Tudo começou como uma brincadeira (8)

Sol demorou pra reagir, parecia não entender direito. O melhor e mais importante é que ela não levou a mal e quis saber mais.

Foi aí que peguei meu celular e mostrei toda a conversa pra ela. Ela se importava em saber quais fotos dela eu tinha mandado com visualização única. Fora isso, não ficou brava, nem mesmo preocupada.

Tá indo bem, pensei.

Gostei pra caralho do interesse que ela mostrou em ler cada parte. Ela ria dos comentários e finalmente, quando chegamos nessa parte:

-            EU: E você não sabe como é bom foder sua prima            MARTIN: Para aí, boludo, o que cê quer? Quer que eu bata uma pra você?            EU: adoraria            MARTIN: Sério? Acho meio ousado.
Sol levantou o olhar pra me encarar e não conseguia acreditar no que tava lendo e que era ela a destinatária daquelas palavras tão quentes.            EU: Me deixa com tesão saber que te excita minha mulher… tua prima            MARTIN: Bom, então fica sabendo, tô batendo uma punheta da boa.            EU: Eu também            MARTIN: Isso é muito pesado            EU: Bom, imagina que você tem a Sol ajoelhada na sua frente e ela te olha de baixo querendo chupar sua pica.            MARTIN: Aghhhhhh, você vai me fazer gozar, seu filho da puta (me mandou um áudio)

Aqui fiz a Sol ouvir a mensagem de voz que mandei pro primo dela:

“Você bate uma enquanto me escuta. A Sol tá ajoelhada, como eu falei, te olha e tira sua pica pra fora, fala que adora sua pica e pergunta se pode chupar ela, dá um beijo na cabeça e te encara, passa a língua enquanto esses olhos verdes cravam nos seus”            MARTIN: Já terminei            EU: Sim?            MARTIN: Não lembro de ter gozado tanto na minha vida            EU: Valeu            MARTIN: Valeu pra você… e pra Sol também.            EU: Só pra tu saber, eu também gozei.
Aqui, minha mulher me olhou e falou:            Por isso você veio tão tarado, não gozou, né?            Claro, menti pra ela e gozei.            Você é foda, Gonza – ela sorri e me olha – mas ao mesmo tempo me preocupa até onde a gente pode chegar.            Já vamos ver            Como é que eu vou olhar na cara do meu primo quando a gente se ver?" – ela ria, e eu a achava mais gostosa do que nunca.

E a situação aconteceu. Era o aniversário da mãe da Sol.

Chegamos e entramos pela porta lateral, da qual a Sol tinha a chave.

Quando entramos na sala, a Sol vinha de mãos dadas comigo. Levantei a vista e vi o Martín, o primo dela. Quando fui olhar pra ele, os olhos dele estavam cravados na Sol. Virei pra olhar pra Sol e ela também tava olhando pra ele.

A Sol apertou minha mão com força, quase torcendo ela. Eu apertei a dela de volta e fomos cumprimentar cada um dos presentes.

Quando chegou a vez de beijar o primo, a Sol se apressou pra colocar a boca longe da dele, de tanto nervoso que tava. O Martín, por sua vez, passou a mão nas costas dela quando deu o beijo.

Durante o aniversário, a Sol tentava não olhar pro lado do Martín, mas era inevitável pra ela, e acabou olhando mais vezes do que o normal.

Na hora de soprar as velinhas, a Sol pegou meu celular e começou a tirar fotos.

O Martín não hesitou e veio pro meu lado pra me perguntar:            E aí, Gonza? Tudo bem?            Sim, você            Beleza, vou te fazer uma pergunta            Me diz            Percebo a Sol meio tensa e me olhando            Sim?" – falo com um sorriso.            Sim, cê não contou pra ela o que a gente conversou, né?            Sim, as novidades que tenho são boas.            Como assim, são boas?" – ele pareceu se animar.            Sim, são boas, ele não levou a mal, pelo contrário.            Ao contrário do quê? Nesse momento, Sol se aproxima com um pedaço de bolo na mão e me oferece. Ela olha pra nós dois, sorrindo.            Querem buceta?            Eu não — apressa-se Martín, nervoso.            Você não gostaria de dividir comigo? – falo pra ele, mas olhando nos olhos da Sol.

Sol ficou mais vermelha do que já tava. Martín não sabia como reagir. Eu quis tomar as rédeas da situação e falei pra eles:

            Tem que compartilhar, né Sol?            Claro – disse ela e olhou para o primo.

Martín olhou pra nós dois, alternando o olhar. Parecia que as palavras não saíam.            Vocês…? – perguntou Martin            Shhhh – eu falei pra ela            Deixo vocês a sós" – disse Sol e foi continuar servindo o bolo.
Mais tarde, eu estava do lado da minha mulher e falei no ouvido dela se não queria ir ao banheiro depois do Martin e ver se ele fazia alguma coisa.
Ela me respondeu que nem pensasse nisso, que estávamos na casa da mãe dela e que eu era maluco.            Mas não me diga que você não ia adorar chupar a pica do Martin no seu quarto de adolescente…            Não vou mentir pra você, é uma fantasia gostosa, mas seria uma loucura.            Acho que convenço o Martin
Naquele momento, minha mulher me pegou pela mão e me levou pra fora, no jardim. Sol me olhou nos olhos e senti a dureza do olhar dela:            Vamos parar por aqui, Gonza. Tô com medo disso sair do nosso controle. Uma coisa é o que rolou com o Gustavo, outra bem diferente seria ficar com meu primo.            Achei que você gostava de mim.            Um pouco, sim. E um pouco é pra entrar na brincadeira.            Quando você tá com tesão, parece que quer…            Esse é o problema, quando tô com tesão, me desconheço e posso acabar fazendo umas paradas sinistras.            Eu tinha a ilusão de te ver com o Martín do jeito que te vi com o Gustavo.            Acho que não, não devia…            Ah então, você não considera isso encerrado… - fiquei animado e beijei ela            Por enquanto, sim.
Naquele momento, os convidados começaram a se despedir e eu falei pra Sol antes de voltar pra dentro:            Posso te pedir um favorzinho só?            Olha só o que você tá me pedindo…            Nada muito arriscado.            O quê?            Quando você cumprimentar seu primo, pode dar um beijo perto da boca dele…            Você é louco…            Louco por você – falei, acariciando a bunda dela

5 minutos depois, Martín veio até nós anunciando que ia embora. Olhei pra Sol e ela se adiantou pra beijar ele depois de me encarar séria.

O que vi me desmontou por completo. Sol, longe de se intimidar, se esticou pra frente e beijou ele quase na boca, com um beijo um pouco mais demorado que o normal.

Martín me olhou e viu o sorriso no meu rosto.            Te acompanho até o carro – falei            Bom, tchau Sol – disse Martín

Fomos andando até o carro e Martín encarou. Tínhamos intimidade o suficiente pra ele me perguntar o que ia perguntar            Qual é a dessa Sol e de você?            Por enquanto nada, só brincadeiras, mas quem sabe você não se dá bem...            Que que eu ligo pra isso?            Bom, ficar com a Sol e comigo…            Não quero ficar com você…            Se quer ficar com a Sol, pelo menos tenho que dar uma olhada.            Ah, legal            Você acha que é possível? – ele se adiantou            Olha, há pouco tempo eu fiquei de bobeira, mas se a gente esquentar ela direito, ela é capaz de qualquer coisa.            Tanto quanto ficar comigo?            Acho que sim, tenho um vídeo pra te mostrar…            Espera, ela sabe que você vai me mostrar? Ela topou?            Não sei, o que eu sei é que ela sabe o que eu mostrei pra ela e mesmo assim não ficou puta comigo, e depois gravou o vídeo – eu menti na ordem, mas precisava ir ganhando a confiança dela.            Olha, é um passo arriscado, não quero arrumar treta com a família se isso for pra frente.            Ninguém precisa ficar sabendo – eu esclareci.

Martín foi embora e eu voltei pro aniversário que já tava acabando. Ficava olhando a Sol levantando as coisas enquanto ajudava a mãe e o irmão, e ela tava uma gostosa.

Num dado momento, ela me viu olhando e sorriu. Cheguei perto e falei no ouvido dela:

            Te amo            Eu também – ela me beijou na boca com os lábios bem abertos e macios.

Acho que, se a gente tivesse sozinho, eu comia ela naquela hora.

Quando a gente entrou no carro, a Sol não esperou pra me perguntar o que eu tinha falado com o primo dela quando fomos até o carro.

Não sabia como contar pra Sol, mas falei pra mim mesmo que o melhor era ir na verdade.            love – eu comecei – cê tem que ter em mente que tu é muito gostosa e qualquer homem morreria pra ficar contigo            Para de falar merda e me diz que você falou com meu primo – ela me cortou            Hahaha, espera aí – falei pra ela            Eu te conheço, Gonzalo, quando você começa assim…            Além de ser uma gostosa, teu primo bateu uma pensando em você, sabia disso, né?            Sim, eu sei.
Deveria ir com calma e ir esquentando ela devagar pra arrancar um "talvez", então fui arrumando as palavras de um jeito que fosse acendendo ela aos poucos.            Bom, o bagulho é que teu primo falou na lata que tu era muito gostosa, e eu fiz ele imaginar tu chupando a pica dele.            Siiim – eu sentia como as resistências da Sol iam cedendo            Pau que você viu e gostou, fala a verdade.            Não vou te negar            O problema é que por enquanto a gente só tá brincando e tem que ser bem discreto.            claro, claro – ela disse

Eu conhecia os tons de voz da minha mulher e naquele “claro, claro” eu soube que ela estava muito excitada. Assim que chegamos em casa e descemos do carro, fui pra cima dela e a beijei.

Ela correspondeu ao beijo e entramos no apartamento nos beijando como loucos. Minha excitação era tanta que comecei a imaginá-la com o Martin de um jeito completamente real. Deixei claro pra ela:            Quero que o Martín te coma e ficar olhando vocês.            Aghhhhhh, não me fala isso não…            Sim, quero ver você chupando a pica dele…            Ai não, Gonza, você vai me fazer gozar – ela dizia enquanto meus dedos entravam e saíam da buceta dela

Foi aí que eu me afastei dela, tirei o celular do bolso e liguei pro número do Martín            Chamo ele, pra vir agora – falei pra Sol            Tá afim? – ela dizia entre gemidos.

Sabia que a Sol tava muito excitada, também tinha certeza que o primo dela era uma "piranha" que ela sempre quis comer e essa era a chance dela.

Do outro lado, no telefone, a voz do Martín: "Alô".

Olho pra Sol e estico minha mão pra levar o telefone até a orelha dela enquanto falo:            Pede você pra ela…
Ela me olha com uma careta desfigurada de nervosismo e tesão. Engole seco e fala no telefone:            Se quiser me comer, vem pra casa agora mesmo.

Do outro lado, não parece se ouvir nada. Eu e a Sol nos olhávamos, e o desespero começava a tomar conta da gente.            Compro capa de chuva e vou praí – ouve-se            Não precisa, vem direto – falei pra ela.

Desliguei o telefone e beijei minha mulher.            Quero ver você dando. Preciso ver você dando.            Tá com muita vontade de me ver?            Muita vontade, não quero te comer com ele, quero ver você aproveitar, quero ver você gozar.            Aghhhhhh Mmmmm – Sol chupou minha língua, enfiou a dela na minha.
Nós dois estávamos muito excitados. Eu não queria fazer ela gozar, queria ver ela gozar com o primo dela.            Vamos tomar um banho rápido – falei pra ela            Sim, quero estar limpinha pra ser comida… - ela dizia e eu ficava louco de tesão

A gente tava saindo do banho quando a campainha tocou. Me troquei rápido e desci pra abrir. Antes de sair, vi ela pelada e beijei ela

Não sei de onde tirei, mas falei:            Quero que você me coma sem camisinha…

Continua…

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