Durante o aniversário da Ramona, eu descobriria algo chocante, mas às vezes nem tudo é o que parece... Dante me pegou pelo ombro, e eu estava com uma amargura imensa, não conseguia acreditar que o Salvador tinha uma namorada ou uma mina na vida dele. Não dava pra crer. Não entendia quando isso aconteceu. Talvez enquanto eu tava dando pra ele, ele já tinha transado com essa tal de Irene. Tentei guardar minha amargura, dor e tristeza pra mim. Ficava pensando em que momento foi, em que momento eu não percebi que ele podia estar com outra. Talvez por isso ele me chamou pro complexo e não pra casa dele. Tava com tanta raiva e decepção que nem percebi que a gente tinha chegado em casa. Ao descer, abri a porta e fui pegar meu celular, me tranquei no banheiro pra pedir explicações pro Salvador. Vejo umas mensagens dele. "Oi, Yulita linda. Tomara que vocês venham pro aniversário da minha mãe. Não sabe a alegria que tô de que vou te ver, e com certeza você vai estar gostosa como sempre." "Yulita, tomara que leia essa mensagem. Meu irmão achou um papel que era pra mim, dizendo pra eu me afastar de você porque sabia o que rolava entre a gente e que com certeza a notícia chegaria pro meu amigo, ou seja, seu marido." "Yuli linda, encontrei uma amiga do meu irmão e pedi ajuda, porque vou fazer ela passar por minha namorada pra tirar as dúvidas e qualquer suspeita que tenham sobre nós. Não fica com ciúme nem nada. Meus sentimentos por você nunca vão mudar. Te quero, linda..." Me acalmou um pouco, mas ainda assim. Não tirou totalmente a raiva e a decepção que eu sentia. Escrevi pra ele: "Oi, Salvador. Acabei de ler suas mensagens. Olha que incrível, você ter recebido essa ameaça, o meu foi pior. Meu marido descobriu pelo amigo de vocês, pelo Elias, ele mandou fotos de nós juntos no complexo e de quando eu tava na casa dos seus pais, e ele me seguiu. Tô desconfiada de tudo. Você, se cuida. Aproveita sua namorada, seja de mentira ou de verdade." Minhas lágrimas encheram meus olhos, e eu tentava não fazer barulho pra não levantar suspeita com o Dante. Imediatamente recebi a resposta do Salvador: "Me conta aqui o que esse animal fez com você, ele te bateu? Você e seu bebê estão bem? Quer vir de novo pro condomínio pra se sentir acompanhada e ficar mais tranquila? Te amo muito, gostosa." Contei toda a briga e quando ele me deu um tapa. Enquanto chorava, com muita decepção do que Dante foi capaz, apesar da minha gravidez. Não era algo que eu buscava com o Salvador, mas era tanta ignorância do Dante que, ao ver o Salvador gostar de tudo que o Dante detestava, talvez por isso deixei acontecer. Nisso, ouço Dante batendo na porta do banheiro e eu silenciei o celular e guardei no lado do móvel da pia. Eu: - O que foi, Dante? Dante: - Você tá bem? Eu: - Tô, tô... já vou sair. Só que tava com dor na barriga. Dante: - Ah... beleza. É que minha mãe ligou e vou lá... queria te dar um beijo pra ir tranquilo. Abri a porta, dei um beijo nele e ele foi embora. Peguei meu celular e fui deitar. Quando vejo a resposta do Salvador: "Minha gostosa, adoraria poder ser seu marido pra te mimar e cuidar muito. Acariciar sua barriga linda... só de imaginar já tô ficando excitado e louco de pensar em querer estar com você!" E respondi: "Agora fiquei sozinha, não tô com quase nada de sono, queria ter continuado na festa, mas você viu como seu amigo é, parece um nenenzinho quando tá com sono - ri - não acredito que me apaixonei por um bebezão e ele ainda é um filhinho da mamãe." Ele viu minha mensagem e imediatamente me ligou, eu atendi. Salva: - Oi, Yulita gostosa. Eu: - Oi... Salva: - Então você tá sozinha em casa? Eu: - Tô, tô... mas você não pode vir porque ia levantar mais suspeitas... Salva: - Eu sei... mas adoraria poder estar com você, digo, com vocês. Posso fazer uma videochamada e te ver? - sem responder, eu mudei a ligação - uauuu... me surpreendeu, achei que ia dizer não... Eu: - É que precisava te ver, mesmo tendo te visto. Você estava se divertindo muito com a Irene — eu fiz uma careta de sorriso — e você já foi embora do aniversário? Salva: — É que minha acompanhante já queria voltar pra casa e de quebra aproveitei pra vir pra minha casa e por isso te escrevi, você está linda... — esboçando um sorriso doce Eu: — Então o negócio com a Irene é um namoro de verdade? Salva: — Não, nãoooo... já te falei que o Bernardo, meu irmão, aquele que você conheceu, encontrou um papel que dizia que alguém sabia da nossa parada e achei que era uma boa cobertura fazer a Irene aparecer pra tudo se acalmar, mas fica sabendo que você é a única mulher que eu quero na minha vida. A única que mexe cada músculo do meu corpo e... — dava pra ouvir ele ofegando e eu tava com as bochechas bem vermelhas — não leva a mal, mas adoraria que a gente fizesse um sexo virtual assim, por aqui, já que meu amigo, quer dizer, seu marido, tá desconfiado e desse jeito ninguém pode nos parar por aqui... — eu obedeci e tirei toda a roupa — ai minha linda... você é perfeita... Eu: — Você gosta disso? — enquanto eu massageava meus peitos que tavam cada vez maiores e, por estar com tesão, meus bicos tavam durinhos e começou a sair umas gotinhas de leite e passei o dedo e rodeei enquanto ouvia os gemidos do Salvador e tive a ideia de deixar ele louco e enfiei um dedo na boca, salivei ele e passei no meu peito Salva: — Aaaaaggghhh... Yulí, tô morrendo... que gostosa você é... você é perfeita... ai meu amor... você vai provar seu leite? Eu: — Você quer? — enquanto continuava massageando meu peito e saíam mais gotinhas de leite Salva: — Claro que quero... queria poder te pegar de novo mas esvaziar inteira os seus dois peitos, chupar e chupar esses peitos lindos... Ai Yulita.... vou gozar... vou me esvaziar... meu amor... me pede onde você quer que eu goze... Eu: — Nos meus peitos! Salva: — Uai, por Deus... siiiim... siiiiim agggghhh ayyyyy Yuli... uffffff... — ele me mostrava como gozava — olha minha linda... olha quanto saiu... não aguentei muito porque tava muito com tesão e na festa da minha mãe te teria tirado você dali e levado pra algum lugar pra ficarmos sozinhos, pra ficar com você... Eu: – Nossa, sinceramente, você me deixou sem palavras... Salva: – Ufffff... pelo amor de Deus... queria tanto te ver e fazer um monte de coisas juntos. A gente podia ir pra uma cidadezinha perto daqui e passar uns dias juntos... Eu: – Vai ser seguro? Ninguém vai nos seguir?? Tô com medo... Salva: – Fica tranquila... Vai ser seguro pra nós dois. Você tá sozinha agora? Eu: – Sim, claro. O Dante foi pra casa da mãe dele, então tô sozinha. Salva: – Eu também tô sozinho. Então não tem chance de ninguém nos descobrir. A gente podia ir pra cidade onde meus avós moravam, tem um sítio enorme, que a única entrada e saída é uma estrada de terra comprida que só leva até lá. Amanhã cedo eu passo pra te buscar e a gente vai por uns dias, juro que ninguém vai nos descobrir e a gente vai se divertir pra caralho. Vou te mandar mensagem onde posso te encontrar e acho que é o melhor... Eu: – Não, não... melhor você me pegar perto da casa da minha irmã Mariana, lá não mora nenhum amigo do Dante... Salva: – Beleza... tudo bem. A gente se vê umas 8 horas, tá bom pra você? Eu: – Sim... perfeito. Vou levar umas roupas e algumas coisas pra ter comigo. Salva: – Sim, siiiim... claro... lá em casa eu tenho tudo, então leva só roupa e do resto eu cuido. Tô doido pra que já seja amanhã. Eu: – Que lindo... então tá... vou tentar dormir. Salva: – Então tá, gostosa... beijinhos e descansa. Desligamos e eu me abracei no travesseiro com um sorriso de orelha a orelha, sabendo que podia viver um dos melhores momentos da minha vida. No dia seguinte, tinha dormido muito pouco, tava cheia de nervoso e ansiedade por tudo que podia rolar. Resolvi escrever cedo pra minha irmã Mariana, pra caso o Dante me procurasse lá na casa dela, eu ter a melhor desculpa: "Oi, Mari... ontem à noite briguei com o Dante e vou passar uns dias com uma amiga no sítio do avô dela. Por favor, se o Dante for aí na sua casa, fala pra ele não me encher o saco, que eu preciso ficar sozinha e que Preciso de tempo pra pensar. Te quero." Terminei de arrumar tudo na minha bolsa e já ia saindo quando ouço a porta da frente de casa. Senti um medo danado, meu coração batia a mil por hora e quando cheguei na sala, vi o Dante vindo na minha direção, cambaleando, sem conseguir ficar em pé direito. Quando me viu, parece que viu uma figura importante, porque se endireitou com dificuldade, mas quase ereto por completo.
Dante: - Oi... oi... oi, bom dia, love...
Eu: - Bom dia, Dante... tô indo embora agora.
Dante: - Que?? Por quê?? Espera... deixa... deixa eu me recuperar... pra onde... pra onde você vai?
Eu: - Pra longe de você... não vou aguentar passar por isso de novo.
Dante: - Pera... espera... ai, Deus... a cabeça tá rodando... tá girando...
Eu: - Pede pra sua mamãe cuidar de você... eu não vou cuidar de um bêbado inconsciente não.
Dante: - Ai, não não... Yulita... para... ai, Deus... não não me deixa... mas me entende... tô assim... tô assim porque bebi demais com... - começou a rir - como é que chama???
Eu: - Não importa e nem me interessa quem é.
Dante: - Ai... love... espera... deixa eu me... - caiu desmaiado no sofá e como ficou bem posicionado, deixei ele lá. Peguei minha bolsa e saí pro meu carro. Tinha um pouco de vômito na porta da nossa casa, com certeza era do Dante pelo estado que ele tava. Entrei no carro e fui pra casa da minha irmã, pra deixar o carro lá e depois mandar mensagem pro Salvador pra ver onde a gente ia se encontrar. Quando olhei o celular, tinha mensagem do Salvador e da minha irmã: "Oi, minha linda Yulita. Vai te buscar um táxi que é amigo do irmão do Bernardo. Então fica tranquila. Ele já sabe onde te levar. Fica de boa. Me avisa quando tiver pronta que vão te buscar. Tô te esperando ansioso. Salvador" "Oi, gostosa. Que que rolou entre você e seu marido agora?? Bom, bom... mas depois me conta a verdade pra onde cê vai e com quem... por via das dúvidas, saber onde te achar. Cuida bem de você. Te amo. Mariana." Mandei uma mensagem pro Salvador, dizendo que já tava esperando. Daí a pouco apareceu um carro azul escuro com vidro meio fumê. O motorista me perguntou se eu era a Giuliana, eu falei que sim. Ele mandou eu entrar e saímos de lá. A viagem deve ter sido uns 50 minutos e, como o Salvador tinha dito, tinha uma estrada de terra com a entrada de uma casa única, que ele já tinha me falado. Quando cheguei, o motorista pegou minha bolsa e me ajudou a descer. Abriu o portão e foi embora. Eu fui andando devagar por todo aquele caminho entre o portão e a casa que dava pra ver. Olhei pra trás pra ver se o Salvador tava certo: se alguém entrasse naquela estrada, só podia ser da família ou alguém conhecido. Isso me deu uma tranquilidade, suspirei e senti a paz e a calma daquele lugar lindo. Quando cheguei na casa, vi o Salvador vindo na minha direção com um sorriso de orelha a orelha, mas com os olhos bem fundos.
Salva: — Que alegria você já estar aqui... — ele se aproximou e me abraçou. Quando me soltou, eu o cumprimentei.
Eu: — Oi, Salva... agora que tô vendo, isso parece bem mais seguro que o condomínio.
Salva: — Siimm... eu te falei. Agora a gente vai poder ficar bem de boa e curtir... me dá sua bolsa e vamos entrar, que eu tava preparando uma coisa. — fomos pra dentro de casa e eu fiquei olhando cada vez mais pra ele.
Eu: — O que que tem no seu rosto? Tô vendo que você tá com olheira funda...
Salva: — É que eu quase não dormi, assim que comecei a virar na cama, levantei e vim pra cá, e fiquei fazendo umas coisas pra gente poder ficar e aproveitar...
Eu: — Quando você deitar, vai cair duro... — eu ri — desculpa... me sinto culpada por você não ter descansado.
Salva: — Não, não se preocupa. Não tem importância... olha... o que você acha?
Eu: — É um lugar lindo... — naquela sala enorme tinha uma lareira igual àquelas que a gente vê em filme gringo, uma fogueira linda que aquecia o ambiente, e só faltava uma música romântica de fundo pra fechar aquela cena perfeita. Volto a mim quando vejo que Salvador deixa minha bolsa de lado, em cima de um sofazinho, e estava bem perto de mim, com o corpo colado no meu, suspirando e gemendo igual um tarado. As mãos dele subiam e desciam dos meus braços pros meus ombros, e minha respiração começou a mudar. CONTINUA... Já falta pouco pro final dessa 1ª parte!!
Dante: - Oi... oi... oi, bom dia, love...
Eu: - Bom dia, Dante... tô indo embora agora.
Dante: - Que?? Por quê?? Espera... deixa... deixa eu me recuperar... pra onde... pra onde você vai?
Eu: - Pra longe de você... não vou aguentar passar por isso de novo.
Dante: - Pera... espera... ai, Deus... a cabeça tá rodando... tá girando...
Eu: - Pede pra sua mamãe cuidar de você... eu não vou cuidar de um bêbado inconsciente não.
Dante: - Ai, não não... Yulita... para... ai, Deus... não não me deixa... mas me entende... tô assim... tô assim porque bebi demais com... - começou a rir - como é que chama???
Eu: - Não importa e nem me interessa quem é.
Dante: - Ai... love... espera... deixa eu me... - caiu desmaiado no sofá e como ficou bem posicionado, deixei ele lá. Peguei minha bolsa e saí pro meu carro. Tinha um pouco de vômito na porta da nossa casa, com certeza era do Dante pelo estado que ele tava. Entrei no carro e fui pra casa da minha irmã, pra deixar o carro lá e depois mandar mensagem pro Salvador pra ver onde a gente ia se encontrar. Quando olhei o celular, tinha mensagem do Salvador e da minha irmã: "Oi, minha linda Yulita. Vai te buscar um táxi que é amigo do irmão do Bernardo. Então fica tranquila. Ele já sabe onde te levar. Fica de boa. Me avisa quando tiver pronta que vão te buscar. Tô te esperando ansioso. Salvador" "Oi, gostosa. Que que rolou entre você e seu marido agora?? Bom, bom... mas depois me conta a verdade pra onde cê vai e com quem... por via das dúvidas, saber onde te achar. Cuida bem de você. Te amo. Mariana." Mandei uma mensagem pro Salvador, dizendo que já tava esperando. Daí a pouco apareceu um carro azul escuro com vidro meio fumê. O motorista me perguntou se eu era a Giuliana, eu falei que sim. Ele mandou eu entrar e saímos de lá. A viagem deve ter sido uns 50 minutos e, como o Salvador tinha dito, tinha uma estrada de terra com a entrada de uma casa única, que ele já tinha me falado. Quando cheguei, o motorista pegou minha bolsa e me ajudou a descer. Abriu o portão e foi embora. Eu fui andando devagar por todo aquele caminho entre o portão e a casa que dava pra ver. Olhei pra trás pra ver se o Salvador tava certo: se alguém entrasse naquela estrada, só podia ser da família ou alguém conhecido. Isso me deu uma tranquilidade, suspirei e senti a paz e a calma daquele lugar lindo. Quando cheguei na casa, vi o Salvador vindo na minha direção com um sorriso de orelha a orelha, mas com os olhos bem fundos.
Salva: — Que alegria você já estar aqui... — ele se aproximou e me abraçou. Quando me soltou, eu o cumprimentei.
Eu: — Oi, Salva... agora que tô vendo, isso parece bem mais seguro que o condomínio.
Salva: — Siimm... eu te falei. Agora a gente vai poder ficar bem de boa e curtir... me dá sua bolsa e vamos entrar, que eu tava preparando uma coisa. — fomos pra dentro de casa e eu fiquei olhando cada vez mais pra ele.
Eu: — O que que tem no seu rosto? Tô vendo que você tá com olheira funda...
Salva: — É que eu quase não dormi, assim que comecei a virar na cama, levantei e vim pra cá, e fiquei fazendo umas coisas pra gente poder ficar e aproveitar...
Eu: — Quando você deitar, vai cair duro... — eu ri — desculpa... me sinto culpada por você não ter descansado.
Salva: — Não, não se preocupa. Não tem importância... olha... o que você acha?
Eu: — É um lugar lindo... — naquela sala enorme tinha uma lareira igual àquelas que a gente vê em filme gringo, uma fogueira linda que aquecia o ambiente, e só faltava uma música romântica de fundo pra fechar aquela cena perfeita. Volto a mim quando vejo que Salvador deixa minha bolsa de lado, em cima de um sofazinho, e estava bem perto de mim, com o corpo colado no meu, suspirando e gemendo igual um tarado. As mãos dele subiam e desciam dos meus braços pros meus ombros, e minha respiração começou a mudar. CONTINUA... Já falta pouco pro final dessa 1ª parte!!
3 comentários - Grávida e infiel. Parte 13