Relato caseiro da ....... Meu nome é ...... tenho 45 anos e sou da Cidade do México, trabalho como consultor de vendas, sou casado há 17 anos e sou um cara muito tarado, especialmente com minha esposa... Há 3 anos tenho um hobbit particular: uso um aplicativo de aluguel de encontros privados e vídeos safados com todo tipo de mulher, mostrando nossos corpos um para o outro. Basicamente é disso que o app trata. Há uns 5 meses, conheci por esse aplicativo a Doce, uma gatinha de 19 anos.
Da Cidade do México (Tacubaya)
Tá no ensino médio
Tem um namorado há quase 2 anos
E do mesmo jeito, é bem safada que nem eu, algo que a gente compartilha pra caralho..
Mesmo sendo muito safada, nunca me mostrou nada igual outras minas, mas uma coisa que ela adora e que eu também curto é mostrar minha rola pra ela e ficar no maior tesão..
Falamos regularmente quando ela sai da escola ou quando já é de madrugada, um tesão do caralho que eu sinto..
Entrando no banheiro e mostrar minha pica pra ela e bater uma enquanto minha esposa tá dormindo e quando ela para de falar com o namorado dela, deixando a gente muito tarado... Até que o perfil dela tá bem montado, com umas fotos dela exibindo o corpo e uns dados pessoais.
Me enche de tesão ver aquela bunda empinada que ela tem e as poses cheias de charme dela, exibindo vestidinhos colados e curtinhos, jeans justos no corpo bem definido dela e algumas com o uniforme de escola.
Imaginando uma colegial super gostosa e safada, amante da minha pica dura que ela curte pra caralho. O único problema é o meu perfil: mesmo sem mostrar meu rosto, só algumas imagens sem nada de outro mundo, o que envolveu ela foi que estou disponível sempre que ela quer me ver batendo uma. Meu perfil é de um cara de 25 anos com alguns dados falsos, mas isso é algo que não ligo muito. São meses conversando, a gente já combinou de se ver, tipo sair pra comer e se conhecer pessoalmente, ou transar com proteção — essa é a única regra. Mesmo assim, precisei vê-la depois de planejar algo que me deixou bem excitado: nos encontrar no metrô e apalpar ela enquanto chegamos ao nosso destino. E foi aí que ela sugeriu isso.
Me mostrando um pouco da bunda dela de pernas abertas, ainda lembro daquele dia e minha pica sobe. O único detalhe é que sou mais velho e pensei que isso ia afetar quando a visse, mas na verdade não tinha nada a perder ou talvez muito a ganhar. O dia do encontro chegou, a gente tinha tudo planejado: ela ia matar umas aulas e sair às 10 da manhã, e eu ia faltar no trabalho esperando a hora de vê-la. Tava nervoso, lembrando dos meus dias de sexo com minha esposa quando a conheci, e fiquei andando pelas ruas, fumando um cigarro ou outro no parque até ela me avisar que chegaria no lugar que a gente escolheu. Linha rosa do metrô, estação Tacubaya, e lá estava eu às 9:20. Seria fácil reconhecer quem era: uma garotinha magrinha com o uniforme igual nas fotos. O momento chegou. Enquanto tava encostado esperando o vagão, olhando pro celular e esperando a doçura, eu via pouca gente subindo no vagão. Não demorou muito: às 10:13 ela chegou. Fácil percebi ela vindo com o uniforme de colegial, a saia acima do meio da perna mostrando as coxas brancas e a mochila na mão. A uns 10 metros, escaneei a figura linda dela. Esperei um pouco, engoli seco e, nervoso, me aproximei. Quando ela virou, levou um susto, como imaginei, e o que ela não imaginava era alguém mais velho, uns 25 anos. Imediatamente me chamou pelo nome enquanto as sobrancelhas dela se franziram, talvez de raiva ou irritação, e a gente recuou pras catracas. "Hmm... você é...?" "Sim, doçura, desculpa, como vê, sou mais velho, pfff." Espantada, não parava de olhar pra todo lado, fazendo caretas com a boca e encolhendo os ombros. Quase saí dali e pedi desculpas, quando ela mesma disse: "Bom, já que estamos aqui..." me chamando pelo nome. Caminhamos até o último vagão e subimos sem nos falar. Ela sentou, e eu sentei do lado dela, olhando pras pessoas no vagão, umas 12, calculo. passageiros, cada um na sua, aos poucos o pessoal foi descendo até sobrar só uns poucos do outro lado, deixando a gente sozinho lá no fundo. Ela se levantou e eu fiz o mesmo, nos escondendo atrás de um banco que dava pra porta de saída. Ela mesma trocou a mochila de lugar, colocando em cima do banco pra esconder parte do peito dela e do meu. Devagarzinho, ela foi recuando enquanto meu corpo tava de costas pra porta, e o corpo dela, já de costas, colou no meu, esfregando a bunda em mim..
Me chamo pelo meu nome... Me toca... E comecei a passar a mão na cintura dela e em parte das pernas enquanto o vagão andava e o povo tava na deles.
Fácilmente pude tocar as pernas nuas dela por baixo da minissaia curtinha, sentindo a pele macia, misturada com um cheiro doce e o cabelo com aroma de uva. Minha mão brincava com a pele dela, tentando abrir o máximo possível e tocando com habilidade de cima pra baixo. O vagão fez a parada enquanto meu pau começava a reagir às pernas dela e parte da bunda. Felizmente, saiu mais gente do que entrou na parte da frente, recebendo olhares de algumas pessoas e, sem mais, elas sentaram nos lugares, virando as costas pra gente...
Dulce voltou a endireitar a postura, inclinando-se para frente como se nada tivesse acontecido, esperando as portas se fecharem de novo pra continuar essa brincadeira... A visão que eu tinha da bunda dela era quase nula, mas consegui ver um pedaço da calcinha bem enfiada entre as nádegas, e de novo o tesão tomou conta de mim ainda mais forte do que da primeira vez. Assim que o vagão arrancou de novo, Dulce se jogou pra trás, deixando eu acariciar ela.
Peguei ela de novo pelas pernas, deslizando minhas mãos como garras até a bunda dela, tentando enfiar um dedo no meio, enquanto com a outra mão pegava um dos peitos dela e apertava com força, vendo a cara dela de boca aberta curtindo como eu tava tocando ela, e ela começou a fazer um barulhinho ao sentir minhas mãos se enfiando na bunda dela. De novo, o vagão começou a encher e eu sabia que era minha última chance, ou será que teria outra? Aí esperamos até esvaziar de novo. A visão dos homens não demorou, vendo ela de minissaia no meio da coxa e a carinha bonita, sendo o deleite de jovens e adultos, enquanto a gente conversava sobre coisas da escola dela... Esperamos aquela nova chance e não desperdicei: assim que as portas fecharam, puxei ela pra mim sem esperar ela se acomodar e comecei a apalpar a bunda dela de novo.
Subindo completamente a saia dela, e enfiando meus dedos ainda melhor do que da última vez, sem mais delongas ela parecia estar adorando, e algo que ela só me deu permissão se transformou em algo ainda mais quente, levando minha mão até a buceta dela por cima da calcinha.
Tocando a buceta inchada dela, parecendo um camelo, e ela imediatamente tentou se afastar, mas meu pau já tava duro e eu esfreguei ele nas bundonas dela enquanto sentia como ela tocava habilmente a buceta e a entreperna, tampando a boca dela que já soltava gemidos, e enfiei um dedo simulando que ela tava chupando meu pau. Sem mais, ela começou a se mexer levemente, esfregando a bunda em mim e lambendo meu dedo com habilidade enquanto eu sussurrava coisas gostosas no ouvido dela... "Hum, que delícia, hum hum, assim, assim, que gostoso, hum hum, aproveita, que delícia, encosta mais essa bunda em mim, vai, hum hum". Gemidos saíram dela e, assim que ela parou de novo, eu parei de tocá-la enquanto ela ajeitava a saia e eu tentava esconder meu pau duro, levando a mão dela até ele e sentindo como estava. Quando tentei pegar uma pose de doce, ela me pegou pela mão e saímos do vagão, enquanto íamos em direção à saída do que seria o destino dela. Saímos rápido, sem falar nada, pra pegar o frescor da manhã. Doce, nervosa e excitada, sem soltar minha mão, me disse que um homem de meia-idade viu nosso show, fazendo caras de aprovação pro que eu fazia e pro que ela fazia com meu dedo. Ficamos tão surpresos que nos entendemos sem palavras. Ainda dava tempo pra esse jogo, mas seria perigoso, talvez alguém nos denunciasse ou algo assim, mas excitados e com o coração a mil, decidimos ir pra um hotel. No hotel, acharam estranho nos ver chegar: ela, uma jovem colegial, e eu parecendo um professor do lado dela. A diferença de idade era grande, mas a excitação vencia o julgamento. O homem não parava de olhar pra mim e mais ainda pra ela, quantas coisas ele deve ter pensado, o sortudo que eu era. No quarto, conversamos um pouco e decidimos nos entregar ao máximo, enquanto minha esposa tava em casa e o namoradinho dela tava na escola. Ela começou a falar do namorado e de como o amava, enquanto eu tocava as pernas dela.
Levando minha mão até a bucetinha molhada dela e voltando pras pernas, fiquei tão excitado que ela começou a falar do namoradinho dela enquanto meus dedos faziam tudo e meu pau já tava duro... Continua me falando do teu namorado... Você quer doce? Ahm, sim, claro... Desabotoei minha calça enquanto ela falava do namorado, e os olhos dela não paravam de olhar pro meu pau... Passa a mão no meu pau, meu amor... Ela começou a tocar devagar, tentando masturbar... Abre as pernas, meu amor... Mmm, que gostoso como você abre...
Continua falando comigo... Enquanto eu a tocava e ela fazia o mesmo, isso me excitava muito que ela continuasse falando do corno do namorado dela, Adrian, 19 anos, o namorado dela há 1 ano e 3 meses. Coloquei ela de quatro e vi as bundona dela bem aberta enquanto eu ia abaixando devagar a calcinha dela.
Nós dois queríamos sexo e sabíamos que ia rolar, e que tínhamos pouco tempo, que se eu não tivesse ido com mais calma...
(Sentindo a buceta molhada) Meu amor, você transa muito com seu namorado? Hmm mais ou menos aaaa mmm aaa E ele faz gostoso pra você, meu amor? Sim, ele faz gostoso Melhor que eu... Vou meter em você, sim Hmm sim, mas devagar Siii mmm mmm Espera, espera, devagar, espera
Devagarzinho comecei a meter, enquanto a postura dela mudava ao sentir eu enfiando, e os gemidos não paravam de sair enquanto ela apertava a toalha que tinha agarrado desde o começo, fazendo os quadris dela se levantarem e gemendo.
Pouco a pouco ela foi se soltando, ajustando melhor os quadris enquanto minha pica começava a entrar e eu sentia a buceta dela se abrindo e se expandindo por dentro, se abrindo devagar enquanto ela esperava ser completamente penetrada...
E começar a bombar devagar, nos deixando levar e ouvindo como parecia doer nela, mas também ela tava gostando. Não consegui me segurar e comecei a meter tão forte que os quadris dela batiam com força na cama.
Enquanto eu a submetia ao meu bel-prazer... Mmm mmm mm assim, assim, que gostosa, que gostosa mm mm Você gosta, você gosta, meu amor Aaaa aaa aaa siii siii Você gosta mais do que a do seu namoradinho ...... Você gosta mais doce mmm mmm mmm Aaaa aa heee aa sii sii eu gosto mais Mmm mmm sim, carinha de desejo enquanto eu metia forte e sem parar até gozar fora dela
Foi uma das melhores fodas, mas a mais safada com certeza... Antes de ir embora, pedi pra ela chupar minha rola enquanto a gente conversava.
Do namorado dela e da minha esposa, que, sem mais, parecia ficar tão excitada quanto ao saber dela e por que eu estava botando chifre nela.
Por que você me encanta, meu amor? Me excita demais. Mm mmm, quanto...
Aaaa aaa que maravilha, você chupa muito gostoso, meu amor, mmm mmm. Ver ela chupando minha rola era delicioso, ver a carinha dela e a destreza com que fazia.
Foi a minha maior experiência sem antes pegar ela pela buceta e dedilhar ela tão gostosa.
Enquanto a gente se beijava de língua, pensei que ia ver ela mais vezes, mas foi só aquela vez, nunca mais soube dela. Mas é algo que nunca vou esquecer, e que, se eu tivesse colocado meu perfil direito, nunca teria acontecido.
Da Cidade do México (Tacubaya) Tá no ensino médio
Tem um namorado há quase 2 anos
E do mesmo jeito, é bem safada que nem eu, algo que a gente compartilha pra caralho..
Mesmo sendo muito safada, nunca me mostrou nada igual outras minas, mas uma coisa que ela adora e que eu também curto é mostrar minha rola pra ela e ficar no maior tesão..
Falamos regularmente quando ela sai da escola ou quando já é de madrugada, um tesão do caralho que eu sinto..
Entrando no banheiro e mostrar minha pica pra ela e bater uma enquanto minha esposa tá dormindo e quando ela para de falar com o namorado dela, deixando a gente muito tarado... Até que o perfil dela tá bem montado, com umas fotos dela exibindo o corpo e uns dados pessoais.
Me enche de tesão ver aquela bunda empinada que ela tem e as poses cheias de charme dela, exibindo vestidinhos colados e curtinhos, jeans justos no corpo bem definido dela e algumas com o uniforme de escola.
Imaginando uma colegial super gostosa e safada, amante da minha pica dura que ela curte pra caralho. O único problema é o meu perfil: mesmo sem mostrar meu rosto, só algumas imagens sem nada de outro mundo, o que envolveu ela foi que estou disponível sempre que ela quer me ver batendo uma. Meu perfil é de um cara de 25 anos com alguns dados falsos, mas isso é algo que não ligo muito. São meses conversando, a gente já combinou de se ver, tipo sair pra comer e se conhecer pessoalmente, ou transar com proteção — essa é a única regra. Mesmo assim, precisei vê-la depois de planejar algo que me deixou bem excitado: nos encontrar no metrô e apalpar ela enquanto chegamos ao nosso destino. E foi aí que ela sugeriu isso.
Me mostrando um pouco da bunda dela de pernas abertas, ainda lembro daquele dia e minha pica sobe. O único detalhe é que sou mais velho e pensei que isso ia afetar quando a visse, mas na verdade não tinha nada a perder ou talvez muito a ganhar. O dia do encontro chegou, a gente tinha tudo planejado: ela ia matar umas aulas e sair às 10 da manhã, e eu ia faltar no trabalho esperando a hora de vê-la. Tava nervoso, lembrando dos meus dias de sexo com minha esposa quando a conheci, e fiquei andando pelas ruas, fumando um cigarro ou outro no parque até ela me avisar que chegaria no lugar que a gente escolheu. Linha rosa do metrô, estação Tacubaya, e lá estava eu às 9:20. Seria fácil reconhecer quem era: uma garotinha magrinha com o uniforme igual nas fotos. O momento chegou. Enquanto tava encostado esperando o vagão, olhando pro celular e esperando a doçura, eu via pouca gente subindo no vagão. Não demorou muito: às 10:13 ela chegou. Fácil percebi ela vindo com o uniforme de colegial, a saia acima do meio da perna mostrando as coxas brancas e a mochila na mão. A uns 10 metros, escaneei a figura linda dela. Esperei um pouco, engoli seco e, nervoso, me aproximei. Quando ela virou, levou um susto, como imaginei, e o que ela não imaginava era alguém mais velho, uns 25 anos. Imediatamente me chamou pelo nome enquanto as sobrancelhas dela se franziram, talvez de raiva ou irritação, e a gente recuou pras catracas. "Hmm... você é...?" "Sim, doçura, desculpa, como vê, sou mais velho, pfff." Espantada, não parava de olhar pra todo lado, fazendo caretas com a boca e encolhendo os ombros. Quase saí dali e pedi desculpas, quando ela mesma disse: "Bom, já que estamos aqui..." me chamando pelo nome. Caminhamos até o último vagão e subimos sem nos falar. Ela sentou, e eu sentei do lado dela, olhando pras pessoas no vagão, umas 12, calculo. passageiros, cada um na sua, aos poucos o pessoal foi descendo até sobrar só uns poucos do outro lado, deixando a gente sozinho lá no fundo. Ela se levantou e eu fiz o mesmo, nos escondendo atrás de um banco que dava pra porta de saída. Ela mesma trocou a mochila de lugar, colocando em cima do banco pra esconder parte do peito dela e do meu. Devagarzinho, ela foi recuando enquanto meu corpo tava de costas pra porta, e o corpo dela, já de costas, colou no meu, esfregando a bunda em mim..
Me chamo pelo meu nome... Me toca... E comecei a passar a mão na cintura dela e em parte das pernas enquanto o vagão andava e o povo tava na deles.
Fácilmente pude tocar as pernas nuas dela por baixo da minissaia curtinha, sentindo a pele macia, misturada com um cheiro doce e o cabelo com aroma de uva. Minha mão brincava com a pele dela, tentando abrir o máximo possível e tocando com habilidade de cima pra baixo. O vagão fez a parada enquanto meu pau começava a reagir às pernas dela e parte da bunda. Felizmente, saiu mais gente do que entrou na parte da frente, recebendo olhares de algumas pessoas e, sem mais, elas sentaram nos lugares, virando as costas pra gente...
Dulce voltou a endireitar a postura, inclinando-se para frente como se nada tivesse acontecido, esperando as portas se fecharem de novo pra continuar essa brincadeira... A visão que eu tinha da bunda dela era quase nula, mas consegui ver um pedaço da calcinha bem enfiada entre as nádegas, e de novo o tesão tomou conta de mim ainda mais forte do que da primeira vez. Assim que o vagão arrancou de novo, Dulce se jogou pra trás, deixando eu acariciar ela.
Peguei ela de novo pelas pernas, deslizando minhas mãos como garras até a bunda dela, tentando enfiar um dedo no meio, enquanto com a outra mão pegava um dos peitos dela e apertava com força, vendo a cara dela de boca aberta curtindo como eu tava tocando ela, e ela começou a fazer um barulhinho ao sentir minhas mãos se enfiando na bunda dela. De novo, o vagão começou a encher e eu sabia que era minha última chance, ou será que teria outra? Aí esperamos até esvaziar de novo. A visão dos homens não demorou, vendo ela de minissaia no meio da coxa e a carinha bonita, sendo o deleite de jovens e adultos, enquanto a gente conversava sobre coisas da escola dela... Esperamos aquela nova chance e não desperdicei: assim que as portas fecharam, puxei ela pra mim sem esperar ela se acomodar e comecei a apalpar a bunda dela de novo.
Subindo completamente a saia dela, e enfiando meus dedos ainda melhor do que da última vez, sem mais delongas ela parecia estar adorando, e algo que ela só me deu permissão se transformou em algo ainda mais quente, levando minha mão até a buceta dela por cima da calcinha.
Tocando a buceta inchada dela, parecendo um camelo, e ela imediatamente tentou se afastar, mas meu pau já tava duro e eu esfreguei ele nas bundonas dela enquanto sentia como ela tocava habilmente a buceta e a entreperna, tampando a boca dela que já soltava gemidos, e enfiei um dedo simulando que ela tava chupando meu pau. Sem mais, ela começou a se mexer levemente, esfregando a bunda em mim e lambendo meu dedo com habilidade enquanto eu sussurrava coisas gostosas no ouvido dela... "Hum, que delícia, hum hum, assim, assim, que gostoso, hum hum, aproveita, que delícia, encosta mais essa bunda em mim, vai, hum hum". Gemidos saíram dela e, assim que ela parou de novo, eu parei de tocá-la enquanto ela ajeitava a saia e eu tentava esconder meu pau duro, levando a mão dela até ele e sentindo como estava. Quando tentei pegar uma pose de doce, ela me pegou pela mão e saímos do vagão, enquanto íamos em direção à saída do que seria o destino dela. Saímos rápido, sem falar nada, pra pegar o frescor da manhã. Doce, nervosa e excitada, sem soltar minha mão, me disse que um homem de meia-idade viu nosso show, fazendo caras de aprovação pro que eu fazia e pro que ela fazia com meu dedo. Ficamos tão surpresos que nos entendemos sem palavras. Ainda dava tempo pra esse jogo, mas seria perigoso, talvez alguém nos denunciasse ou algo assim, mas excitados e com o coração a mil, decidimos ir pra um hotel. No hotel, acharam estranho nos ver chegar: ela, uma jovem colegial, e eu parecendo um professor do lado dela. A diferença de idade era grande, mas a excitação vencia o julgamento. O homem não parava de olhar pra mim e mais ainda pra ela, quantas coisas ele deve ter pensado, o sortudo que eu era. No quarto, conversamos um pouco e decidimos nos entregar ao máximo, enquanto minha esposa tava em casa e o namoradinho dela tava na escola. Ela começou a falar do namorado e de como o amava, enquanto eu tocava as pernas dela.
Levando minha mão até a bucetinha molhada dela e voltando pras pernas, fiquei tão excitado que ela começou a falar do namoradinho dela enquanto meus dedos faziam tudo e meu pau já tava duro... Continua me falando do teu namorado... Você quer doce? Ahm, sim, claro... Desabotoei minha calça enquanto ela falava do namorado, e os olhos dela não paravam de olhar pro meu pau... Passa a mão no meu pau, meu amor... Ela começou a tocar devagar, tentando masturbar... Abre as pernas, meu amor... Mmm, que gostoso como você abre...
Continua falando comigo... Enquanto eu a tocava e ela fazia o mesmo, isso me excitava muito que ela continuasse falando do corno do namorado dela, Adrian, 19 anos, o namorado dela há 1 ano e 3 meses. Coloquei ela de quatro e vi as bundona dela bem aberta enquanto eu ia abaixando devagar a calcinha dela.
Nós dois queríamos sexo e sabíamos que ia rolar, e que tínhamos pouco tempo, que se eu não tivesse ido com mais calma...
(Sentindo a buceta molhada) Meu amor, você transa muito com seu namorado? Hmm mais ou menos aaaa mmm aaa E ele faz gostoso pra você, meu amor? Sim, ele faz gostoso Melhor que eu... Vou meter em você, sim Hmm sim, mas devagar Siii mmm mmm Espera, espera, devagar, espera
Devagarzinho comecei a meter, enquanto a postura dela mudava ao sentir eu enfiando, e os gemidos não paravam de sair enquanto ela apertava a toalha que tinha agarrado desde o começo, fazendo os quadris dela se levantarem e gemendo.
Pouco a pouco ela foi se soltando, ajustando melhor os quadris enquanto minha pica começava a entrar e eu sentia a buceta dela se abrindo e se expandindo por dentro, se abrindo devagar enquanto ela esperava ser completamente penetrada...
E começar a bombar devagar, nos deixando levar e ouvindo como parecia doer nela, mas também ela tava gostando. Não consegui me segurar e comecei a meter tão forte que os quadris dela batiam com força na cama.
Enquanto eu a submetia ao meu bel-prazer... Mmm mmm mm assim, assim, que gostosa, que gostosa mm mm Você gosta, você gosta, meu amor Aaaa aaa aaa siii siii Você gosta mais do que a do seu namoradinho ...... Você gosta mais doce mmm mmm mmm Aaaa aa heee aa sii sii eu gosto mais Mmm mmm sim, carinha de desejo enquanto eu metia forte e sem parar até gozar fora dela
Foi uma das melhores fodas, mas a mais safada com certeza... Antes de ir embora, pedi pra ela chupar minha rola enquanto a gente conversava.
Do namorado dela e da minha esposa, que, sem mais, parecia ficar tão excitada quanto ao saber dela e por que eu estava botando chifre nela.
Por que você me encanta, meu amor? Me excita demais. Mm mmm, quanto...
Aaaa aaa que maravilha, você chupa muito gostoso, meu amor, mmm mmm. Ver ela chupando minha rola era delicioso, ver a carinha dela e a destreza com que fazia.
Foi a minha maior experiência sem antes pegar ela pela buceta e dedilhar ela tão gostosa.
Enquanto a gente se beijava de língua, pensei que ia ver ela mais vezes, mas foi só aquela vez, nunca mais soube dela. Mas é algo que nunca vou esquecer, e que, se eu tivesse colocado meu perfil direito, nunca teria acontecido.
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