Mãe amamentando/Cap1



Mãe amamentando/Cap1CAPÍTULO 1







Meu nome é Sam, tenho 18 anos, altura 1,65, ainda não cheguei no meu auge porque o desenvolvimento do homem é aos 21 anos. Sou um cara, nem magro nem gordo, tô no peso certo e quanto mais malho, mais me mantenho em forma. Tô no ensino médio, não costumo andar com muita gente, prefiro ficar em casa, estudar pra ter um futuro foda. Tenho uma irmã de 7 meses, pode-se dizer que acabou de nascer, e minha mãe, Renata, tem 36 anos.


 
Esses dias tenho me torturado pelo que sinto e até provoco minha mãe com o corpo dela bem gostoso.


 
Como ela trabalha de casa em home office, costumo observá-la bastante. Agora que minha irmã nasceu, ela passa muito mais tempo em casa. Antes, ela visitava a família, as tias, a avó, etc. Mas agora, desde que minha irmã nasceu, as únicas pessoas que vêm aqui são da família, só para visitar minha irmã. E desde que me separei recentemente do meu pai, minhas tias visitam muito a minha mãe.


 
A real é que desde o ensino fundamental eu sou obcecada pelo corpo da minha mãe, porque ela tem umas tetas enormes e uma bunda grande demais. Acho que no transporte público, o rabo dela ocuparia dois assentos. As nádegas dela são tão grandes que todo mundo vira pra olhar aquela bunda gigante.


 
Mesmo vestindo roupas casuais pra não chamar tanta atenção, é impossível esconder os peitões enormes dela.


 
E é por isso que desde pequeno eu sempre reparei no corpo voluptuoso dela, e além disso, em casa ela nem sempre usa roupas largadas, já que só tem eu e minha irmã mais nova. E ela nunca imaginaria que eu fico secando ela quando ela tá em casa com roupa mais colada ou acabando de acordar, porque toda vez que ela anda, os peitões dela balançam tão gostosos como se estivessem dizendo: "olha esses peitões enormes que te amamentaram quando você era bebê!


 
Já que ela sempre andava de regata quando acordava e pra facilitar na hora de amamentar minha irmã. Já que com regata ela só tirava uma tetona pra fora e amamentava minha irmã em qualquer canto da casa.


 
Já que foi bem na hora em que eu tava perdidamente excitado pelo corpo voluptuoso dela! Já que em casa, eu via como ela amamentava minha irmã em qualquer lugar. Já que, como sou filho dela, ela nunca imaginaria que eu fico de olho nas tetonas dela quando ela tira pra fora e começa a alimentar a bebê.


 
Descrevo minha mãe, tem 1,72 e uns quilinhos a mais, mas esses quilinhos estão bem distribuídos nas peitudonas enormes dela e naquelas bundonas imensas. Ela é loira, tem cabelo castanho e uns lábios grossos, pra falar a verdade! Em poucas palavras, é uma mulher deliciosa, o pecado em pessoa.


 
Uma tarde a gente tava na cozinha batendo um papo


 
>Eu; ei, gostosa, e a minha irmã, quando vai deixar tomar leite materno? - com um gesto sem querer, olhando pros peitos enormes dela bem na minha frente, de regata.


 
>Mamãe: não se bebe, talvez em alguns meses, tudo depende do que o pediatra recomendar, porque a pergunta, meu amor? - Ela ficou me encarando bem nos olhos, bem na hora que eu ainda tava preparando a comida e isso fazia as tetonas dela balançarem tão gostoso, a verdade é que nenhuma regata conseguia segurar uns peitos tão enormes e nem preciso falar dos bicos que sempre marcavam demais, porque tenho certeza que são grandes justamente pelo tamanho das tetonas que essa danada tem.


 
>Eu: curiosidade, com que idade eu parei de tomar leite daí?! - no momento em que perguntava, baixei o olhar pros peitões enormes dela bem na cara dura e apontei com o dedo


 
>Mamãe: minha vida! Você tinha tetamen, com dois anos e meio e queria continuar mamando na teta! — fez um gesto de pegar uma teta com a mão direita, balançando um pouco, mas era impossível segurar um peito tão enorme com uma só mão. Mesmo se usasse as duas mãos, não conseguiria sustentá-la.


 
>Eu: desculpa mãe, verdade que não tenho memória pra lembrar disso, mesmo que quisesse! - falei exclamando com um sorrisinho, olhando diretão como ela pegava na peitona dela com a mão direita e fazia um movimento leve. Tava realmente uma delícia ter minha mãe na minha frente e mexendo bem de leve o pezão enorme dela com a mão.


 
>Mamãe: assim! E por que você ia querer lembrar quando tirava leite do meu peito, bebê? - fez um gesto franzindo as sobrancelhas, já largando a teta e se virando pra ir até a despensa pegar um tempero pra comida.


 
>Eu: foi só um jeito de falar! - baixei o olhar e fiquei muito nervoso, não queria que minha mãe soubesse que eu queria lembrar como chupava aquelas tetonas enormes dela pra tirar leite e me alimentar, com meus lábios sentir o bico dela e extrair até a última gota de leite e passar pra próxima peitona.


 
>Mamãe: amor, não fica nervoso, só achei estranho você querer lembrar de mim tirando leite dessas tetas, amor! — enquanto falava isso, continuava de costas procurando o tempero ou sei lá o que era que tava procurando, o problema é que ainda não tinha achado e eu via aquelas nalgas enormes se mexendo com movimentos leves atrás do que faltava. A calcinha marcava no pijama dela, as nalgas se destacavam no pijama inteiro, parecendo que iam rasgar o pijama de tão grandes. O pijama era folgado, mas nela parecia lycra. Tava tão gostosa de ver, a calcinha colada cobrindo aquelas duas nalgas enormes.


 
Exatamente quando a gente continuava conversando, eu com o olhar baixo comendo meu cereal porque tinha ficado nervoso e com a pica já meio dura só de ver o corpo voluptuoso dela. Por que ela ia pensar que eu queria lembrar como chupava aqueles peitões enormes tão gostosos?


 
>Eu: bom mãe já terminei meu cereal, vou continuar estudando porque semana que vem tenho prova. - me levantei e levei o prato pra pia.


 
>Mamãe: tá bom, filho, depois me conta como foi na prova. - Ela já tava se virando pra continuar preparando a comida, as tetas dela queriam pular pra fora a cada passo que dava, balançavam levemente quicando e nem preciso falar da raba dela se mexendo quando caminhava.


 
No dia seguinte era sábado e ela não trabalhava, só trabalha de segunda a sexta.


 
Acordo, escovo os dentes, vou pra cozinha fazer um cereal ou comer alguma coisa e quando entro, vejo minha mãe dando de comer pra minha irmã na ilha da cozinha, sentada com aquela teta imensa pra fora. Dava pra dizer que minha irmã era do tamanho do peito da minha mãe. Tão grande que ela tinha as tetas. Era uma perversidade ver ela daquele jeito. Qualquer um no meu lugar ficaria de pau duro, mesmo sendo a própria mãe. Era assim que minha mãe me deixava excitado.


 
>Mamãe: bom dia, filho! - com uma mão, ela segurava uma parte da teta e dava leves movimentos pra tirar mais porra.


 
>Eu: bom dia mãe! - passei e de relance vi como ela estava tão gostosa com a tetona dela, dando de mamar, dava pra ver uma veia ou outra no peito dela querendo estourar de tão grande que são. ela estava muito deliciosa.


 
Pega o cereal e vai catar a buceta.


 
>Mamãe: amor, acho que já acabou a caixa de porra, hoje à tarde vamos no mercado comprar as compras.


 
>Eu: ahhh tá bom Mãe, já deixo o cereal pra depois enquanto como outra coisa no café!


 
>Mamãe: ou se quiser, ainda tenho o outro peito cheio, sua irmã não consegue tomar todo esse leite não! – ela fez um gesto balançando os peitos bem devagar


 
Fiquei tipo uau, ela falou isso mesmo ou tô sonhando? Como dizer que sonho em chupar essas tetonas de novo e sentir elas na minha boca toda e lamber. E que com a voz dela ela me fale "continua chupando, tô gozando, filho, tira todo o leite que ainda tem a outra teta, meu amor".


 
>Eu: uau, sério mesmo, mano? - falei virando pra ver ela com a teta de fora. Alimentando minha irmã.


 
Como eu disse, surpreso, minha mãe ficou me encarando pra ver se eu aceitaria provar o leite dela de novo.


 
-Mamãe: "Bom, já que você disse que queria lembrar o gosto, hoje podia colocar no seu cereal" - disse ela, continuando a alimentar minha irmã. A boca dela parecia tão gostosa ao dizer que ia gozar no meu cereal.


 
Não sabia o que dizer. Se ela tava me testando pra me dar uma bronca por querer provar o leite dela. Ou se era uma mãe tão boa que não podia deixar eu levantar sem comer meu cereal, ou era uma mãe gostosa que queria ver o filho pervertido excitado com a própria mãe (só pra deixar claro, eu adoro cereal e toda manhã era isso que eu tomava no café).


 
>Eu: pô, mami, se você quiser, pra mim tanto faz se é seu gozo ou o gozo da loja, acho que tem o mesmo gosto - fez um gesto como se não ligasse, dando a entender que era igual. Sem que ela percebesse que eu morria de vontade de provar o gozo daqueles peitos tão yummy e grandes! Essas tetas tão deliciosas, só de imaginar uma cubana com essas chuchotas é o paraíso na terra.


 
>Mamãe: Não, filho, na verdade não tem o mesmo gosto, acho que a de caixa é mais gostosa. Deixa eu arrumar sua irmã no berço e preparo a próxima pra você — na hora que falei isso, separei sua irmã daquela teta enorme e gostosa.


 
Dava pra ver o mamilão dela e as aréolas também, tava durinho porque tavam tirando leite dela. O mamilo tava molhado com a saliva da minha irmã e escorria uma ou outra gota de porra, descia por toda aquela teta imensa. Tava tão gostosa que eu queria me jogar pra chupar e agarrar com as duas mãos, espremer aquela tetona deliciosa, e ela com a mão na minha nuca apertando pra eu não me afastar e continuar mamando aquela porra tão gostosa.


 
No momento em que separei minha irmã, ela começou a secar a buceta com um pano, balançando ela pra todo lado. Tava tão gostosa que eu queria falar: "deixa que eu limpo, mas com a minha boca!".


 
Ao mesmo tempo, me sentia mal, falava que filho doente que sou, me excitando com as tetonas da minha mãe, e não só isso, mas também aquela rabuda tão gostosa que ela tem! O corpo voluptuoso dela é tipo o pecado em vida, me sentia mal, mas era impossível não ficar de pau duro com um corpo daqueles, que é capaz de levantar até defunto.


 
Eu sentei e vi todo o movimento daquele peitão dela enquanto ela limpava e guardava na blusa, depois fui deitar minha irmã no berço.


 
Pra isso que o telefone toca e eu atendo, era minha tia Lulu, a irmã mais velha da minha mãe. Dá pra dizer que é outra mulher com uns peitões enormes e uma raba gigante. Dá pra ver que são irmãs pela genética do corpo, sem falar da outra irmã dela, a Bety, que era igual, gostosa pra caralho. Que tortura pro vô viver com 3 filhas tão gostosas, e nem vou falar da vó que na época era muito yummy, um corpo delicioso e bem grande. Daí vem a genética da minha mãe e das minhas tias.


 
Minha tia Lulu tem duas filhas, uma de 19 e outra de 8 anos. Minha prima de 19 se chama Nancy, e já dá pra imaginar: ela tem o mesmo corpo da mãe, a Lulu. Claro, não tão desenvolvido quanto a mãe, mas ainda assim a danada era uma gostosa de cair o cu da bunda. Umas tetonas enormes e uma bunda, nem preciso falar, gigante!


 
>Eu: e aí, tia.


 
>tia lulu: oi filho, como você tá? Me passa sua mãe.


 
>Eu: claro tia, passo pra ela. - tava entrando, minha mãe perguntou quem era e eu já falei que era minha tia. Ela pegou o telefone e começou a conversar.


 
As tetonas enormes dela já apertadas na camiseta, querendo estourar de tão grandes. Vi que os bicos dela tavam meio molhados, sabendo que ela tinha cum de sobra, dava pra tomar café da manhã a semana inteira com essas tetonas imensas sem gastar com caixinha de leite. Semana? O ano inteiro.


 
Me aproximei pra escutar a conversa meio na discrição. Acho que tavam falando das peitudas delas por genética de família, porque minha mãe ficava olhando pras tetas da irmã dela, a Lulu, enquanto conversava.


 
Oi, minha mãe disse que ia esperar um pouco e quando ele viesse, ia dar um litro ou mais, dependendo do quanto precisasse. E com uma mão ela queria pegar na tetona dela, mas não fazia. Terminaram a conversa com a tia e ela chegou na cozinha.


 
>Eu: o que que minha tia disse? - perguntei pegando o cereal e colocando o prato na mesa, só falta a porra do peitão gostoso da minha mãe.


 
>Mamãe: fico me perguntando se ainda tinham gozo... disse ela, olhando de perto as peitudas enormes e imensas, querendo rasgar a blusa, querendo pular pra fora!


 
>Eu: Nossa! Depois vou ter que fazer fila pra ter gozo no meu cereal! E isso se ainda sobrar— falei rindo, mexendo o prato de cereal


 
>Mamãe: filho, nessas bucetas...! - segurando as próprias tetonas com as duas mãos, apertando elas, pareciam ainda maiores do jeito que ela as prendia contra si mesma, aquilo era tão gostoso de ver - sobra leite... e você não ia ficar sem seu cereal!. - nós dois rimos


 
>Eu: acredito sim, mas a verdade é que seus peitos parecem enormes com bastante porra.


 
>Mamãe: bom, já te fiz esperar muito, vou pro meu quarto e com a bombinha tiro seu leite pro seu cereal - disse ela procurando algo na cozinha e eu pensei, como é que eu falo pra ela não me achar tão vulgar, que tire aquela tetona aqui na cozinha e coloque embaixo do meu prato de cereal e comece a espremer aquele peitão enorme enquanto a gente continua conversando na cozinha sobre como minha tia queria leite das tetonas da minha mãe, ela também devia ter leite porque tem umas tetonas tão gostosas. Mas é verdade, ela não tinha um bebê recém-nascido. Mas eu tava curioso pra saber pra que ela queria aquele leite.


 
>Eu: cê acha que vai demorar muito? Por que não tira ela aqui rapidinho, acho que nem precisa disso— fiz um gesto apontando pras tetonas dela, que a camiseta já tava molhada, cheia de porra, naquelas tetonas enormes.


 
>Mamãe: minha vida, mas o que você vai pensar de mim, eu aqui com as bucetas de fora, espremendo elas pra tirar leite no seu prato de cereal! - disse enquanto tentava limpar por fora da blusa os peitos dela. Acho que ela falava a palavra "bubi" porque dizer peitão ou tetona na frente do filho parecia algo perverso pra ela.


 
>Eu: não se preocupa comigo, já te vi quando você alimenta minha irmã - falei sem dar importância


 
> Mamãe: tá bom, filho, se não te dá nojo eu tirar a buceta aqui e começar a espremer no teu prato de cereal, eu faço, já que é tarde e você não tomou café, além disso, com essas bucetas enche teu prato rapidinho. - na hora que falou isso, pegou meu prato, colocou na mesa bem debaixo das tetonas dela, tirou a teta esquerda e começou a espremer.


 
Ela tava tão gostosa e doentio ter minha mãe com uma tetona imensa pra fora, espremendo com as duas mãos pra tirar o leite, e a outra teta dentro da blusa dela. Eu já tava com a pica no limite só com aquela imagem e aqueles movimentos de mão espremendo o peitão enorme na minha frente.


 
>Mamãe: ó filho, mas disso aí não fala nada, viu? Acho que o povo não acha normal eu tirar uma buceta aqui na cozinha na frente do meu filho e encher o prato de cereal dele com leite da minha bucetona – falou isso meio corada, sem parar de espremer a teta enorme e quase enchendo o prato sem esforço.


 
>Eu: como cê acha, mãe, não vou falar nada, já que a gente tem um segredo, cê podia me dizer pra que minha tia quer seu gozo, mãe? - falei sem tirar os olhos daquela teta enorme. queria ajudar a espremer ela, nem com minhas duas mãos e as mãos dela dava pra abranger a teta enorme e gostosa que ela tem. porra, que doente que eu tô, me esquentando na minha própria casa com o corpo voluptuoso da minha mãe


 
>Mamãe: depois te conto, amor da minha vida! Olha, já tá aqui seu cereal – ela disse, trazendo o prato até onde eu tô, sem esconder aquela teta enorme. Cada passo que ela dava, escorria uma gota de porra da teta que ela deixava de fora. Tava tão gostosa que eu nem queria levantar, porque ela ia perceber que eu tô de pau duro vendo ela espremer porra da teta enorme dela. Queria lamber e chupar o dia inteiro enquanto ela me esmaga com aquela bunda gigante, e eu batendo com meu pau nesse rabo enorme dela, mesmo com roupa. Até com roupa, essa esfregada ia ser tão gostosa que eu gozava em segundos.


 
Pego o cereal e passo uma colher.


 
Querendo provar, mas queria que ele fosse embora, não queria que visse como eu tomava a porra do gozo dele na frente dela por vergonha.


 
Mas ela percebeu que eu demorei e cruzou os braços. Percebendo que eu tava com a piroca pra fora, ela guardou na blusa e cruzou os braços de novo, me olhando com a testa franzida e disse.


 
>Mamãe: achei que você queria provar meu leite, — na hora de falar isso, levantei os olhos achando que tinha falado merda ao dizer "meu leite" — desculpa, quis dizer que você já estava com fome.


 
>Eu: claro que quero provar seu leite, quero dizer, comer o cereal! - falei enfiando a colher no cereal pra já provar o leite da minha mãe, dos peitões enormes dela.


 
> Mamãe: E aí, cê sabe? É uma delícia, hein? Se for gostoso, você nunca mais vai querer provar outro gozo além do meu! - disse ela apontando pras suas peitudonas enormes.


 
Tava pensando no que falar, pra não soltar a primeira coisa que veio na mente. E não parecer vulgar, mas tipo, que o leite dela é uma delícia e eu queria continuar chupando, e se desse, direto daquele peitão enorme dela, sentir na minha boca aquele mamilão gostoso. Que tesão e mais puto ainda fico sabendo que são as tetas da minha mãe.


 
>Eu: na verdade, você pensou errado, é muito melhor que porra de caixinha. Muito melhor mesmo, agora entendo por que você diz que quando era bebê tinha tetamen. - falei comendo o cereal.


 
>Mamãe: haha! É verdade, a gente podia economizar a caixa de porra que compra a cada 15 dias.


 
>Eu: sério, você podia...! — falei apontando pros peitos enormes dela, com a porra da teta gigante na minha boca — dar pra um mês inteiro, pra minha irmã e pro meu cereal?


 
>Mamãe: falei brincando filho, mas agora que você falou, óbvio que teria porra de sobra pro mês. Assim a gente não precisava comprar caixa de porra, seria bom! A gente economizava e eu não jogava minha porra fora já que sua irmã não dá conta de terminar.


 
>Eu: bom, se você tá falando sério, eu prefiro essa porra aí - falei apontando pras suas tetonas querendo pular pra fora da blusa.


 
>Mamãe: Não te incomoda ficar me olhando enquanto eu aperto a buceta no seu cereal ou prato, ou seja lá o que for?


 
Ô mami, se você soubesse que é disso que eu peço esmola, se pudesse eu mamava direto da sua teta enorme. Só abaixa a blusa e fala: "chupa essas tetonas, filho, aqui tem leite pra ano inteiro e você tem que tomar porque sua irmã não dá conta de acabar." Chupa a teta toda, meu amor.


 
>Eu: não, mãe, na verdade não quero que você se machuque espremendo elas pra tirar muito leite. - falei pensando em como dizer sem parecer mal que queria chupar direto da sua teta pesada.


 
>Mamãe: eu me machuco mais se elas ficarem aqui. — disse apontando para as tetas enormes e pesadas dela. — tenho que tirar toda a porra delas, senão pode me fazer mal.


 
>Eu: eu tomaria tudo, hehe! ou você prefere que eu tome igual minha irmã? - falei sem perceber e sem saber que tinha feito merda, porque dava a entender que eu queria mamar naquela teta enorme na minha idade de 18 anos, chupar os peitos da minha mãe. Ou ela ia pensar que eu sou doente e maluco.


 
> Mamãe: óbvio que é melhor chupar direto, dá mais tesão do que ficar espremendo elas, mas você não vai dizer que quer fazer igual sua irmã, vai...! Ela disse isso mordendo o lábio, apertando de leve o peitão enorme dela.


 
 >eu: Não quero que você pense mal de mim, só que não me afetaria se eu levasse na boa.
 


>Mamãe: Você não se importaria de provar minha buceta, filho?
 


Mamãe, isso seria meu sonho realizado: estar de pernas abertas chupando seus peitões enormes. Pensei
 


>Eu: claro que não, só fiz quando era bebê porque agora ia me dar vergonha. - falei sem tirar os olhos dos peitos dela
 


>Mamãe: Você tem razão! A outra opção podia ser você provar direto daqui. – disse ela apontando pros peitos lindos dela. – mas não conta pra ninguém, nem pras suas tias.
 


> Eu: não se preocupa, mas não vou falar nada, - só de imaginar chupando aquelas tetas já acho que não vou conseguir dormir hoje.
 



>Mamãe: a gente se vê cedo de manhã, meu amor........


CONTINUA


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