Oi, bebês! Lembram de mim? Sou a ex floren_box1! Vim compartilhar uns contos com vocês, espero que curtam! Tenho grupo vip no telegram pra quem quiser gozar me olhando.

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Capítulo 1A noite em que nada foi por acaso
Conhecia ele desde sempre, mas naquela noite senti como se fosse a primeira vez. Talvez porque a gente já não era mais criança. Talvez porque eu já não era invisível.
Quando me levantei da mesa e caminhei até o corredor, senti os olhares nas minhas costas. Não precisei virar pra saber. Minha saia balançava a cada passo, macia, provocante sem esforço. Eu andava devagar, consciente do meu corpo, de como ocupava o espaço. Sabia o que despertava. Sempre soube.
Ouvi ele se aproximar. Não me assustei. Fingi que tava mexendo no celular, encostada na parede, cruzando as pernas na calma, deixando o silêncio fazer o trabalho dele. Quando levantei o olhar, ele tava ali. Perto demais.
—Tudo bem? —ela perguntou.
Assenti devagar. Minha voz não saiu de imediato. Sentia o calor subindo, se instalando na pele, na respiração. Joguei o cabelo para o lado, deixando o pescoço exposto sem pensar… ou pensando demais. Os olhos dele acompanharam o gesto. Dessa vez, nem tentou disfarçar.O corredor era estreito, a luz baixa. Ninguém mais por perto. Apoiei um ombro na parede e balancei o quadril só um pouquinho, um movimento mínimo, quase inocente, mas carregado de intenção. Senti como a atenção dele se tensionou, como o corpo dele reagiu mesmo ele ficando parado.
Não nos tocamos. Não precisava. Cada respiração compartilhada, cada segundo sem palavras, dizia tudo. Eu segurava o olhar dela, devagar, segura, deixando claro que eu já não era só a irmã do amigo dele. Que eu sabia o que provocava. E que não ia esconder isso.
O silêncio ficou denso. O ar, quente. E naquele espaço apertado, entendi que às vezes o desejo mais forte não é o que se realiza, mas o que se segura… prestes a transbordar.Não dizia nada, mas eu via nos olhos dele. Cada vez que o olhar dele descia e subia de novo, alguma coisa nele se desarrumava um pouco mais. Eu percebia na respiração dele, no jeito que ele apertava a mandíbula como se tentasse se segurar firme.
Naquele silêncio pesado, eu soube — sem que ele precisasse me contar — que ele não estava sozinho comigo naquele corredor. Também estava com lembranças. Conversas soltas, risadas entre amigos, frases ditas em voz baixa quando achavam que eu não tava ouvindo. "Ela tá fortíssima". "Se eu tivesse ela assim tão perto, não me responsabilizo". Comentários jogados como piadas… que não eram tão inocentes assim.
E agora eu tava ali. Tão perto como nunca. Exatamente igual naquelas frases.
Mudei o peso de uma perna pra outra, devagar, deixando meu corpo falar antes de mim. Senti os olhos dele me seguindo sem permissão, presos nas minhas curvas como se ele não soubesse onde olhar primeiro. Tinha tesão e tinha luta. E isso acendia ele ainda mais.
Inclinei só a cabeça, o suficiente pra o decote fazer o trabalho dele, minhas tetas enormes quase pulando pra fora da regata, balançando no ritmo dos meus movimentos. Não olhei pra ele de cara. Deixei ele esperando. Quando finalmente levantei os olhos, encontrei ele tenso, alerta, completamente ligado no que tava rolando entre a gente.
Sabia que na cabeça dele aquelas vozes voltavam a aparecer, sobrepostas com a imagem real: eu, respirando devagar, segura, sem me esconder. Eu, mostrando que não era só um comentário entre amigos, mas uma presença viva, gostosa, impossível de ignorar.
O espaço entre os dois ficou mínimo. Perigoso. Eu não recuei. Pelo contrário, me acomodei com calma, marcando o ritmo, deixando claro que se eu tava agitado… não era por acaso. E na calça dele já começava a aparecer o pau duro.
E naquele momento eu entendi que o fogo de verdade não tava no que a gente fazia, mas em tudo que ele imaginava enquanto me apertava tão perto.
Lucho apareceu do nada, quebrando o silêncio pesado do corredor. Chegou perto com confiança, como se já tivesse lido a cena antes de entrar, e me cumprimentou com um abraço firme. Me envolvendo com os braços e quase me segurando pela cintura, fazendo com que meus peitos ficassem colados no peito dele.
Senti o calor dela, a presença inteira, e no movimento minha saia subiu só um pouco, o suficiente pra mudar o clima do lugar. Não foi algo calculado… mas também não passou despercebido.
Pedro viu tudo. Minha bunda semi aparecida e talvez um pouco mais.
Percebi como ele desviou o olhar de repente, como tensionou o corpo e ajustou a postura, fingindo uma calma que já não tinha. O maxilar dele se contraiu, a respiração mudou, e o esforço pra disfarçar foi quase mais evidente que a própria reação. Ele tava desconfortável, excitado, preso entre o que via e o que não podia se permitir mostrar.
Lucho, por outro lado, só esboçou um sorriso, como se soubesse exatamente o efeito que tinha causado. E eu fiquei ali, no meio, ciente de que já não era só uma tensão compartilhada, mas um desejo que tinha ficado impossível de ignorar.

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Capítulo 1A noite em que nada foi por acaso
Conhecia ele desde sempre, mas naquela noite senti como se fosse a primeira vez. Talvez porque a gente já não era mais criança. Talvez porque eu já não era invisível.
Quando me levantei da mesa e caminhei até o corredor, senti os olhares nas minhas costas. Não precisei virar pra saber. Minha saia balançava a cada passo, macia, provocante sem esforço. Eu andava devagar, consciente do meu corpo, de como ocupava o espaço. Sabia o que despertava. Sempre soube.
Ouvi ele se aproximar. Não me assustei. Fingi que tava mexendo no celular, encostada na parede, cruzando as pernas na calma, deixando o silêncio fazer o trabalho dele. Quando levantei o olhar, ele tava ali. Perto demais.
—Tudo bem? —ela perguntou.
Assenti devagar. Minha voz não saiu de imediato. Sentia o calor subindo, se instalando na pele, na respiração. Joguei o cabelo para o lado, deixando o pescoço exposto sem pensar… ou pensando demais. Os olhos dele acompanharam o gesto. Dessa vez, nem tentou disfarçar.O corredor era estreito, a luz baixa. Ninguém mais por perto. Apoiei um ombro na parede e balancei o quadril só um pouquinho, um movimento mínimo, quase inocente, mas carregado de intenção. Senti como a atenção dele se tensionou, como o corpo dele reagiu mesmo ele ficando parado.
Não nos tocamos. Não precisava. Cada respiração compartilhada, cada segundo sem palavras, dizia tudo. Eu segurava o olhar dela, devagar, segura, deixando claro que eu já não era só a irmã do amigo dele. Que eu sabia o que provocava. E que não ia esconder isso.
O silêncio ficou denso. O ar, quente. E naquele espaço apertado, entendi que às vezes o desejo mais forte não é o que se realiza, mas o que se segura… prestes a transbordar.Não dizia nada, mas eu via nos olhos dele. Cada vez que o olhar dele descia e subia de novo, alguma coisa nele se desarrumava um pouco mais. Eu percebia na respiração dele, no jeito que ele apertava a mandíbula como se tentasse se segurar firme.
Naquele silêncio pesado, eu soube — sem que ele precisasse me contar — que ele não estava sozinho comigo naquele corredor. Também estava com lembranças. Conversas soltas, risadas entre amigos, frases ditas em voz baixa quando achavam que eu não tava ouvindo. "Ela tá fortíssima". "Se eu tivesse ela assim tão perto, não me responsabilizo". Comentários jogados como piadas… que não eram tão inocentes assim.
E agora eu tava ali. Tão perto como nunca. Exatamente igual naquelas frases.
Mudei o peso de uma perna pra outra, devagar, deixando meu corpo falar antes de mim. Senti os olhos dele me seguindo sem permissão, presos nas minhas curvas como se ele não soubesse onde olhar primeiro. Tinha tesão e tinha luta. E isso acendia ele ainda mais.
Inclinei só a cabeça, o suficiente pra o decote fazer o trabalho dele, minhas tetas enormes quase pulando pra fora da regata, balançando no ritmo dos meus movimentos. Não olhei pra ele de cara. Deixei ele esperando. Quando finalmente levantei os olhos, encontrei ele tenso, alerta, completamente ligado no que tava rolando entre a gente.
Sabia que na cabeça dele aquelas vozes voltavam a aparecer, sobrepostas com a imagem real: eu, respirando devagar, segura, sem me esconder. Eu, mostrando que não era só um comentário entre amigos, mas uma presença viva, gostosa, impossível de ignorar.
O espaço entre os dois ficou mínimo. Perigoso. Eu não recuei. Pelo contrário, me acomodei com calma, marcando o ritmo, deixando claro que se eu tava agitado… não era por acaso. E na calça dele já começava a aparecer o pau duro.
E naquele momento eu entendi que o fogo de verdade não tava no que a gente fazia, mas em tudo que ele imaginava enquanto me apertava tão perto.
Lucho apareceu do nada, quebrando o silêncio pesado do corredor. Chegou perto com confiança, como se já tivesse lido a cena antes de entrar, e me cumprimentou com um abraço firme. Me envolvendo com os braços e quase me segurando pela cintura, fazendo com que meus peitos ficassem colados no peito dele.
Senti o calor dela, a presença inteira, e no movimento minha saia subiu só um pouco, o suficiente pra mudar o clima do lugar. Não foi algo calculado… mas também não passou despercebido.
Pedro viu tudo. Minha bunda semi aparecida e talvez um pouco mais.
Percebi como ele desviou o olhar de repente, como tensionou o corpo e ajustou a postura, fingindo uma calma que já não tinha. O maxilar dele se contraiu, a respiração mudou, e o esforço pra disfarçar foi quase mais evidente que a própria reação. Ele tava desconfortável, excitado, preso entre o que via e o que não podia se permitir mostrar.
Lucho, por outro lado, só esboçou um sorriso, como se soubesse exatamente o efeito que tinha causado. E eu fiquei ali, no meio, ciente de que já não era só uma tensão compartilhada, mas um desejo que tinha ficado impossível de ignorar.
O silêncio voltou a se instalar, diferente dessa vez. Mais atento. Mais consciente. Eu sentia os olhares em mim como se fossem mãos invisíveis.
Pedro foi o primeiro a falar, com um meio sorriso que não conseguia esconder totalmente seu estado.
— Você sempre foi assim… — disse devagar — Ou é algo que só alguns percebem?
Olhei pra ele sem responder na hora. Inclinei só a cabeça, deixando a pergunta flutuar.
— Assim como? — perguntei, suave.
Lucho soltou uma risada baixa, curta.
— Como se soubesse exatamente o que provoca — completou — E mesmo assim escolhesse não parar.
Me apoiei melhor contra a parede, consciente de cada movimento.
— E isso incomoda… ou vocês gostam?
Pedro engoliu seco antes de responder.
— Depende — disse — Você sempre percebe quando alguém te olha desse jeito?
Deixei meus olhos percorrerem o corredor um segundo antes de voltar pra eles.
— Que jeito é esse que vocês estão me olhando agora?
Nenhum respondeu na hora. Não precisava. A resposta estava no ar, densa, quente, impossível de negar.
— Então — continuei, baixando um pouco a voz — capaz que a pergunta não é o que vocês querem… mas até onde se atrevem a imaginar.
O silêncio que veio foi a confirmação mais clara de todas. Me mexi antes que qualquer um dos dois falasse de novo. Não foi um gesto grande; foi lento, calculado. Endireitei as costas, soltei os ombros e respirei fundo, como se o ar atravessasse meu corpo. O movimento fez os olhares deles se fixarem onde eu sabia que iam parar. Não desviei os olhos. Deixei eles olharem.
Apoiei a mão na parede, inclinei só o tronco e cruzei as pernas com calma. O silêncio ficou expectante, como se os dois estivessem esperando um sinal meu.
Lucho foi o primeiro a quebrá-lo, com uma voz mais baixa, menos controlada.
— Me diz… — falou — Você sempre é assim quando sabe que tão te desejando… ou hoje à noite resolveu jogar?
Olhei pra ele de lado, sem pressa.
— E você, o que acha?
Pedro não falou. Tirou o celular do Bolsillo, rápido, quase nervoso. Ele digitou algo com o polegar, sem me olhar, mas eu percebi como a respiração dele acelerou. Não precisei ver a tela pra entender: ele tava contando algo, insinuando algo, jogando a cena em palavras incompletas pros outros imaginarem.
— Depois não diz que a gente não avisou — murmurou Lucho, com um sorriso tenso.
Eu dei mais um passo pra perto. O suficiente pra nós dois sentirmos.
— Então — falei suave — escolham bem o que levam dessa noite… porque nem tudo se fala. Algumas coisas ficam na memória.
O celular vibrou na mão do Pedro. Não olhei pra ele. Sorri de leve.
E o corredor ficou em silêncio de novo, carregado de tudo que ainda não tinha acontecido… e já ardia na imaginação de mais de um.
O celular do Pedro vibrou uma vez… e depois outra. E mais uma. Ele sorriu de lado, como se soubesse que não tinha mais volta.
— Começaram a responder — disse, mostrando a tela só por um segundo —. Muita gente.
Não li as mensagens, mas ouvi pedaços enquanto ele ia falando em voz alta, entre risadas contidas e olhares que sempre voltavam pra mim.
— “É verdade o que cê tá falando?”
— “Não fode… aí, agora?”
— “Fala pra ela falar.”
Lucho se apoiou na parede, cruzando os braços, me observando como se cada palavra que eu dissesse fosse combustível.
— Querem saber — disse — se você é assim o tempo todo… ou se hoje cê tá inspirada.
Eu me aproximei do celular o suficiente pra eles entenderem que eu sabia exatamente o efeito que causava.
— Fala pra eles que nem sempre — respondi —. Só quando vale a pena.
Pedro digitou rápido. O celular vibrou quase na hora.
— Agora tão perguntando o que cê tá vestindo — completou, sem me olhar, mas com um sorriso impossível de esconder.
Inclinei a cabeça, deixei o silêncio se esticar.
— Tira uma foto minha e manda.
As respostas chegaram como uma onda. Risadas nervosas. Comentários sem controle. Perguntas que não eram ditas por completo, mas se entendiam muito bem. O clima ficou mais denso, mais carregado de expectativas que ninguém ousava nomear por completo.
— Vocês tão ficando loucos — murmurou Lucho. — E você sabe disso.
— Claro que sei — respondi, me afastando.
Me virei devagar, sem pressa, deixando pra trás o murmúrio, os olhares cravados nas minhas costas, o celular vibrando sem parar. Caminhei pelo corredor sabendo que minha ausência ia dizer mais do que qualquer resposta.
Do outro lado da casa, ainda dava pra sentir: o desejo suspenso, multiplicado, crescendo no que não viam… mas não paravam de imaginar. Fui embora sem olhar pra trás. Senti os olhos deles grudados nas minhas costas enquanto eu avançava pelo corredor, devagar, consciente de cada passo. O murmúrio ficou pra trás, mas o celular continuou vibrando na minha mão: mensagens que eu não lia por completo, perguntas que queimavam mesmo sem serem abertas.
No meu quarto, fechei a porta com cuidado. Não acendi a luz. Quando me apoiei um segundo contra a madeira, não consegui evitar arquear as costas e fingir que a porta era um deles me fazendo a booty, bati na porta com minha bunda várias vezes imaginando isso. Passei as mãos pelos meus peitos, tirei o sutiã e apertei meus mamilos... Fui até minha cama e me deitei de bruços por uns instantes, com o celular nas mãos, deixando minha booty semi coberta e de peitos de fora. Não corrigi nada. Não tinha pressa.
As respostas continuavam chegando. Frases incompletas. Emojis que diziam mais do que pretendiam. Perguntas que se repetiam de bocas diferentes, como se todos quisessem confirmar a mesma coisa sem ter coragem de dizer igual.
Apoiei o celular na cama, fechei os olhos e sorri de leve. Sabia que, do outro lado da porta, a imaginação trabalhava sozinha. Que meu silêncio, minha ausência, minha demora, estavam fazendo mais do que qualquer palavra.
Enfiei a mão por baixo da minha saia e da minha calcinha fio dental... minha buceta estava toda molhada, chupei meus dedos babando eles e me esfreguei no clitóris.. Eu gostava de estar quente e excitada. Curti um pouquinho sem Porra, deixando toda minha excitação exposta, larguei minha calcinha fio dental no quarto, vesti uma regata curta e mais decotada que a anterior... arrumei o cabelo e respirei fundo antes de voltar. Quando abri a porta, o corredor me recebeu com uma tensão nova, multiplicada. Os olhares se levantaram ao mesmo tempo. O celular vibrou de novo.
Não falei nada. Não precisava.
Às vezes, o que mais esquenta não é o que se vê… mas tudo o que fica pra imaginação. Quando voltei pra sala, o clima tinha mudado. Não teve silêncio estranho; teve expectativa. Vários olhares se levantaram ao mesmo tempo, como se todos estivessem esperando um sinal.
— Peraí… — falou um, com meio sorriso — você sempre some assim e volta diferente?
Não respondi na hora. Arrumo o cabelo, apoio o peso numa perna e deixo a pergunta ecoar.
— Diferente como? — perguntei, tranquila.
Pedro baixou o volume da voz.
— Como se você soubesse exatamente o que tá provocando agora.
O celular vibrou de novo. Mensagens que não li, mas senti. Perguntas que se acumulavam, curiosas, imaginativas, jogadas de longe como iscas. Eu escolhi quais morder.
— Às vezes — falei — não precisa explicar nada pra cada um montar seu próprio filme.
Os sorrisos ficaram tensos. Alguém riu baixo.
— Esse fim de semana a gente vai pra um sítio — comentou Lucho, como quem não quer nada — Piscina, música, sem gente demais. Tranquilo… mas intenso.
Olhei pra ele, levantando uma sobrancelha.
— Isso é um convite?
— É uma possibilidade — respondeu — Daquelas que se curtem mais quando se fala sem muitos detalhes.
Outro completou, entre risadas:
— Só de você vir como se sentir confortável… já basta pro clima fazer o resto.
Segurei os olhares por mais um segundo. O celular vibrou de novo. Não olhei. Sorri de leve.
— Vamos ver — falei.
E com isso, o desejo ficou suspenso de novo, pulsando em tudo que não foi dito… mas já tava rolando.
As perguntas começaram a cair aos poucos, como se todos tivessem entendido que naquela noite se falava em código.
—Me diz uma coisa — falou um, com um sorriso torto— você sempre responde assim… ou só quando quer que alguém fique pensando?
Me aproximei sem pressa e, com toda naturalidade, sentei de lado no colo de um deles (deixando que os outros vissem que eu já não tava usando nada por baixo). Não foi um gesto brusco nem teatral; foi confortável, seguro, como se o lugar já fosse meu desde antes. Senti como ele se tensou de leve, como a respiração dele mudou. Eu me acomodei tranquila.
—Depende da pergunta — respondi—. E de quem faz.
Teve risada baixa. Olhares que se cruzaram rápido.
—Então te faço outra — completou Pedro—. Você é mais de improvisar… ou de planejar o que vem?
Apoiei o braço no encosto do sofá, relaxada. E meus peitos na altura da cara do Lolo. Ele me olhava de canto. Eu imaginava que com um dedo só ele puxava minha regata pra baixo e começava a chupar minha teta igual um bebê.
—Gosto que o plano comece antes — falei—. Assim, quando chega a hora, já tá tudo carregado.
—Que nem o fim de semana — comentou o Lucho—. Sítio, piscina, música que se ouve de longe… e nada de pressa.
—Nada de pressa — repeti, devagar—. Isso soa tentador.
Lolo se mexeu só um pouco pra se acomodar melhor, deixando minha bunda totalmente em cima do volume dele. Eu não me afastei. Pelo contrário, me inclinei pra frente pra pegar um copo na mesinha. Deixando o Lolo ver minha buceta e me sentando de novo em cima dele.
—E você? — perguntou outro—. O que leva pra uma festa dessas?
Sorri.
—Depende do clima — respondi—. E de quantos olhares eu tiver em cima.
As risadas voltaram, mais nervosas. O celular vibrou na mesa. Ninguém olhou. Não precisava. O clima já tava armado, o fim de semana começava a tomar forma na imaginação de todo mundo.
Eu me levantei devagar, como se nada, e antes de me afastar falei:
—Ainda falta. Mas tô gostando de como vocês tão pensando.
E essa ideia — a de o que viria— ficou flutuando, quente, inevitável, acompanhando eles mesmo depois que mudamos de assunto.
—A verdade… não tenho muitas sungas — falei, como quem não quer nada—. Espero que não se incomodem se eu usar uma que meu tio me deu outro dia, bem pequena por sinal, quase não cobre nada. Porque de qualquer jeito é a que vou usar.
Os olhares se ativaram na hora.
—Pequena como? — perguntou um, com meio sorriso.
—O suficiente pra não passar despercebida — respondi—. Mas confortável. Isso é o que importa.
Naquele momento a porta se abriu. Era meu tio Patrício, meu fã número 1. Ele se aproximou e me cumprimentou com um abraço caloroso, me apertando e dando um tapão na minha bunda (como sempre faz desde que sou pequena).
—E aí, estreou o presente? — perguntou, baixando a voz.
Sorri, encostando a bochecha no ombro dele por um segundo.
—Ainda não — falei—. Acho que vou usar esse fim de semana, num sítio.
—Ah, é? — respondeu, divertido—. Então vai ter que ver como fica.
As risadas se misturaram com olhares cúmplices. Ninguém pediu detalhes; não precisava. A ideia já estava plantada.
—É só chegar assim, na tranquilidade — disse Lucho—, que o resto o clima faz.
—Exato — completei—. Às vezes, o melhor é deixar cada um imaginar do seu jeito.
O silêncio que veio depois foi denso, cheio de expectativa. O fim de semana já tinha começado, pelo menos na cabeça de todo mundo.
A conversa ainda estava pesada quando tocaram a campainha. Era o gásista, pontual, com a caixa de ferramentas na mão. Enquanto indicavam por onde ele devia ir, o clima não se desfez de vez; as risadas baixas e os comentários nas entrelinhas continuavam no ar.
Ele percebeu na hora que algo diferente estava rolando. Não perguntou, mas escutou. Olhares que se cruzavam, silêncios que diziam mais que palavras. Eu me aproximei pra cumprimentá-lo com um sorriso calmo, cordial, segurando o olhar um segundo a mais que o normal.
—Vem por aqui, agora te mostram onde é — falei, natural. Enquanto eu revisava, a conversa voltou pro fim de semana.
—Ainda não sei o que vou levar — comentei. — Quero algo simples… mas que dê um arrepio. Além disso, não curto marca de sol, até ficaria pelada.
—Dar um arrepio como? — perguntou um, sem levantar muito a voz.
—Que não passe despercebido — respondi. — Só isso.
O gás-man levantou o olho só de leve, curioso, como quem ouve uma história pela metade. Não interrompeu, mas ficou um segundo a mais no quarto quando terminou.
—Aqui tem um clima bom — disse, meio na brincadeira.
—É o que falam — respondi, sorrindo.
Os olhares voltaram pra mim. O celular vibrou na mesa. O fim de semana continuava tomando forma, mais pelo que se insinuava do que pelo que se dizia.
Respirei fundo e fechei com calma:
—O melhor é sempre deixar algo pra depois.
—Vamos ver — disse um, se inclinando pra frente —, responde sem pensar muito: você gosta que te olhem… ou que imaginem?
Sorri de leve, como se a pergunta me divertisse.
—Gosto que confundam uma coisa com a outra.
Teve um murmúrio baixo. Pedro levantou a sobrancelha.
—Então me diz — completou —, quando você fala “algo simples que dê um arrepio”, tá falando de como se vê… ou do que provoca?
Pensei um segundo. Não pra duvidar, mas pra escolher.
—Do que gera — respondi. — E do que ativa em mim e nos outros.
O silêncio foi na hora. Não desconfortável. Tenso.
—Isso não é justo — disse Lucho. — Assim qualquer um fica pensando o fim de semana inteiro.
—Não é injusto — respondi. — É estratégico.
Alguém riu baixinho.
—Última — disse outro. — No sítio… você é das que entra na água na hora… ou das que faz esperar?
Cruzei as pernas com calma, segurando os olhares um por um.
—Depende — falei. — Se sei que tão me olhando… capaz deixo o calor subir primeiro.
Pedro apoiou o copo sem fazer barulho.
—Ok — murmurou. — Isso já responde várias coisas.
Levantei devagar, sem cortar o clima.
—Nem todas as respostas se dão hoje — fechei. Algumas se guardam pra quando o lugar e o momento fazem o resto.
Ninguém falou depois disso. Não precisava. O fio já tava onde tinha que estar: na cabeça de cada um, se afiando sozinho..Continua...
Pedro foi o primeiro a falar, com um meio sorriso que não conseguia esconder totalmente seu estado.
— Você sempre foi assim… — disse devagar — Ou é algo que só alguns percebem?
Olhei pra ele sem responder na hora. Inclinei só a cabeça, deixando a pergunta flutuar.
— Assim como? — perguntei, suave.
Lucho soltou uma risada baixa, curta.
— Como se soubesse exatamente o que provoca — completou — E mesmo assim escolhesse não parar.
Me apoiei melhor contra a parede, consciente de cada movimento.
— E isso incomoda… ou vocês gostam?
Pedro engoliu seco antes de responder.
— Depende — disse — Você sempre percebe quando alguém te olha desse jeito?
Deixei meus olhos percorrerem o corredor um segundo antes de voltar pra eles.
— Que jeito é esse que vocês estão me olhando agora?
Nenhum respondeu na hora. Não precisava. A resposta estava no ar, densa, quente, impossível de negar.
— Então — continuei, baixando um pouco a voz — capaz que a pergunta não é o que vocês querem… mas até onde se atrevem a imaginar.
O silêncio que veio foi a confirmação mais clara de todas. Me mexi antes que qualquer um dos dois falasse de novo. Não foi um gesto grande; foi lento, calculado. Endireitei as costas, soltei os ombros e respirei fundo, como se o ar atravessasse meu corpo. O movimento fez os olhares deles se fixarem onde eu sabia que iam parar. Não desviei os olhos. Deixei eles olharem.
Apoiei a mão na parede, inclinei só o tronco e cruzei as pernas com calma. O silêncio ficou expectante, como se os dois estivessem esperando um sinal meu.
Lucho foi o primeiro a quebrá-lo, com uma voz mais baixa, menos controlada.
— Me diz… — falou — Você sempre é assim quando sabe que tão te desejando… ou hoje à noite resolveu jogar?
Olhei pra ele de lado, sem pressa.
— E você, o que acha?
Pedro não falou. Tirou o celular do Bolsillo, rápido, quase nervoso. Ele digitou algo com o polegar, sem me olhar, mas eu percebi como a respiração dele acelerou. Não precisei ver a tela pra entender: ele tava contando algo, insinuando algo, jogando a cena em palavras incompletas pros outros imaginarem.
— Depois não diz que a gente não avisou — murmurou Lucho, com um sorriso tenso.
Eu dei mais um passo pra perto. O suficiente pra nós dois sentirmos.
— Então — falei suave — escolham bem o que levam dessa noite… porque nem tudo se fala. Algumas coisas ficam na memória.
O celular vibrou na mão do Pedro. Não olhei pra ele. Sorri de leve.
E o corredor ficou em silêncio de novo, carregado de tudo que ainda não tinha acontecido… e já ardia na imaginação de mais de um.
O celular do Pedro vibrou uma vez… e depois outra. E mais uma. Ele sorriu de lado, como se soubesse que não tinha mais volta.
— Começaram a responder — disse, mostrando a tela só por um segundo —. Muita gente.
Não li as mensagens, mas ouvi pedaços enquanto ele ia falando em voz alta, entre risadas contidas e olhares que sempre voltavam pra mim.
— “É verdade o que cê tá falando?”
— “Não fode… aí, agora?”
— “Fala pra ela falar.”
Lucho se apoiou na parede, cruzando os braços, me observando como se cada palavra que eu dissesse fosse combustível.
— Querem saber — disse — se você é assim o tempo todo… ou se hoje cê tá inspirada.
Eu me aproximei do celular o suficiente pra eles entenderem que eu sabia exatamente o efeito que causava.
— Fala pra eles que nem sempre — respondi —. Só quando vale a pena.
Pedro digitou rápido. O celular vibrou quase na hora.
— Agora tão perguntando o que cê tá vestindo — completou, sem me olhar, mas com um sorriso impossível de esconder.
Inclinei a cabeça, deixei o silêncio se esticar.
— Tira uma foto minha e manda.
As respostas chegaram como uma onda. Risadas nervosas. Comentários sem controle. Perguntas que não eram ditas por completo, mas se entendiam muito bem. O clima ficou mais denso, mais carregado de expectativas que ninguém ousava nomear por completo.
— Vocês tão ficando loucos — murmurou Lucho. — E você sabe disso.
— Claro que sei — respondi, me afastando.
Me virei devagar, sem pressa, deixando pra trás o murmúrio, os olhares cravados nas minhas costas, o celular vibrando sem parar. Caminhei pelo corredor sabendo que minha ausência ia dizer mais do que qualquer resposta.
Do outro lado da casa, ainda dava pra sentir: o desejo suspenso, multiplicado, crescendo no que não viam… mas não paravam de imaginar. Fui embora sem olhar pra trás. Senti os olhos deles grudados nas minhas costas enquanto eu avançava pelo corredor, devagar, consciente de cada passo. O murmúrio ficou pra trás, mas o celular continuou vibrando na minha mão: mensagens que eu não lia por completo, perguntas que queimavam mesmo sem serem abertas.
No meu quarto, fechei a porta com cuidado. Não acendi a luz. Quando me apoiei um segundo contra a madeira, não consegui evitar arquear as costas e fingir que a porta era um deles me fazendo a booty, bati na porta com minha bunda várias vezes imaginando isso. Passei as mãos pelos meus peitos, tirei o sutiã e apertei meus mamilos... Fui até minha cama e me deitei de bruços por uns instantes, com o celular nas mãos, deixando minha booty semi coberta e de peitos de fora. Não corrigi nada. Não tinha pressa.
As respostas continuavam chegando. Frases incompletas. Emojis que diziam mais do que pretendiam. Perguntas que se repetiam de bocas diferentes, como se todos quisessem confirmar a mesma coisa sem ter coragem de dizer igual.
Apoiei o celular na cama, fechei os olhos e sorri de leve. Sabia que, do outro lado da porta, a imaginação trabalhava sozinha. Que meu silêncio, minha ausência, minha demora, estavam fazendo mais do que qualquer palavra.
Enfiei a mão por baixo da minha saia e da minha calcinha fio dental... minha buceta estava toda molhada, chupei meus dedos babando eles e me esfreguei no clitóris.. Eu gostava de estar quente e excitada. Curti um pouquinho sem Porra, deixando toda minha excitação exposta, larguei minha calcinha fio dental no quarto, vesti uma regata curta e mais decotada que a anterior... arrumei o cabelo e respirei fundo antes de voltar. Quando abri a porta, o corredor me recebeu com uma tensão nova, multiplicada. Os olhares se levantaram ao mesmo tempo. O celular vibrou de novo.
Não falei nada. Não precisava.
Às vezes, o que mais esquenta não é o que se vê… mas tudo o que fica pra imaginação. Quando voltei pra sala, o clima tinha mudado. Não teve silêncio estranho; teve expectativa. Vários olhares se levantaram ao mesmo tempo, como se todos estivessem esperando um sinal.
— Peraí… — falou um, com meio sorriso — você sempre some assim e volta diferente?
Não respondi na hora. Arrumo o cabelo, apoio o peso numa perna e deixo a pergunta ecoar.
— Diferente como? — perguntei, tranquila.
Pedro baixou o volume da voz.
— Como se você soubesse exatamente o que tá provocando agora.
O celular vibrou de novo. Mensagens que não li, mas senti. Perguntas que se acumulavam, curiosas, imaginativas, jogadas de longe como iscas. Eu escolhi quais morder.
— Às vezes — falei — não precisa explicar nada pra cada um montar seu próprio filme.
Os sorrisos ficaram tensos. Alguém riu baixo.
— Esse fim de semana a gente vai pra um sítio — comentou Lucho, como quem não quer nada — Piscina, música, sem gente demais. Tranquilo… mas intenso.
Olhei pra ele, levantando uma sobrancelha.
— Isso é um convite?
— É uma possibilidade — respondeu — Daquelas que se curtem mais quando se fala sem muitos detalhes.
Outro completou, entre risadas:
— Só de você vir como se sentir confortável… já basta pro clima fazer o resto.
Segurei os olhares por mais um segundo. O celular vibrou de novo. Não olhei. Sorri de leve.
— Vamos ver — falei.
E com isso, o desejo ficou suspenso de novo, pulsando em tudo que não foi dito… mas já tava rolando.
As perguntas começaram a cair aos poucos, como se todos tivessem entendido que naquela noite se falava em código.
—Me diz uma coisa — falou um, com um sorriso torto— você sempre responde assim… ou só quando quer que alguém fique pensando?
Me aproximei sem pressa e, com toda naturalidade, sentei de lado no colo de um deles (deixando que os outros vissem que eu já não tava usando nada por baixo). Não foi um gesto brusco nem teatral; foi confortável, seguro, como se o lugar já fosse meu desde antes. Senti como ele se tensou de leve, como a respiração dele mudou. Eu me acomodei tranquila.
—Depende da pergunta — respondi—. E de quem faz.
Teve risada baixa. Olhares que se cruzaram rápido.
—Então te faço outra — completou Pedro—. Você é mais de improvisar… ou de planejar o que vem?
Apoiei o braço no encosto do sofá, relaxada. E meus peitos na altura da cara do Lolo. Ele me olhava de canto. Eu imaginava que com um dedo só ele puxava minha regata pra baixo e começava a chupar minha teta igual um bebê.
—Gosto que o plano comece antes — falei—. Assim, quando chega a hora, já tá tudo carregado.
—Que nem o fim de semana — comentou o Lucho—. Sítio, piscina, música que se ouve de longe… e nada de pressa.
—Nada de pressa — repeti, devagar—. Isso soa tentador.
Lolo se mexeu só um pouco pra se acomodar melhor, deixando minha bunda totalmente em cima do volume dele. Eu não me afastei. Pelo contrário, me inclinei pra frente pra pegar um copo na mesinha. Deixando o Lolo ver minha buceta e me sentando de novo em cima dele.
—E você? — perguntou outro—. O que leva pra uma festa dessas?
Sorri.
—Depende do clima — respondi—. E de quantos olhares eu tiver em cima.
As risadas voltaram, mais nervosas. O celular vibrou na mesa. Ninguém olhou. Não precisava. O clima já tava armado, o fim de semana começava a tomar forma na imaginação de todo mundo.
Eu me levantei devagar, como se nada, e antes de me afastar falei:
—Ainda falta. Mas tô gostando de como vocês tão pensando.
E essa ideia — a de o que viria— ficou flutuando, quente, inevitável, acompanhando eles mesmo depois que mudamos de assunto.
—A verdade… não tenho muitas sungas — falei, como quem não quer nada—. Espero que não se incomodem se eu usar uma que meu tio me deu outro dia, bem pequena por sinal, quase não cobre nada. Porque de qualquer jeito é a que vou usar.
Os olhares se ativaram na hora.
—Pequena como? — perguntou um, com meio sorriso.
—O suficiente pra não passar despercebida — respondi—. Mas confortável. Isso é o que importa.
Naquele momento a porta se abriu. Era meu tio Patrício, meu fã número 1. Ele se aproximou e me cumprimentou com um abraço caloroso, me apertando e dando um tapão na minha bunda (como sempre faz desde que sou pequena).
—E aí, estreou o presente? — perguntou, baixando a voz.
Sorri, encostando a bochecha no ombro dele por um segundo.
—Ainda não — falei—. Acho que vou usar esse fim de semana, num sítio.
—Ah, é? — respondeu, divertido—. Então vai ter que ver como fica.
As risadas se misturaram com olhares cúmplices. Ninguém pediu detalhes; não precisava. A ideia já estava plantada.
—É só chegar assim, na tranquilidade — disse Lucho—, que o resto o clima faz.
—Exato — completei—. Às vezes, o melhor é deixar cada um imaginar do seu jeito.
O silêncio que veio depois foi denso, cheio de expectativa. O fim de semana já tinha começado, pelo menos na cabeça de todo mundo.
A conversa ainda estava pesada quando tocaram a campainha. Era o gásista, pontual, com a caixa de ferramentas na mão. Enquanto indicavam por onde ele devia ir, o clima não se desfez de vez; as risadas baixas e os comentários nas entrelinhas continuavam no ar.
Ele percebeu na hora que algo diferente estava rolando. Não perguntou, mas escutou. Olhares que se cruzavam, silêncios que diziam mais que palavras. Eu me aproximei pra cumprimentá-lo com um sorriso calmo, cordial, segurando o olhar um segundo a mais que o normal.
—Vem por aqui, agora te mostram onde é — falei, natural. Enquanto eu revisava, a conversa voltou pro fim de semana.
—Ainda não sei o que vou levar — comentei. — Quero algo simples… mas que dê um arrepio. Além disso, não curto marca de sol, até ficaria pelada.
—Dar um arrepio como? — perguntou um, sem levantar muito a voz.
—Que não passe despercebido — respondi. — Só isso.
O gás-man levantou o olho só de leve, curioso, como quem ouve uma história pela metade. Não interrompeu, mas ficou um segundo a mais no quarto quando terminou.
—Aqui tem um clima bom — disse, meio na brincadeira.
—É o que falam — respondi, sorrindo.
Os olhares voltaram pra mim. O celular vibrou na mesa. O fim de semana continuava tomando forma, mais pelo que se insinuava do que pelo que se dizia.
Respirei fundo e fechei com calma:
—O melhor é sempre deixar algo pra depois.
—Vamos ver — disse um, se inclinando pra frente —, responde sem pensar muito: você gosta que te olhem… ou que imaginem?
Sorri de leve, como se a pergunta me divertisse.
—Gosto que confundam uma coisa com a outra.
Teve um murmúrio baixo. Pedro levantou a sobrancelha.
—Então me diz — completou —, quando você fala “algo simples que dê um arrepio”, tá falando de como se vê… ou do que provoca?
Pensei um segundo. Não pra duvidar, mas pra escolher.
—Do que gera — respondi. — E do que ativa em mim e nos outros.
O silêncio foi na hora. Não desconfortável. Tenso.
—Isso não é justo — disse Lucho. — Assim qualquer um fica pensando o fim de semana inteiro.
—Não é injusto — respondi. — É estratégico.
Alguém riu baixinho.
—Última — disse outro. — No sítio… você é das que entra na água na hora… ou das que faz esperar?
Cruzei as pernas com calma, segurando os olhares um por um.
—Depende — falei. — Se sei que tão me olhando… capaz deixo o calor subir primeiro.
Pedro apoiou o copo sem fazer barulho.
—Ok — murmurou. — Isso já responde várias coisas.
Levantei devagar, sem cortar o clima.
—Nem todas as respostas se dão hoje — fechei. Algumas se guardam pra quando o lugar e o momento fazem o resto.
Ninguém falou depois disso. Não precisava. O fio já tava onde tinha que estar: na cabeça de cada um, se afiando sozinho..Continua...
Bom, meus amores, espero que tenham gostado do primeiro capítulo. Vou deixar um breve resumo e um gostinho do próximo capítulo.
Flor entra na balada sabendo exatamente o que provoca.
A minissaia é
A minissaia é
Muito curta
A camiseta, transparente pra ninguém se privar de ver aquelas tetonas enormes. Ela não passa despercebida… e sabe muito bem disso.
Os amigos do irmão dela estão todos lá.
Olham pra ela. Examinam cada pedaço. Mal se seguram.
Cada um guarda o mesmo pensamento que não têm coragem de dizer (comer ela de todo jeito e em qualquer lugar) e a Flor sente na pele.
Olham pra ela. Examinam cada pedaço. Mal se seguram.
Cada um guarda o mesmo pensamento que não têm coragem de dizer (comer ela de todo jeito e em qualquer lugar) e a Flor sente na pele.
Os olhares seguem ela quando caminha.
Se cravam quando ela se inclina.
O desejo é coletivo, silencioso, quente.
Se cravam quando ela se inclina.
O desejo é coletivo, silencioso, quente.
Vai pro banheiro.
Um deles segue ela. O irmão sabe e não impede.
Um deles segue ela. O irmão sabe e não impede.
A espiã de fora. Na balada, risadas. Passos. Risco.
Ela vê ele e manda entrar. Quando o namorado aparece e saca a cena, não segura nada.
Ela vê ele e manda entrar. Quando o namorado aparece e saca a cena, não segura nada.
Porque o verdadeiramente perigoso não é que descubram eles.
É que todo mundo sabe exatamente o que tá rolando…
e ninguém quer desviar o olhar.
É que todo mundo sabe exatamente o que tá rolando…
e ninguém quer desviar o olhar.
10 comentários - Capítulo 1: Esquentando os amigos do meu irmão
como me encantan tus relatos +10 🔥