Isso aconteceu em 2018 na cidade de Portoviejo, bem em agosto, no meu aniversário, dia seis. Tudo estava normal, comemoramos meu aniversário e tal, até que às 9 da noite minha mãe sumiu. Pra onde, eu não sabia naquele momento. Minha mãe estava usando uma calça de couro vinho, botas e uma blusa branca por causa do calor. Todo mundo já tinha ido embora, e minha avó estava perguntando por ela tanto que cansou e foi pro quarto dela, porque tinha que aplicar a insulina pra diabetes e eu não sabia na época como aplicar nem qual era a dose. Depois de procurar por ela pela casa toda, que não era muito grande, saí pra rua. Um táxi estava estacionado na esquina, com todos os vidros escuros, menos o do motorista, porque é ilegal ter aquele escurecimento. Me aproximei devagar porque vi que o táxi balançava como se estivesse num terremoto. Fiquei colado numa janela, agachado, e ouvi a voz de uma mulher gemendo literalmente como uma louca. Ela dizia: "Ai, papai, me come, me faz outro filho, puta que pariu", "sou sua puta idiota", "rasga minha buceta, faz eu não conseguir sentar por uma semana". Fiquei chocado ao ouvir a garota ou senhora dizer aquilo. No fundo, queria ser eu a quem dissessem aquilo. O homem respondia: "O que você quer, filha da puta?", "diz que quer outro filho, e pra quê? Melhor uma filha pra eu comer também, vai sair igual puta e idiota que nem você", "engole todo o meu corviche, sua estúpida de merda" (corviche é uma comida daqui da costa, feita de banana verde, não muito comprido mas grosso). Eles falavam super sujo. Devagar, comecei a me aproximar do capô pra ver a ação por ali, mas a única coisa que vi foi uma bunda gorda de mulher sendo penetrada de forma selvagem, e quando digo selvagem é selvagem. O cara comia ela com ódio, as nádegas dela estavam sangrando como se tivessem sido cortadas, e ele dava umas estocadas que faziam a garota gritar. Eles ficaram naquela posição uns 10 minutos, até que o senhor gritou: "Toma, goza na sua puta de merda, isso o inútil do seu marido não te dá". marido" e a senhora respondeu "assim mesmo, porra, filho da puta, enche tudo, faz minha buceta feder a você". Ficaram colados uns três minutos e vi que começaram a se mexer para trocar de posição. Eu fui me esconder atrás de outro carro e vejo um homem gordo descendo, literalmente gordíssimo, a barriga pendurada. Ele desceu só com a camisa, parou na porta aberta e vejo minha mãe colocando a cabeça para fora e começando a chupar a rola já murcha dele. A barriga dele estava apoiada na cabeça dela pra ela conseguir chupar até o fundo. Depois o senhor fala, segurando minha mãe pelos cabelos: "Já desce do meu táxi, foxy, já enchi o saco de ver sua cara de idiota". Na sequência, com agressividade, joga ela no chão, arranca a calça e as botas dela. "Vou ficar com sua calcinha e meias como prêmio. E agora, some daqui." Minha mãe ficou lá tentando pegar a roupa, o senhor subiu no táxi e foi embora. Aí minha mãe se levanta, vejo saindo esperma da buceta dela no chão. Ela se agachou tentando expelir o esperma, e saía acompanhado de peidos vaginais. Ela se vestiu e foi pra casa, não me viu. Cinco minutos depois, cheguei em casa e ela me perguntou onde eu estava. Falei que fui na venda da esquina comprar umas batatas, mas já tava fechado. Ela perguntou qual venda, e eu falei que era a que fica na esquina pra sair pro shopping. Vi que o rosto dela relaxou, porque a outra venda fica do lado de onde estavam comendo ela. Ela me deu um beijo na boca, porque era assim que ela sempre me cumprimentava, e foi pro quarto. E no silêncio da noite, eu colado na porta do quarto, escuto ela dizer: "Porra, minha buceta tá sangrando por causa daquele idiota". Foi tanta comida que rasgou a vagina dela.
2 comentários - Mi mami una puta?