Badoo: Fui pra vila 31 comer buceta

Corria o ano de 2014 e eu tinha acabado de me separar. Depois de uns longos meses de luto fazendo introspecção, a pica tava pedindo pra sair pro mercado. Tendo ficado 10 anos num relacionamento, o mundo tinha mudado pra caralho. Os sites eram uma opção pra buscar coincidências. Me registrei no Badoo e montei um perfil. Fui formal, mas também eloqüente na descrição. Na hora de puxar papo, passava meu álbum de pica e deixava claro que minhas intenções eram só sexo. Tive vários encontros numa faixa etária que foi de 18 a 55. Nada extraordinário pra detalhar.

Só quero contar a experiência mais interessante.

Dei like num perfil de uma baixinha com uns peitões de 160 e uma raba de dar gosto. As fotos dela eram sugestivas. Essa também tava na caça. No dia seguinte, veio o match com o álbum privado. A gordinha gostosa mostrando os peitões, a buceta e a boca cheia de pica em várias. Ela curtiu minha pica e a gente começou a conversar.

Tava de férias em Jujuy com a família. Me contou que morava sozinha na 31. Se virava como uma deusa. Trabalhava numa padaria perto. Me prometeu que assim que virasse o ano novo com a fila, voltava pra Bs As e eu ia ser a primeira pica dela. A gente conversou nos dias seguintes enquanto ela me contava a quantidade de pica que tava provando lá.

Chegou o dia de voltar. Me pediu, na moral, se eu podia esperar ela na estação Once porque tava voltando com muita bagagem. 4 da manhã ela chegava. Uma região bem pesada (explico pros que não são de Buenos Aires), mas a vontade de provar os talentos da bombinha falou mais alto. Aceitei ir buscá-la. Assim que ela subiu no busão, me mandou 3 fotos (as últimas que são em preto e branco). Às 4 eu tava na Plaza Miserere. Nem ideia de onde o ônibus ia parar. Num momento, um parou e começou a descer gente. Me aproximei e vi ela com uma legging bem enfiada na buceta e metade dos peitões pra fora. Tirou toda a bagagem do bagageiro e deu um beijo no motorista (haha, essa tinha feito (confusão).
Me aproximei e a cumprimentei. Ela me abraçou com entusiasmo. Afinal, éramos "amigos" há 20 dias, kkkk. "Que que cê tá fazendo, parça?", gritando. Ela tava com uma mala, uma caixa e uma TV de tubo pesadíssima. Enquanto nos abraçávamos, ela apoiou a bolsa na mala e, num instante, um oportunista pegou ela. Eu peguei no ar, a bolsa ficou na minha mão e ele saiu correndo. Pronto, o filme começava com todos os temperos que eu esperava. A gatinha riu e falou: "Já vou pedir o Uber." Ela ficou me enrolando um pouco e falando com o motorista. Eu olhava em volta, vendo todo tipo de malandro e trabalhador secando ela com o olhar.

Chegou o carro e a gente carregou. No caminho, ela conversava com o motorista (que ela conhecia) enquanto já tinha metido a mão dentro da calça jeans e começado a bater uma. Chegamos na entrada da 31, o cara falou com um fdp de lá e liberou pra deixar o carro. Cada um pegou uma coisa e andamos uns 150 metros, até chegar num corredor. Aí ela pagou o motorista e ele foi embora. Ela subiu com a mala por uma escada caracol e eu fiquei com a caixa e a TV. Voltou 5 minutos depois e subimos o resto. Passamos por uma espécie de sala e entramos num quarto. Já tava morto. Aquela TV de merda pesava pra caralho, kkkk.

Me joguei na cama e ela voltou do banheiro. "Nossa, que cara bom você é, valeu pela ajuda. Você merece que eu chupe sua pica." Ela se ajoelhou e puxou minha pica, cheirou um pouco, bateu ela na cara e começou a engolir. A partir daí, começou a melhor chupada de pica da minha vida. Conforme ela ia deixando mais dura e comprida, mais esôfago aparecia. Nunca chegava ao fim. Uma loucura a quantidade de baba que ela soltava, enfiava o tronco inteiro na garganta, enquanto com a língua passava uma geral violenta nas minhas bolas. Não deixava nada sem cobertura, todo meu pau e saco estavam sob o domínio dela. Eu tava doido com aquele trabalho, mas queria ver aqueles peitões enormes que me levaram até aquela favela. Apareceram dois melões. anormais e ficaram balançando igual sinos. Comecei a amassá-las um pouco, apertá-las, dei uns tapinhas, mas ela me empurrou de novo pra cama e não aguentei mais. Tava decidida a tomar porra forte. Segurei ela pela nuca e queria pegar a garganta dela. Mentira, já não tinha mais pau pra enfiar. Ela o tempo todo manteve ele no esôfago, tirava pra respirar mais à vontade e fazia ele sumir de novo. A porra era iminente, então segurei a nuca dela de novo e explodi. Tudo lá no fundo. "Maaaal!" Ela falou, não me deixou saborear o creme. Eu ri e me rendi na cama.

Ela arrumava umas coisas enquanto a gente falava besteira. Saiu por um tempo e quando voltou me contou: "Meu colega de casa já sabe que cheguei." Escândalo do caralho. Hahaha. Não tava nem aí.

Vem, papucho. Aqui estão os peitões que você tanto gostou. Ela tirou a regata e o sutiã, e dessa vez apareceram livres aquelas montanhas que me deixaram tão excitado. De novo comecei a abusar delas de todas as formas, ela deixava eu morder sem limite nenhum. Mal dava pra abraçar com meus dois braços... nessa hora lembrei de um amigo sábio que soltou uma grande frase: peito que mão não cobre, mais que peito é uma úbere. Comecei a rir e curti essas "úberes" um pouco mais. Ela já tava com vontade, então com autoridade pegou meu falo e colocou entre os peitões. Cuspiu um pouco e a esfregada começou a ter um ritmo firme. Ia e vinha, combinava diferentes movimentos. Todo aquele passeio por um mar de peitos tava deixando meu pau duro que nem um cacete. Então ela fez mais um pouco assim e falou: "Coloca na buceta." Enfiei e ela montou. Começou uma batedeira de boceta com tudo. Umas agachadas rítmicas boas ela deu. O barulho de chapinhar era forte, então sabia que o colega de quarto dela tava sabendo de cada detalhe de novo. Tirava meu pau, batia ele num clitóris inchado e molhado. Era grosso o fluxo que ela soltava, e ainda com um cheirão de buceta. Entre a excitação do momento, e as 24 horas de viagem que eu tinha nas costas era uma fragrância de sexo bem sujo. Eu tava decidida a partir a pica e não me deixar sair de lá de dentro cheia de porra. Ela acelerou até eu derramar. Que vontade de cavalgar essa menina tinha. Saiu de cima e observou o balão inflado. Tirou e, me olhando, começou a engolir até a última gota da borracha. Espremeu e disse: agora sim! Precisava de porra e um bom orgasmo.

Eu já tava exausto. Olhei a hora e eram seis e pouco. Pensei que era hora de ir, ela leu minha mente... Me espera um pouco e te acompanho até a entrada, disse. Se deitou de conchinha na cama, apoiando aquele rabão na minha barriga morta. Teve uns minutos de silêncio gostoso (daqueles que rolam com gente que você tem confiança) e a gente cochilou. Abri os olhos, soltei um peitinho e olhei o relógio. Eram 7:30. Ela jogou a bunda pra trás e disse: "não te abro se não me arrebentar o cu". Uiiii... que brabo era o preço da minha liberdade. Mas ela, com seu talento oral, em poucos minutos já tinha a pica bem "enfiável". Enquanto eu colocava a camisinha, ela ficou de quatro e abriu o desafio com as duas mãos. Apoiei a cabeça no anel pra apresentar e começar a forçar a porta. Ela, assim que sentiu, se jogou pra trás com força e engoliu tudo. Porra! Que pouca resistência. Dava pra sentir aquele tubo todo relaxado indo e vindo sem a menor dificuldade. Só me saiu um: "que puta". Ela respondeu: "Tava com o cu pegando fogo há horas. O assistente do motorista ficou me dedando por 30 minutos. Não consegui chupar porque não tínhamos tanta intimidade e os passageiros que iam ao banheiro podiam ver". Hahaha. Eu sabia que essa promíscua tinha feito das suas com o cara que acenou. Tinha ganhado aquele olhar de corno que o cara me deu. Eu não parava de empurrar aquele cuzão fácil enquanto sorria. Que putona linda essa jovem senhorita. "Arrebenta meu cu, chetinho", gritou! A pica tava queimando, e um cheiro de merda começava a vir forte. Acelerei e soltei o último resto de fúria que me restou. Tirei ela pra fora e abri as nádegas para admirar aquele anel. Um círculo perfeito bocejando. Dei um tapa e tirei a camisinha bem besuntada de chocolate.

Te acompanho até a saída, pai. Você é muito novinho pra andar sozinho por aqui. Saímos no corredor principal e tinha um monte de gente. Crianças indo pra escola. Trabalhadores se virando pra ganhar a vida e uma traveco divina parada de lado. Aos gritos, a Lola cumprimentou ela! Se abraçaram e se beijaram muito. Fazia dias que não se viam. A traveco devia estar vindo do trampo, então a maquiagem já tava mais pra halloween. Ela me olha e fala pra Lola: "que cara gostoso".... hahaha. Me senti o galã da noite. Ela me acompanhou pelos metros que faltavam e nos despedimos.

Trocamos umas mensagens nos dias seguintes. Ela me agradeceu muito pela força de ter ido buscá-la. Num desses, ela manda: "Tô em dívida. Me fala alguma fantasia que você tem e eu realizo". Penso uns minutos pra ver o que podia fazer com ela. Me vem uma clássica, mas que nunca tinha feito. "Sabe, Lolita? Nunca me chuparam no cinema." Fecha, Pa! Quando você quiser.

Uns dias depois, conseguimos coincidir. Nos encontramos quarta-feira às 23:30 no shopping Abasto. Pegamos um filme de terror. Fomos pra um canto, quase no fundo. Mesmo assim, tava bem vazio. Ela começou a me chupar desde os créditos. Não tinha passado a primeira cena e ela já tava abaixada de lado com a boca cheia. Um talento fabuloso pra fazer todo tipo de malabarismo e quase não fazer barulho. Ela conseguia ser discreta se quisesse, hahaha. Deve ter ficado uns dez minutos engolindo... e eu tava quase gozando. Parei ela e falei pra descansar uns minutos pra gerar mais porra ainda. O filme era um tédio de gritos e sangue. Ela não soltou minha barriga da mãozinha em nenhum momento. Era hora de voltar a aproveitar minha fantasia por completo. Estiquei minhas costas vendo a quase nula quantidade de gente ao redor e acariciei a nuca dela. Ela voltou ao que tava fazendo, insisto: fazia com todo o talento do mundo, mas sem o menor barulho. Comecei a Ter as cócegas que avisam a crema. Ela percebeu e me olhou com olhinhos sorridentes. Tirou um pouco a pica da garganta e fez eu gozar na boca. Tomando cuidado pra não derramar nem uma gota da minha descendência. Quando se levantou, apoiou a cabeça no meu ombro e depois me mostrou tudo que tinha no bucho. Dobrava a língua pra fazer uma piscininha de porra... hahaha. Que foda essa mina. Saboreou uns minutos e engoliu. Valeu, pai! Preciso de cálcio. Tô em fase de crescimento.
Assistimos mais um pouco o filme e ela sussurra: Mano, eu realizei sua fantasia, mas tô com a buceta encharcada. Faz uma semana que não como. Enfia uns dedos, por favor... meti 3 de uma vez, e me impressionou a quantidade de fluido que ela soltava. Delícia!!!! Chapinhei um tempo naquele mar e a gorda começou a amassar os peitos. Tava prestes a começar um escândalo... "Vamos pra um motel, mina, não dá pra ficar assim."

A poucas quadras daquele shopping tinha opções. Por sorte ela tava de legging preta, então não dava pra ver o molhada que tava. Atravessamos a avenida Corrientes quase correndo. Pegamos um quarto com pernoite, assim que entramos ela fala: "Espera aí, tô me cagando de vontade." Hahaha. Adorava a transparência dessa mina. Zero filtro. Coloquei pornô na TV e comecei a bater nela. Ela saiu de peitos e fio dental. Direto mamar e trabalhar a pica com os peitões do jeito que só ela sabe. Olhei o espelho de cima e ela tava enfiando a mão inteira de lado no cuzinho. Eu já tava pronto pra enfiar. Peguei ela pelos cabelos e coloquei de frente, perninhas no ombro. Queria ver aquele mar de peitos indo e vindo enquanto eu bombava. Paf paf paf... que espetáculo essas tetas. Batiam no rosto dela e voltavam. Levei ela pra um daqueles sofás "do amor" e coloquei de bruços com os peitos pendurados. Olhava no espelho de lado e tava fascinado com esses sinos. Não aguentei muito mais e explodi a piñata.

Ela entrava na padaria às 5. Então dormimos 3 horas de conchinha e o alarme tocou. Saímos e ela Acompanhei ela esperar o busão. Caminhamos na rua abraçados. Pedi pra ela contar a vez que mais pica junto tinha dado. Inesperada a resposta: "chupei 9 pica no velório de um bandido safado do bairro". O busão dela chegou, o sol tava aparecendo e ela tinha o dia inteiro de trampo pela frente (igual eu, mas não tão cedo). Demos um abraço daqueles de despedida (os dois desconfiando que seria o último).

Falei uns dias seguidos pra ver como ela tava e a mina sempre mandava bem demais. Que pedaço de mulher. Uma história foda de superação e garra. A conversa foi se perdendo e eu também saí daquele app.



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17 comentários - Badoo: Fui pra vila 31 comer buceta

Que bien que andaba badoo en esa epoca!! Las mejores cogidas eran por Badoo!
Solo la use el segundo semestre del 2014. Una jungla hermosa! Me alegro que haya aprovechado tambien hermano.
Me encantó!!! Me calenté a más no poder me tuve que clavar una paja como me encantan las minas así
Bien hecho! La piba lo merece.
@ElCogeFemboys obvio me calentó demasiado a medida que iba leyendo me pajeaba acabe bien rico
ll3210 -1
alta turra q buenos melones
Los almohadones mas grandes de mi vida! Una grosa!
PIJONR4 +1
yo la cogi en jujuy en la calle es hermosaaaaaaaaaaaaa
Jodeme que somos hermanos de leche??? jajaja. Ese mismo vernano?
PIJONR4 +1
hace como 10 años luzbelito es el nombre de ususario
Siiiiii! Ese era el nick. Que bueno que hayas disfrutado esa pendeja explotada y rabiosa! Un tesoro! Y si, si fue 10 años atras, vos la agarraste dias antes que yo. Saludos hermano!
Bien aprovechado el badoo y de diez la tetona. Que buena experiencia tuviste. Data hay?
lo mejor era poner filtro de edad, 30-50 creo... la cantidad de veteranas divorsiadas o separadas que habia estaba genial, despues se puso la gorra badoo y empezo a cobrar por todo
Si habre cogido por badoo aun conservo algunos contactos algunas siguen medio trolas y otras ya son señoras casadas que si alguien la ve en la calle no creeria como entregaban el orto, ahora badoo es otra cosa
Mira este post en Poringa! https://m.poringa.net/post/2172821
Fuaaaa loco ajajaja, la mejor historia que lei en poringa! mortal, sos carck