Nataly caminava com as mãos nos bolsos, desviando de luzes e risadas alheias. A cidade estava vestida de festa, mas ela não. Naquela véspera de Natal, ela não tinha mesa, nem árvore, nem companhia. Estava em situação de rua, e não havia preparado nada além de silêncio. Andy, por outro lado, tinha feito tudo "como manda o figurino". Janta pronta, vinho esfriando, presentes embrulhados... até que uma mensagem curta e definitiva o deixou sozinho e triste: a namorada tinha ido embora com o amante na última hora, sem explicações, sem discussão. Sem volta. Foi o destino — ou a coincidência — que os fez se cruzar na rua. — Com quem você vai passar o Natal? — perguntou ele, reconhecendo-a na hora.
Nataly hesitou antes de responder, com um meio sorriso sincero.
— Com ninguém. Acho que comigo mesma.
Andy não pensou muito. Talvez porque não queria passar sozinho... ou porque sempre tinha gostado do jeito que ela olhava o mundo, apesar da situação, como se esperasse pouco, mas merecesse muito.
— Vem comigo — disse ele. — Não tá legal passar essa noite sozinha.
Ela aceitou com um gesto tĂmido.
O apartamento do Andy estava quentinho, iluminado com luzes de Natal. A mesa era simples, mas tinha dedicação em cada detalhe. Nataly foi relaxando aos poucos, taça na mão, risada mais solta, olhar mais vivo.
— Tenho uma coisa pra você — disse ele.
Entregou-lhe uma caixa. Dentro, um vestido vermelho. NĂŁo chamativo, mas intenso. Como uma promessa.
— Pra essa noite ser diferente.
Nataly foi ao banho tomar um banho e se trocar. Quando voltou, o ar pareceu parar. O vermelho abraçava o corpo dela com uma elegância provocante.
Andy engoliu seco.
—VocĂŞ está… incrĂvel —murmurou. —Esse vestido… —confessou— eu tinha comprado pra minha namorada. Mas ela me traiu e foi passar o Natal com ele.Nataly baixou o olhar para o tecido vermelho que agora vestia e depois olhou pra ele de novo, com uma doçura inesperada. —Obrigada por ter dado pra mim —respondeu—. E por me convidar, ela que Ă© uma ingrata. Eu sim agradeço tudo. Essa noite… significa mais do que vocĂŞ imagina.
O jantar tinha acabado, mas o vinho continuava fluindo. Brindaram mais uma vez, pelo improviso, pelo que nĂŁo saiu como esperavam.
A conversa ficou mais lenta, as risadas mais próximas. Até que foi ela quem encurtou a distância, apoiando uma mão no peito dele antes de roçar seus lábios nos dele.
Andy parou só por um segundo. —É isso que você quer? —perguntou, olhando nos olhos dela. —Sim —disse ela sem hesitar.
Deixando o vestido cair, ficando nua diante dele. Andy a envolveu com os braços, beijando-a com calma, percorrendo sua pele, seus seios, atĂ© descer para beijar sua buceta molhada com devoção. Nataly respondeu guiando-o, aproximando-se mais, atĂ© se ajoelhar diante dele, suas mĂŁos encontraram o zĂper de sua calça, libertando seu pau com um gesto decidido, presenteando-o com um beijo longo, depois chupando-o profundamente, carregado de intenção. Andy a levantou nos braços com cuidado, como se fosse algo valioso, e a levou atĂ© o sofá. Ali, a deitou, a beijou e enfiou o pau em sua boceta, ela soltou um gemido enquanto ele a invadia, depois ele aumentando a intensidade batendo forte em sua xota, como se quisesse se vingar pelo abandono.
Ela tomou a iniciativa, depois se acomodando por cima dele, enfiando sua rola dura na buceta, marcando o compasso com movimentos seguros e sensuais, então sentindo a intensidade, quicando sobre ele, os peitos saltando, enquanto ele os apertava e chupava, até que ela chegou ao orgasmo e ele encheu sua buceta, a fez deitar sobre seu pecho. Ficaram assim, respirando juntos, ouvindo o eco distante da cidade celebrando. Nataly sorriu, fechando os olhos. —Agora sim… —murmurou—. Este Natal faz sentido. Andy a abraçou mais forte, sabendo que, sem procurar, ambos tinham encontrado exatamente o que precisavam naquela noite.
A luz da manhĂŁ entrou tĂmida pela janela. Nataly acordou primeiro, envolvida por uma calma nova. Observou Andy dormindo, sereno, como se a noite tivesse ajeitado algo dentro dos dois. Com cuidado, tentou se levantar. — Obrigada por… essa noite — sussurrou, quase sem voz.
Andy abriu os olhos e, sem dizer uma palavra, pegou sua mĂŁo.
— Por favor, não vai ainda — pediu, puxando-a para um beijo lento, daqueles que não têm pressa nenhuma.
Ela sorriu e voltou para cima dele, sentando-se por cima com uma proximidade Ăntima, pegando no pau dele e enfiando na buceta, começando com um vai e vem suave que falava mais de confiança do que de pressa.
—A vadia da sua namorada nĂŁo te merecia —sussurrou, enquanto cavalgava com mais intensidade. VocĂŞ Ă© um homem incrĂvel. Merece um tratamento especial. Ela desceu e se ajeitou de quatro, oferecendo a bunda com cumplicidade aberta; ele respondeu com determinação, enfiando o pau na buceta por trás, metendo com força, segurando os peitos dela, como quem cuida de algo precioso.
EntĂŁo ele tirou e enfiou o pau na bunda dela, devagar no inĂcio, arrancando um gemido, depois mudando o ritmo, segurando-a pela cintura, bombando, tirou e gozou nas suas nádegas. Andy a envolveu completamente, caindo sobre ela para abraçá-la com força, respirando juntos.—Fica comigo —disse, com a testa apoiada nas suas costas—. Esse Natal… e todos os outros.
Nataly se virou, fechou os olhos, sorriu e o abraçou mais forte. Lá fora, a cidade despertava celebrando. Lá dentro, eles entendiam que o melhor presente já estava dado: escolher ficar.

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