Samira era o tipo de mulher que não passava despercebida. Dona de uma pele escura, quase ébano, que contrastava selvagemente com seu cabelo cacheado e preto. Tinha uma figura curvilínea e bem definida, marcada por umas tetas grandes, redondas e pesadas, com bicos escuros que pediam castigo, e uma bunda larga, firme e redonda que prometia um aperto gostoso. A boca dela era carnuda e o olhar, arrogante e desafiador, gritava uma superioridade que eu adorava quebrar.
Samira era o tipo de mulher que não passava despercebida. Conheci ela num bar, a pele escura, quase ébano, brilhando sob a luz fraca, com uma atitude que gritava "sou inalcançável". Era gostosa, com umas curvas generosas que a roupa mal conseguia segurar. Cheguei perto, não pra pedir um drink, mas pra desafiar ela. Ela me encarou de volta com uma arrogância que me encantou, um desafio silencioso que eu sabia que ia vencer.
— Não chega perto de mim se não sabe o que quer, cara. Ela falou com um sotaque que não era daqui, cheio de prepotência.
— Sei exatamente o que quero, e tô olhando pra isso. E vou ter. Respondi.
Falei com aquela confiança que tenho, que desmonta as que se acham deusas. Em menos de meia hora, já tava segurando a mão dela, subindo as escadas do meu apartamento. O desafio dela virou curiosidade, e a curiosidade, eu sabia, ia virar submissão.
Empurrei ela contra a parede assim que entramos. A boca dela buscou a minha com uma urgência que eu não esperava. Era selvagem, exigente. Gostei que no começo ela tentou ser dominante.
Comecei a despir ela devagar, rasgando a camisa dela pra quebrar o orgulho. A primeira coisa que ficou exposta foram os peitos dela, redondos, pesados e firmes, com uns bicos escuros que eram puro convite. Fiquei hipnotizado. Eram um troféu.
— Então cê gosta dos meus peitões, hein? Ela disse, ofegante, enquanto começava a se tocar e brincar com os peitos, apertando eles pra deixar os bicos mais duros.
— Adoro os seus. São perfeitos. Mas não toca neles não, são meus. Respondi, afastando as mãos dela com autoridade e sentindo o calor da pele dela.
— Ah é? E o que cê vai fazer com eles, Alejandro? Ela me desafiou com um sorriso safado, arqueando as costas pra eles balançarem.
— Vou chupar eles, morder e apertar até você me implorar pra parar. E vai aprender a usar eles só pra mim. Falei, aproximando minha boca do peito dela.
Comecei a chupar um bico com força, fazendo ela Ela gemeu de dor e prazer. Apertou meus ombros. Enquanto isso, minhas mãos brincavam com a outra, esfregando-a com a palma, sentindo a firmeza da carne sob meu aperto. O peito dela subia e descia com uma respiração acelerada, e o contraste da pele escura e brilhante com minhas mãos claras me excitava.
Peguei ela pelo braço e levei pro meu quarto. Joguei ela na minha cama, o corpo dela quicou de leve. Agarrei ela e coloquei de quatro, levantando aquela bunda redonda que ela tinha, expondo a buceta dela pra mim. Comecei a passar minha língua devagar pela buceta dela.
— Porra, Ale! — ela disse entre gemidos.
Ouvi os gemidos dela.
O gosto da buceta dela era intenso, selvagem, com um toque metálico e doce que me acendeu na hora. Era um gosto de mulher, de desejo puro. Eu ouvia os gemidos dela implorando pra eu continuar, o corpo dela tremendo.
— Você é tão selvagem, Samira. Sua buceta tem um gosto delicioso — falei entre lambidas, saboreando os sucos dela que já transbordavam.
— Sim! Não para, por favor! — ela gritou, se agarrando nos lençóis.
— Você vai pedir tudo que eu te der, putinha. E eu vou te dar — prometi, enfiando dois dedos lá dentro e lambendo o clitóris dela ao mesmo tempo, sentindo as paredes dela me apertando.
Ela soltou um grito abafado, as costas dela se arquearam. Tava completamente na minha mão, gemendo meu nome sem parar. Sentir a umidade e o calor dela na minha boca me fazia sentir superior, o dono daquele prazer que só eu podia dar pra ela.
Ela ainda estava de quatro, com o rosto apoiado na cama e a bunda empinada. Eu me levantei. A buceta dela, inchada e molhada, escorria meus fluidos misturados com os dela. Limpei meu rosto e saboreei os sucos da buceta dela. Ela, com as pernas tremendo de prazer, estava entregue.
Subi em cima dela. Coloquei meu pau, duro e quente, sobre o cu dela, lubrificado pela própria umidade. O cu dela era incrivelmente redondo e firme.
— Esse buraco é virgem do meu pau, né? — perguntei com um tom de voz baixo e dominador.
— Alejandro... por favor, não... dói. — ela implorou com a voz trêmula.
Comecei a enfiar meu pau devagar no cu dela.
O cu apertado dela era como uma luva que me recebia. No começo, meu pau entrou fácil, lubrificado, mas quanto mais eu penetrava, mais apertado ficava. Ela gritou de dor e prazer.
— Aiii! Dói, Ale! Tira! — gemeu, tentando se mexer.
Segurei ela pela cintura e a prendi. Meu pau estava no fundo do cu dela, sentindo cada dobra lá dentro.
— Você vai me obedecer, puta! Não sou Ale, sou seu dono! Me chama de Amo ou não vou sair daqui! — ordenei com uma voz brutal, enfiando mais meu pau no cu apertado dela.
— Não consigo, por favor! Aiii! — gritou de dor.
— Fala! Esse buraco é meu! Você é minha puta pessoal, Samira! — dei uma estocada com o quadril, uma pancada brutal.
— Amo! Sim, meu Amo! Arrebenta ele! Sou sua puta! — gritou, a resistência física e mental dela se quebrou diante da dor e do prazer.
Depois de um bom tempo de prazer e dor arrombando aquele cuzinho apertado dela, a Samira, minha putinha pessoal, me pediu pra meter na buceta dela.
— Amo! Tô precisando do seu pau na minha buceta! Quero sentir você dentro! — implorou.
Tirei o pau do cu dela, e saiu um som de sucção sujo e molhado.
Meu pau, lubrificado e quente, deslizou pra dentro da buceta dela. Comecei a foder a buceta dela, que tava tão apertada quanto, ou mais, que o cu. Tava difícil de me mexer de tão apertado que tava. Quanto mais eu enfiava meu pau lá dentro, mais difícil era tirar. Passaram uns minutos.
Comecei a sentir um jorro forte e selvagem saindo da buceta dela, empurrando meu pau.
Ela gozou tão forte que o corpo dela expulsou meu pau de dentro!
— Ahhh! — gritou, o corpo tremendo sem controle no orgasmo.
— Porra! Você é tão selvagem, putinha! — falei, com um sorriso arrogante, vendo o líquido dela e meu gozo escorrendo.
Samira, depois de gozar selvagemente, caiu exausta na cama. O corpo dela estava totalmente submisso e entregue, jogado na minha cama, a pele escura e a forma do corpo dela eram um espetáculo.
Eu me aproximei dela. Com uma mão, agarrei minha pica e enfiei de novo no cu dela, sem pedir.
Cheguei perto do ouvido dela.
— Você é minha puta, Samira. Você é minha propriedade, e isso é só o começo... — sussurrei com a voz grave.
— S-sim, Amo! Sua! Me dá mais! — gemeu ela, a voz cheia do vício que eu acabava de injetar nela.
Comecei a tirar minha pica quase até a ponta da cabeça e enfiava ela inteira de novo, e assim sucessivamente, uma e outra vez. O contraste entre minha pica e o tom escuro do cu dela era visualmente explosivo. Ela não se mexia, aceitando minha dominação.
Ela, de bruços, começou a agarrar as próprias nádegas e abri-las para mim.
— Abre essa buceta, putinha. Quero ver como meu pau come teu cu. Ordenei.
Não acreditava como era lindo ver meu pau entrando no cu dela. O cu dela, ainda aberto, mostrava a forma do meu pau. Ela gemia com as nádegas abertas, mostrando sua entrega total.
— Olha como entra, Amo! Olha como se abre pra você! — disse com a voz rouca.
— Adoro ver como você me obedece, Samira! Você é tão gostosa assim! — falei, cravando meu pau a cada estocada.
Samira gozou pela terceira vez. Depois, caí exausto na cama. Ela se deitou ao lado da minha pica e começou a chupar.
— Que delícia que tá sua pica, Amo. — Disse ela, sentindo os sucos vaginais e o gosto do cu dela na minha pica.
O gosto da minha pica era uma mistura de tudo: sexo anal, o suco doce da buceta dela e meu próprio pré-gozo. Era o gosto sujo da nossa sessão.
— Me limpa, putinha. Engole todo o gosto do que acabamos de fazer. — Falei, sentindo a língua dela percorrer minha pica toda com devoção.
— Tô fazendo, Amo! Quero seu gosto na minha boca! — Disse ela, enfiando até o fundo.
Ela subiu em cima de mim, a bunda dela apoiada em mim de costas, e começou a encaixar meu pau no cu dela.
Enquanto começava a cavalgar, ela mesma pegou as próprias pernas e abriu, deixando a buceta dela e como meu pau comia o cu dela à mostra. Eu agarrei a bunda dela, abrindo as nádegas.
— Não se mexe, deixa eu ver como eu to cavalgando teu cu! — disse ela, olhando pro espelho.
— Você é meu show, puta! Cavalga mais forte! — ordenei, apertando as nádegas dela e sentindo o músculo apertar meu pau.
Ela continuava cavalgando meu pau no cu dela. Ela mesma agarrou as próprias nádegas e abriu o cu, ainda cavalgando. Dava pra ouvir as tetas dela batendo selvagemente a cada investida.
— Olha isso, Amo! Tô cavalgando teu pau anal e te mostrando! — gritou ela, a voz cheia de um prazer que quase beirava a loucura.
— Isso, puta! Adoro teu exibicionismo! Tu é a mais safada de todas! Me dá mais! — falei, batendo forte na cintura dela.
— Minhas tetas pulam só por você! Tira, tira! Quero sentir o atrito no meu cu! — implorou ela.
Ela se virou e tirou meu pau do cu dela. Colocou na buceta dela.
— Quero ver você aproveitar minha buceta, Amo. — Ela disse com arrogância, mas com a voz trêmula de submissão.
Minhas mãos foram para os quadris dela. Ela começou a cavalgar selvagemente, subia e descia os pés nas minhas pernas. Eu olhava para a cara de prazer dela e como aqueles peitos gostosos quicavam.
— Olha, Amo! Olha como eu me mexo! Sou sua! — Ela gritou, se movendo freneticamente.
— Adoro a vista, putinha. Seu corpo é uma máquina de prazer feita pra mim. — Eu disse, enfiando mais fundo com meus quadris.
Comecei a gozar dentro dela. Ela continuava cavalgando, fazendo com que meu pau continuasse jorrando cada vez mais fundo na buceta dela. Sentia como a buceta dela não aguentava a quantidade de porra e começava a escorrer pela entrada.
— Ai, Amo! Isso! Me enche! Não para, não para! Não vou soltar! — gritou ela, me apertando com as pernas.
— É seu, puta! Minha porra é seu castigo e seu prazer! — rosnei, esvaziando meu pau até o fim.
Ela, exausta, se levantou um pouco e ficou de joelhos na beira da cama. Eu, com minha pica ainda escorrendo, agarrei ela pelo cabelo.
— Me limpa. Ordenei.
Ela, sem hesitar, chupou minha pica de novo. Depois, agarrei ela pela cabeça e empurrei até a beira da cama, de bruços. Minha pica estava sobre ela. Gozei o resto do leite nas costas e na bunda dela. Ela se virou e eu gozei o resto na cara dela.
Ela, de joelhos, com a cara lambuzada do meu gozo, me olhou.
— O que você é, Samira? Perguntei.
— Sou sua putinha pessoal, Amo. Sua propriedade. Ela sussurrou, lambendo os restos do lábio.
— Limpa essa bagunça. Falei, apontando pra cara e o peito dela.
— Vou limpar, Amo. É minha honra. Ela lambeu cada gota com a língua.
O corpo dela, suado, marcado e lambuzado, era a prova de que mais uma deusa tinha caído aos meus pés.
●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
A Samira agora é uma puta marcada que me chama de Amo.
Querem ver como eu humilho ela ainda mais?
Se o post bombar nas recomendações, eu publico a segunda parte:
Alejandro E Samira: O Espetáculo Proibido Da Deusa
Mostrem que querem ver a queda dela!
●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Parte N°2:
Alejandro E Samira: O Espetáculo Proibido Da Deusa:
(Em breve)
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Post Anterior:
Alejandro E Jazmín: Brincando Com O Perigo:https://www.poringa.net/posts/relatos/6200879/Alejandro-Y-Jazmin-Jugando-Con-El-Peligro.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Próximo Post:
Alejandro e Elisa: O Vício da Tia:https://www.poringa.net/posts/relatos/6205230/Alejandro-Y-Elisa-La-Adiccion-De-La-Tia.html
Samira era o tipo de mulher que não passava despercebida. Conheci ela num bar, a pele escura, quase ébano, brilhando sob a luz fraca, com uma atitude que gritava "sou inalcançável". Era gostosa, com umas curvas generosas que a roupa mal conseguia segurar. Cheguei perto, não pra pedir um drink, mas pra desafiar ela. Ela me encarou de volta com uma arrogância que me encantou, um desafio silencioso que eu sabia que ia vencer. — Não chega perto de mim se não sabe o que quer, cara. Ela falou com um sotaque que não era daqui, cheio de prepotência.
— Sei exatamente o que quero, e tô olhando pra isso. E vou ter. Respondi.
Falei com aquela confiança que tenho, que desmonta as que se acham deusas. Em menos de meia hora, já tava segurando a mão dela, subindo as escadas do meu apartamento. O desafio dela virou curiosidade, e a curiosidade, eu sabia, ia virar submissão.
Empurrei ela contra a parede assim que entramos. A boca dela buscou a minha com uma urgência que eu não esperava. Era selvagem, exigente. Gostei que no começo ela tentou ser dominante.
Comecei a despir ela devagar, rasgando a camisa dela pra quebrar o orgulho. A primeira coisa que ficou exposta foram os peitos dela, redondos, pesados e firmes, com uns bicos escuros que eram puro convite. Fiquei hipnotizado. Eram um troféu.
— Então cê gosta dos meus peitões, hein? Ela disse, ofegante, enquanto começava a se tocar e brincar com os peitos, apertando eles pra deixar os bicos mais duros.
— Adoro os seus. São perfeitos. Mas não toca neles não, são meus. Respondi, afastando as mãos dela com autoridade e sentindo o calor da pele dela.
— Ah é? E o que cê vai fazer com eles, Alejandro? Ela me desafiou com um sorriso safado, arqueando as costas pra eles balançarem.
— Vou chupar eles, morder e apertar até você me implorar pra parar. E vai aprender a usar eles só pra mim. Falei, aproximando minha boca do peito dela.
Comecei a chupar um bico com força, fazendo ela Ela gemeu de dor e prazer. Apertou meus ombros. Enquanto isso, minhas mãos brincavam com a outra, esfregando-a com a palma, sentindo a firmeza da carne sob meu aperto. O peito dela subia e descia com uma respiração acelerada, e o contraste da pele escura e brilhante com minhas mãos claras me excitava.
Peguei ela pelo braço e levei pro meu quarto. Joguei ela na minha cama, o corpo dela quicou de leve. Agarrei ela e coloquei de quatro, levantando aquela bunda redonda que ela tinha, expondo a buceta dela pra mim. Comecei a passar minha língua devagar pela buceta dela. — Porra, Ale! — ela disse entre gemidos.
Ouvi os gemidos dela.
O gosto da buceta dela era intenso, selvagem, com um toque metálico e doce que me acendeu na hora. Era um gosto de mulher, de desejo puro. Eu ouvia os gemidos dela implorando pra eu continuar, o corpo dela tremendo.
— Você é tão selvagem, Samira. Sua buceta tem um gosto delicioso — falei entre lambidas, saboreando os sucos dela que já transbordavam.
— Sim! Não para, por favor! — ela gritou, se agarrando nos lençóis.
— Você vai pedir tudo que eu te der, putinha. E eu vou te dar — prometi, enfiando dois dedos lá dentro e lambendo o clitóris dela ao mesmo tempo, sentindo as paredes dela me apertando.
Ela soltou um grito abafado, as costas dela se arquearam. Tava completamente na minha mão, gemendo meu nome sem parar. Sentir a umidade e o calor dela na minha boca me fazia sentir superior, o dono daquele prazer que só eu podia dar pra ela.
Ela ainda estava de quatro, com o rosto apoiado na cama e a bunda empinada. Eu me levantei. A buceta dela, inchada e molhada, escorria meus fluidos misturados com os dela. Limpei meu rosto e saboreei os sucos da buceta dela. Ela, com as pernas tremendo de prazer, estava entregue.Subi em cima dela. Coloquei meu pau, duro e quente, sobre o cu dela, lubrificado pela própria umidade. O cu dela era incrivelmente redondo e firme.
— Esse buraco é virgem do meu pau, né? — perguntei com um tom de voz baixo e dominador.
— Alejandro... por favor, não... dói. — ela implorou com a voz trêmula.
Comecei a enfiar meu pau devagar no cu dela.
O cu apertado dela era como uma luva que me recebia. No começo, meu pau entrou fácil, lubrificado, mas quanto mais eu penetrava, mais apertado ficava. Ela gritou de dor e prazer.
— Aiii! Dói, Ale! Tira! — gemeu, tentando se mexer.
Segurei ela pela cintura e a prendi. Meu pau estava no fundo do cu dela, sentindo cada dobra lá dentro.
— Você vai me obedecer, puta! Não sou Ale, sou seu dono! Me chama de Amo ou não vou sair daqui! — ordenei com uma voz brutal, enfiando mais meu pau no cu apertado dela.
— Não consigo, por favor! Aiii! — gritou de dor.
— Fala! Esse buraco é meu! Você é minha puta pessoal, Samira! — dei uma estocada com o quadril, uma pancada brutal.
— Amo! Sim, meu Amo! Arrebenta ele! Sou sua puta! — gritou, a resistência física e mental dela se quebrou diante da dor e do prazer.
Depois de um bom tempo de prazer e dor arrombando aquele cuzinho apertado dela, a Samira, minha putinha pessoal, me pediu pra meter na buceta dela. — Amo! Tô precisando do seu pau na minha buceta! Quero sentir você dentro! — implorou.
Tirei o pau do cu dela, e saiu um som de sucção sujo e molhado.
Meu pau, lubrificado e quente, deslizou pra dentro da buceta dela. Comecei a foder a buceta dela, que tava tão apertada quanto, ou mais, que o cu. Tava difícil de me mexer de tão apertado que tava. Quanto mais eu enfiava meu pau lá dentro, mais difícil era tirar. Passaram uns minutos.
Comecei a sentir um jorro forte e selvagem saindo da buceta dela, empurrando meu pau.
Ela gozou tão forte que o corpo dela expulsou meu pau de dentro!
— Ahhh! — gritou, o corpo tremendo sem controle no orgasmo.
— Porra! Você é tão selvagem, putinha! — falei, com um sorriso arrogante, vendo o líquido dela e meu gozo escorrendo.
Samira, depois de gozar selvagemente, caiu exausta na cama. O corpo dela estava totalmente submisso e entregue, jogado na minha cama, a pele escura e a forma do corpo dela eram um espetáculo.Eu me aproximei dela. Com uma mão, agarrei minha pica e enfiei de novo no cu dela, sem pedir.
Cheguei perto do ouvido dela.
— Você é minha puta, Samira. Você é minha propriedade, e isso é só o começo... — sussurrei com a voz grave.
— S-sim, Amo! Sua! Me dá mais! — gemeu ela, a voz cheia do vício que eu acabava de injetar nela.
Comecei a tirar minha pica quase até a ponta da cabeça e enfiava ela inteira de novo, e assim sucessivamente, uma e outra vez. O contraste entre minha pica e o tom escuro do cu dela era visualmente explosivo. Ela não se mexia, aceitando minha dominação.
Ela, de bruços, começou a agarrar as próprias nádegas e abri-las para mim. — Abre essa buceta, putinha. Quero ver como meu pau come teu cu. Ordenei.
Não acreditava como era lindo ver meu pau entrando no cu dela. O cu dela, ainda aberto, mostrava a forma do meu pau. Ela gemia com as nádegas abertas, mostrando sua entrega total.
— Olha como entra, Amo! Olha como se abre pra você! — disse com a voz rouca.
— Adoro ver como você me obedece, Samira! Você é tão gostosa assim! — falei, cravando meu pau a cada estocada.
Samira gozou pela terceira vez. Depois, caí exausto na cama. Ela se deitou ao lado da minha pica e começou a chupar.— Que delícia que tá sua pica, Amo. — Disse ela, sentindo os sucos vaginais e o gosto do cu dela na minha pica.
O gosto da minha pica era uma mistura de tudo: sexo anal, o suco doce da buceta dela e meu próprio pré-gozo. Era o gosto sujo da nossa sessão.
— Me limpa, putinha. Engole todo o gosto do que acabamos de fazer. — Falei, sentindo a língua dela percorrer minha pica toda com devoção.
— Tô fazendo, Amo! Quero seu gosto na minha boca! — Disse ela, enfiando até o fundo.
Ela subiu em cima de mim, a bunda dela apoiada em mim de costas, e começou a encaixar meu pau no cu dela. Enquanto começava a cavalgar, ela mesma pegou as próprias pernas e abriu, deixando a buceta dela e como meu pau comia o cu dela à mostra. Eu agarrei a bunda dela, abrindo as nádegas.
— Não se mexe, deixa eu ver como eu to cavalgando teu cu! — disse ela, olhando pro espelho.
— Você é meu show, puta! Cavalga mais forte! — ordenei, apertando as nádegas dela e sentindo o músculo apertar meu pau.
Ela continuava cavalgando meu pau no cu dela. Ela mesma agarrou as próprias nádegas e abriu o cu, ainda cavalgando. Dava pra ouvir as tetas dela batendo selvagemente a cada investida. — Olha isso, Amo! Tô cavalgando teu pau anal e te mostrando! — gritou ela, a voz cheia de um prazer que quase beirava a loucura.
— Isso, puta! Adoro teu exibicionismo! Tu é a mais safada de todas! Me dá mais! — falei, batendo forte na cintura dela.
— Minhas tetas pulam só por você! Tira, tira! Quero sentir o atrito no meu cu! — implorou ela.
Ela se virou e tirou meu pau do cu dela. Colocou na buceta dela. — Quero ver você aproveitar minha buceta, Amo. — Ela disse com arrogância, mas com a voz trêmula de submissão.
Minhas mãos foram para os quadris dela. Ela começou a cavalgar selvagemente, subia e descia os pés nas minhas pernas. Eu olhava para a cara de prazer dela e como aqueles peitos gostosos quicavam.
— Olha, Amo! Olha como eu me mexo! Sou sua! — Ela gritou, se movendo freneticamente.
— Adoro a vista, putinha. Seu corpo é uma máquina de prazer feita pra mim. — Eu disse, enfiando mais fundo com meus quadris.
Comecei a gozar dentro dela. Ela continuava cavalgando, fazendo com que meu pau continuasse jorrando cada vez mais fundo na buceta dela. Sentia como a buceta dela não aguentava a quantidade de porra e começava a escorrer pela entrada. — Ai, Amo! Isso! Me enche! Não para, não para! Não vou soltar! — gritou ela, me apertando com as pernas.
— É seu, puta! Minha porra é seu castigo e seu prazer! — rosnei, esvaziando meu pau até o fim.
Ela, exausta, se levantou um pouco e ficou de joelhos na beira da cama. Eu, com minha pica ainda escorrendo, agarrei ela pelo cabelo. — Me limpa. Ordenei.
Ela, sem hesitar, chupou minha pica de novo. Depois, agarrei ela pela cabeça e empurrei até a beira da cama, de bruços. Minha pica estava sobre ela. Gozei o resto do leite nas costas e na bunda dela. Ela se virou e eu gozei o resto na cara dela.
Ela, de joelhos, com a cara lambuzada do meu gozo, me olhou.
— O que você é, Samira? Perguntei.
— Sou sua putinha pessoal, Amo. Sua propriedade. Ela sussurrou, lambendo os restos do lábio.
— Limpa essa bagunça. Falei, apontando pra cara e o peito dela.
— Vou limpar, Amo. É minha honra. Ela lambeu cada gota com a língua.
O corpo dela, suado, marcado e lambuzado, era a prova de que mais uma deusa tinha caído aos meus pés.
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Querem ver como eu humilho ela ainda mais?
Se o post bombar nas recomendações, eu publico a segunda parte:
Alejandro E Samira: O Espetáculo Proibido Da Deusa
Mostrem que querem ver a queda dela!
●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Parte N°2:
Alejandro E Samira: O Espetáculo Proibido Da Deusa:
(Em breve)
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