu fecho e levo as compras na sua casa, assim você não carrega tanto peso."
"Sério, João? Agradeceria muito."
"Deixa o endereço com a moça do caixa que eu levo."
"Uau, que bom!"
Fui caminhando para casa e sabia que, com certeza, a coisa ia terminar mal... bem, que mal, ia terminar super bem. Cheguei em casa, tirei a roupa, troquei a calcinha, já estava molhadinha. E, sim, depois de um tempo tocaram a campainha.
"Quem é?"
"Trouxe o pedido."
Abri a porta. "Uau, que bom!"
"Onde deixo?"
"Entra, entra." Ele entrou até a cozinha e deixou as sacolas na mesa. Olhei para ele, sorri e agradeci. Ele se aproximou e me disse: "A senhora quer mais alguma coisa?" Ufffffffff. Me aproximei dele e agarrei o volume. Caralho, o que era aquilo! Já estava me comendo pela boca e apertando meus peitos. Fui levando ele para o quarto, a cama ainda estava desarrumada e ele já me colocou na cama, tirou minha roupa, se agarrou para chupar minha buceta, soltou a calça. Eu estava desesperada! Quando senti o pau dele entre minhas pernas, foi a melhor coisaaaaaaa, assim de uma vez. Ele levantou minhas pernas, apoiou nos ombros dele e foi esfregando na buceta, uffffffffffffff que delícia! E começou a enfiar dentro. Que rola que ele tem!!!!!!! Agggggghhhhhhhhhhhhhhh uffffffffffffffffffff sim tudotododentro, ele me apertava contra ele, chupando meus peitos e enfiando aquele pau bem fundo ufffffffffffffff caralho, não acabava mais de entrar e eu gozando que nem louca, juro que pensei que estava mijando dentro da minha buceta, nãoooooooooooo era porra, muita porra, eu levantava bem as pernas e ficava à disposição total dele, minha buceta, depois ele tirou de uma vez e ficou em cima de mim pra um 69 com chupada de bundas incluída e dedadas nas duas bundas, por favor mete na minha bunda, sério que você quer na bunda? Siiiiiiiiiiiiiiii enche minha bunda de carne e porra, ele enfiava dois três dedos no meu cu, eu delirava, queria levantar a bunda, era impossível, ele aguentava dois dedos no cu dele e me comia pelo cu com a língua, como você quer? de quatro? de ladinho? De ladinho, ficamos de conchinha e ele continuava com dois dedos no meu cu e eu urrando, ele abriu minhas nádegas e sentir aquele pau empurrando a portinha de trás, me deixava louca, ufffffffffffffffffffffffff entrou a ponta, caralho que pau grosso, empurrou, empurrou e foi entrando até sentir as bolas dele batendo em mim, estiquei minha mão e sentir aquele tronco todo enfiado no meu cu foi terrível, começou o vai e vem, eu soltei vários peidinhos, uffffffffffff terrível, ele me tinha à vontade dele e eu me deixava fazer o que quisesse, sentir aquele pau inchando uffffffffff sabia o que vinha, porra terrível no meu cu, ele acariciava minha barriga, meus peitos, procurava a boca dele pra beijar, tirou do meu cu e nos beijamos muito, o pau dele bem sujo, limpei com o lençol e lambi e chupei como desesperada, essa gravidez eu passei com meu açougueiro preferido.
A terceira gravidez foi mais complicada, pedia pra minha sogra e minha mãe se podiam vir cuidar das crianças sempre que eu queria sair, dizia que tinha consulta com o médico, que tinha que ir no plano de saúde, elas felizes de ficar em casa com as crianças e eu podia sair pra transar com meu médico, meu açougueiro, o mecânico do carro etc, todos uns pauzudos me enchendo de porra e carne.
Transar com o Claudio já tava chato, eu passava o tempo fingindo orgasmo e sentia quase nada.
Já nasceram os três filhos e eu continuo transando com meus amigos. Outro dia meu açougueiro me propôs um trio com um amigo dele, disse que o cara era bem dotado, então falei: deixa eu ver como posso arrumar pra gente se encontrar.
Na sexta de manhã eu disse pro Claudio que a gente ia se encontrar com as amigas pra comemorar o aniversário de uma delas, se ele tivesse problema pra ficar com as crianças, fica tranquilo. Mandei mensagem pro meu açougueiro querido e combinamos de nos encontrar às 21 perto de casa.
E foi assim, me encontrei com ele, subi no carro e fomos pra casa do amigo.
Chegamos, o amigo era um cara talvez um pouco mais novo que eu, um moreno robusto, logo quando me cumprimentou me deu um beijo na boca. Epa, que pressa é essa, falei. Ele disse: siiiii, gata, todos sabemos pra que a gente se juntou, né?
Siiii hahaha, começamos a nos beijar entre os três, minhas tetas logo ficaram ao ar sendo chupadas por esses dois e fomos os três pra uma cama enorme. Mas quando vi o pau do nosso novo amigo, mãe do céu, o que era aquilo? Um pau de uns 23 cm, não tão grosso, mas comprido. Em dois minutos já tava chupando o pau dele e meu amigo logo se posicionou atrás, deu umas lambidas no cu, ele logo se dilatou e entrou o pau. Uma rapidinha e logo o outro se posicionou e me abriu a buceta, e dentro, minha alma! Mãezinha, aquilo foi lindo, ter os dois buracos cheios. Me deram como loucos, tomei porra como nunca, me encheram as tetas e a cara de porra, me deixaram com a língua pra fora. Mãezinha, que foda me deram! Me tiveram até as três da manhã enfiada de todas as formas possíveis, eu já não aguentava mais e deixava eles dois fazerem o que quisessem.
Chegou a hora de voltar pra Em casa, tomei banho com eles, e no chuveiro me foderam de novo.
Quando estava me vestindo, meu amigo me disse: "Mmmmmmmm, deixa a calcinha fio dental aqui de lembrança, linda."
"Nãooooo, não posso voltar pelada pra casa!"
"Ah, não sei, depois você conta o que inventou pro corno."
E foi assim, cheguei em casa sem calcinha e meu amigo, o açougueiro, antes de me deixar, pediu minha bunda de novo.
Me comeu pelo cu no carro, fiquei sem calcinha e com porra na bunda.
"Você é um canalha, olha o que você quer que eu faça, gato."
Cheguei em casa, o Claudio estava vendo TV, dormindo no sofá.
Vi ele largado assim e deu até pena, beijei ele, ele acordou: "Que horas são, amor?"
Beijei ele de novo, tirei minha calça, abri a braguilha dele e pulou fora a piroquinha dele.
O que eu ofereci? A bunda cheia de leite.
Uffffffffff, entrou como se nada, dei várias sentadas na verguinha dele, ele me dizia: "Você está encharcada, amor!"
"Siiiiiiii, de pensar em você, fiquei molhada, vamos!"
"Não me engana, gatinha, com certeza você estava olhando outros caras e ficou excitada."
"Talvez sim, mas sou sua, amor!" Dei uns beijos profundos e fomos pra cama.
Eu comento para os homens, que sei que são muitos que leem essas histórias, que se tiverem rolas de menos de 15, 16 cm, saibam que a grande maioria são cornos.
Nós mulheres adoramos sentir uma boa rola bem dura e venosa nas nossas entranhas, podemos amá-los muito, mas uma boa rola ganha sempre.
Seja a de um amigo, um médico, um cunhado, até um sogro.
O meu não entra nessa estatística, já que ele tem uma piroquinha menor que a do filho, então só experimentei uma vez, fingi tudo e ele feliz, igual ao corno que tenho em casa.
Então saibam, pirocas pequenas, são cornos com certeza.
Feliz ano para todos os cornos.
2 comentários - Eu traio meu marido, se tiver menos de 16 cm te chifro.