De masaje a ser amante (relato gay) segunda parte parte

A semana passa num suspiro e, por sorte, o Gustavo não me ligou nem mandou mensagem, e o melhor: o Ramiro também não, então claramente não contou nada do que rolou com o Gustavo. Vou pra casa e quem me atende é o Ramiro, de roupão, já preparado como sempre, mas quando entro, arrumo a cama e ele fala:

Ramiro: — É... acho que hoje não vai dar pra fazer a sessão de massagem.

Eu: — Por quê? — pergunto, me fazendo de besta, torcendo pra não ser por causa do Gustavo.

Mas pra minha surpresa, ele abre o roupão e tava com aquela pica Titã toda dura, peluda e venosa, parecendo que ia explodir. E o Ramiro comenta:

— Já faz um tempinho que não rola nada com o Gus e o amigo não quer baixar. Sei que você já viu isso em outras vezes, mas era de brincadeira. Hoje, juro, tô com ela pegando fogo.

Enquanto isso, com uma mistura de tesão e resignação, ele pega na própria pica e sacode de cima pra baixo, de leve. Como se fosse a coisa mais normal do mundo, escapou de mim:

Eu: — Seria muito fora de lugar se eu... — Engoli seco, mas continuei — ...só dessa vez, se você quiser... Tipo, se não falar nada.

Queria soltar uma frase que mostrasse que ajudaria ele a gozar, mas sem parecer que tava morrendo de vontade. Ele balançou a cabeça e foi sentar no sofá, fechando o roupão, e continuou:

Ramiro: — Não, você é super profissional e... — Ele cortou na hora e continuou: — Ó, vem cá.

Me aproximei, mostrando uma timidez meio fingida, e ele seguiu:

Ramiro: — Isso fica entre nós.

Eu: — Sim... sim, claro — só consegui responder. — Te bato uma?

Ele se descobre a pica e, quando vou pegar, o Ramiro fala:

Ramiro: — Não, uma punheta não resolve isso.

E me agarra pelo braço e pela nuca, me puxando pro lado do sofá, deixando meu corpo sobre o encosto lateral direito e meu rosto roçando na pica dele. Enquanto isso, com a mão esquerda, ele esfrega a pica na minha cara e nos meus lábios, principalmente, e diz:

Ramiro: — Chupa. Ninguém fica sabendo, mas chupa.

Quase por instinto, abri a boca o máximo que pude e aquela pica linda e venosa entrou até a metade. Eu Segurava suavemente minha nuca pra manter o ritmo, mas em poucos segundos acelerava enquanto começava a falar "usa a língua", "lambe de cima a baixo", "chupa minhas bolas". Não tinha passado nem 5 minutos e eu segui tudo perfeito. Levantei a mão direita, ele fez eu chupar os dedos dele e levou até minhas nádegas, baixando a calça na hora. E enquanto começava a enfiar a ponta do dedo da mão enorme dele no meu cu, Ramiro perguntou:

- Seria pedir demais... Te pedir um favor maior. Claro que ninguém fica sabendo. Só que nisso o dedo já tava entrando e saindo do meu rabo e eu quase gemendo com a pica na boca, e Ramiro continuou:

- Se não der, não dá, sem problema, sério. Mas já tava começando a enfiar dois dedos e meu cu implorava por favor. Cada vez que ele conseguia enfiar os dedos até o fundo, afundava a pica até minha garganta. Não cabia inteira na minha boca, mas me engasgava. Não sabia em que focar, nas ânsias ou na dor no cu. Ele gozou, levantou do sofá sem tirar os dedos do meu cu e mandou eu me apoiar com as mãos no sofá. Aí começou a meter e tirar os dedos. Com mais vontade e força. Cuspindo de vez em quando. Quando chegou no ponto que queria, Ramiro comentou:

- Eu como sem camisinha só com o Gustavo. Enquanto fazia a pica quicar parada no meu cu que pulsava igual louco, e continuou - mas por você abro uma exceção. Encostou a pica que, fazendo pressão e mais pressão, foi enfiando de uma vez. As lágrimas brotavam sozinhas. Eu mordia forte segurando um gemido e ele me fala "mmm não faz isso que me deixa louco" e empurrava e bombava com força. Até que entrou toda. E Ramiro comenta:

- Agora tá inteira dentro, bebê. E enquanto começa a bombar, comenta como se pensasse alto:

- Bebê, não sei... se te treinar direito... E foi aumentando o ritmo e entre ofegantes volta a comentar:

- Você gozaria duas ou três vezes por semana? Porque quando eu não como o Gustavo, ele fica super chato e minhas bolas explodem. Eu não conseguia nem... Responder entre gemidos e quase gritos de dor abafados que eu soltava. Ele me segurava pela cintura e a bombada era intensa. A diferença de força e tamanho fazia parecer que eu não pensava em nada. E depois de uns vinte minutos que foram eternos, sinto ele se tenso e me enche o cu de porra pra caralho, enquanto continua bombando bem mais relaxado e comenta. Ramiro:
— Você topava levar uma pica do Gus? Ele fica bem tarado de vez em quando, quer meter e eu não curto. E aí, por mim, você teria que vir pelo menos uma vez por semana, porque o Gus, mais de uma vez por semana ele não gosta, e eu preciso dar mais. E se essa sua buceta tá disponível, é como se tudo ficasse em casa. Enquanto começa a aumentar o ritmo conforme sinto que ele ia endurecendo de novo dentro do meu cu ainda cheio de leite. Não podia acreditar que tinha passado de massagista pra puta complacente dos meus pacientes.

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