Fala galera, sou o gabodulce, sou bi, sempre mantive em segredo tudo sobre minha vida privada. Fico com mulheres, mas óbvio que também fico com homens. Pra ser sincero, com um homem gosto de ser a mulher dele, já que sou lisinho, branquelo, olhos verdes, 1,60m, bunda pequena sem nenhum pelo, praticamente normal. Gosto das tangas que uso sempre, mas pra transar com homens gosto de me transformar completamente numa mulher: salto, saia, nylon, body, etc. O que vou contar aconteceu há poucos anos. Fui num aniversário à noite, que rolava numa casa de festa longe do centro da cidade. Fui sozinho, não conhecia muita gente e também não me juntava com muita galera porque falavam que eu era meio estranho. Então fui normal, vestindo uma camiseta preta e uma calça jeans justa que gosto, daquelas de mulher que não têm bolso atrás, só a costura que entra um pouco na bunda, mas com a camiseta disfarçava. A questão é que, estando lá na festa, conversava com um grupo conhecido e tomando um tranquinho. Decidi por um momento sair pra fora fumar um cigarro. Encontro um cara mais velho que eu, que conhecia de vista do bairro, mas nada além. O lugar tinha umas árvores no fundo e depois só campo. Tava eu fumando e ele me cumprimenta, e eu cumprimento normal. Ele falou do calor que tava lá dentro e tal. Eu me aproximei pra conversar mais perto dele, bem de boa. Ele me ofereceu a cerveja dele, e tava meio quente. Falei: "Aguenta aí, que vou pegar uma mais gelada". Fui lá dentro, peguei duas cervejas pequenas bem geladas e saí. Quando saí, não vi ele. Olhei pros dois lados, nada. Sinto que me chamam no meio da escuridão das árvores, e ele fala: "Tô aqui". Me aproximei e não via ele direito, até que cheguei bem perto. Meus olhos se arregalaram: ele tava mijando e a primeira coisa que vi foi o pau dele. O que deu pra ver com clareza era a cabeça linda e grande. Olhei e pedi desculpa na hora. Ele me olha e fala: "Relaxa, estamos entre homens". "Claro", falei. Bom, ele terminou, se limpou bem e ficamos ali tomando a cerveja. cerveja, a gente falou um pouco de tudo, ele me contou que é casado e tal, e aí ele me perguntou: "e você, qual é a sua?" "Qual é a minha do quê?", eu falei. "Claro, você curte mulheres ou homens, ou o quê?" A pergunta me surpreendeu, mas eu respondi: "Sou bi, eu." Ele me olhou e disse: "Ah, então você curte homens?" "Sim, óbvio que sim", eu falei. "E aí, o que achou da minha? Você olhou pra ela." "Mmm, pelo que vi, parece interessante." Ele olhou pros dois lados, pegou meu braço, me levou mais pro fundo das árvores, bem onde começava uma cerca. Ele me segurou pela cintura, me apertou e me puxou contra ele. Me olhou bem perto do meu rosto e disse: "Você curte um casado?" Olhei nos olhos dele e falei: "Óbvio, são o prato principal." Na mesma hora, enrolei meus braços no pescoço dele, e ele, segurando minha cintura, a gente começou a se pegar suave, mas com muita língua. Ele levantou minha camiseta pra tocar minha bunda por cima da calça jeans de motoqueiro, que era super justa. Eu fiz o mesmo, agarrei o pacote glorioso dele. Olhei pros dois lados e falei: "Vamos pra um lugar mais tranquilo, aqui pode aparecer alguém." Ele perguntou: "Onde?" "Vamos na esquina, tem um canavial, ninguém vai nos ver lá." E a gente saiu os dois disfarçando e entramos até o fundo do canavial. Lá, a gente se comeu de boca de novo, com mais paixão, e eu desabotoei a calça jeans dele, baixei a cueca e comecei a bater uma pra ele. Que volume lindo que aquela rola tomou, era daquelas grandes e cabeçudas, daquelas que a cabeça se destaca. Ele falava umas coisas pra mim, e eu dizia como a rola dele era linda e como homens casados me deixam com tesão. Dei o último beijo nele e falei: "Vou te fazer o melhor boquete que você já recebeu." Me ajoelhei e comecei a chupar ele, mas um boquete de quem tava com fome de rola. Ele ficava louco, segurava minha cabeça. Chupei ele de todos os jeitos. O silêncio do campo era absoluto, só se ouvia os gemidos de prazer dele e o barulho do meu chupando a rola dele. Estava uma delícia, muito dura. Eu amava a cabeça dele. Depois de uns 15 minutos, ele me avisou que ia gozar e perguntou onde eu queria o gozo. Sem tirar a rola da minha boca, deixei bem claro que era dentro da minha boca que eu queria o gozo dele. E ele explodiu. Uff, foi uma das melhores gozadas que já tomei, mmm, senão a melhor. Pelo sabor espetacular e a quantidade enorme que saiu, bem grossinha, muito yummy. Óbvio que tomei tudo e limpei muito bem a pica dele. Amo deixar as picas sem porra, assim as esposas deles não têm nada pra elas. Mas não foi só a porra que foi yummy. Antes de ele gozar, pensei que tinha acabado, mas não, era só o prego que ele tava soltando, também em boa quantidade. Era lindo tudo. Pica perfeita, pelo menos pra mim. Precume em boa quantidade, a porra muito boa de sabor, grossa e em grande quantidade. Levantei, dei um beijinho nele e falei: "Filho da puta, que quantidade de porra você tinha, sua mulher não tira isso de você, né? Mmm, me dá sempre pra mim". Ele me pegou pela cintura de novo e a gente transou de novo, muito gostoso, e ele apertava minha bunda com força. Eu, com uma mão, desabotoei minha calça jeans e abaixei um pouco pra ele sentir tudo bem. E que surpresa ele teve quando tocou minha bunda enfiada numa calcinha fio dental estilo raspa, branca. "Filho da puta, que calcinha é essa?", ele disse. Me virou pra olhar minha bunda, ficou louco quando viu. Passou a pica toda dura no tecido da calcinha, me apoiou bem e falou no meu ouvido: "Essa raba come ou não come?" "Sim", eu disse, "mas hoje não vai comer nada". Minha ideia não era foder naquele dia, queria ver como era outro dia. Mas uma coisa levou à outra, ele começou a me esquentar, tocando minha bunda e meu volume, até que a pica dele ficou dura. Ele falou pra foder, eu já tava toda molhada. Falei: "Vamos pra minha casa e você me come toda lá, sim?" "Ok", ele disse. Então a gente se vestiu, saímos pra pegar meu carro e chegamos em casa. Mal entramos, já entramos nos pegando full. Arranquei a camisa dele como pude, desabotoei a calça jeans e, quando chegamos no meu quarto, ele já tava pelado com aquele pedaço de pica duríssima. Desabotoei minha calça, ele me ajudou a tirar, e fiquei só de calcinha fio dental. Ele ficava louco. Eu, deitada de bruços na cama, ele abriu minha bunda e chupou com paixão, com força. Era algo único, ele sabia muito bem o que fazia. Lubrificou bem, me virei e me agarrei de novo na pica dele, chupei muito bem. da mesinha de cabeceira eu pego uma camisinha e coloco nela com a boca mmm a piroca com a camisinha era linda, de quatro ele enfiou, a cabeça custou a entrar, depois foi tudo normal, mas me fez gemir gostoso e conseguiu que eu gozasse duas vezes com a calcinha enfiada em mim, mas ele continuou com a fodida gostosa, mas vou contar como terminou e como continuou na segunda parte, relato 100% real
3 comentários - Boquete inesperado