Continuo com a segunda parte do relato da prévia.
Depois de vestir o vestido preto, fomos pra balada Moscou na costanera, fomos eu, facu e tomi num carro, e juani e seba em outro.
Dentro da balada, a gente dançava, e a cada dois passos o vestido subia e aparecia a bunda, se eu abaixava demais, os peitos escapavam. Foi uma boa ideia usar o vestido porque ficava muito gostosa, mas não era o ideal pra dançar numa balada.
Quando chegamos na balada, os quatro foram pro bar e eu fiquei um pouco afastada deles dançando. Na hora, dois caras se aproximaram de mim: um loiro alto e outro de cabelo castanho, altura média e bem musculoso. Os dois chegaram dançando, me olhando e sorrindo. O loiro pediu minha mão, eu dei, e ele me girou pra dançar junto. O castanho ficou um pouco atrás de mim, também dançando.
— Como você se chama? — perguntou o loiro.
— Lola — respondi.
— Veio sozinha, Lola? — perguntou o castanho.
— Vim com meus amigos, que estão pedindo no bar.
Virei pra ver o rosto do castanho e ele quis dançar colado em mim. Eu entrei na brincadeira, enquanto o loiro continuava perto, dançando pra mim. Ficamos os três grudados um no outro, eu no meio dançando com os dois. O loiro atrás de mim começou a marcar o volume enquanto rebolava na minha bunda, e o castanho também começou a endurecer, mas eu sentia no meu ventre. Eu sentia o vestido subindo aos poucos até ficar na metade da bunda. Foi aí que vi meus amigos com as garrafas já compradas, montando os copos.
— Foi um prazer conhecer vocês, mas já vou, galera — falei.
— A gente se vê logo, Lola — disse o loiro.
Ajeitei o vestido e fui com os caras.
— Tá se divertindo, né? — disse facu.
— Acho que uma aqui ficou com tesão — rebateu juani.
— Mais que tesão, parece que quer dar — falou seba.
— Calma, calma, agora uma solteira não pode dançar numa balada? Assim vocês nunca mais vão comer, rapaziada — respondi. Eu falei.
A gente começou a beber as garrafas que compraram, vodka com speed, chandon e outros drinks que nem sei o que eram. Bateu 4h da manhã e eu tava completamente bêbada, já nem percebia se o vestido tinha subido ou não. Fiquei dançando com grupos de caras desconhecidos, rebolava pros meus amigos e até sorria pros seguranças.
Um desses caras desconhecidos com quem dancei, cruzei com ele de novo indo pro banheiro. Ele me olhou sorrindo, pegou na minha mão e me chamou pra dançar. Claro que aceitei, e a gente foi pra um cantinho onde ele perguntou:
— Como você se chama?
— Lola, e o seu?
— Martin.
— Prazer, Martin.
— Fiquei te olhando a noite toda, me enlouquece como você dança.
— Você não faz ideia do que acontece quando eu fico louca — falei no ouvido dele.
Nem dois segundos depois, ele começou a me beijar, apertou o corpo dele contra o meu, pegou na minha bunda, amassou tudo. O vestido foi subindo com o atrito, e ele aproveitou pra passar a mão sem nada atrapalhando. Eu apertava o corpo dele contra o meu com tanta força que sentia o pau dele crescendo e empurrando a calça. Tentei passar a mão, mas o jeans não deixava sentir muito mais que um volume médio.
Depois de alguns minutos bem quentes, resolvi me afastar um pouco, ajeitar o vestido e voltar pros meus amigos.
Mais um tempinho depois, já eram 5h30 da manhã, a galera queria ir embora. O Facu e a Juani foram no carro do Seba, que mora pro mesmo lado. Eu, da zona oeste, ia pedir um Uber, até que o Tomi falou:
— Não seja ridícula, vão te arrebentar com um Uber de Palermo até Moreno a essa hora. Eu te levo.
Eu tava bem bêbada ainda, mas menos que antes. Continuava com tesão por causa da prévia e da balada, e aceitei a oferta do Tomi. Durante os 40 minutos de viagem, só nós dois, fui olhando pra ele com outros olhos. Já não era mais o simples colega da faculdade. Lembrei de como ele ficou de cueca na prévia, lembrei do volume dele, lembrei de como a gente dançou junto há algumas horas na balada as músicas de... reggaetón velho e com o tesão que tava, não dava pra terminar a noite assim.
Quando chegamos no meu apê, fingi que tava mais bêbada do que realmente tava, até a porta do prédio fui cambaleando, fiz questão de deixar as chaves caírem, e enquanto me abaixava pra pegar, o vestido subiu mais do que devia, e enquanto finjo que tô tentando enfiar a chave na porta do prédio, o Tomi desce do carro,
— deixa que eu te ajudo, bebada, me dá a chave —
eu dou a chave e ele abre a porta,
— vamos rápido que eu te ajudo a entrar no teu apê —
ele me levou abraçada pra eu não cair, eu me segurava forte, falava um monte de besteira gritando, o vestido subia e eu ajeitava.
Quando chegamos no meu apê, ele abre a porta e me fala
— beleza, Lola, sã e salva —
— pera, pera, deixa eu deitar e já vaza — eu falo
ele me guia até meu quarto, fica parado na moldura da porta, eu continuo andando, nenhuma luz acesa no quarto, só uma luz na sala em cima da porta de entrada que deixava uma iluminação bem fraca no meu quarto.
Com o Tomi me olhando na moldura da porta, eu já do lado da cama, levanto o vestido e fico só de thong preta e sem sutiã por cima, jogo o vestido pra longe e subo nos pés da cama, fico de quatro e rastejo devagar até a cabeceira, eu tava de costas pra ele e mostrando a bunda pro Tomi, mas dava pra sentir ele me olhando, puxo o lençol da cama e me deito de bruços, viro de lado olhando pro Tomi e falo,
— não vai me fazer companhia? —
— sei não, Lola, cê tá doida —
— vi como cê me olhou a noite toda —
Tomi hesita um pouco, mas rapidamente marca o volume no jeans, eu me ajoelho na cama e, olhando pro Tomi, rastejo de novo até ele, via ele olhando pras minhas tetas balançando e se mexendo de um lado pro outro enquanto eu rastejava até ele,
— vai perder isso? — falo enquanto já nos pés da cama me ajoelho, passo as mãos nas tetas, esfregando elas, e deslizo até a minha thong completamente molhada, toni se aproxima e eu estendo a mão, ele segura e puxa ela pra mim.
deitado em cima de mim, começamos a nos beijar, ele tira a camiseta, os tênis, as meias, a calça, ficando só de cueca, a gente vira e eu fico por cima dele e tiro a cueca dele.
Apareceu uma bela pica, bem venosa, de comprimento médio uns 15cm, com o corpo fininho e a cabeça grande e vermelha, rapidamente enfio na boca, primeiro uns beijos na cabeça, depois começo a engolir até o fundo, começo a chupar devagar, chupo dos ovos até a cabeça e engulo inteira. Brincava com a língua e olhava ele gozar. Depois de uns minutos, tiro a tanga e decido subir em cima dele, eu tava tão tesuda que queria que ele me comesse, mas não tinha camisinha, então aproveitei que a pica dele tava completamente molhada e babada, e eu em cima dele me sento em cima enfiando a pica dele no meu cu. Vi como os olhos dele mudaram enquanto entrava, como o cu não tava dilatado, doeu um pouco, mas era uma ardência muito gostosa, a pica fininha dele não machucava e enchia meu cu de prazer.
Comecei a me mexer em círculos devagar, me inclinei pra frente, apoiei os peitos na cara dele e ele chupou eles enquanto eu subia e descia devagar, apertando cada vez que chegava no fundo.
Depois me virei sem tirar ela, fiquei de costas, apoiei as mãos nos joelhos dele e comecei a quicar. Por trás, ele via tudo: meu cu aberto, a pica dele entrando e saindo, a cabeça grande esticando cada vez que eu descia. Ele apertava meu cu com as mãos, amassava minhas nádegas com força e também dava tapas,
—Você é tão apertada, não aguento mais —ele disse
—Aguenta, quero mais —ordenei, e acelerei, quicando forte, sentindo a cabeça bater fundo.
No final, fiquei de quatro na beira da cama.
Tomi se ajoelhou atrás, acariciou minhas costas, beijou minha nuca.
—Posso meter forte?
—Me destrói —falei.
Ele entrou de uma vez, até o fundo. A cabeça Grande me abriu de uma vez e eu gemi alto.
Começou a bombar, devagar no começo, depois cada vez mais rápido, me segurando pela cintura..
—Lola, não aguento mais—
Gozei me enchendo com jorros quentes, ele ficou dentro por um tempo, ofegando contra minhas costas, acariciando minha cintura. Depois de alguns segundos, ele se levantou, eu fiquei deitada de bruços sentindo a porra escorrendo aos poucos do cu, escorrendo pelas nádegas,
—Agora pode ir se quiser— falei sorrindo.
Depois de vestir o vestido preto, fomos pra balada Moscou na costanera, fomos eu, facu e tomi num carro, e juani e seba em outro.
Dentro da balada, a gente dançava, e a cada dois passos o vestido subia e aparecia a bunda, se eu abaixava demais, os peitos escapavam. Foi uma boa ideia usar o vestido porque ficava muito gostosa, mas não era o ideal pra dançar numa balada.
Quando chegamos na balada, os quatro foram pro bar e eu fiquei um pouco afastada deles dançando. Na hora, dois caras se aproximaram de mim: um loiro alto e outro de cabelo castanho, altura média e bem musculoso. Os dois chegaram dançando, me olhando e sorrindo. O loiro pediu minha mão, eu dei, e ele me girou pra dançar junto. O castanho ficou um pouco atrás de mim, também dançando.
— Como você se chama? — perguntou o loiro.
— Lola — respondi.
— Veio sozinha, Lola? — perguntou o castanho.
— Vim com meus amigos, que estão pedindo no bar.
Virei pra ver o rosto do castanho e ele quis dançar colado em mim. Eu entrei na brincadeira, enquanto o loiro continuava perto, dançando pra mim. Ficamos os três grudados um no outro, eu no meio dançando com os dois. O loiro atrás de mim começou a marcar o volume enquanto rebolava na minha bunda, e o castanho também começou a endurecer, mas eu sentia no meu ventre. Eu sentia o vestido subindo aos poucos até ficar na metade da bunda. Foi aí que vi meus amigos com as garrafas já compradas, montando os copos.
— Foi um prazer conhecer vocês, mas já vou, galera — falei.
— A gente se vê logo, Lola — disse o loiro.
Ajeitei o vestido e fui com os caras.
— Tá se divertindo, né? — disse facu.
— Acho que uma aqui ficou com tesão — rebateu juani.
— Mais que tesão, parece que quer dar — falou seba.
— Calma, calma, agora uma solteira não pode dançar numa balada? Assim vocês nunca mais vão comer, rapaziada — respondi. Eu falei.
A gente começou a beber as garrafas que compraram, vodka com speed, chandon e outros drinks que nem sei o que eram. Bateu 4h da manhã e eu tava completamente bêbada, já nem percebia se o vestido tinha subido ou não. Fiquei dançando com grupos de caras desconhecidos, rebolava pros meus amigos e até sorria pros seguranças.
Um desses caras desconhecidos com quem dancei, cruzei com ele de novo indo pro banheiro. Ele me olhou sorrindo, pegou na minha mão e me chamou pra dançar. Claro que aceitei, e a gente foi pra um cantinho onde ele perguntou:
— Como você se chama?
— Lola, e o seu?
— Martin.
— Prazer, Martin.
— Fiquei te olhando a noite toda, me enlouquece como você dança.
— Você não faz ideia do que acontece quando eu fico louca — falei no ouvido dele.
Nem dois segundos depois, ele começou a me beijar, apertou o corpo dele contra o meu, pegou na minha bunda, amassou tudo. O vestido foi subindo com o atrito, e ele aproveitou pra passar a mão sem nada atrapalhando. Eu apertava o corpo dele contra o meu com tanta força que sentia o pau dele crescendo e empurrando a calça. Tentei passar a mão, mas o jeans não deixava sentir muito mais que um volume médio.
Depois de alguns minutos bem quentes, resolvi me afastar um pouco, ajeitar o vestido e voltar pros meus amigos.
Mais um tempinho depois, já eram 5h30 da manhã, a galera queria ir embora. O Facu e a Juani foram no carro do Seba, que mora pro mesmo lado. Eu, da zona oeste, ia pedir um Uber, até que o Tomi falou:
— Não seja ridícula, vão te arrebentar com um Uber de Palermo até Moreno a essa hora. Eu te levo.
Eu tava bem bêbada ainda, mas menos que antes. Continuava com tesão por causa da prévia e da balada, e aceitei a oferta do Tomi. Durante os 40 minutos de viagem, só nós dois, fui olhando pra ele com outros olhos. Já não era mais o simples colega da faculdade. Lembrei de como ele ficou de cueca na prévia, lembrei do volume dele, lembrei de como a gente dançou junto há algumas horas na balada as músicas de... reggaetón velho e com o tesão que tava, não dava pra terminar a noite assim.
Quando chegamos no meu apê, fingi que tava mais bêbada do que realmente tava, até a porta do prédio fui cambaleando, fiz questão de deixar as chaves caírem, e enquanto me abaixava pra pegar, o vestido subiu mais do que devia, e enquanto finjo que tô tentando enfiar a chave na porta do prédio, o Tomi desce do carro,
— deixa que eu te ajudo, bebada, me dá a chave —
eu dou a chave e ele abre a porta,
— vamos rápido que eu te ajudo a entrar no teu apê —
ele me levou abraçada pra eu não cair, eu me segurava forte, falava um monte de besteira gritando, o vestido subia e eu ajeitava.
Quando chegamos no meu apê, ele abre a porta e me fala
— beleza, Lola, sã e salva —
— pera, pera, deixa eu deitar e já vaza — eu falo
ele me guia até meu quarto, fica parado na moldura da porta, eu continuo andando, nenhuma luz acesa no quarto, só uma luz na sala em cima da porta de entrada que deixava uma iluminação bem fraca no meu quarto.
Com o Tomi me olhando na moldura da porta, eu já do lado da cama, levanto o vestido e fico só de thong preta e sem sutiã por cima, jogo o vestido pra longe e subo nos pés da cama, fico de quatro e rastejo devagar até a cabeceira, eu tava de costas pra ele e mostrando a bunda pro Tomi, mas dava pra sentir ele me olhando, puxo o lençol da cama e me deito de bruços, viro de lado olhando pro Tomi e falo,
— não vai me fazer companhia? —
— sei não, Lola, cê tá doida —
— vi como cê me olhou a noite toda —
Tomi hesita um pouco, mas rapidamente marca o volume no jeans, eu me ajoelho na cama e, olhando pro Tomi, rastejo de novo até ele, via ele olhando pras minhas tetas balançando e se mexendo de um lado pro outro enquanto eu rastejava até ele,
— vai perder isso? — falo enquanto já nos pés da cama me ajoelho, passo as mãos nas tetas, esfregando elas, e deslizo até a minha thong completamente molhada, toni se aproxima e eu estendo a mão, ele segura e puxa ela pra mim.
deitado em cima de mim, começamos a nos beijar, ele tira a camiseta, os tênis, as meias, a calça, ficando só de cueca, a gente vira e eu fico por cima dele e tiro a cueca dele.
Apareceu uma bela pica, bem venosa, de comprimento médio uns 15cm, com o corpo fininho e a cabeça grande e vermelha, rapidamente enfio na boca, primeiro uns beijos na cabeça, depois começo a engolir até o fundo, começo a chupar devagar, chupo dos ovos até a cabeça e engulo inteira. Brincava com a língua e olhava ele gozar. Depois de uns minutos, tiro a tanga e decido subir em cima dele, eu tava tão tesuda que queria que ele me comesse, mas não tinha camisinha, então aproveitei que a pica dele tava completamente molhada e babada, e eu em cima dele me sento em cima enfiando a pica dele no meu cu. Vi como os olhos dele mudaram enquanto entrava, como o cu não tava dilatado, doeu um pouco, mas era uma ardência muito gostosa, a pica fininha dele não machucava e enchia meu cu de prazer.
Comecei a me mexer em círculos devagar, me inclinei pra frente, apoiei os peitos na cara dele e ele chupou eles enquanto eu subia e descia devagar, apertando cada vez que chegava no fundo.
Depois me virei sem tirar ela, fiquei de costas, apoiei as mãos nos joelhos dele e comecei a quicar. Por trás, ele via tudo: meu cu aberto, a pica dele entrando e saindo, a cabeça grande esticando cada vez que eu descia. Ele apertava meu cu com as mãos, amassava minhas nádegas com força e também dava tapas,
—Você é tão apertada, não aguento mais —ele disse
—Aguenta, quero mais —ordenei, e acelerei, quicando forte, sentindo a cabeça bater fundo.
No final, fiquei de quatro na beira da cama.
Tomi se ajoelhou atrás, acariciou minhas costas, beijou minha nuca.
—Posso meter forte?
—Me destrói —falei.
Ele entrou de uma vez, até o fundo. A cabeça Grande me abriu de uma vez e eu gemi alto.
Começou a bombar, devagar no começo, depois cada vez mais rápido, me segurando pela cintura..
—Lola, não aguento mais—
Gozei me enchendo com jorros quentes, ele ficou dentro por um tempo, ofegando contra minhas costas, acariciando minha cintura. Depois de alguns segundos, ele se levantou, eu fiquei deitada de bruços sentindo a porra escorrendo aos poucos do cu, escorrendo pelas nádegas,
—Agora pode ir se quiser— falei sorrindo.
1 comentários - Boliche com a galera da facul Parte 2